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ENTREVISTANDO LEONARDO BERTOZZI, DA ESPN BRASIL

O L&N volta a entrevistar um dos grandes. Na opinião deste blogueiro, Leonardo Bertozzi, comentarista esportivo da ESPN Brasil, é um dos que possuem maior capacidade de leitura do jogo e suas nuances táticas. Ao analisar a mesma partida que assistimos, Bertozzi  sempre acrescenta (ou informa) algo que não captamos. No meu entender, é uma de suas maiores virtudes.

Ele arrumou um tempo e  gentilmente se prontificou a conversar com a nação atleticana.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances -  Bertozzi, sabemos que a sua origem vem das alterosas, e como todo bom mineiro, vai sobressaindo gradualmente em uma das redes esportivas de maior sucesso no mundo, a ESPN. Hoje, você é parte integrante da grade em programas importantes. Conte para os atleticanos um pouco de sua trajetória profissional e de como você saiu das nossas Minas Gerais para enfrentar o “mundo lá fora”.

Leonardo Bertozzi – Comecei minha carreira ainda durante a faculdade. Trabalhei para o site FutBrasil, inicialmente como repórter, e depois como editor. Simultaneamente, fazia o trabalho voluntário com a NetGalo, que tocava o site oficial do Atlético. Participei de algumas iniciativas pioneiras, como a narração online de jogos do Galo direto do estádio, algo que fizemos em toda a campanha do Brasileiro de 1999. Depois de formado, mudei-me para São Paulo, e após algumas experiências fora da área, iniciei o site FutebolEuropeu.com.br, em 2004, que me deu projeção para trabalhar em veículos importantes. Fui repórter da revista Trivela e editor do site, comentei jogos no BandSports e no FX. Desde 2009 faço parte da equipe dos canais ESPN de rádio, televisão e internet.

L&N – Você é um comentarista que costuma ler a partida de futebol de uma forma bastante realista. Você já atuou dentro das quatro linhas seriamente ou entende que isso não é básico para se construir um bom analista de TV ou rádio?

LB – Um bom comentarista político não precisa ter sido político, assim como um bom crítico de cinema não precisa ser cineasta. Evidentemente a experiência no campo agrega algo, mas não é o essencial. O necessário é estudar, ter conhecimento e se manter sempre atualizado. Um pecado de muitos ex-jogadores que passam a atuar como comentaristas é acreditar que a experiência pura e simples basta.

L&N – Nestes três anos de Alexandre Kalil no Galo, a torcida se frustrou de maneira absurda. O que era para ser a retomada das grandes campanhas de Elias Kalil (pai de Alexandre Kalil) ou mesmo de outras épocas, se transformou em choro e ranger de dentes, flertando com rebaixamentos e tomando goleadas vergonhosas. Na sua visão, quais foram os pecados principais que empurraram o Atlético para este festival de fracassos?

LB – O Atlético tem pecado pelo imediatismo na gestão do futebol. O primeiro ano da gestão Kalil foi positivo, com o time brigando pelo título brasileiro. Daí em diante, e a partir da contratação do Luxemburgo, a coisa foi de mal a pior. O principal equívoco é a contratação de jogadores por atacado, 20, 30 novos por ano. É impossível notar qualquer planejamento quando o time de junho não tem nada a ver com o de janeiro. Se o Atlético não adotar uma linha clara de raciocínio na montagem do elenco, fica difícil esperar alguma coisa.

O Atlético tem se estruturado bem fora das quatro linhas, mas há alguns fatores questionáveis, como abrir mão de um departamento de marketing. Se o marketing dá prejuízo, como alega o Kalil, é porque não é bem feito. O atleticano é apaixonado e pode contribuir muito como consumidor.

Ainda sobre o Alexandre, é necessário separar o torcedor apaixonado do administrador. Apesar de o torcedor se identificar quando ele “solta os cachorros” após um revés ou tira um sarro do rival após uma vitória, nem sempre estes comportamentos são bem recebidos dentro do ambiente.

L&N – A torcida do Atlético sempre foi fidelíssima e extremamente vibrante. Carregar o time nas costas faz parte da nossa história por anos a fio, inclusive em 2011. Mas, devido ao grande crescimento das redes sociais _ e, por consequência, maior comunicação entre os atleticanos _ percebe-se uma reação (crítica) importante de parte da torcida em relação aos anos seguidos de decepções, o que possibilita desembocar numa atitude mais fria (ou equidistante) em relação ao time. Quais as medidas que, na sua opinião, deveriam ser tomadas para restabelecer a sinergia de antigamente?

LB – Um período de vacas magras pode aproximar ainda mais o torcedor do time ou provocar nele uma certa indiferença. A primeira parte foi vista na época do rebaixamento. Talvez seja o momento da segunda parte. Mas acredito que a falta do Mineirão também seja um fator a não ser ignorado. Apesar do fenômeno das redes sociais, é mesmo no estádio onde essa proximidade se verifica.

L&N – Em 2011, contratamos, pelo menos no papel, um timaço. Dudu Cearense, Richarlyson, Mancini, Leonardo Silva, Magno Alves, Guilherme Santos, André, Guilherme… entre outros. No comando, Dorival Júnior. Mesmo assim, foi um filme de horror sem pipoca, com um final digno de enviar a platéia pro hospital com palpitações graves. Como você explica tal disparate em relação ao que poderia ser e ao que aconteceu de fato?

LB – O problema é justamente esse – separar o papel da realidade. Mancini, Guilherme, André, entre outros, eram jogadores encostados em seus clubes. Alguma razão havia. Quando você faz um investimento alto, tem de saber se é apenas no nome ou se a possibilidade de retorno existe de fato. Houve um tempo em que o jogador voltava mal do exterior e conseguia se refazer aqui. Hoje é cada vez mais difícil. Contratar muito nem sempre significa contratar bem.

L&N – Você acredita que no jogo contra o cruzeiro (os 6 a 1), os jogadores do Galo se envolveram em algo desonesto para salvar o rival?

LB – Apesar de não colocar a mão no fogo por nada no universo do futebol, seria leviano da minha parte fazer qualquer insinuação neste sentido. Entendo o desespero do torcedor, que podia viver seu momento de maior alegria em muito tempo, mas o jogador não pensa da mesma maneira. Deveria, mas não pensa. Na cabeça de muitos ali, a missão estava cumprida uma semana antes. Quando você entra em um jogo como este sem grandes motivações, contra um adversário que faz o jogo da vida, é possível que uma tragédia do tipo aconteça.

L&N – Kalil reeleito por mais 3 anos. Em seu primeiro mandato, o presidente alvinegro se notabilizou por atitudes arrogantes, declarações estapafúrdias, excelente trabalho (até onde podemos ver) na administração financeira do clube e uma péssima gestão do futebol. Para que tudo isso fique no passado, o que você acha que Kalil deve fazer para produzir um segundo mandato capaz de resgatar o prestígio do Clube Atlético Mineiro em termos nacionais?

LB – A hora é de arregaçar as mangas, trabalhar sério e acreditar em uma linha de planejamento. Manter técnico, elenco, apostar nos bons jovens e contratar apenas jogadores que cheguem para resolver. Com a volta do time a BH, um programa eficiente de sócio-torcedor também será bem-vindo.

L&N – Você é a favor da repatriação de Diego Tardelli?

LB – Depende das condições. Se for necessário um imenso sacrifício financeiro, não vale a pena, apesar de o jogador ser um ídolo e ser um destes que chegam para resolver. Em condições aceitáveis, vale a pena.

L&N – Caro Leonardo Bertozzi, para encerrar a entrevista, qual a sua mensagem para a nação atleticana, que admira muito o seu trabalho?

LB – Agradeço a todos que acompanham meu trabalho. Sei que muitos esperam que eu seja uma espécie de “embaixador” do Atlético na imprensa nacional. Não é exatamente o caso, mas sei que falo com propriedade do Galo quando me cabe. E foi uma satisfação grande poder cobrir vários jogos do Atlético pela TV e pela rádio desde a mudança para São Paulo. Espero que essas ocasiões se multipliquem e que novos encontros com a Massa aconteçam. Abraço a todos!

A sua presença honrou o L&N e a nação atleticana, Bertozzi. Muito obrigado.

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Publicado por em 21/12/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 1 X 2 AMÉRICA.

Inquestionavelmente, o América mereceu vencer, pois esteve todo o tempo mais perto do gol de Renan Ribeiro e prestes a marcar em diversas oportunidades.

O Galo apenas rondou a área adversária e a maioria de seus chutes foi nas pernas da zaga americana.

E ainda contou com um penalti, que na minha visão, não existiu. Serginho claramente se jogou.

Talvez se Tardelli tivesse marcado, a história do jogo pudesse ter mudado. Mas não foi assim.

O Galo iniciou e terminou jogando de forma confusa e desequilibrada.

Em alguns momentos, tinha somente um ou dois jogadores na defesa para conter um contra-ataque de três ou quatro alviverdes.

O meio de campo, apesar de ter Zé Luis e Richarlyson jogando juntos, concedeu os mesmos espaços que concedera nos últimos jogos.

O combate é sempre de longe, como se estivesse marcando só com o olhar.

E esse posicionamento expôs a zaga ao ataque americano. Werley esteve mal e incita a torcida a pedir por Leonardo Silva, que já merece ser titular.

Réver também não fez uma boa partida, mas Réver é Réver, um dos maiores zagueiros do país.

Nas laterais, a coisa também não funcionou. Serginho, que no meu modo de entender futebol, é muito mais lateral do que meio de campo, continua com um defeito que irrita qualquer santo: erra passes incrivelmente fáceis em qualquer posição em que esteja jogando.

Na esquerda, Leandro jogou mal tanto defensiva quanto ofensivamente.

Renan Oliveira está, gradualmente, retomando o seu ritmo costumeiro. O Renan Oliveira que voltou forte do Vitória, está se tornando, de novo, aquele que saiu.

Neto Berola teve instantes de gênio, pontuados por momentos de ciscador dispersivo. Mas não desiste de nenhuma bola. É um lutador!

Gostei do esforço de Tardelli, mas não produziu o que se espera de um jogador de seu porte.

Nem Magno Alves nem Mancini solucionaram as carências do Galo em campo.

Muito menos Jackson.

E ao retirar Ricardinho de campo, Dorival Júnior privou a equipe de criatividade e cadência. Apostou na correria desenfreada e nos passes curtos e se deu mal.

Deixei para falar de Renan Ribeiro por último de propósito. Até em respeito ao goleiro que nos ajudou muito no ano passado.

Alguém em quem confio já me disse, certa vez, que um goleiro em início de carreira, quando é promovido, tende a fechar o gol.

Depois ele passa por uma fase decrescente, de queda de qualidade técnica e só depois é que retoma o ritmo de antes.

É o que está acontecendo com o nosso bom goleiro?

Hoje esteve irreconhecível durante o jogo. Extremamente inseguro. E falhou claramente no segundo gol de Fábio Júnior.

Na hora em que a bola saiu do pé do atacante americano, ele já estava quase agachado. Vá saber porque…

Talvez seja a hora de lançar o excelente Giovani, pelo menos por algum tempo, enquanto Renan Ribeiro retoma a velha forma.

Ele é jovem, mas é muito maduro. Vai entender que é uma atitude para preservá-lo. Doravante, voltará mais forte.

Enfim, apesar de possuir um plantel muito superior ao América, o Galo não teve a vontade que a equipe americana carregou para dentro de campo.

E essa vontade de vencer igualou as coisas na Arena do Jacaré.

A impressão que eu tenho é que os jogadores atleticanos botaram na cabeça que, escorados em sua qualidade indiscutível, basta entrar em campo para vencer a partida. E só!

Não é nada disso. Além da predominância técnica, há que se lutar por cada bola e entrar em cada dividida como se estivesse defendendo a própria vida.

Este sempre foi o espírito atleticano desde remotas eras.

De todo modo, tem males que vêm para o bem, como diz o surrado ditado.

O fato de ter perdido talvez seja o fator principal de motivação para a reação. Talvez agora os nossos atletas entendam que o time está muito longe, mas muito longe mesmo, de ser um conjunto capaz de grandes conquistas.

Tem ainda muita vela pra queimar, tenham a certeza disso!

Os jogadores têm de readquirir o gosto de atuar novamente como o fizeram no primeiro tempo contra o Guarani, porque depois daquele momento _ cá entre nós _ o Galo só fez decair.

Só esperamos que a farra pare por aqui.

Temos ainda um longo caminho para percorrer antes que possamos dizer: temos um time para disputar todos os títulos da temporada!

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Publicado por em 27/02/2011 em Uncategorized

 

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IAPE 2 X 3 ATLÉTICO. UM JOGO PARA ESQUECER.

Depois de ter visto aquele primeiro tempo primoroso contra o Guarani de Divinópolis, custo a crer que tenhamos jogado tão mal contra o IAPE.

Afinal, o Galo não enfrentou um time verdadeiramente profissional. O IAPE é quase uma equipe amadora!

E mesmo assim, o Atlético se deparou com dificuldades que certamente não estavam no script dos alvinegros.

Posso dizer com isso que o time maranhense jogou tão bem que inibiu o conjunto atleticano?

De jeito nenhum. A equipe nortista é apenas razoável e tinha todos os ingredientes para levar uma sonora goleada.

Só não foi assim porque o Atlético, cheio de empáfia e arrogância, entendeu que o jogo seria fácil. Após o primeiro gol, os nossos jogadores, sabe-se lá porque, intuíram que a chuva de gols seria questão de tempo.

E deram um brack no ritmo. E, como num pesadelo _ quando um acontecimento atropela o outro _ de repente já estávamos perdendo de 2 a 1.

Não importa se o primeiro gol foi carga faltosa em Renan Ribeiro. Temos de reconhecer que o bom goleiro alvinegro subiu naquela bola com a mão mole demais. Tinha de sair para socar até a cabeça do atacante, se fosse necessário. Mesmo assim, a falta existiu e não foi marcada.

E no segundo gol, o jogador deles veio de trás. Mas o bandeirinha, com a atenção chamada pelo atleta que estava de fato impedido _ e que correu para a bola, sim senhor, caracterizando a infração _ levantou a bandeira, corretamente.

O juiz apitou, mas aí o incompetente bandeirinha já se mandara para o meio de campo! Ou seja, o larápio se arrependeu da marcação, apesar do apito do juiz, que hipoteticamente encerraria o assunto ali.

E o maior absurdo: apesar de ter apitado, o juiz voltou atrás. Incrível! Em futebol, um apito significa o fim e o reinício. Mas não foi o que aconteceu.

Porém, independentemente das trapalhadas do trio de árbitros, o time preto e branco tinha a obrigação de se impor com um futebol bem jogado.

Longe disso. Deu espaços demasiados no meio de campo, errou passes demais e os elementos da defesa davam a impressão de nunca terem jogado juntos.

A equipe bateu cabeça em todos os setores, em um estado de nervosismo inexplicável para uma equipe experiente de profissionais.

Nem Réver jogou bem. E quando Réver não joga bem, algo está tremendamente errado.

Entendo que, contra uma equipe fraca, o bom jogador entra mais relaxado, pois acredita que mais cedo ou mais tarde, os gols começam a fluir.

Mas no meio do caminho, quando ele vê que o gatinho começa a se transformar em uma onça, há necessidade premente de mudar o foco mental.

Nestas horas, é muito produtivo assumir um grama de humildade e encarar o outro time, por mais frágil que seja, como se fosse a maior equipe do Brasil.

É assim que se ganha jogos contra times deste naipe. É assim que se ganha grandes clássicos nacionais.

Hoje não destacarei nenhum jogador. Até Berola, que costuma fazer a diferença, não o fez. Tardelli tinha tudo para arrebentar, mas optou por enfeitar jogadas com firulas desnecessárias.

Ricardo Bueno fez o terceiro gol e só. Na minha opinião, é ruim de doer. Só espero que o gol que marcou sirva para valorizá-lo em DVD. E que o Galo possa ganhar um dinheirinho a mais por causa disso.

O que, no fundo no fundo, eu duvido com todas as letras.

Portanto, sem destaques, pois ninguém merece.

Vamos esquecer que vimos uma partida tão pobre.

E você, caro amigo, quer continuar a lembrar?

Eu, da minha parte, já esqueci. Do que estávamos falando mesmo?

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Publicado por em 24/02/2011 em Uncategorized

 

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O RETORNO DE UMA DINASTIA

TEXTO ESCRITO EXCLUSIVAMENTE PARA O L&N PELO ATLETICANO MAURÍCIO MINAS.

Definição: O termo dinastia corresponde a um período em que príncipes, reis e rainhas pertencentes a uma mesma família real permanecem no poder.

Como em uma dinastia o poder é transmitido de forma hereditária , uma mesma família permanece, muitas vezes, durante décadas no trono de uma nação.

Em Minas, houve uma dinastia que reinou durante décadas. Uma dinastia que era formada por uma família única, de laços soberanos e coração igualmente alvinegro.

Essa dinastia se estendeu por décadas e foi sucedida pelos reis Mário de Castro, Guará, Lôla, Vantuir, Dario, Reinaldo, Cerezo, Èder Aleixo, Luizinho, Guilherme, Marques, dentre tantos outros reis desta nação verdadeiramente alvinegra.

E durante um período recente, não houve herdeiro que a honrasse. Não houve sucessor digno para conduzí-la.

Mas a dinastia alvinegra está novamente estabelecida, liderada por um presidente que conhece muito bem o termo, herança de Elias viva no coração de Alexandre, este sim O Grande.

No sábado passado, fomos testemunhas de mais um feito destes novos reis, que voltam a honrar este trono. Apesar de recente presença no reino, Don Obina, Chanceler Tardelli, Imperador Réver e o jovem príncipe Renan Ribeiro honram o manto que vestem e a bandeira atleticana tremula alto novamente.

Se ainda não temos domínio total e absoluto sobre o território brasileiro, a ordem está novamente estabelecida em nosso solo mineiro.

E a expansão alvinegra continua em busca de novas e ousadas conquistas.

E a dinastia atleticana, finalmente restabelecida.

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Publicado por em 15/02/2011 em Uncategorized

 

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JOÃO 4 X 3 MARIA… JÁ ESTÁ VIRANDO SADISMO!

Os cruzeirenses já estão se acostumando com as derrotas frente ao Galo. A freguesia fiel só não compra fiado em nossa bodega porque não permitimos.

Não se vende fiado para quem não pode pagar.

Eles, a cada dia que passa, se curvam à verdadeira realidade dos dias de hoje.

Talvez porque o Atlético seja a equipe que mais venceu o cruzeiro em toda a sua constrangedora existência  pontuada por mudanças de nomes (Ypiranga, Palestra Itália e sei lá quantos mais) a cada falência.

Falia com um nome, inventava-se outro e vida que segue.

Não adianta apedrejar ônibus alvinegro, nem jogar, durante a partida, uma carreta de objetos para dentro do campo. E nem dar piti ou rasgar camisolas, que é um costume enraizado entre os azuis.

Muito menos fazer pressão. Pressão de menos de 10.000 pessoas em um estádio com capacidade para mais de 18.000 é café pequeno para jogadores que convivem com a grande Massa atleticana, infinitamente mais presente do que meros simpatizantes que se esforçam para, um dia, virar uma torcida razoavelmente decente.

A pseudo-pressão azul foi tão insuportável, mas tão insuportável que, mais uma vez, o Atlético foi lá e aplicou uma sonora traulitada nas moleiras de cabeças metidas a bestas do outro lado da lagoa.

Foi como uma inquisição atleticana em pleno século XXI. O ápice de sadismo dessa tortura medieval foi destruir o inimigo ante sua própria horda de simpatizantes.

Simpatizantes estes que eu vi, ao final do jogo, apesar da derrota acachapante, sorrirem  e se confraternizarem.

Venha me dizer que um atleticano sorri e se confraterniza após uma derrota do Galo  e eu lhe chamarei de mentiroso na bucha e na lata!

No jogo, bem que o cruzeiro tentou sair vencedor. Ao marcar o primeiro gol da partida, os azuis acreditaram que tudo estava escrito e sacramentado.

Só que se esqueceram que hoje o time alvinegro é um batalhão de xiitas dispostos a tudo pela vitória. Os olhos de cada jogador são injetados de sangue. E o sangue de cada um é vitaminado de raça e fome de vitórias.

Em dois minutos, a virada veio como um raio. O Galo não estava mal quando estava perdendo o jogo e ao virar o placar, a confiança se consolidou.

Não posso dizer que foi uma partida perfeita. Não posso dizer isso.

Ainda há muito que aperfeiçoar nesta equipe, embora a vontade demonstrada por todos já seja meio caminho andado.

Contudo, ninguém pode negar que a equipe de hoje é mais disposta a compartilhar responsabilidades em todos os setores do campo.

Responsabilidades e suor.

A entrada de Jackson na lateral foi uma grata surpresa, assim como as defesas de Renan Ribeiro foram determinantes para a vitória.

Leonardo Silva se afirmou, categoricamente, como companheiro do capitão Réver e Ricardinho, outra vez, deu uma aula de como atuar como meia de ligação.

Zé Luis não pode ser reserva nem aqui nem na China. Dorival Junior terá de se virar para arrumar um lugar para o Zé do Galo, pois não se bota no banco um valor tão grandioso.

No lugar de quem? Dorival que se vire. Você acredita mesmo que eu vá duvidar de um técnico que, num passe de mágica, acha um lateral como o Jackson no apagar das luzes? E se ele fez isso, não pode arrumar um lugar pro Zé?

Sou louco, meu amigo, mas não sou burro!

Tardelli voltou a ser Tardelli e Berola mudou a história da partida com o seu desrespeito total a uma coisa chamada defesa adversária.

E o melhor da tarde/noite: Wellington Paulista ficou revoltado com Diego Tardelli porque este, aos seus olhos, imitou um cruzeirense se maquiando.

Entendeu que foi uma humilhação à sua torcida. Em suma, vestiu a carapuça sem ninguém ter pedido.

Será que terão ataques histéricos toda vez que forem imitados?

Se for assim, Wellington Paulista terá de mudar de time, pois a preferência obsessiva em levar de 4 nos últimos jogos contra o Galo é, no mínimo, suspeita!

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Publicado por em 13/02/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 4 X 1 TUPI. O DEDO DO TREINADOR ESTÁ NA FOTO!

Um time cheio de virtudes e defeitos.

Ainda nos falta compactação nos setores _ principalmente no meio de campo _ e maior número de jogadas em toques de primeira, fora outros fundamentos que estruturam um bom time de futebol.

O preparo físico ainda não é o ideal e hoje o time se cansou sob um sol de fritar moleira.

Em contra-partida, as virtudes são flagrantes. Nos primeiros 20 minutos de jogo, o Galo alugou o campo do Tupi e construiu inúmeras jogadas agudas em direção ao gol.

As enfiadas de bola que não vimos em nenhum momento de 2010 _ talvez porque o moleque do projeto oco implodiu tudo por aqui _ se vê hoje até com certa facilidade.

E o melhor:  nem sempre vindas do meio de campo, mas também de atacante para atacante.

Depois do instante inicial de muita agressividade, o time cadenciou o ritmo e acabou, por uma dessas fatalidades do futebol, levando um gol quando era senhor absoluto do jogo.

E Dorival Junior, nos vestiários, mostrou porque é considerado um dos melhores treinadores deste país.

Numa decisão temerária e surpreendente _ porque quebra paradigmas _ substituiu 2 defensores (Patric e Werley) por 2 atacantes (Mancini e Neto Berola).

Serginho foi para a lateral-direita e Richarlyson para a zaga. A dupla de volantes que iniciou o jogo foi desfeita. Ricardinho e Renan Oliveira recuaram e compuseram a proteção à zaga, muito bem auxiliados pelo batalhão de atacantes que o Galo tinha em campo, todos voltando para ocupar espaços defensivos.

Um time feito para virar o jogo contra um Tupi com 10 jogadores, uma vez que seu artilheiro tinha sido expulso injustamente.

E Berola incendiou a partida. Além do gol relâmpago, partiu para dentro da defesa interiorana.

Os zagueiros adversários souberam nesse instante que aquele sol do Saara não seria o único a queimar-lhes os miolos.

Neto Berola aterrorizou a todos que ousaram aparecer na sua frente. E atropelou, sem nenhum respeito, um por um. E com direito a um golaço ao final da partida, merecido com todas as honras.

Na minha opinião, apesar de considerar Réver como o melhor em campo, o bom baiano foi o fator fundamental para a virada.

Richarlyson foi expulso _ também injustamente _ e desfalca o Atlético contra o cruzeiro. Uma perda e tanto.

Mas Zé Luis entrou tão bem em campo que ouso dizer que não vamos sentir tanto assim a falta dele.

Devido às “malucas”, mas bem vindas, substituições promovidas por Dorival Junior no segundo tempo, a equipe teve uma característica estranha aos nossos olhos por causa da quantidade de jogadores atuando fora de suas posições de origem.

Mas, por incrível que pareça, manteve os posicionamentos bastante organizados nas quatro linhas e se tornou até um conjunto criativo.

Ter um técnico que entende do riscado e enxerga o jogo faz toda a diferença. Apesar do pouco tempo de trabalho, posso dizer que o Galo já mudou o seu DNA. Entretanto, ainda falta muito para atingir o ideal.

Os destaques positivos:

Réver – Absoluto em todas as jogadas defensivas, ainda encontrou tempo para ajudar o ataque.

Ricardinho – Talvez esteja jogando o que ainda não tinha jogado por aqui. É um comandante ali no meio. Os jogadores, a qualquer hora, vão acabar batendo continência para ele.

Neto Berola – A sua grande arma é a imprevisibilidade. Em cada jogada, um enredo diferente. Belíssima partida.

Magno Alves - Fez um péssimo primeiro tempo, mas se recuperou no segundo ao fazer 2 gols. Se bobear, ele mete para dentro da casinha mesmo!

Destaques negativos:

Serginho – Precisa urgentemente aprimorar os passes, pois se continuar assim, corre o risco de virar banco.

Mancini – Ainda está irreconhecível. Até tropeçar na bola ele tropeçou, embora tenha feito bons lançamentos. Mas está totalmente fora de ritmo.

Enfim, mais um jogo aonde pudemos detectar progressos. Só de ver a equipe atuar percebe-se o labor diário dos muitos treinamentos, inclusive aprimoramento de fundamentos, os quais normalmente não são aplicados no profissional.

O dedo do técnico está bastante nítido na foto!

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Publicado por em 06/02/2011 em Uncategorized

 

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FUNORTE 1 X 2 ATLETICO. UMA VITÓRIA MUITO IMPORTANTE!

Um futebol engessado e previsível marcou o primeiro tempo do Galo em Montes Claros.

Bolas na área sempre facilmente defendidas, trocas de passes estéreis, ataques pelas laterais com cruzamentos na cabeça do zagueiro, etc, etc, etc…

Até levar um gol em que o atacante do Funorte encontrou Renan Ribeiro extremamente mal colocado. Se você duvida, basta que acompanhe a tomada por detrás do gol.

Mas Renan Ribeiro não pode ser sacrificado por isso. Ainda é um senhor goleiro e os melhores também têm o direito de falhar.

No entanto, o segundo tempo trouxe um Galo totalmente diferente.

As entradas de Wesley (no lugar de Rafael Cruz) e Magno Alves (no lugar do Jobson) e com o deslocamento do Serginho para a lateral direita estabilizaram o time e mudaram a cara da partida.

Eu e o Zeca do Galocast talvez sejamos os primeiros a dizer que o Serginho é lateral direito. Há tempos dizemos isso.

E alguém, depois do jogo de hoje, poderá dizer que estamos errados?

Pois Serginho, no meio de campo, é improdutivo, dispersivo e não toma bola de ninguém. Reconheço que corre muito, até exageradamente,  mas perde bolas bobas e não dá ritmo ao time. Pelo contrário, dá ritmo ao adversário.

Mas na lateral direita ele é muito mais eficaz, se apresenta como opção e tem personalidade para agredir.

Wesley mudou a característica do time no segundo tempo. Além de voltar para marcar com vontade, ele ainda joga de forma aguda em direção ao gol.

Com um toque, dois toques ou no máximo uma finta discreta, Wesley injetou gás na equipe.

Eu disse no pós-jogo contra o River Plate do Uruguai: “Mais peças do que imaginamos serão trocadas. E não serão pelos nomes que projetamos”.

Wesley é um nome muito forte para assumir a camisa. E ele não é um dos nomes que tínhamos projetado para a titularidade, convenhamos.

Magno Alves também. É bom os atleticanos irem se acostumando com um atacante de 35 anos que corre como um garoto de 25.

Incrível, mas é verdade.

E o segundo tempo, pelas mãos de Dorival Junior, tomou um novo rumo. As substituições foram perfeitas.

A história da partida adquiriu uma nova dinâmica e a sorte virou.

O capitão Réver foi novamente o esteio da defesa. Werley, como sempre, se doou como pôde.

Leandro produziu dentro de suas limitações, mas não comprometeu.

Richarlyson não fez nada além de sua capacidade. Simplesmente foi o melhor em campo.

Renan Oliveira foi discreto, mas isso não quer dizer que voltou a dormir no gramado. Eu não gostava dele quando dava a impressão de que bastava entrar nas 4 linhas. Uma vez lá dentro, podia viajar à vontade.

Hoje, para mim, ele tem o direito de jogar mal, como todos os outros, desde que não se desligue do jogo como antes, como se estivesse só fazendo figuração.

Ricardinho ditou o ritmo no meio de campo como um maestro. Tardelli foi mal. Jobson pior ainda.

Mancini entrou no lugar de Renan Oliveira como se estivesse subindo para o profissional. Lutou, mas a condiçao física não o ampara. Mesmo assim, foi útil demais.

Um bom jogo de futebol. Depois de 4 anos sem vencer na estréia do campeonato mineiro, foi uma vitória importantíssima para as nossas pretensões.

Que continuemos assim!

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Publicado por em 30/01/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 1 X 1 RIVER PLATE. UM TESTE VÁLIDO.

Um time voando em campo em início de temporada é uma utopia do tamanho dos anseios de Júlio César, imperador romano, que sonhava dominar a aldeia gaulesa do chefe Abracurcix e seus guerreiros, que se entupiam da poção mágica preparada pelo druída Panoramix a cada batalha iminente.

O final era sempre o mesmo: os romanos se retirando todos estropiados enquanto os gauleses festejavam a vitória se deliciando com javalis assados na fogueira.

Enquanto os músculos não obedecerem 100% ao comando do cérebro, nós veremos partidas como a que vimos hoje:

Um jogo recheado de passes errados, alguns de dois metros, domínio deficiente de bola, matadas de canela, lançamentos equivocados, etc, etc, etc.

Mas por entre um festival de jogadas ridículas, ainda dá para selecionar, mal e porcamente, o que ocorreu de bom e de ruim, ainda que neste momento, não seja a coisa mais importante.

O Galo foi bem no início do jogo. Tão bem que achei que o jogo hoje seria barbada.

Depois foi se complicando aos poucos, pois o meio de campo concedia espaços aos uruguaios e _ como virou uma moda infindável por aqui _ deixava a zaga exposta aos ataques adversários.

Richarlyson, individualmente, foi bem, mas a coordenação com Serginho não funcionou. Os dois bateram cabeça ininterruptamente.

O Atlético voltou bem no segundo tempo, com 4 alterações. Mas, lá pelos 15 minutos, novamente embolou as ações e dificultou um jogo que poderia ter sido fácil. Louve-se a atuação do goleiro do River, Hernandez, que pegou até pensamento.

Para não me estender demasiadamente na análise setorial da equipe, pois isso demandaria muito espaço para esta crônica, vou me limitar a algumas observações essenciais:

1 – O time titular que entrou jogando, decididamente não será o time titular da temporada. Mais peças do que imaginávamos serão trocadas. E não serão pelos nomes que projetamos.

2 – A minha preocupação com a lateral direita triplicou depois desta partida, mesmo considerando o pouco preparo físico. Para mim, Rafael Cruz foi menos ruim do que Patric, que parecia travado pela pressão da estréia ou seja lá o que for.

3 – A equipe perde muito em qualidade com Richarlyson na lateral esquerda. Parece ser um desperdício utilizá-lo por ali, quando no meio ele pode ser muito mais útil.

4 – Fiquei agradavelmente surpreendido pela atuação de Magno Alves. É rápido, parte para dentro da defesa e constrói jogadas agudas. Só reforçou a minha opinião, dada quando ele chegou: a sua contribuição será efetiva!

5 – Mancini, Diego Souza, Renan Oliveira, Berola, Jobson, Ricardinho, Werley e Leandro ainda têm um longo caminho de exercícios a percorrer. Vão ter de ralar muito para retomar o nível de futebol de que são capazes.

6 – Repito o que já disse antes: Serginho é o melhor lateral direito que temos. Se no ano passado ele complicou jogadas na frente de nossa área, este ano voltou do mesmo jeito. Ou seja, não evoluiu na essência.

7 – Há necessidade premente de fechar o meio de campo. Zé Luis é peça de contenção importante demais para se abrir mão.

8 – Giovanni provou que a sua contratação foi acertada. A bola que pegou não é para qualquer goleiro pegar. Se eu fosse Renan Ribeiro, passaria a treinar dobrado.

Enfim, foi um empate de 1 a 1, quando poderia ter sido 4 a 4 ou 5 a 5. Espero que Dorival Junior tenha adquirido muitos subsídios para a definição tática e do time ideal para a estréia no campeonato mineiro.

Que se confirmem as palavras de Kalil: “que este ano o time funcione tanto no papel quanto no campo!”

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Publicado por em 27/01/2011 em Uncategorized

 

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BANCANDO O DORIVAL JUNIOR!

Com tantas opções para montar o time titular do Atlético, o que o técnico Dorival Junior estará pensando a respeito?

“Com os jogadores à minha disposição, é melhor armar o time defensivamente para explorar os contra-ataques?”

“Ou posiciono as peças de forma a priorizar um jogo mais ofensivo? Também tenho todas as condições de montá-lo assim”.

Meu caro e nobre Dorival Junior, você tem um monumental quebra-cabeças para resolver e eu não gostaria de estar no seu lugar, mesmo que essa sinuca de bico seja o sonho de todo treinador.

Na minha opinião, eu escalaria: Renan Ribeiro, Serginho, Réver, Leonardo Silva e Leandro; Zé Luis, Richarlyson, Toró (ou Ricardinho) e Diego Souza (ou Renan Oliveira); Tardelli e Mancini (ou Jobson ou Obina ou Neto Berola ou…).

Alguns hão de me perguntar: Serginho na lateral direita?

E eu respondo do mesmo jeito que o Zeca, do Galocast, responderia: Serginho já é um lateral direito, só ele é que não sabe disso!

Como volante, ele atua que nem barata tonta, correndo mais do que deve e cercando _ sem combater _ todos os lourenços do mundo. Fora aquelas bolas perdidas na zona do agrião que só fazem acelerar a nossa pressão arterial, quase provocando enfartes fulminantes nas arquibancadas.

E o restante do time eu escalei meio que tirando o meu da reta, pois usei os parenteses como estratégia para escalar um time e ao mesmo tempo não definí-lo. Perceberam a minha esperteza?

Sou bobo nada!!

Essa bomba está nas mãos do Dorival e ele ganha _ com muita justiça _ uma senhora grana para desarmá-la.

E você? Quer ajudar o Dorival? Está na hora, meu amigo!! Comente e escale o seu time.

(Lembrando que, na minha visão, ainda falta contratar um volante e um lateral esquerdo.)

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Créditos > A idéia desta crônica foi sugerida pela Stela Maris, leitora assídua do L&N.

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Publicado por em 12/01/2011 em Uncategorized

 

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EXERCITANDO A FUTUROLOGIA COM O PLANTEL DO GALO – PARTE 1.

Como havia prometido, vamos partir para um exercício de futurologia em relação ao plantel do Galo para 2011.

Vamos dividir em 2 post’s para que um não fique demasiadamente longo.

Sendo assim, vamos lá:

1 – OS QUE SEGUIRÃO NO GALO:

Renan Ribeiro: Foi a salvação da lavoura este ano. E isto diz tudo sobre o seu valor.

Réver: Indubitavelmente, a melhor contratação do Galo em 2010.

Werley: Se não aparecer um time europeu para comprá-lo, segue confortavelmente.

Lima: Foi muito útil na temporada. Sempre deu conta do recado quando foi chamado.

Sidimar: Uma das revelações das categorias de base. Não tem boa altura e é lento. Mas permanecerá.

Leandro: Será um bom reserva ano que vem.

Eron: Prata da casa, o garoto seguirá no plantel de profissionais. Não está descartada uma venda para o exterior, mas nada de concreto, por enquanto. (Obs: Fiquei sabendo hoje que Eron entrou na justiça contra o Atlético. Não se sabe o que o motivou a tomar esta atitude).

Serginho: Não fez uma temporada das melhores, mas é patrimônio valioso do clube.

Zé Luis: Um dos mais importantes jogadores este ano, seguirá firme como titular.

Rafael Jataí: É cria da casa e deve receber oportunidades.

Mendez: Tem contrato até final de 2012 e, embora não tenha apresentado nada por estar fora de forma, pode perfeitamente  se recuperar neste tempo que terá pela frente.

Ricardinho: Pelas informações que tenho, é um líder positivo, daqueles que tanto dentro como fora de campo, conseguem levantar o moral do grupo. Tem contrato até final de 2012 e dificilmente será rescindido.

Renan Oliveira: O garoto entrou nos eixos do jeito que a Massa queria. Se valorizou muito como patrimônio do Galo.

Diego Souza: Não há dúvidas quanto a sua permanência. E deve melhorar muito o seu rendimento.

Daniel Carvalho: Constantemente no Departamento Médico por várias contusões, tem contrato até o fim de 2011. Difícil sair.

Wendell: Permanece, mas vai ter de aprender a jogar coletivamente. Do contrário, pode entrar para o time dos emprestados.

Neto Berola: Alternou boas e más apresentações, mas é um trunfo fundamental para o esquema de Dorival Junior. 2011 pode ser o ano de sua afirmação no cenário nacional.

Tardelli: Se não pintar nenhuma proposta que balance o presidente Kalil, terá a oportunidade de fazer uma campanha vitoriosa no time que o tirou do quase ostracismo no Flamengo.

Obina: O homem-gol foi decisivo quando mais precisamos dele, principalmente contra o cruzeiro, em Uberlândia. Não há chances de ficarmos sem o folclórico artilheiro.

2 – OS QUE ESTÃO NA BERLINDA:

Cáceres: Não foi feliz em seu retorno. Lento física e mentalmente, não foi nem de longe o xerifão que conhecíamos. Não se sabe se fica ou se sai. Tem contrato longo.

Jairo Campos: O grande zagueiro que vimos jogar quando chegou sumiu e ninguém viu. É outro que está na berlinda.

Rafael Cruz: Conta com uma certa simpatia de Dorival Junior. Pode ser que fique no elenco, mas está sub-judice.

Fábio Costa: Tem contrato até o fim de 2011 e dificilmente o Santos o receberá de volta antes do encerramento. Há chances de permanecer no plantel ganhando mensalmente um dinheiro fácil, como aconteceu este ano depois da promoção de Renan Ribeiro.

No próximo post, debateremos OS QUE PODEM SER EMPRESTADOS OU DISPENSADOS E AS PROVÁVEIS CONTRATAÇÕES.

Aguardo a sua participação, caro (a) amigo (a). Concordando ou discordando, dê a sua opinião, por favor.

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Publicado por em 01/12/2010 em Uncategorized

 

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