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Arquivo da tag: Renan Ribeiro

ATLÉTICO 2 X 0 CALDENSE – UM TEMPO DE BOM FUTEBOL.

O Atlético jogou um belo futebol no primeiro tempo e, no intervalo, arrumou as malas, embarcou e se mandou dali.

Só assim para explicar o apagão que baixou sobre o time no segundo tempo.

Se na segunda etapa não houve nada de bom, então vamos comentar a primeira.

Quer queira, quer não, há de se reconhecer que o Cuca faz um belo trabalho de montagem e posicionamento das peças disponíveis.

Padrão de jogo é um detalhe importante que costuma passar longe da Cidade do Galo nos últimos anos, porém, este time o possui.

Coberturas, ultrapassagens, linhas de defesa precisas, movimentações e deslocamentos de ataque, 1-2, triangulações… tudo isso eu vi no primeiro tempo.

É claro que falta muito, não estou dizendo que não. Mas não é, nem de longe, aquele amontoado de atletas correndo atrás de uma bola, como foi nos tempos do moleque e do Dorival Júnior.

A Caldense não é um oponente com peso suficiente para que a equipe atleticana seja avaliada de forma segura.

Mas, vendo o time alvinegro desenvolver seu jogo rápido no meio com Escudero e o incansável Bernard, assessorados por Leandro Donizeti e Pierre, pode-se dizer que a esperança já é embrionária.

Ontem, Pierre não foi o mesmo. Mas o cara jogou no sacrifício, com uma virose.

Enquanto Leandro Donizeti abria uma chapelaria (até chapéu de peito ele deu), Bernard foi um show a parte. Melhor em campo, ainda marcou um golaço, de falta. Richarlyson, como sempre, foi o pior.

Renan Ribeiro fez uma monumental defesa, mas, por conhecê-lo bem, sei que não posso confiar. No dia que ele fizer seguidas partidas boas, esquecerei dos péssimos jogos seguidos que produziu. Uma só defesa não é o suficiente para apagar os frangaços, as falhas e os pontos jogados no lixo em decorrência disso.

Enfim, foi um bom primeiro tempo. E ponto final. Não houve segundo!

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Publicado por em 12/02/2012 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 0 BOA ESPORTE – DEU PRO GASTO.

Para um início de temporada, com os jogadores sem ritmo de jogo, fisicamente muito abaixo do ideal e um entrosamento ainda embrionário, até que o Atlético não foi tão mal assim.

Assistimos jogadas interessantes em meio a outras pífias. A equipe não jogou bem, é verdade, mas perna pesada e panturrilha endurecida são talvez maior obstáculo do que o próprio adversário, mesmo que este também esteja retomando as atividades.

Em termos de proposta tática, a entrada de Leandro Donizeti no lugar do bom Fillipe Souto aumentou o poder de pegada e compactou o meio e, de certa forma, blindou a defesa de forma mais sólida.

Perde um pouco de qualidade na saída de bola, mas assegura a um time apenas modesto uma maior consistência defensiva. Se tivéssemos um timaço exuberante, uma equipe tecnicamente confiável _ que retém a bola em seus pés e comanda as ações em campo  _ eu seria o primeiro a clamar por Soutto no meio.

Mas não é o que acontece. E se a nossa realidade é esta, tem mais que continuar com Donizeti, infinitamente mais marcador que Soutto. Este acabará cavando um lugar mais à frente, onde poderá desenvolver o seu toque de bola de pouca marcação.

A intenção de Cuca de reforçar a cabeça de área para suportar os avanços dos alas _ fora possibilitar aos meias encostarem no ataque _ às vezes dava certo e em outras não.

Em relação aos laterais, Carlos César soube usufruir da boa retaguarda e rendeu bem, inclusive dando o passe para o primeiro gol. Ao contrário, na esquerda, Richarlyson só faz reconfirmar as suas limitações. Em alguns momentos da partida, simplesmente não defende e nem ataca. A sua manutenção é algo surreal, tipo uma pintura de Salvador Dali.

Quanto aos meias, gostei da atuação de Escudero, que se lança ofensivamente, mas volta rapidinho para recompor o meio. O gringo vai ajudar muito a equipe na temporada.

Em termos práticos, uma boa vitória, sem dúvida. Mas, ficou bem nítida a necessidade de qualificar o grupo para objetivos mais expressivos.

Se é só para ganhar o título mineiro, ótimo. Pelo preguiçoso ritmo de atuação da nossa diretoria, parece ser essa a principal meta para 2012.

Mas se, ao contrário, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro estiverem na pauta de conquistas, há de se pensar grande agora. NÃO DEPOIS…

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Publicado por em 29/01/2012 em Uncategorized

 

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ENTREVISTANDO DIMARA OLIVEIRA.

O blog Lances & Nuances novamente entrevista um profissional formador de opinião. Desta vez, Dimara Oliveira, jornalista esportiva da TV Alterosa, emissora mineira que cobre o futebol da nossa terra. Ela, como sempre muito educada e atenciosa, dispôs-se a falar com os alvinegros.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances – Prezada Dimara, pode-se dizer que você é um dos destaques televisivos da imprensa esportiva mineira. Permita à imensa torcida atleticana conhecê-la melhor, contando o desenrolar de sua carreira.

Dimara Oliveira – Obrigada pelo carinho. Minha primeira opção era a medicina, fiz “patologia clínica”, depois a opção foi pelo “direito” pela tradição da família e só depois optei pelo jornalismo. Era muito nova, tinha 17 anos quando iniciei o curso de comunicação.
Fui direto para a Band ainda como estagiária e depois acabei ganhando a vaga de repórter. Rapidamente passei a fazer também a rede nacional, além do Minas Esporte.
Tudo começou cedo na minha vida. Fiquei na Band até 99, quando fui para a assessoria de imprensa do Cruzeiro, onde fiquei até 2004. Retornei à Band em 2004, já como editora chefe de esportes da emissora.

L&N – Cada pessoa, seja ela jornalista ou não, tem o seu time de coração. O L&N não tem nada contra isso, uma vez que é um direito do cidadão de qualquer profissão. O que pedimos é imparcialidade no tratamento dado aos clubes. Você crê que a imprensa mineira é imparcial?

Dimara – Quem me conhece sabe que acho que qualquer tipo de análise, pré- julgamento não é justo. Posso falar apenas por eu mesma. Não tive criação em BH, toda a minha relação é com São Paulo, por ter sido criada no sul de Minas. Aprendi, mas não sou muito ligada a essa rivalidade absoluta de Atlético e Cruzeiro. Procuro em tudo que faço, ser jornalista que é o meu orgulho.

L&N – Para qual time você torce?

Dimara – Aprendi ao longo da carreira a torcer por bons trabalhos, pelos amigos que fiz ao longo da carreira. Graças a Deus tenho amigos espalhados pelo futebol mundial. Gosto sempre do bom trabalho e do bom futebol.

L&N – Todos sabemos que a campanha realizada pelo Atlético em 2011 foi ridícula e cobriu de vergonha os atleticanos espalhados por esse Brasil afora. Por isso mesmo, só podemos deduzir que temos um time fraco e inoperante, principalmente nos jogos fora de casa. Para que esta situação seja mudada de uma vez por todas, quais os setores (dentro e fora de campo) que precisam de reforços, na sua opinião?

Dimara – Acho que o Atlético tem em sua retaguarda bons profissionais! Já disse em outras oportunidades que Dorival Júnior “não fez bem” ao Atlético, na questão física (grupo de profissionais seus), técnica e em algumas decisões tomadas até pela questão do Diego Souza. Não sou “corneta” nunca fui, gosto do trabalho do Cuca e acredito que ele vai encontrar o caminho.

L&N – Caso você fosse treinadora do Atlético, pediria à diretoria a contratação de um goleiro?

Dimara – No caso específico do goleiro e sem “cornetar” [risos] acho que o Renan tem um potencial muito bom, mas não tem conseguido mostrar, e não é possível esperar tanto assim. Eu pediria sim, um goleiro mais experiente

L&N – Guilherme saiu do Cruzeiro, onde você trabalhou por algum tempo. Certamente o conhece mais do que nós, atleticanos. O que houve com o rapaz, que não conseguiu repetir no Galo as atuações que o consagraram no time do outro lado da lagoa?

Dimara – Se soubesse a resposta já teria dito e tentado ajudar [risos]. Olha só, pela própria situação que o Atlético viveu  no ano passado, todos que chegavam, carregavam uma responsabilidade muito grande de ter que mudar toda uma história. Acho que existe a questão da avaliação do perfil do jogador, onde ele pode render mais e tudo isso teve o seu “peso”.

L&N – Quais as suas expectativas em relação ao desempenho do Galo em 2012, sabendo que algumas contratações já foram feitas e que não se repetiu o festival de barcas de 2011? Ainda falta gente para chegar?

Dimara – O Atlético acabou este ano mantendo uma base. Tenho expectativas muito boas com garotos como o Fillipe Soutto, o Bernard e o próprio André. Essa retomada de jogadores feitos em casa pode dar uma outra conotação ao time. O que vai acontecer, qualquer exercício nesse momento é “futurologia”.

L&N – A ponta do iceberg da corrupção na arbitragem brasileira acaba de emergir no caso do juiz Gutemberg de Paula contra o Sérgio Correa, da CBF. O L&N acredita que tem muita sujeira debaixo desse tapete. Qual a sua opinião a respeito?

Dimara – Acho que entra ano, sai ano. Entra campeonato e sai campeonato. Todos reclamam da mesma forma. As situações devem ser apuradas e acho que falta vontade nisso.

L&N – A torcida atleticana admira muito o seu trabalho, Dimara. Sendo assim, qual a sua mensagem para a nação alvinegra?

Dimara – Agradecer sempre o carinho e o respeito pelo meu trabalho de todos os atleticanos e dizer que a cada matéria, a cada divulgação de notícia que faço do Galo, procuro ser o mais “clara” possível para que todos possam ter sempre a boa informação.

A sua entrevista honrou este espaço e a nação atleticana, Dimara. Muito obrigado.

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Publicado por em 17/01/2012 em Uncategorized

 

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MAIS UMA VITÓRIA DO PÉ NO CHÃO SOBRE O DESESPERO.

Figueirense e Atlético iniciaram a partida visivelmente nervosos, mas faziam bom combate no meio de campo, mesmo com muitos chutes para o alto. Quando a bola sobrava, partiam em velocidade para o ataque. Lá e cá. Na verdade, mais lá do que cá. É que, apesar do nervosismo, quando colocava a bola no chão o Atlético tocava melhor. E era superior nas triangulações, tinha velocidade.

Mas o gol atleticano só saiu perto do fim do primeiro tempo, em uma jogada de escanteio, com cabeçada do zagueiro Werley. E foi só. E foi pouco.

Porque o Figueirense não se abalou. Continuou fazendo o mesmo jogo seguro no meio de campo e soube jogar no erro do Atlético. O time catarinense não chama atenção por um futebol vistoso, mas é bem montado. Os jogadores se entendem em campo. Talvez por isso não se afobaram quando tomaram o gol. Talvez por isso não perdem uma partida há 13 rodadas, sendo que ganharam as 6 últimas.

O gol do alvinegro catarinense surgiu de uma falha do goleiro Renan Ribeiro, que errou feio mas não errou sozinho, já que o sistema defensivo atleticano ficou escancarado em um lance de muita velocidade de 3 atacantes contra 5 defensores além do goleiro. Um erro para derrubar qualquer um, certo? Errado. Quando sofreu o gol, o Figueirense soube se recompor. Mas o Galo teve 43 minutos para fazer o mesmo e não conseguiu. Há várias partidas, esse abatimento não acontecia de forma tão aguda.

Na verdade, Cuca não esperou para ver como o time reagiria. A primeira substituição veio imediatamente após o gol, a exemplo do que tinha feito no jogo anterior, contra o Grêmio, quando sacou Carlos César e colocou Serginho.

Hoje, porém, a história não se repetiu. E o Galo, que se desbaratinou ao sofrer o empate, parece ter perdido o restante de suas forças quando Daniel Carvalho deixou o campo. Até o final do jogo, outras duas substituições não trouxeram maior ânimo. O Figueirense tinha constrangedores 65% de posse de bola, a maior parte do tempo forçando o segundo gol. O Atlético se defendia como podia, já sabendo que o empate era lucro.

E os atleticanos espalhados pelo mundo torciam para que o ditado “água mole em pedra dura tanto bate até que fura” fosse mudado para “tanto bate até que o tempo acaba.” Não funcionou.

Aos 42 minutos da etapa final, o Figueirense fechou a conta e passou a régua. Dali não sairia mais nada, a não ser a lamentação de um time que teve o jogo nas mãos, porém não soube superar sua própria falha para seguir na luta.

Quanto à Massa atleticana, ela não pode ser tão bipolar assim. Na semana passada não estávamos no céu. Hoje não estamos no inferno. Temos que fazer o que o time do CAM não conseguiu hoje em campo: reagir ao golpe e partir com confiança e equilíbrio para o restante da peleja.

Equilíbrio é o caminho, como vem provando o outrora tão desacreditado Figueirense.

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Publicado por em 13/11/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 0 GRÊMIO – UMA LUZ JÁ ILUMINA O GALO!

Uma luz abençoada já ilumina e beija o escudo do Galo no horizonte!

A segunda divisão está cada vez mais distante de uma equipe raçuda e disposta a pulverizar qualquer possibilidade de descenso.

Cuca, que ajustou a defesa antes de qualquer outro setor no time, tem os maiores méritos no renascimento de um Atlético que, se não joga um futebol maravilhoso, pelo menos deixa sangue, suor e lágrimas no campo de batalha.

Já são 3 vitórias seguidas. E a mais difícil foi contra o Grêmio, que vestiu azul e com o azul foi defenestrado na Arena do Jacaré. Na próxima, garanto que eles escolherão outra cor.

O clube gaúcho sempre foi uma equipe enjoada para se jogar contra. São fortes defensivamente e, quando detêm a posse de bola, trocam passes em direção ao gol. Não ficam penteando a bola no meio de campo.

Mas o Galo, empurrado por mais de dezessete mil torcedores, não tomou conhecimento e agrediu o tempo todo. Hoje o Atlético pode se mandar para o ataque com mais tranquilidade que antes.

Porque? A explicação chama-se PIERRE! Este jogador é um verdadeiro pittbull, daqueles com sangue nos olhos e a baba escorrendo espumante pelos cantos da boca. O adversário, só de olhar, treme dentro das calças… ou do calção!

Desde que chegou, a defesa adquiriu consistência e reduziu substancialmente o número de gols tomados. Triguinho, em um posionamento de 3º zagueiro criado por Cuca, consolidou ainda mais o setor. Hoje é a melhor defesa do Brasil, sem dúvida nenhuma. Tanto que é a menos vazada do returno.

O Galo vencia por 1 a 0, quando, aos 7 minutos do segundo tempo, Neto Berola foi expulso por uma jogada que nem falta foi. Vencemos, tudo bem, mas não podemos esquecer o quanto Wilson Luiz Seneme tentou sabotar a vitória.

Inverteu inúmeras faltas no meio, irritou os jogadores do Galo, expulsou Berola injustamente, etc. etc. etc. É bom que o movimento #DeOlhonoApito não o perca de vista. Juizinho ordinário!

Quando o Grêmio dominava as ações e as coisas ficavam pretas para o nosso lado, eis que Marquinhos Cambalhota mata a bola na entrada da grande área _ em sua primeira participação no jogo _ e dispara um torpedo que Vítor nem viu onde entrou. E nem dois goleiros veriam.

O cara que, durante quase o ano inteiro, armou acampamento no Departamento Médico do Galo, surpreendentemente entrou e resolveu o problema. Matou o jogo e coletou mais 3 pontos para a nossa sacolinha.

Benditos 3 pontos que trazem consigo um alívio enorme para a nação alvinegra. Até poucas semanas atrás, a situação era catastrófica. A esperança havia se despedido de forma melancólica.

Mas voltou com força! Se o time permanecer com essa pegada e a disposição de atropelar, como ontem aconteceu, ouso dizer que será duro para os futuros adversários ganharem do Galo!

E agora só faltam 3 pontos para garantir um 2012 totalmente diferente de 2011. O senhor Alexandre Kalil está me ouvindo? Podemos aspirar a algo mais do que ficar, outra vez, lutando pra não cair, senhor presidente?

Pierre será o único jogador em destaque nesta crônica porque não quero ser injusto com os outros. Na minha visão, todos jogaram muito bem, todos suaram em busca do triunfo. Nova menção especial a Renan Ribeiro, que salvou o Atlético com uma defesaça ao final do jogo. O garoto está se recuperando, agora tenho certeza.

E que venha o Figueirense. Finalmente, voltei a torcer para o Galo jogar!

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Publicado por em 06/11/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 1 PALMEIRAS. UFAAA!

Desse jeito, não há coração que aguente!

Tudo bem vencer um jogo duro e passar sufoco no final. Mas contra 9, poxa?

É brincar demais com a capacidade do atleticano de respirar! Juro que às vezes penso que a nossa expectativa de vida é muito menor que a oficial. E, a cada partida parecida com esta, vai se reduzindo ainda mais.

Os momentos de instabilidade da equipe teimam em aparecer em todas as partidas e são exatamente o que nos tira a confiança acerca de seu destino. Ainda não dá para cravar que o Galo escapou.

Enfrentando um Palmeiras com 9 jogadores a partir dos 30 minutos do segundo tempo, podia-se pensar em tudo de bom. Pensar, por exemplo, em um jogo mais tranquilo, em um placar elástico, em manter a posse de bola e deixar o tempo passar…

O nosso futuro correu pelo campo, representado por nossas crianças alvinegras!

Em tudo, menos intuir o que aconteceu de verdade.

Nos 15 minutos finais (ou 18, com a prorrogação), a impressão era que o Palmeiras jogava contra um time com menos dois jogadores!

Pois o jogo mudou da água para o vinho… ou do vinho para a água, sei lá eu. Levamos um gol e quase sofremos o empate.

Tudo isso porque, ao invés de partir para cima de um time já moribundo naquela altura, os atletas alvinegros entenderam que o jogo já estava ganho. E todo mundo parou de jogar!

Ora, ora, isso é futebol e como tal, é totalmente imprevisível. Quase que jogamos fora 3 preciosos pontos ao fazer uma leitura equivocada da situação.

Enfim, apesar de todo o sofrimento, nos afastamos um pouquinho da zona de rebaixamento com um fim de semana perfeito para o Atlético.

Todos os concorrentes que frequentam a região do inferno perderam.

Para assegurar a permanência na série A, o Atlético necessita de mais 9 pontos. Alguns matemáticos dizem que bastam mais 7, por causa dos confrontos diretos entre os times sob risco.

De todo modo, a raça demonstrada ontem tem de persistir. Se não possuem qualidade _ e poucos no time a têm _ os jogadores devem compensar com a garra que sempre caracterizou as equipes do Clube Atlético Mineiro.

Pierre valeu o pagamento da multa, pois jogou muito. Réver também foi um monstro, mas Bernard foi o dono do jogo, na opinião deste blogueiro. Menção especial para Renan Ribeiro, em uma ótima tarde/noite, fazendo o que não fazia antes: defesas difíceis!

Mas não posso, por um jogo apenas, endeusar um goleiro que já jogou no lixo dezenas de resultados por conta de falhas ridículas. O que me resta é torcer para que a atuação deste domingo se repita sempre. E só!

E vamos sacramentar a reação, Galo!

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Publicado por em 31/10/2011 em Uncategorized

 

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VERGONHA!!!

Inauguramos uma nova era no Atlético.

Não nos basta mais perdermos o jogo e os 3 pontos.

Uma derrota digna já não é suficiente. Temos de levar goleadas uma atrás da outra para escancarar de vez a vergonha da massa atleticana.

Uma torcida que respira e vive por este clube, mas este clube não vive nem por si mesmo, quanto mais pela torcida.

Ontem o Galo extrapolou a cota de incompetência e o Internacional passeou em campo.

Foi como tirar pirulito de uma criança desde o primeiro minuto de jogo, tal a diferença técnica e tática entre os dois times.

O placar não diz o que foi o jogo. O Atlético merecia levar uma sapatada de 6 ou 7.

E quando digo que tremo só de pensar nas alterações de Dorival Junior, eu tenho cá as minhas razões.

A entrada de Wendel foi uma brincadeira cruel com aqueles que entendem um mínimo de futebol.

Foi uma invenção de um treinador metido a Professor Pardal que superou a burrice da personagem dos gibis.

Abriu o meio de campo completamente e a partir daí, a coisa desandou. Mesmo tentando corrigir depois,  já era tarde. A Inês já era morta.

A verdade é que o time do Atlético perdeu o padrão que vinha mantendo até no jogo contra o Bahia.

Simplesmente desapareceu no ar. Escafedeu-se. Hoje não existem mais soluções treinadas. O time está entregue às baratas.

E matando todo mundo de vergonha. E forçando a cabeça do atleticano a olhar para o chão… outra vez. E mais uma vez!

É este o time que o presidente Kalil diz ser muito bom?

O presidente disse também que Renan Ribeiro está entre os 5 melhores do país. Cegueira pura de um dirigente que está pecando por omissão e empáfia.

Pois a porteira foi aberta por Ribeiro, naquela bola fácil que espalmou nos pés do atacante. Mas, inexplicavelmente, permanece titular. Até quando vai continuar contribuindo para as derrotas?

Daniel Carvalho, apesar de ter sido um dos menos ruins, não se encaixa em meio de campo marcador. Desequilibra o setor.

Aliás, posso estar sendo injusto com ele, porque ontem eu não vi ninguém se encaixar em esquema algum, pois esquema foi exatamente o que não existiu.

É este o time de 2011? Se for, preparemos o lombo. Nosso futuro será lutar, NOVAMENTE, contra o rebaixamento, não se iludam.

O time foi esfacelado e perdeu todo o conjunto que tinha, devido aos estranhos critérios de Dorival Junior. Cada critério mais aloprado que o outro.

Isso desmotiva e desestabiliza o grupo. Vide Guilherme Santos, que vinha super bem e hoje virou um perna de pau. Mais um para a galeria.

Não espero nada de bom dessa aberração chamada equipe do Atlético.

E não espero nada de reforços de uma diretoria sonolenta e míope, que, apesar dos apelos de milhares de atleticanos em relação ao fortalecimento do time, se faz de surda, como se tudo fosse uma bobagem de gente que não entende nada.

Pois é, são nessas horas que a gente constata quem é que entende alguma coisa. E quem se julga dono da verdade e não é.

Manter um time desses sem reforços, durante tanto tempo, sem ouvir ninguém, só pode vir de UMA CAMBADA DE IRRESPONSÁVEIS!!!

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Publicado por em 01/07/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 2 ATLÉTICO-GO. UM PÉSSIMO RESULTADO.

Custo a crer que, depois de partidas vistosas, recheadas de um futebol rápido e fluente, o Galo voltou ao marasmo do jogo improdutivo e com passinhos para os lados.

Pois foi o que aconteceu ontem. E, como diz o “filósofo” Muricy Ramalho, a bola pune!

Eu não sei como foram os treinamentos na semana que antecedeu a partida, mas a impressão que eu tenho é que tudo de bom que o time tinha foi “destreinado” e atirado na lata de lixo.

Os irritantes passinhos para os lados acontecem quando não existe entrosamento ou falta ousadia. E passes errados são uma demonstração de reduzida capacidade técnica ou excesso de virtuosismo.

De todo modo, de um jeito ou de outro, acaba travando todo o time, principalmente quando o meio não consegue ditar o ritmo de jogo.

Tudo bem que Fillippe Souto arredondava a bola naquele setor e Richarlyson dava um plus a mais na marcação.

Entretanto, a falta dos dois não pode justificar tamanha queda de rendimento.

Apesar de maior posse de bola, o Galo foi dominado taticamente pelo xará goiano, que atuou como bem quis em plena Arena do Jacaré, fato inadmissível em um campeonato tão difícil quanto o brasileirão.

Daniel Carvalho não fez a diferença, Gilberto entregou a rapadura no primeiro gol deles e Giovanni Augusto tornou-se, de repente, um jogador comum, sem contribuir como o fazia antes.

Mancini está abaixo da crítica e Magno Alves segue perdendo gols em profusão, embora a criação de chances para conclusões não tenha sido, nem de longe, no nível dos outros jogos.

Enquanto isso, o Atlético-GO, com apenas três finalizações, marcou duas vezes. E num deles, auxiliado por uma falha bisonha de Renan Ribeiro justamente quando o Atlético ensaiava uma reação de verdade.

Foi como um balde de água fria na equipe.

E não foi a primeira vez. Até quando Dorival Júnior manterá um goleiro inseguro com título de propriedade da titularidade registrado em cartório?

Imagino o que se passa na cabeça do goleiro reserva, Giovanni, nesta altura do campeonato, pois, comprovadamente, é mais completo que o titular.

Renan Ribeiro é um razoável goleiro, nada mais do que isso. É uma promessa _ que ainda não deslanchou, como tantos _ e tem de ser preservado sim. Mas essa preservação da prata da casa passa por um bom banco.

Parece que Dorival Júnior entende que uma reserva machucaria demais Renan Ribeiro. Ora, enquanto isso vamos seguir levando gols bobos e perdendo pontos?

Muitos já passaram por isso e depois tornaram-se grandes jogadores. Não há nada demais na atitude. Diego Alves é um bom exemplo.

Foi uma partida sem imaginação do time atleticano, que esqueceu o bom conjunto mostrado em jogos anteriores.

Dorival Júnior merece críticas sim. Mete umas idéias alopradas na cabeça e nenhum ser racional consegue tirá-las de lá.

Leandro no lugar de Guilherme Santos é uma aberração, uma ode à burrice.

O time vinha jogando bem com 3 volantes e ele simplesmente muda tudo, sem motivos aparentes. Mantem Mancini com um Guilherme no banco.

Daniel Carvalho, que, hipoteticamente, não suportaria 90 minutos, é mantido o jogo inteiro. Vá entender!

Afora outros pontos não citados, senão esta crônica será alongada em demasia.

Vale lembrar que não estou pedindo a cabeça do Dorival. Tenho o maior respeito por seu trabalho e a continuidade da filosofia é fundamental nessa hora.

Mas ninguém está acima de críticas feitas construtivamente.

Enfim, não fomos competentes para somar 3 pontos em cima de um adversário de média capacidade e dentro de nossos domínios.

Isso nos obriga a enfrentar o Flamengo do moleque irresponsável com a corda no pescoço e pensando tão somente na vitória.

Um péssimo resultado!!

E mesmo assim, a diretoria segue dormindo em berço esplêndido!

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Publicado por em 20/06/2011 em Uncategorized

 

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O CLÁSSICO E O OXIGÊNIO QUE NOS RESTA EM 2011.

Não é porque o Galo perdeu o título que vou detonar tudo o que foi feito de bom neste campeonato mineiro que se encerra hoje.

Algumas revelações importantes surgiram com muito brilho.

Fillippe Soutto e Giovanni Augusto são crias da casa e devem ser valorizados no decorrer do ano. Se uma revelação é difícil de aparecer, quanto mais duas!

De todo modo, como venho sempre dizendo aqui, campeão ou não, a equipe necessita de reforços de talento, mas que, além da qualidade, tenham o mesmo espírito de luta da garotada.

Quanto ao jogo, gostei dos primeiros 15 minutos e de mais 15 minutos no meio do segundo tempo, quando parecia que o cruzeiro estava perdendo o fôlego.

Foi quando Magno Alves perdeu aquele gol na cara do Fábio, que, sem dúvida, lacraria a tampa do caixão azul. Não se pode perder um gol daqueles, ainda mais quando o jogador em questão é o mais experiente do grupo.

O Atlético jogou para empatar e se fechou lá atrás. Não acredito que tenha sido Dorival Júnior que posicionou o conjunto alvinegro desta forma.

Apesar das tantas vantagens de se possuir elencos muito jovens, um dos grandes males é este: na hora da maior pressão, os garotos esquecem o que foi dito no vestiário.

E o nosso meio de campo acabou não funcionando. Ao invés de impor o seu jogo e agredir o cruzeiro, recuou demais e deu campo ao adversário.

Com isto, não alimentou o ataque e sobrecarregou a defesa. Nenhum setor defensivo do planeta consegue sair incólume quando a bola não para no seu ataque. 90 minutos são minutos demais para não ser vazado, quando a bola, a todo momento, está voando dentro de sua área.

Na minha opinião, Renan Ribeiro falhou nos dois gols, principalmente no segundo, quando surpreendentemente botou só um jogador na barreira.

Marcos, do Palmeiras, quando era o melhor goleiro do Brasil e um dos melhores do mundo, nunca fez isso.

Essas coisas acontecem num rachão ou em uma brincadeira, não numa decisão de campeonato. Renan Ribeiro, um jovem goleiro em início de carreira, ousou fazer o que os melhores goleiros do mundo não cogitam nem em sonhos!

E levou o gol _ que tinha a obrigação de defender porque assumiu a responsabilidade _ que deu números finais ao placar de uma partida que o Galo não merecia mesmo vencer.

Que Renan Ribeiro aprenda que, se a barreira existe, é para ser usada em seu favor.

No mais, é esperar que a diretoria (ineficaz até agora no departamento de futebol), saiba agir de modo inteligente daqui para a frente.

Não resta dúvidas que Dorival Júnior conseguiu soluções para a equipe quando a grande maioria, inclusive eu, duvidava.

Vê-se claramente que hoje temos padrão de jogo, trocas de passes rápidos, combate no meio de campo, jogadas ensaiadas, etc…

Mas também está claro que NÃO temos um time confiável.

Eu chamo de “time confiável” aquela equipe que, quando entra em campo, você tem a mais absoluta certeza de que vai vencer. E que quando perde, você se surpreende.

Eu diria que hoje o Galo, quando pisa no gramado, a torcida não tem certeza de nada. Nem da vitória, nem da derrota.

Muito antes pelo contrário!!

Resta-nos agora a esperança de uma boa campanha no Brasileirão e uma conquista de Sul-Americano.

Temos gás para isso, caro amigo e leitor?

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Publicado por em 15/05/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 7 X 1 AMÉRICA-TO – PRUDÊNCIA E CALDO DE GALINHA…

O adversário pode até não ser parâmetro para avaliar o potencial do Atlético, mas o América de Teófilo Otoni não é pior do que o Grêmio Prudente.

Quero dizer com isso que, se o Galo tivesse jogado o que jogou hoje naquele fatídico 0 a 0 contra a equipe paulista, com certeza estaria ainda na Copa do Brasil.

Faço essa comparação só para estabelecer um ponto de equilíbrio entre o pessimismo e o otimismo.

Posto-me com prudência em relação ao resultado em si e é bom evitar euforia. E mantenho as preocupações, pois é uma equipe mediana, ainda não confiável e com vários defeitos crônicos.

Precisa ser urgentemente reforçada. E se, quando reforçada, mantiver essa vontade do primeiro ao último minuto, aí sim, pode até perder, mas dará trabalho.

Todavia, não resta dúvida que o conjunto se encorpou, imprimindo uma velocidade surpreendente e uma compactação que não existia antes.

Os destaques positivos de hoje:

Mancini: Fez a sua melhor partida desde que chegou. Correu muito, fez um gol, deixou o Magno Alves na cara do goleiro e organizou o time pela esquerda. E a sua alegria de estar aqui novamente parece ser mesmo genuína. E isso está influindo positivamente em seu futebol.

Renan Ribeiro: O garoto fez defesas muito boas. Aquelas bolas que até bem pouco tempo entrariam, hoje ele não deixou entrar. Tomara que recupere a velha forma.

Magno Alves: O Magnata deitou e rolou neste jogo. Tudo que fez deu certo. Apesar de sua idade, tem um capacidade de arranque muito maior do que muitos jovens por aí.

Giovani Augusto: O menino é destaque não pelo futebol apresentado, embora tenha mostrado categoria, vigor físico e inteligência de jogo. Entrou muito bem no primeiro tempo e caiu no segundo. Mas na partida desta tarde/noite, na minha modesta opinião, foi a mais grata surpresa. Custo a crer que Jackson era o titular em seu lugar. O Dorival tem algumas coisas que não dão pra entender, essa é que é a verdade! Haja paciência!

Guilherme Santos: A cada jogo, uma maior consistência. Uma boa qualidade técnica, muita disposição e capacidade física. Com estas virtudes, o garoto vai fazendo a torcida esquecer a quase eterna lacuna da lateral esquerda.

Enfim, sem entusiasmo exagerado e sem nenhuma ilusão quanto às futuras performances da equipe, que é bastante limitada, posso dizer que enxerguei um bom crescimento técnico.

Desta vez, pela primeira vez no ano _ exceto aquele primeiro tempo contra o Guarani de Divinópolis _ o dedo do técnico apareceu na foto.

Os trabalhos durante a semana surtiram efeitos, pois durante todo o jogo (apesar de eventuais quedas de rendimento) o Galo foi um time mais organizado, lúcido e obediente taticamente.

Afinal, vimos jogadas, como a do segundo gol (de Mancini), em que os toques foram todos de primeira. E muitos outros lances na mesma dinâmica.

Será que podemos interpretar isso como resultado de um grupo mais “clean”, mais limpo de más influências?

Será que, por fim, pegamos o caminho certo? Ou ainda não?

É bom manter de pé aquele velho ditado que diz  “prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”!

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Publicado por em 17/04/2011 em Uncategorized

 

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