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AMÉRICA-TO 1 X 2 ATLÉTICO – MELHORANDO AOS POUCOS.

“Não dá pra saber se um time é realmente bom disputando o campeonato mineiro. Mas dá pra saber quando ele é ruim!” Frase do Zeca, do Galocast, ontem, no twitter.

Concordo plenamente com essa definição. E seguindo por essa linha, o jogo de ontem não oferece dados suficientes para que eu possa avaliar a equipe atleticana.

Só sei que não é ruim. Em compensação, eu não sei se é boa. O adversário foi extremamente limitado, embora tenha dado um trabalho danado.

Porém, algumas considerações saltam aos olhos:

1 – O sistema defensivo está muito mais consistente com a presença de dois cães de guarda vigiando a cabeça de área. Além de marcarem, Pierre e Leandro Donizeti se revezam no apoio ao ataque. Donizeti, por exemplo, foi o cara que mais fez lançamentos corretos durante o jogo.

2 – Apesar de a zaga americana falhar constantemente, Fábio Noronha fez defesas espetaculares. Estava sempre bem posicionado e atento. Bastou a nossa zaga falhar para Renan Ribeiro, mal colocado, levar o gol. E, pelo que deduzo da reação da torcida, a culpa não é dele. É da zaga. A culpa nunca é dele.

Desde os tempos de jogador, aprendi que um bom goleiro é aquele que corrige erros da zaga, que em algum momento, falhará, com certeza. São nessas horas que o goleiro vai lá e conserta tudo. Mas isso é utopia em nossa equipe. Uma quimera distante demais da realidade.

3 – Tendo um sistema defensivo sólido, o time atacou sem medo. Às vezes, com 7 jogadores rondando a área americana. E foi aí que apareceu o jogo técnico e de toques rápidos de Escudero. Apesar de perder gols em profusão, o gringo foi utilíssimo para o time. E volta constantemente para recompor o meio. Cada vez mais, me convenço que a sua contratação foi excelente.

4 – Dos jogadores mais avançados, Danilinho foi o que destoou em meio aos baixinhos rápidos e de toques de primeira. Ainda está com a musculatura travada. Ainda não fazem 3 meses que ele participou da final do campeonato mexicano e foi o melhor em campo. Portanto, não é decadência técnica. Na minha opinião, é puramente físico.

5 – Richarlyson é um arremedo de jogador de futebol. Não sabe cruzar, erra passes ridículos, não ataca, não defende… e ainda perde penalti. Pior não foi perder o penalti, foi desperdiçar o rebote com o gol escancarado à sua frente. Está difícil entender porque Triguinho não joga.

6 – Por fim, destaco as atuações de Pierre, Leandro Donizeti, Escudero e André. E gostei de ver Guilherme e Mancini voltando nitidamente mais magros. É sinal de que resolveram focar a Cidade do Galo como centro de treinamento e não como um SPA.

Não é o time dos nossos sonhos. Na minha opinião, falta ser reforçado no gol, na lateral esquerda e falta um meia de ligação. Talvez um atacante viesse a calhar. Mas, sem dúvida, é uma equipe que parece ser melhor que a do ano passado.

Torçamos por isso!

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Vejam os gols da partida:

 
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Publicado por em 06/02/2012 em Uncategorized

 

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NESTE DOMINGO, O GALO ESTRÉIA CONTRA O BOA ESPORTE.

Com 3 novidades no time, o Atlético fará a sua estréia no Mineiro contra o Boa Esporte, neste domingo, com a seguinte formação:

Renan Ribeiro, Carlos César, Réver (Werley), Rafael Marques e Richarlyson; Pierre, Leandro Donizeti, Escudero e Bernard; Guilherme e André.

Embora não seja a escalação dos sonhos alvinegros, não resta dúvida de que, para o campeonato mineiro, é um conjunto superior aos demais. Inclusive, superior ao elenco do cruzeiro.

Mas isso não significa nada, a bem da verdade. As principais metas deverão ser Copa do Brasil e campeonato brasileiro e para disputar as duas competições, o time ainda é mediano, se analisarmos com um olhar otimista.

A disputa regional deverá servir apenas como preparação. E nesta preparação, já deveriam ser parte integrante do plantel as contratações de um goleiro, um lateral esquerdo, um meia pensador e um atacante.

Mas fazer o que, se Eduardo “Turtle” Maluf, picado pela mosca Tze Tze, não consegue acordar de seu estado de eterna letargia?

A característica da escalação e as contratações feitas sinalizam a priorização de um jogo fluído, rápido. E principalmente rasteiro, dado a altura dos jogadores. Na minha opinião, isso é bom.

Apenas como argumento _ pois os tempos eram outros e não tinham a exigência física que se tem hoje _ o melhor time de todos os tempos do Galo foi o de 1977. Jogava que nem uma poderosa máquina azeitada. E era uma equipe de baixinhos. Márcio Paulada, zagueiro, não chegava a 1,80 m. Talvez os maiores fossem Vantuir e Cerezo, que não eram tão altos assim.

No jogo deste domingo, Danilinho, suspenso, será substituído por Guilherme, que até hoje não disse a que veio. Eu estou curioso para ver Danilinho jogar e considero uma pena a sua ausência. Com ele em campo, além da velocidade tão valorizada nesse momento, o time seria mais agudo em direção ao gol.

De todo modo, vamos torcer para que o Galo faça uma boa partida e colete os primeiros 3 pontos para a sacolinha.

Vamos pra cima deles, Galo!

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Publicado por em 28/01/2012 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 1 CORITIBA – 2ª DIVISÃO É A PQP!

O Coritiba nunca foi, historicamente, um dos adversários mais difíceis do Atlético e ontem não foi diferente. Eu esperava mais do time de Marcelo Oliveira, uma vez que ele vinha de resultados espetaculares fora de casa e a vitória o lançaria no meio dos que brigam por Libertadores. Portanto, era uma decisão para eles também.

Considerando sua tradição modesta, a equipe sulista faz uma campanha para lá de ótima.

Só que topou com um Galo empolgado e disposto a mandar a segunda divisão pra puta que pariu!

Não foi o Coritiba que jogou mal. Foi o Atlético que fechou todas as portas para o ataque mais positivo do campeonato brasileiro.

Cuca congestionou o meio, Pierre Cão Raivoso (outra fantástica atuação) teve a companhia mais constante de Felippe Soutto nos combates e até os atacantes voltavam para trás da linha da bola.

E, na retomada, a velocidade e o gás inesgotável de Bernard tratavam de configurar contra-ataques mortais e estabelecer quem é o lobo alfa na Arena do Jacaré.

O Coritiba tentou jogar e só conseguiu depois do gol de Berola, que permanece entortando os zagueiros. É o único jogador imprevisível do elenco e por isso mesmo, fundamental para destruir as defesas.

O time atleticano tem um grave defeito: quando assinala um gol, fica nervoso em campo e se retrai, mesmo que contrarie as ordens do treinador. E se retraindo, chama o oponente para o seu campo.

Exatamente quando o Coritiba mais pressionava, Leonardo Silva arrancou e chutou torto. Mas a sorte, matreira e dengosa, desta vez mudou de lado. A bola resvalou no zagueiro, enganou o goleiro e foi morrer no fundo das redes alviverdes.

Era o que faltava para o Galo retomar o controle da partida. Mesmo depois do gol sofrido no final, o time se mostrou maduro o suficiente para manter o placar, a distância do Z-4 e praticamente selar a sua permanência na série A.

A equipe, como um todo, se apresentou muito bem. Mas determinante mesmo para a vitória foi a garra, o sangue nos olhos dos jogadores e a plena consciência de que era a partida das suas vidas. Isso fez toda a diferença para dois times com objetivos distintos, mas igualmente importantes.

Quando se vê o Atlético jogando desta forma, é inevitável se perguntar porque, diabos, não atuou assim desde o início do campeonato.

Esperamos agora que a diretoria modorrenta, preguiçosa e incompetente se movimente para, sem barcas de saídas e de chegadas, reforce o time pontualmente para lutar por títulos e não ficar eternamente fugindo de rebaixamentos.

Não quero nunca mais comemorar fuga de segunda divisão! Isso é coisa para time pequeno!

Está me ouvindo, senhor Alexandre Kalil?

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Publicado por em 18/11/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 0 GRÊMIO – UMA LUZ JÁ ILUMINA O GALO!

Uma luz abençoada já ilumina e beija o escudo do Galo no horizonte!

A segunda divisão está cada vez mais distante de uma equipe raçuda e disposta a pulverizar qualquer possibilidade de descenso.

Cuca, que ajustou a defesa antes de qualquer outro setor no time, tem os maiores méritos no renascimento de um Atlético que, se não joga um futebol maravilhoso, pelo menos deixa sangue, suor e lágrimas no campo de batalha.

Já são 3 vitórias seguidas. E a mais difícil foi contra o Grêmio, que vestiu azul e com o azul foi defenestrado na Arena do Jacaré. Na próxima, garanto que eles escolherão outra cor.

O clube gaúcho sempre foi uma equipe enjoada para se jogar contra. São fortes defensivamente e, quando detêm a posse de bola, trocam passes em direção ao gol. Não ficam penteando a bola no meio de campo.

Mas o Galo, empurrado por mais de dezessete mil torcedores, não tomou conhecimento e agrediu o tempo todo. Hoje o Atlético pode se mandar para o ataque com mais tranquilidade que antes.

Porque? A explicação chama-se PIERRE! Este jogador é um verdadeiro pittbull, daqueles com sangue nos olhos e a baba escorrendo espumante pelos cantos da boca. O adversário, só de olhar, treme dentro das calças… ou do calção!

Desde que chegou, a defesa adquiriu consistência e reduziu substancialmente o número de gols tomados. Triguinho, em um posionamento de 3º zagueiro criado por Cuca, consolidou ainda mais o setor. Hoje é a melhor defesa do Brasil, sem dúvida nenhuma. Tanto que é a menos vazada do returno.

O Galo vencia por 1 a 0, quando, aos 7 minutos do segundo tempo, Neto Berola foi expulso por uma jogada que nem falta foi. Vencemos, tudo bem, mas não podemos esquecer o quanto Wilson Luiz Seneme tentou sabotar a vitória.

Inverteu inúmeras faltas no meio, irritou os jogadores do Galo, expulsou Berola injustamente, etc. etc. etc. É bom que o movimento #DeOlhonoApito não o perca de vista. Juizinho ordinário!

Quando o Grêmio dominava as ações e as coisas ficavam pretas para o nosso lado, eis que Marquinhos Cambalhota mata a bola na entrada da grande área _ em sua primeira participação no jogo _ e dispara um torpedo que Vítor nem viu onde entrou. E nem dois goleiros veriam.

O cara que, durante quase o ano inteiro, armou acampamento no Departamento Médico do Galo, surpreendentemente entrou e resolveu o problema. Matou o jogo e coletou mais 3 pontos para a nossa sacolinha.

Benditos 3 pontos que trazem consigo um alívio enorme para a nação alvinegra. Até poucas semanas atrás, a situação era catastrófica. A esperança havia se despedido de forma melancólica.

Mas voltou com força! Se o time permanecer com essa pegada e a disposição de atropelar, como ontem aconteceu, ouso dizer que será duro para os futuros adversários ganharem do Galo!

E agora só faltam 3 pontos para garantir um 2012 totalmente diferente de 2011. O senhor Alexandre Kalil está me ouvindo? Podemos aspirar a algo mais do que ficar, outra vez, lutando pra não cair, senhor presidente?

Pierre será o único jogador em destaque nesta crônica porque não quero ser injusto com os outros. Na minha visão, todos jogaram muito bem, todos suaram em busca do triunfo. Nova menção especial a Renan Ribeiro, que salvou o Atlético com uma defesaça ao final do jogo. O garoto está se recuperando, agora tenho certeza.

E que venha o Figueirense. Finalmente, voltei a torcer para o Galo jogar!

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Publicado por em 06/11/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 1 PALMEIRAS. UFAAA!

Desse jeito, não há coração que aguente!

Tudo bem vencer um jogo duro e passar sufoco no final. Mas contra 9, poxa?

É brincar demais com a capacidade do atleticano de respirar! Juro que às vezes penso que a nossa expectativa de vida é muito menor que a oficial. E, a cada partida parecida com esta, vai se reduzindo ainda mais.

Os momentos de instabilidade da equipe teimam em aparecer em todas as partidas e são exatamente o que nos tira a confiança acerca de seu destino. Ainda não dá para cravar que o Galo escapou.

Enfrentando um Palmeiras com 9 jogadores a partir dos 30 minutos do segundo tempo, podia-se pensar em tudo de bom. Pensar, por exemplo, em um jogo mais tranquilo, em um placar elástico, em manter a posse de bola e deixar o tempo passar…

O nosso futuro correu pelo campo, representado por nossas crianças alvinegras!

Em tudo, menos intuir o que aconteceu de verdade.

Nos 15 minutos finais (ou 18, com a prorrogação), a impressão era que o Palmeiras jogava contra um time com menos dois jogadores!

Pois o jogo mudou da água para o vinho… ou do vinho para a água, sei lá eu. Levamos um gol e quase sofremos o empate.

Tudo isso porque, ao invés de partir para cima de um time já moribundo naquela altura, os atletas alvinegros entenderam que o jogo já estava ganho. E todo mundo parou de jogar!

Ora, ora, isso é futebol e como tal, é totalmente imprevisível. Quase que jogamos fora 3 preciosos pontos ao fazer uma leitura equivocada da situação.

Enfim, apesar de todo o sofrimento, nos afastamos um pouquinho da zona de rebaixamento com um fim de semana perfeito para o Atlético.

Todos os concorrentes que frequentam a região do inferno perderam.

Para assegurar a permanência na série A, o Atlético necessita de mais 9 pontos. Alguns matemáticos dizem que bastam mais 7, por causa dos confrontos diretos entre os times sob risco.

De todo modo, a raça demonstrada ontem tem de persistir. Se não possuem qualidade _ e poucos no time a têm _ os jogadores devem compensar com a garra que sempre caracterizou as equipes do Clube Atlético Mineiro.

Pierre valeu o pagamento da multa, pois jogou muito. Réver também foi um monstro, mas Bernard foi o dono do jogo, na opinião deste blogueiro. Menção especial para Renan Ribeiro, em uma ótima tarde/noite, fazendo o que não fazia antes: defesas difíceis!

Mas não posso, por um jogo apenas, endeusar um goleiro que já jogou no lixo dezenas de resultados por conta de falhas ridículas. O que me resta é torcer para que a atuação deste domingo se repita sempre. E só!

E vamos sacramentar a reação, Galo!

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Publicado por em 31/10/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 1 SANTOS. REAÇÃO OU FOGO DE PALHA?

Uma vitória suada e sofrida, como sempre são as vitórias do Clube Atlético Mineiro.

Quando teremos um bom resultado sem botar os bofes pra fora e ver o coração sair quicando pela sala?

A partida de ontem foi vencida na base da raça e muita correria. Para alguns, um jogo feio. Para mim, uma clara evolução da equipe em termos de ocupação de espaços e retomada de bola.

Eu não sei se o Atlético vai ou não escapar da degola. Mas depois deste jogo, quando constatei uma importante mudança de postura da equipe, a esperança de permanência na 1ª divisão retorna.

Devagarinho e com uma certa timidez, é verdade, mas retorna.

Entretanto, há um caminho muito difícil pela frente. Daqui em diante, não podemos abdicar nem um segundo do jogo coletivo e da raça demonstrados ontem. Se isso não acontecer, o caldo entorna de vez.

Mas vejo sintomas positivos que permitem acreditar numa continuidade.

RÉVER voltou a jogar aquele futebol vistoso de outrora, além de incutir garra e disposição no restante da equipe. Contra o Santos, sua presença foi fundamental. Os 26 mil reais gastos no fretamento do avião (no retorno do México) valeram cada tostão.

PIERRE é um verdadeiro cão de guarda à frente da zaga, e ninguém se cria por ali, pois o pau canta bonito no ritmo do rap atrevido do Alcino Neto. Encaixou-se como uma luva no esquema e principalmente no espírito do Clube Atlético Mineiro. Dá a impressão de estar aqui desde garoto.

CARLOS CÉSAR chegou num dia e jogou no outro. Não necessitou de 2 meses para entrar em forma. E, a cada dia que passa, se firma na problemática lateral direita do Galo. Aproveitando a cobertura de Pierre e Fillipe Soutto, se deslocou por todos os lados do campo, dinamizando e fazendo fluir jogadas que não existiam antes.

Lembro-me das cornetadas (algumas cruéis) que pintaram no twitter quando Carlos César chegou, certamente porque ninguém o conhecia. Tem muitos torcedores que só aplaudem contratações de grandes nomes.

Assim como grandes nomes são André e Guilherme. Não jogaram sequer um centavo de futebol decente em comparação com a fortuna investida em suas contratações. Até agora, dinheiro jogado no lixo, sem retorno algum!

Enfim, foi uma vitória justa e sadia. Outros se destacaram, como FILIPPE SOUTO e BERNARD, que ainda se tornarão ídolos do Galo, se não sairem muito cedo.

O Atlético se tornou uma equipe mais consistente do meio para trás. Porém, continuamos com aquele ponto nevrálgico pulsando e incomodando. E essa dor chama-se ataque inoperante, que erra quase tudo que tenta.

Para terminar, pergunto-me a todo momento: não seria conveniente convidar novamente o Marques para estar junto ao time?

Teria sido o Messias uma das causas dessa mudança tão significativa na postura da equipe?

E, a cada vez que penso nisso, mais me convenço que o baixinho difundiu partículas de caráter, honradez e amor ao clube ali pelos lados de Vespasiano. Será?

O que você acha disso, caro amigo do L&N?

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Publicado por em 14/10/2011 em Uncategorized

 

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