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ATLÉTICO 3 X 1 GOIÁS. ESCAPAMOS, MAS A HORA DA REFLEXÃO CHEGOU!

Neste momento, é melhor curtirmos a permanência na primeira divisão do que criticar o jogo ruim que o Galo desenvolveu hoje.

Talvez até motivado pelo nervosismo que a obrigação de vencer provoca. Pode ser.

O Goiás, mesmo com o time reserva, deu um calor danado no Atlético, que se mostrou frágil principalmente no meio de campo, por onde os goianos armaram as suas principais jogadas sem serem incomodados.

Mas, enfim, não vou me estender na análise da partida, embora o resultado tenha sido excelente e nos livra do terror da queda.

Eu não consigo comemorar este fato como se fosse um título, mas obviamente estou aliviado, assim como a grande Massa alvinegra. Pior seria se tivéssemos caído.

Todavia, chegou o momento de refletir sobre os motivos que nos levaram a estar na zona de rebaixamento por mais de 20 rodadas em um campeonato de 38.

Chegou aquela hora que os dirigentes precisam fazer um balanço sincero, olho no olho, com o objetivo de identificar onde, como e porque o clube correu tantos riscos este ano.

Riscos que não tínhamos o direito de ter corrido. Por um triz, quase que uma administração séria _ como há muitos anos não possuíamos _  leva o glorioso Clube Atlético Mineiro para um naufrágio catastrófico em todos os sentidos.

Financeiros, inclusive.

E Alexandre Kalil não merece algo assim. Longe disso.

Muito menos a nação atleticana o merece. O torcedor alvinegro, mais do que qualquer outro torcedor neste país ou no mundo, é o mais apaixonado animal racional que existe.

Quando o time mais precisou, ele lotou a Arena do Jacaré e apoiou durante os 90 minutos, seja sob um sol inclemente ou debaixo de temporal.

Tudo para impedir a iminente queda. E mesmo diante das várias derrotas em nossa casa, o atleticano, frustrado,  saía xingando cobras e lagartos, mas não se permitia faltar no jogo seguinte.

Pois ele sabe que o grito de guerra  de cada um é essencial para compor o urro gutural que brota do coração da massa alvinegra.

E a torcida, que grita Galo nas dificuldades, quer gritar Galo também nas campanhas vitoriosas e nos títulos há tanto tempo desaparecidos.

Para que isso aconteça, há de se refletir. Erros e acertos deverão ser postos na mesa e avaliados com rigor e olhar crítico.

Decisões amargas devem ser tomadas para que 2011 se converta na nossa redenção.

Pois chega de sofrer tanto! O coração não aguenta mais tantos percalços!

Obs: Nesta semana, discutiremos o plantel do Galo no L&N. Preparem-se para participar.

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Publicado por em 28/11/2010 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 4 X 1 FLAMENGO. EXPLODE, CORAÇÃO!

Uma vitória maiúscula de um time solidário em todos momentos do jogo.

Uma vitória para aquecer e explodir os nossos corações alvinegros!

Vencemos com raça, com amor, com sangue no olho e com o coração na ponta da chuteira.

Dorival Junior conseguiu penetrar na alma dos jogadores e retirar de cada um a essência mais profunda do que significa vestir esta camisa adorada.

E eles se doaram em campo de uma maneira que ainda não tinha sido vista neste campeonato.

A raça que demonstraram desde o primeiro minuto, além da incrível vontade de vencer, também miravam um alvo na beirada do campo. Uma figura patética, um personagem de filmes de terror.

Exatamente como eu havia dito na prévia do confronto, no post anterior:

“Nada no universo energiza mais um atleta do que se ver frente a frente, numa partida de futebol, com o causador principal de suas amarguras.”

Pois bem. O Galo meteu 4 gols como poderia ter metido 6 ou 7 no time desse moleque irresponsável, o incompetente que nos colocou numa situação constrangedora na tabela de classificação.

E, enquanto a equipe de Dorival Junior jogava coletivamente, ocupando espaços e se deslocando com rapidez, o Flamengo atuava como o Atlético de sua triste época: tímido, abatido  e totalmente exposto a turbulências.

Apesar de um início meio claudicante, o Galo jogou muito nesta noite.

Leandro, por exemplo, fez a sua melhor partida pelo alvinegro mineiro e Renan Ribeiro pôde assegurar ao pseudo-treinador do Flamengo que ele perdeu uma gigantesca oportunidade de promover um gigantesco goleiro.

E se o tivesse valorizado naquele tempo, certamente não teríamos deixado escapar tantos pontos de forma imbecil.

A bola que o nosso jovem goleiro defendeu numa cabeçada de Val Baiano foi vital. Se aquela bola entrasse, o jogo se tornaria dramático, não duvidem.

Compactação e velocidade nos contra-ataques. Há tempos eu não via o time se utilizar desses dois fatores fundamentais. Pois hoje eu vi!

Entretanto, os primeiros vinte minutos do segundo tempo encontraram um Atlético acuado na defesa, sem saída para os contra-golpes e errando seguidos passes em áreas perigosas do campo.

Havia necessidade de um jogador que amaciasse a bola, organizasse o jogo e municiasse os atacantes. Com esse intuito, Dorival Junior lançou mão de Ricardinho, o atleta ideal para esse tipo de jogo.

E a bola ficou redonda novamente! Poucos minutos depois, Tardelli, que na minha visão ainda não é craque, fez um gol que foi uma verdadeira obra de arte. Um gol não de craque, mas de cracaço!

E a nossa alegria, dois minutos depois, virou pura loucura, quando Renan Oliveira invadiu a área como um bólido, dividiu com o goleiro e guardou a criança nos fundos das redes.

O mesmo Renan Oliveira que me causou uma renantite aguda durante tanto tempo. O mesmo jogador para o qual eu reservava as críticas mais ácidas. E não me arrependo, ele as merecia.

Mas o garoto voltou da Bahia movido a acarajé apimentado, com outra atitude dentro das quatro linhas. Hoje ele corre, marca, lança, divide e encara o jogo como uma coisa séria. Seja muito bem vindo de volta, Renan. Assim dá gosto vê-lo!

Além dos dois gols, ele ainda foi o autor da jogada do primeiro. Objetivamente falando, Renan Oliveira foi o nome do jogo, não há que se discutir.

Apesar de Réver, Zé Luis e Werley terem sido verdadeiros monstros no gramado e Tardelli ter jogado uma partida impecável, se deslocando em todas as partes do campo.

Obina, por mais respeito que tenha demonstrado ao Flamengo na não comemoração do gol, correu como se o rubro-negro fosse objeto de todo o seu ódio. Hoje o nosso bom baiano atuou com a faca nos dentes.

Destaco também Rafael Cruz, Serginho e Diego Souza da forma mais positiva possível, pois deram um sangue danado em busca da vitória e foram muito importantes na obtenção deste fantástico resultado.

E quero exaltar o acerto das substituições de Dorival Junior, embora Mendez tenha entrado mal. Mas tenho muita fé neste jogador. Quem viver, verá.

Enfim, para encerrar, foi um castigo merecido para quem ludibriou milhões de atleticanos apaixonados.

Mas o castigo desta vez veio montado na Ferrari mais veloz. Não vermelha, mas preta e branca, da cor exata do que pulsa orgulhosamente em nosso peito!

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Publicado por em 14/11/2010 em Uncategorized

 

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PALMEIRAS 2 X 0 ATLÉTICO.

Longe de mim criticar Dorival Junior nessa altura do campeonato.

Afinal, se teve alguém que deu algo parecido com um sistema tático à equipe neste ano foi ele.

E foi ele, inclusive, que escalou contra o Palmeiras um time raçudo e bem distribuído em campo.

Levamos o primeiro gol por acidente de trabalho, embora esses acidentes estejam se repetindo com uma frequência absurda contra o Galo.

Gostei de ver que a pegada da equipe melhorou muito em eficácia. A compactação do meio funcionou e tivemos oportunidades de sair na frente no placar.

Aquela bola do Ricardo Bueno, no primeiro tempo, merecia entrar. E se entrasse, a história do jogo seria outra.

Mas porque iniciei esta crônica falando de Dorival Junior?

Porque o mesmo Dorival que formatou a boa equipe que iniciou o jogo foi o mesmo Dorival que se incumbiu de desmontá-la!

Ora, até os vinte e poucos minutos da segunda etapa, o Galo estava mais perto do empate do que o Palmeiras do segundo gol.

Alê dava boa proteção à zaga. Renan Ribeiro se tornou um espectador privilegiado. O Atlético tramava muito bem no meio e Neto Berola se encarregava de enlouquecer a zaga palmeirense.

O que tinha de errado nisso?

Mas Dorival entendeu que faltava ofensividade. Tudo bem, eu entendo. Mas no momento que tirou Alê, o único volante de contenção em campo, ele entregou o jogo ao Palmeiras.

Porque Serginho entrou mal demais. Porque Nikão entrou mal demais.

Se Serginho tivesse entrado no lugar do Diego Macedo, eu entenderia. Mas deslocar Mendez para a lateral direita e lançar Nikão, meia ofensivo que não marca nada, cá entre nós, foi o fim da picada.

De repente, a zaga atleticana, que aos trancos e barrancos vinha se comportando bem, foi vendida aos piratas. À sua frente, se abriu um corredor maior que o oceano Atlântico, sem sinais e sem faróis.

E a sorte do jogo mudou de lado. A partir daquele momento, o Galo se perdeu em campo. Não houve mais nenhuma jogada aguda em direção ao gol, troca de passes, nem nada. Absolutamente nada.

O time murchou. E o Palmeiras, a partir daí, retomou as rédeas de uma partida que até então vínhamos comandando e certamente, a qualquer momento, empataríamos.

Quando Ricardo Bueno perdeu a bola que concedeu o segundo gol ao Palmeiras, auxiliado pela preguiça de Jairo Campos de ir com vontade no atacante, a esperança foi trucidada. O que poderia ser uma vitória ou um empate heróicos, virou uma derrota frustrante.

A entrada de Tardelli, um pouco antes, só fez desarticular ainda mais o esquema proposto.

Pois Tardelli não jogou absolutamente nada. Fabiano, por mais inseguro que estivesse em campo,  produziu muito mais que ele.

Valeu a tentativa? Claro, há de se tentar ganhar um jogo. Mas, valha-me Deus, mexer em 3 peças e errar em todas, é 0% de aproveitamento!

E isso me assusta sobremaneira, embora não me faça desesperar e nem mudar o meu conceito a respeito do nosso bom comandante.

Afinal, para quem assistiu, pasmo e boquiaberto, as monumentais asneiras de um moleque irresponsável por 8 longos meses, isso é café pequeno!

Dorival Junior vem trabalhando bem, não se pode negar. A mudança de esquema, o posicionamento e a atitude da equipe mudaram da água para o vinho, reconheço.

Nada a reclamar quanto a isso. O que me preocupa são as substituições. Estas sim, me dão calafrios!

Destaques positivos: Renan Ribeiro e Neto Berola.

Destaques negativos: Fernandinho (horrível), Jairo Campos, Serginho e Nikão. 

Perdemos, mas foi um jogo jogado com a raça que caracteriza a esquadra alvinegra.

E só por isso vou dormir em paz!

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Publicado por em 11/11/2010 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 2 SANTOS. UM EMPATE CATASTRÓFICO!

No momento em que mais necessitamos somar pontos, de 9 obtivemos somente 2 nas últimas 3 partidas.

Está difícil demais a jornada.

O time patina, patina e não sai do lugar. É como se tivesse despencado para dentro de um poço profundo de areia movediça.

Eu nem posso dizer que o time jogou mal ontem. Não, seria injustiça.

Tampouco posso concluir que faltou empenho, pois não faltou.

O que falta à equipe do Galo é atitude de time vencedor!

Para alguns jogadores falta técnica, para outros preparo físico, mas nota-se que todos se esforçam em busca do resultado.

Contudo, aquela alma vencedora que atropela e machuca o adversário, passou longe da Cidade do Galo.

Pois não basta dominar o jogo e nem ter maior posse de bola, como ontem.

O objetivo do futebol é botar a bola para dentro das redes sem tremer e não ficar ciscando e trocando passes estéreis.

Ainda mais quando se sabe que a qualquer momento podemos tomar um gol bobo, assim como se morre um passarinho. Basta um sopro de nada!

O nosso sistema defensivo é de uma fragilidade absurdamente inacreditável!

Qualquer ataque do oponente, por mais desorganizado que seja, nos deixa desarvorados e batendo cabeças.

E ontem à noite, por mal dos pecados, Renan Ribeiro, o goleiro que vinha se constituindo na tecla “delete” dos erros da retaguarda alvinegra, também teve o seu dia de Fábio Costa.

Porém, o garoto tem um crédito enorme. Tomara que aprenda com a falha bisonha que cometeu. Aquela bola nem precisava ser socada, bastava encaixar e sair jogando com o lateral. Mais nada.

Cá entre nós _ e que ninguém nos ouça _ é difícil acreditar em sucesso quando se tem de recorrer a Ricardo Bueno para vencer um jogo.

É bizarro e assustador, além de escancarar as nossas limitações!

Afinal, Neto Berola, com uma perna amarrada, joga muito mais do que o pseudo-centroavante. Ricardo Bueno é digno de risos sarcásticos… ou de choro e ranger de dentes.

Enfim, o que está feito está feito. Resta-nos orar, como eu disse na última crônica e pelo jeito, serei obrigado a continuar repetindo até o fim do campeonato.

Os destaques positivos de ontem foram Réver (como sempre), Serginho e Tardelli.

Tardelli, em especial, finalmente resolveu incorporar o espírito guerreiro de 2009. Além de produzir muito para a equipe, se doou em campo. Espero que não se resuma a somente uma partida.

Os destaques negativos foram RAFAEL CRUZ (a sua ruindade chega a doer na gente), Leandro, RICARDO BUENO (cruzes!), Diego Souza e Obina (apesar do gol).

Agora vamos torcer para que os outros ameaçados percam no dia de hoje.

A que ponto chegamos!

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Publicado por em 07/11/2010 em Uncategorized

 

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GUARANI DE CAMPINAS 0 X 0 ATLÉTICO. UM PÉSSIMO RESULTADO!

O Galo tinha tudo para fazer 3 pontos contra o Botafogo. Não o fez.

Tinha tudo para abiscoitar 3 pontos contra o Guarani. Também não logrou êxito.

Nas duas últimas partidas, apesar da necessidade absurda de somar pontos, de 6 disputados só levou 1.

Desta maneira, fica realmente difícil! Quase impossível, para ser franco.

Será que aquele gol do Botafogo está revirando as cabeças dos jogadores atleticanos até hoje a ponto de, como uma kriptonita, pulverizar a força mental do grupo?

Pois eu não vi, nesta partida, a mesma auto-confiança que captei nos embates contra o cruzeiro (primeiro tempo) e Botafogo.

O que enxerguei foi um time inseguro, com medo de ousar, com seguidos passes errados e uma série de jogadas bizonhas.

Se no primeiro tempo não matou o jogo, na segunda etapa quase entregou o ouro aos bandidos!

Em determinado momento, os nossos atletas de meio viraram atacantes e abandonaram os zagueiros à sua própria sorte.

Posso afirmar, com plena convicção, que o melhor defensor do mundo não conseguiria render nem 10% de seu futebol atuando pelo Galo. É impossível!

Nesta noite, a dupla de zagueiros alvinegros não enfrentou somente o Guarani de Campinas. Enfrentou também o nosso ataque, que perde bolas com uma facilidade inacreditável!

Pois Tardelli, Obina e Diego Souza se converteram nos principais municiadores dos contra-ataques bugrinos.

Lances que poderiam resultar em gol alvinegro eram desperdiçados no nascedouro, sem efetivamente levarem perigo ao gol de Emerson, que só fez grandes defesas no início do jogo.

A bola gira pra cá, gira pra lá, mas as jogadas agudas em direção às redes adversárias não existem.

E lá vem Tardelli perdendo outra jogada e tome contra-ataque! Ah, se não fosse Renan Ribeiro…

A equipe só deu sintonia fina às tramas de ataque quando Renan Oliveira entrou no lugar do assistente vip dentro do gramado, Diego Souza.

Pois Renan Oliveira, com atitude de gente grande, ocupou espaços, lutou em campo, se movimentou e arredondou passes e lançamentos.

Enfim, poucas vezes eu vi o Atlético jogar tão mal contra um time de segunda categoria, como o Guarani, que os campinenses me perdoem a sinceridade.

O time persiste não dando liga e temo que na reta final, quando todas as forças deveriam se unir dentro de campo como um mutirão, o gás, tanto físico quanto mental, esteja se esvaindo. Oxalá eu esteja errado.

Os destaques positivos são Renan Ribeiro, com um milagre no primeiro tempo, Réver, Werley e Renan Oliveira.

Os destaques negativos são RAFAEL CRUZ, Leandro, Alê, Mendez, Diego Souza e Tardelli.

Já começo a rezar. Se repetirmos a partida de hoje contra os próximos adversários, escaparemos só mesmo com muita proteção dos deuses alvinegros.

E, nesta altura do campeonato,  não posso garantir que eles não estejam tremendamente irritados.

Eu não quero, com isso, desiludir ninguém, meus amigos. Mas o respeito à inteligência de cada leitor me impede de ficar aqui fantasiando e inventando balelas.

Se você pensa diferente, opine a respeito. Este espaço é democrático e aceita os mais diversos pontos de vista.

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Publicado por em 03/11/2010 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 0 X 2 BOTAFOGO.

Esta crônica talvez se torne uma das mais contestadas neste 1 ano de existência do L&N. Certamente muitos não concordarão comigo.

Porque eu vou elogiar o time, ao invés de criticá-lo ferozmente, mesmo tendo plena consciência de que a nossa situação se tornou muito mais grave do que antes.

Estamos em um momento que não podemos nos dar ao luxo de deixar oportunidades de somar pontos escorrerem por entre os dedos.

Entretanto, foi o que aconteceu na partida de ontem. E mesmo assim, eu não vou descer a lenha na equipe.

Um time que lutou, de forma organizada, do princípio do jogo até os 30 minutos do segundo tempo, quando se abateu com o primeiro gol do Botafogo.

A partir daí, o desespero travou as mentes dos jogadores e o segundo gol era mera questão de tempo acontecer, pois o time do Galo abriu mão de sua força defensiva para se lançar em busca do empate.

O Galo jogou muito bem, embora tenha desperdiçado a chance de enfiar uma goleada de mão cheia no time carioca, que se transformou numa pedra em nosso sapato. Aliás, uma pedra não, já virou um rochedo de 1 tonelada!

Para se ter uma idéia, no instante do primeiro gol, o Atlético tinha 70% de posse de bola contra 30% do Botafogo, que não sabia o que fazer em campo.

O comentarista Nori Noriega, do Sportv, disse que o Galo caiu na armadilha do Botafogo, quando minutos antes tinha dito que o clube do Rio estava totalmente perdido. Chamo isso de oportunismo de quem não entende de futebol e sai por aí soltando pérolas ridículas em rede nacional.

O Galo não enredou em armadilha nenhuma. A verdade é que o resultado caiu no colo do Botafogo quando este fazia das tripas coração para segurar o empate. Neste momento, eles devem estar ajoelhados, contritos, agradecendo ao Pai Santíssimo e a todos os santos!

O Atlético dominou as ações em todos os setores do campo. O time de Dorival Junior é completamente diferente daquele do moleque irresponsável.

A pegada é firme, as coberturas dos laterais são automáticas, o preparo físico melhorou muito e a transição de defesa/meio e ataque tem muito mais velocidade.

Pena que perde tantos gols feitos. Obina precisa tornar a jogar o feijão com arroz de antes. Simplicidade é tudo num centroavante rompedor.

Tardelli necessita ser mais agudo em direção ao gol, como foi em 2009.

A água de coco e o sol inclemente de Salvador fizeram bem a Renan Oliveira, que melhorou muito a sua atitude dentro de campo. Não estou falando de futebol, pois deste ele tem a manha. Estou falando de sangue nas veias!

Enfim, para ser franco, eu gostei do time, embora persistam as falhas no meio de campo, aonde ainda cedemos espaços em demasia. Mas bem menos do que antes, quando se marcava só com o pensamento e um sopro, de vez em quando.

Faltam agora somente 6 partidas, das quais temos de vencer 3 e empatar pelo menos uma. Ou seja, a nossa produtividade terá de ser acima de 50%.

Eu ainda acredito. E você, caro amigo, o que pensa a respeito?

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Publicado por em 31/10/2010 em Uncategorized

 

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NESTE DOMINGO, O ATLÉTICO ENFRENTA O CRUZEIRO NO PARQUE DO SABIÁ.

Num jogo de uma torcida só _ no caso, a do cruzeiro _ , o Galo vai desesperadamente em busca de uma vitória sobre o maior rival em Minas Gerais.

É difícil, mas não é impossível.

Afinal, em clássico não há favorito de véspera.

O cruzeiro e a sua torcidinha queima-rosca estão arrotando empáfia escorados em sua campanha até aqui.

Não resta dúvida que fazem uma bela temporada no campeonato nacional, reconheço.

Mas cantar vitória antes do apito inicial é um ato de arrogância tão imbecil que o castigo pode vir a galope.

Eu já vi o Atlético ganhar do time azul quando estava caindo pelas tabelas.

Da mesma forma, o contrário já aconteceu.

Um jogo entre os dois clubes sempre é uma incógnita e não há como fugir deste lugar-comum.

Portanto, só nos resta torcer para que o vencedor no domingo seja o maior time das Gerais, o alvinegro imortal.

E se ganhar, tenham a certeza: o Galo embala!

Eu também já vi isso se realizar em outras ocasiões. Basta uma vitória contra o lado frio da lagoa que o time se enche de brios e parte para as cabeças.

A formação, bastante ofensiva (sem Alê), provavelmente será a seguinte:

Renan Ribeiro, Rafael Cruz, Réver, Werley e Leandro; Zé Luis, Serginho, Renan Oliveira e Diego Souza; Tardelli e Obina.

A grande novidade é o retorno de Tardelli, que, a bem da verdade, nunca fez uma grande partida contra o cruzeiro. Tenho cá comigo que este é um jogo na medida exata para o estilo de Neto Berola.

Renan Ribeiro atuará em seu primeiro clássico como profissional.

Espero que ambos, Tardelli e Renan Ribeiro, assim como toda a equipe, estejam absolutamente prontos para uma vitória redentora.

Já chega de perder para eles. Chegou a nossa hora!

Com a derrota do Vitória, basta vencer para sair da zona do rebaixamento, sem depender de nenhum outro resultado.

Sendo assim, vamos pra cima deles, meu Galo!

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Publicado por em 23/10/2010 em Uncategorized

 

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INTERNACIONAL 1 X 0 ATLÉTICO.

Nenhum time se sustenta só com raça.

Há necessidade de mais ingredientes para se formar uma boa equipe.

E o Galo ontem, apesar da luta dos jogadores, só fez confirmar este ponto de vista.

O cara pode morrer em campo de tanto correr, mas se não tiver qualidade de passe, domínio de bola e visão de jogo, entre outras virtudes, vai tudo pro ralo.

E convenhamos, o time que entrou em campo na tarde-noite do último domingo é fraco demais.

Os desfalques constantes estão implodindo o Atlético.

Réver, Mendez, Tardelli, Diego Souza, Daniel Carvalho, Ricardinho, Leandro, Fernandinho… e vai por aí afora…

Eu nunca vi tantas lesões em uma temporada. Isso seria resultado do terrível trabalho de Antônio Mello, incluindo aí a utilização da maldita caixa de areia?

Só pode, não tem outra explicação.

O primeiro tempo da partida de ontem foi de um time só: o Internacional, que, tão desfalcado quanto nós, não fazia um bom jogo. Apesar disso, dominou todas as ações.

O Atlético não conseguia trocar 3 passes seguidos e concedia aqueles tradicionais espaços no meio de campo para alegria do colorado gaúcho.

O nosso setor de criação, entregue à responsabilidade de Renan Oliveira, foi uma nulidade absoluta. Não marcou, não criou, não correu e só assistiu ao jogo do centro do campo, sem contribuir com nada de positivo.

Renan Oliveira voltou a ser o que era antes, sem tirar nem por. Com ele, é como se a equipe atuasse com 10 jogadores desde o início.

Obina e Daniel Carvalho (e depois Ricardo Bueno), batiam cabeça na frente, sem sequer uma jogada mais aguda e o pior, sem receber lançamentos.

O gol ao final da etapa foi uma questão de justiça para o Inter.

No segundo tempo, o Galo melhorou muito, depois da conversa com Dorival Junior.

Parece que o Atlético está adquirindo um vício: só joga bem quando toma gol. Porque não jogou assim desde o apito inicial? Vai entender.

De todo modo, os jogadores se aproximaram uns dos outros, a defesa ficou mais protegida e os atacantes acordaram.

Contudo, não se pode chamar de sufoco a pressão que impusemos.

Com todos estes desfalques, falta objetividade ao ataque. Nós não temos entrosamento suficiente para jogadas rápidas.

Por falta do conjunto que o moleque não soube implantar em todos esses sofridos meses, o Galo é um time lento e previsível.

O jogador recebe a bola e tem de procurar o companheiro, pois não sabe aonde ele está. Perde-se aí um tempo precioso para o passe e, muitas vezes, este não acontece. Resultado: tome mais e mais contra-ataques.

Apesar do aparente domínio, o Atlético poderia jogar até a meia-noite que não empataria o jogo, pois não há tramas concatenadas em direção ao gol. Essa é que é a mais pura verdade.

As substituições de Dorival Junior, feitas para dar maior mobilidade à equipe, não funcionaram.

Pela primeira vez, eu vi Nikão atuar e não gostei. É dispersivo demais.

E depender de Jackson para ajudar a mudar a história de uma partida, é confiar demais na providência divina.

Eron merecia sair, mas não para a entrada de Jackson.

Mas entendo a cabeça de Dorival Junior. Ele não via quase nada de opções no banco e tentou com o que tinha à mão. Paciência!

Enfim, mais uma derrota no lombo e um grilo chato assoviando uma contagem regressiva nas nossas orelhas.

Já estamos na reta de chegada e ainda não sabemos qual a faixa que temos de romper. Se a da permanência na primeira divisão ou a do limbo da segundona.

Eu ainda acredito, mas está cada vez mais difícil. Se o time transmitisse confiança, eu estaria mais tranquilo. Mas não é o que acontece.

Cada 90 minutos são um calvário na vida do atleticano, pois a equipe foi totalmente destroçada em troca da satisfação do ego de um imbecil.

Não restou pedra sobre pedra. Só a lembrança cheia de ódio daquele que foi o responsável por nos fazer tanto mal.

Mas, mesmo assim, ainda temos chances. Por isso, ainda há esperança.

E você, o que acha? Qual a sua opinião?

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Publicado por em 11/10/2010 em Uncategorized

 

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PACTO REAL OU SÓ PRA INGLÊS VER?

Ontem, quinta-feira, logo após chegarem de Curitiba, os jogadores se reuniram no Hotel do CT, conversaram sem a presença da comissão técnica e obtiveram a permissão do treinador para convocar a imprensa.

Ricardinho, Réver, Obina e Diego Tardelli representaram os demais.

Pontos principais:

1 – Os jogadores decidiram abrir mão da proximidade de suas famílias e vão concentrar-se durante 15 dias na Cidade do Galo, só saindo para viajar para os jogos fora. Querem se conhecer melhor e se unir com o objetivo de reagir no campeonato.


2 – Declararam que TODOS  são culpados. Isentaram tanto o presidente quanto o técnico.


3 – Diego Tardelli disse que o Galo tem um dos melhores elencos do Brasil, mas que ainda não provaram isso dentro de campo.


4 – Ricardinho chegou a estipular um prazo de 15 dias para que o Atlético saia da situação incômoda na tabela.


Eu, particularmente, gostei da atitude dos jogadores, certamente influenciados por Ricardinho, que é bom- caráter e exerce liderança positiva no grupo.

Se foi uma iniciativa deles, só deles, sem pitaco da comissão técnica, tenho mais é que acreditar em sua autenticidade e evitar fazer juizo de valor.

O fato não deixa de ser auspicioso, na minha opinião.

Afinal, na pasmaceira em que se converteu o clube, apesar de sapatadas frequentes de adversários muitas vezes medíocres (como o último), é de se elogiar o surgimento de qualquer fato novo.

Mas me reservo o direito de ficar quietinho no meu canto. Vou ficar de butuca e com o olho comprido, como dizia meu saudoso avô.

Pois palavras que geram esperança são sempre boas de se ouvir. Mas o que quero ver é mudança de atitude dentro de campo!

Então, que venha logo o domingo, para que possamos avaliar a reunião da quinta!

E você, o que achou do pacto feito pelos jogadores? Qual é a sua opinião?

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Publicado por em 17/09/2010 em Uncategorized

 

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FLAMENGO 0 X 0 ATLÉTICO.

Rever foi perfeito do princípio ao fim e descobrimos que, finalmente, temos um excelente goleiro.

Tanto Réver quanto Fábio Costa consertaram o que tinham de consertar.

Se antes as bolas difíceis de defender entravam, hoje não entram mais.

Se antes aquelas bolas sobravam para os atacantes adversários, hoje sobram para Réver, absoluto no meio da zaga.

Eron deu mais sangue que todos os renomados homens “biônicos” de 6 milhões de dólares. O menino tem personalidade e num determinado momento, abriu os braços reclamando da passividade do time.

Gostei de sua bravura, de sua braveza e de sua personalidade. Tem futuro.

Só não gostei de sua substituição, mas entendo que pode ter sido por cansaço. Afinal, o ritmo do junior é mais maneiro que o profissional.

Lima saiu de campo contundido na cabeça e Cáceres entrou lento e sem encontrar o seu posicionamento. Mas melhorou muito no segundo tempo.

Jataí continua não decepcionando e permanece rápido no combate. O seu jogo é de um Zé Luis mais novo.

Serginho tem de melhorar muito em relação ao Serginho de tempos atrás.

Ricardinho se esforça e temos de reconhecer que, com mais de 30 anos, corre mais que muitos novinhos. Pelo menos não foge da responsabilidade, ao contrário de muitos.

Diego Souza está assistindo aos jogos em cadeira vip. Fez duas jogadas importantes no jogo todo. Convenhamos, é muito pouco para quem foi recebido com tanta festa e tanta esperança.

No meu entender, deveria ter sido substituído por Berola ainda no primeiro tempo, coisa que não aconteceu nem na segunda etapa, inexplicavelmente.

Tardelli foi um dos piores em campo, como também o foi em outras partidas. Não sei o que se passa com o artilheiro de 2009. Parece que se deu, à revelia de todo mundo,  um período de férias.

Tardelli não divide, não dá combate quando perde a bola (o que é constante), não contribui com a equipe em nenhum momento. E ainda é capitão! Piada sem graça!

O gol que perdeu, cara a cara com o goleiro do Flamengo, poderia ter trazido 3 pontos para a nossa sacolinha. Mas não trouxe, porque errou bizonhamente.

Enfim, o Galo jogou mal no primeiro tempo. Errava muitos passes e não conseguia concatenar jogadas de ataque, apesar de as melhores chances terem sido nesta etapa.

Esperava o Flamengo em seu campo e só não foi vazado porque o time carioca é, neste ano, muito limitado.

Os espaços no meio de campo continuam sendo o nosso maior problema.

No segundo tempo, melhorou. Mendez entrou e passou a combater com muita vontade, além de se projetar para o ataque. Esse cara ainda vai nos dar muitas alegrias, anotem o que falo.

O Galo se acertou um pouco mais.  Adiantou a marcação, pressionou o Flamengo, dominou as ações no meio de campo e só não ganhou o jogo por conta da falta de pontaria de nossos jogadores.

Aliás, as melhores oportunidades de gol foram de jogadores de meio de campo e não dos atacantes.

Gostei dessa alternativa. Algo novo no esquema do Luxemburgo. Os volantes se adiantam em trocas rápidas de passes e pegam de surpresa a defesa adversária.

Tanto que Jataí e Serginho, em momentos diferentes, estiveram na cara do goleiro flamenguista.

No meu ponto de vista, não há que se desesperar. As vitórias estão difíceis de acontecer, é verdade. Mas virão, tenham a certeza disso.

Apesar das burrices e das invenções!

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Publicado por em 27/08/2010 em Uncategorized

 

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