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NÓS TEMOS ESTÁDIO!!

Como o dr. Jarbas Lacerda já tinha antecipado no L&N e em seu twitter (em um show de conhecimento de leis), o contrato entre BWA e Atlético é absolutamente legal aos olhos da Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais, ao contrário do que pregaram apresentadores de programas azuis e outros da imprensa tendenciosa deste Estado, que vomitaram uma sequência de besteiras ANTES de conhecerem o assunto a fundo.

Depois de uma reunião, ocorrida hoje entre representantes de América, Atlético, cruzeiro, Secopa, Arena Independência (BWA), Ministério Público e Advocacia-Geral do Estado, o contrato recebeu a chancela de “TUDO OK”.

Algumas palavras serão alteradas _ naquelas cláusulas que permitiam interpretar que o Atlético participaria da administração do estádio _ para que não gerem dúvidas no futuro. Simples questão de semântica. Uns dizem as coisas de um jeito, outros de outro.

O conteúdo do contrato e seus objetivos, apesar de algumas mudanças de redação, serão inteiramente preservados. Aqueles que quiserem se atualizar a respeito, leiam, por favor, os posts (abaixo), onde o dr. Jarbas Lacerda disseca os parágrafos importantes.

No meio da reunião, em sinal de desagrado, o presidente do cruzeiro e seu staff abandonaram-na, saindo pela porta dos fundos sem conceder entrevistas e com o rabo entre as pernas. O sofrimento azulado sempre me deu prazer e se isso me torna um sádico, então, eu sou sim um sádico!! Com muito orgulho, diga-se de passagem.

Após a chancela de legalidade, Alexandre Kalil, o arquiteto do pulo do gato, disse o seguinte:

“Nós nunca fizemos nada de orelhada. Vamos fazer mudanças, mas que não alteram em nada o acordo comercial, são palavras. Os direitos do América estão preservados. O Atlético fez um bom negócio e estou satisfeito de ter feito um bom negócio para que o Atlético tenha mais dinheiro, seja mais rentável, mais competitivo. Agora, o torcedor do Atlético tem um lugar fixo para frequentar, está tudo certinho, tudo tranquilo, por isso ficamos horas e horas debatendo o assunto, que é comercial. Em momento algum o Atlético quis tomar o estádio do América, até porque o América tem 5% da receita bruta. A BWA tem 45% e o Atlético, 45% (da receita líquida)

A parte comercial do Atlético ficou intocada. O Atlético tem 45% de tudo que for explorado no estádio. São palavras que vão mudar. O Atlético não administra nada, só vai pôr uma consultoria para tratar do direito comercial e acho que fizemos um bom negócio, demos um passo à frente, e o Atlético está muito satisfeito com tudo que fez, e tinha certeza do resultado dessa reunião. Não fazemos nada de orelhada, só fizemos em silêncio. Eu estou preocupado em preservar o que o edital manda.

Ninguém vai explorar cruzeiro, não vai fazer nada com o cruzeiro. O cruzeiro vai lá, vai jogar, vai ter seu ingresso preservado, seu sócio-torcedor, mas tudo que for explorado, bar, nome, vai ser 45% do Atlético e ponto final.”

Portanto, atleticanos de todas as nações, de todas as raças e credos, de todas as partes desse Brasil varonil, UM DOS NOSSOS SONHOS MAIS ANSIADOS SE REALIZOU:

NÓS TEMOS ESTÁDIO!!!

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Publicado por em 24/02/2012 em Uncategorized

 

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O QUE PENSA DUDU CEARENSE.

O que se passou na cabeça de Dudu Cearense quando, em uma jogada isolada no treino, disparou a aplicar pontapés em Leandro Donizeti?

Sim, não foi uma entrada dura na bola ou na canela que pudesse ser chamado de combate desleal, mas que, no fundo, tivesse o benefício da dúvida. Nada disso.

Foi uma sequência de pontapés desferidos acima da linha do joelho, quando a bola não era mais alvo de disputa.

Golpes que seriam muito bem vindos no UFC de Dana White, não em treinos de times profissionais.

Repito: qual pensamento maquiavélico se apossou de Dudu Cearense naquele momento?

“Opa, agora eu pego esse cara que me tomou a posição!” Epa, aí você erra a suposição, Cearense, pois Leandro Donizeti tomou a vaga que era de Fillipe Soutto, não sua.

“Vou ensinar a esse jogador não disputar a bola com tanta gana. Afinal, isso aqui é só um treino!” Pois fique você sabendo, Dudu Cearense, que se tivéssemos 11 como ele, que treinam como jogam, não estaríamos há 2 anos lutando para não cair.

“Porra, que cotovelada foi essa? Vou pro revide!” Se você analisar o lance friamente, Leandro Donizeti protegeu a bola de forma firme, exatamente como ele faz nos jogos. Mas não houve nem sombra de cotovelada.

Na minha opinião, Dudu Cearense está desgastado na reserva e sem chances, a curto prazo, de assumir a posição. E se julga com capacidade para ser titular, pois, afinal, é um atleta de nome, já esteve até na seleção brasileira, já jogou na Europa… etc e tal.

Porém, nas vezes em que entrou, não rendeu nem 10% daquele futebol de explosão, vigoroso e objetivo que possuía antes. Não passou nem perto.

De duas, uma: ou quer impor uma escalação goela abaixo ou pretende forçar uma saída do clube.

Se for a 1ª opção, sem chance.

Se for a 2ª, talvez seja a exata interpretação do que pensa 90% da torcida, que sabe mais do histórico de Dudu Cearense como assíduo chinelinho do DM do que como um produtivo jogador de futebol.

Talvez seja a hora de defenestrar mais um repatriado que só comeu e bebeu no SPA.

Mas, por favor, sem perder dinheiro. Que joguem duro e não repitam o caso Diego Souza. Chega de queimar milhões de euros a toda hora!

Colabore com a sua opinião, caro leitor do L&N.

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Vejam as imagens e tirem suas próprias conclusões:

 
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Publicado por em 23/02/2012 em Uncategorized

 

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AMÉRICA-TO 1 X 2 ATLÉTICO – MELHORANDO AOS POUCOS.

“Não dá pra saber se um time é realmente bom disputando o campeonato mineiro. Mas dá pra saber quando ele é ruim!” Frase do Zeca, do Galocast, ontem, no twitter.

Concordo plenamente com essa definição. E seguindo por essa linha, o jogo de ontem não oferece dados suficientes para que eu possa avaliar a equipe atleticana.

Só sei que não é ruim. Em compensação, eu não sei se é boa. O adversário foi extremamente limitado, embora tenha dado um trabalho danado.

Porém, algumas considerações saltam aos olhos:

1 – O sistema defensivo está muito mais consistente com a presença de dois cães de guarda vigiando a cabeça de área. Além de marcarem, Pierre e Leandro Donizeti se revezam no apoio ao ataque. Donizeti, por exemplo, foi o cara que mais fez lançamentos corretos durante o jogo.

2 – Apesar de a zaga americana falhar constantemente, Fábio Noronha fez defesas espetaculares. Estava sempre bem posicionado e atento. Bastou a nossa zaga falhar para Renan Ribeiro, mal colocado, levar o gol. E, pelo que deduzo da reação da torcida, a culpa não é dele. É da zaga. A culpa nunca é dele.

Desde os tempos de jogador, aprendi que um bom goleiro é aquele que corrige erros da zaga, que em algum momento, falhará, com certeza. São nessas horas que o goleiro vai lá e conserta tudo. Mas isso é utopia em nossa equipe. Uma quimera distante demais da realidade.

3 – Tendo um sistema defensivo sólido, o time atacou sem medo. Às vezes, com 7 jogadores rondando a área americana. E foi aí que apareceu o jogo técnico e de toques rápidos de Escudero. Apesar de perder gols em profusão, o gringo foi utilíssimo para o time. E volta constantemente para recompor o meio. Cada vez mais, me convenço que a sua contratação foi excelente.

4 – Dos jogadores mais avançados, Danilinho foi o que destoou em meio aos baixinhos rápidos e de toques de primeira. Ainda está com a musculatura travada. Ainda não fazem 3 meses que ele participou da final do campeonato mexicano e foi o melhor em campo. Portanto, não é decadência técnica. Na minha opinião, é puramente físico.

5 – Richarlyson é um arremedo de jogador de futebol. Não sabe cruzar, erra passes ridículos, não ataca, não defende… e ainda perde penalti. Pior não foi perder o penalti, foi desperdiçar o rebote com o gol escancarado à sua frente. Está difícil entender porque Triguinho não joga.

6 – Por fim, destaco as atuações de Pierre, Leandro Donizeti, Escudero e André. E gostei de ver Guilherme e Mancini voltando nitidamente mais magros. É sinal de que resolveram focar a Cidade do Galo como centro de treinamento e não como um SPA.

Não é o time dos nossos sonhos. Na minha opinião, falta ser reforçado no gol, na lateral esquerda e falta um meia de ligação. Talvez um atacante viesse a calhar. Mas, sem dúvida, é uma equipe que parece ser melhor que a do ano passado.

Torçamos por isso!

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Vejam os gols da partida:

 
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Publicado por em 06/02/2012 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 0 BOA ESPORTE – DEU PRO GASTO.

Para um início de temporada, com os jogadores sem ritmo de jogo, fisicamente muito abaixo do ideal e um entrosamento ainda embrionário, até que o Atlético não foi tão mal assim.

Assistimos jogadas interessantes em meio a outras pífias. A equipe não jogou bem, é verdade, mas perna pesada e panturrilha endurecida são talvez maior obstáculo do que o próprio adversário, mesmo que este também esteja retomando as atividades.

Em termos de proposta tática, a entrada de Leandro Donizeti no lugar do bom Fillipe Souto aumentou o poder de pegada e compactou o meio e, de certa forma, blindou a defesa de forma mais sólida.

Perde um pouco de qualidade na saída de bola, mas assegura a um time apenas modesto uma maior consistência defensiva. Se tivéssemos um timaço exuberante, uma equipe tecnicamente confiável _ que retém a bola em seus pés e comanda as ações em campo  _ eu seria o primeiro a clamar por Soutto no meio.

Mas não é o que acontece. E se a nossa realidade é esta, tem mais que continuar com Donizeti, infinitamente mais marcador que Soutto. Este acabará cavando um lugar mais à frente, onde poderá desenvolver o seu toque de bola de pouca marcação.

A intenção de Cuca de reforçar a cabeça de área para suportar os avanços dos alas _ fora possibilitar aos meias encostarem no ataque _ às vezes dava certo e em outras não.

Em relação aos laterais, Carlos César soube usufruir da boa retaguarda e rendeu bem, inclusive dando o passe para o primeiro gol. Ao contrário, na esquerda, Richarlyson só faz reconfirmar as suas limitações. Em alguns momentos da partida, simplesmente não defende e nem ataca. A sua manutenção é algo surreal, tipo uma pintura de Salvador Dali.

Quanto aos meias, gostei da atuação de Escudero, que se lança ofensivamente, mas volta rapidinho para recompor o meio. O gringo vai ajudar muito a equipe na temporada.

Em termos práticos, uma boa vitória, sem dúvida. Mas, ficou bem nítida a necessidade de qualificar o grupo para objetivos mais expressivos.

Se é só para ganhar o título mineiro, ótimo. Pelo preguiçoso ritmo de atuação da nossa diretoria, parece ser essa a principal meta para 2012.

Mas se, ao contrário, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro estiverem na pauta de conquistas, há de se pensar grande agora. NÃO DEPOIS…

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ASSISTA AOS MELHORES MOMENTOS DA PARTIDA.

 
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Publicado por em 29/01/2012 em Uncategorized

 

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6.000 CEGOS NO INDEPENDÊNCIA E ALGUNS BURROS NOS GABINETES

Não bastou o governo mineiro efetuar reformas nos dois estádios AO MESMO TEMPO e, com essa atitude imbecil, ter empurrado os clubes da capital para o desconforto da Arena do Jacaré, Ipatingão e Parque do Sabiá, provocando graves prejuízos financeiros.

Agora o Independência, depois de um monumental atraso da obra, será entregue em péssimas condições de visibilidade.

E parece que os políticos, que se importam com aumentos abusivos de 62% em seus próprios salários, estão pouco ligando para o consumidor que frequenta estádios.

Senão, vejamos o que o sr. Sérgio Barroso, secretário extraordinário da Copa do Mundo em Belo Horizonte, disse a respeito do Independência:

“Talvez, em algum ponto, dentro daqueles seis mil assentos, tenha a visibilidade um pouco prejudicada, mas esse é um ponto que estamos discutindo há um tempo e estamos buscando alternativas. No momento, vamos manter a situação como está, porque é uma arquibancada totalmente segura e SÃO SOMENTE SEIS MIL ASSENTOS QUE TÊM ESSA CONDIÇÃO (de pouca ou nenhuma visibilidade). Vamos inaugurar o estádio com as grades, porque estamos privilegiando a segurança dos torcedores”.

Quer dizer então que os engenheiros portugueses… ops… brasileiros, ou pior, mineiros, não foram capazes de privilegiar simultâneamente segurança, visibilidade e conforto? Seria uma nova doença denominada “Déficit de Coordenação Motora nos Neurônios”?

Como eu posso chamar isso, sr. secretário? De total incompetência profissional ou simples desprezo às necessidades do consumidor?

Essa atitude irresponsável não poderia receber o nome “honroso” de falcatrua? Um estelionato aplicado em cima da massa apaixonada por futebol, que comprará um produto dito perfeito e receberá outro deteriorado?

Na visão de nossos políticos, não. Está tudo certo. O sr. Sérgio Barroso mesmo disse que a pouca visibilidade do estádio atingirá “somente 6 mil pessoas”! SOMENTE? ENDOIDOU?

O senhor não sabe fazer contas não, senhor secretário? Seis mil pessoas equivalem a nada mais, nada menos do que 24% do total da capacidade do Independência, seu mané!!

1/4 do público só verá grades e barras de ferro à sua frente!!

ISSO É UMA VERGONHA!

Sugiro desde já ao Ministério Público, que existe para defender o povo, que proíba a abertura do Independência sem a correção desse erro crasso de engenharia ou seja lá o que for!

Cadê os vereadores e deputados estaduais que não aparecem para botar a boca no trombone e mobilizar a opinião pública em favor de uma causa que tem de ser de todos?

CADÊ VOCÊS? Sumiram?

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Publicado por em 25/01/2012 em Uncategorized

 

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NÃO VAI MUDAR!

O atleticano sofre quando o time faz uma campanha ridícula ou leva uma cacetada de 6 a 1 do maior rival. E, morrendo de vergonha, não pode nem enfiar a cabeça num buraco e desaparecer, porque, afinal,  a vida continua.

Como se não bastasse, ele, o atleticano, sofre também com a série interminável de desacertos que brotam como vermes na sede de Lourdes.

Um diretor de futebol que tem a desatinada coragem _ ou total falta de senso crítico _ de dizer que o time está pronto, que não precisa de mais reforços (indo contra a própria argumentação do treinador que os pede) é, no mínimo, um fanfarrão irresponsável.

Desde que essa draga aportou na Cidade do Galo, só fizemos fugir da segunda divisão. Não acertou nada, absolutamente nada!

A cereja (ou seja lá o que for que o leitor imagine que seja) do bolo, foi a contratação do “fenômeno” do Japão, Marquinhos Cambalhota.

E de lá para cá, dormiu no ponto nas contratações que exigiam disputa com outros clubes e só contratou quem estava pedindo pelo amor de Deus para vir ao Galo.

Escudero, que não está incluído nesse grupo, só veio porque não tinha um mísero clube lutando por seu passe. Se tivesse, meu amigo, adeus Escudero.

Então, um cara que há dois anos só faz m… no Atlético, tem moral para dizer que não precisamos de reforços, além dos que já chegaram? Em que ele se apoia para dizer isso? Na base que permaneceu no CT?

Caro senhor Maluf, essa base é a mesma que foi 15ª colocada no campeonato nacional e é o mesmo plantel que levou uma goleada histórica do nosso rival. Já esqueceu, seu incompetente? Foi você que os contratou!

Eu, do mesmo jeito que 99% da torcida atleticana, sempre me lembrarei daquele vexame. Maluf, ao contrário, porque não é alvinegro, não sofre na pele as consequências de seus erros na condução do futebol. O mais difícil para ele é contar o gordo salário que recebe todo santo mês.

Salário este oneroso demais se comparado à sua produtividade. O seu custo X benefício já bateu no vermelho! Em qualquer empresa, já teria sido demitido desde o final de 2010!

Culpa absoluta de Alexandre Kalil. A manutenção de Eduardo Maluf é de sua inteira responsabilidade e tenho a mais absoluta certeza que o apoia incondicionalmente, por mais absurdo que isso possa parecer. Por isso, já não espero nada de bom dessa dupla.

Chega de ficar calado esperando alguma coisa mudar. NÃO VAI MUDAR!

Mas se não mudam o rumo por lá, nós botamos a boca no trombone por aqui. INCANSAVELMENTE!

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Publicado por em 19/01/2012 em Uncategorized

 

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ENTREVISTANDO DIMARA OLIVEIRA.

O blog Lances & Nuances novamente entrevista um profissional formador de opinião. Desta vez, Dimara Oliveira, jornalista esportiva da TV Alterosa, emissora mineira que cobre o futebol da nossa terra. Ela, como sempre muito educada e atenciosa, dispôs-se a falar com os alvinegros.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances – Prezada Dimara, pode-se dizer que você é um dos destaques televisivos da imprensa esportiva mineira. Permita à imensa torcida atleticana conhecê-la melhor, contando o desenrolar de sua carreira.

Dimara Oliveira – Obrigada pelo carinho. Minha primeira opção era a medicina, fiz “patologia clínica”, depois a opção foi pelo “direito” pela tradição da família e só depois optei pelo jornalismo. Era muito nova, tinha 17 anos quando iniciei o curso de comunicação.
Fui direto para a Band ainda como estagiária e depois acabei ganhando a vaga de repórter. Rapidamente passei a fazer também a rede nacional, além do Minas Esporte.
Tudo começou cedo na minha vida. Fiquei na Band até 99, quando fui para a assessoria de imprensa do Cruzeiro, onde fiquei até 2004. Retornei à Band em 2004, já como editora chefe de esportes da emissora.

L&N – Cada pessoa, seja ela jornalista ou não, tem o seu time de coração. O L&N não tem nada contra isso, uma vez que é um direito do cidadão de qualquer profissão. O que pedimos é imparcialidade no tratamento dado aos clubes. Você crê que a imprensa mineira é imparcial?

Dimara – Quem me conhece sabe que acho que qualquer tipo de análise, pré- julgamento não é justo. Posso falar apenas por eu mesma. Não tive criação em BH, toda a minha relação é com São Paulo, por ter sido criada no sul de Minas. Aprendi, mas não sou muito ligada a essa rivalidade absoluta de Atlético e Cruzeiro. Procuro em tudo que faço, ser jornalista que é o meu orgulho.

L&N – Para qual time você torce?

Dimara – Aprendi ao longo da carreira a torcer por bons trabalhos, pelos amigos que fiz ao longo da carreira. Graças a Deus tenho amigos espalhados pelo futebol mundial. Gosto sempre do bom trabalho e do bom futebol.

L&N – Todos sabemos que a campanha realizada pelo Atlético em 2011 foi ridícula e cobriu de vergonha os atleticanos espalhados por esse Brasil afora. Por isso mesmo, só podemos deduzir que temos um time fraco e inoperante, principalmente nos jogos fora de casa. Para que esta situação seja mudada de uma vez por todas, quais os setores (dentro e fora de campo) que precisam de reforços, na sua opinião?

Dimara – Acho que o Atlético tem em sua retaguarda bons profissionais! Já disse em outras oportunidades que Dorival Júnior “não fez bem” ao Atlético, na questão física (grupo de profissionais seus), técnica e em algumas decisões tomadas até pela questão do Diego Souza. Não sou “corneta” nunca fui, gosto do trabalho do Cuca e acredito que ele vai encontrar o caminho.

L&N – Caso você fosse treinadora do Atlético, pediria à diretoria a contratação de um goleiro?

Dimara – No caso específico do goleiro e sem “cornetar” [risos] acho que o Renan tem um potencial muito bom, mas não tem conseguido mostrar, e não é possível esperar tanto assim. Eu pediria sim, um goleiro mais experiente

L&N – Guilherme saiu do Cruzeiro, onde você trabalhou por algum tempo. Certamente o conhece mais do que nós, atleticanos. O que houve com o rapaz, que não conseguiu repetir no Galo as atuações que o consagraram no time do outro lado da lagoa?

Dimara – Se soubesse a resposta já teria dito e tentado ajudar [risos]. Olha só, pela própria situação que o Atlético viveu  no ano passado, todos que chegavam, carregavam uma responsabilidade muito grande de ter que mudar toda uma história. Acho que existe a questão da avaliação do perfil do jogador, onde ele pode render mais e tudo isso teve o seu “peso”.

L&N – Quais as suas expectativas em relação ao desempenho do Galo em 2012, sabendo que algumas contratações já foram feitas e que não se repetiu o festival de barcas de 2011? Ainda falta gente para chegar?

Dimara – O Atlético acabou este ano mantendo uma base. Tenho expectativas muito boas com garotos como o Fillipe Soutto, o Bernard e o próprio André. Essa retomada de jogadores feitos em casa pode dar uma outra conotação ao time. O que vai acontecer, qualquer exercício nesse momento é “futurologia”.

L&N – A ponta do iceberg da corrupção na arbitragem brasileira acaba de emergir no caso do juiz Gutemberg de Paula contra o Sérgio Correa, da CBF. O L&N acredita que tem muita sujeira debaixo desse tapete. Qual a sua opinião a respeito?

Dimara – Acho que entra ano, sai ano. Entra campeonato e sai campeonato. Todos reclamam da mesma forma. As situações devem ser apuradas e acho que falta vontade nisso.

L&N – A torcida atleticana admira muito o seu trabalho, Dimara. Sendo assim, qual a sua mensagem para a nação alvinegra?

Dimara – Agradecer sempre o carinho e o respeito pelo meu trabalho de todos os atleticanos e dizer que a cada matéria, a cada divulgação de notícia que faço do Galo, procuro ser o mais “clara” possível para que todos possam ter sempre a boa informação.

A sua entrevista honrou este espaço e a nação atleticana, Dimara. Muito obrigado.

Para seguir a entrevistada, clique aqui.

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Publicado por em 17/01/2012 em Uncategorized

 

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ENTREVISTANDO LEONARDO BERTOZZI, DA ESPN BRASIL

O L&N volta a entrevistar um dos grandes. Na opinião deste blogueiro, Leonardo Bertozzi, comentarista esportivo da ESPN Brasil, é um dos que possuem maior capacidade de leitura do jogo e suas nuances táticas. Ao analisar a mesma partida que assistimos, Bertozzi  sempre acrescenta (ou informa) algo que não captamos. No meu entender, é uma de suas maiores virtudes.

Ele arrumou um tempo e  gentilmente se prontificou a conversar com a nação atleticana.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances -  Bertozzi, sabemos que a sua origem vem das alterosas, e como todo bom mineiro, vai sobressaindo gradualmente em uma das redes esportivas de maior sucesso no mundo, a ESPN. Hoje, você é parte integrante da grade em programas importantes. Conte para os atleticanos um pouco de sua trajetória profissional e de como você saiu das nossas Minas Gerais para enfrentar o “mundo lá fora”.

Leonardo Bertozzi – Comecei minha carreira ainda durante a faculdade. Trabalhei para o site FutBrasil, inicialmente como repórter, e depois como editor. Simultaneamente, fazia o trabalho voluntário com a NetGalo, que tocava o site oficial do Atlético. Participei de algumas iniciativas pioneiras, como a narração online de jogos do Galo direto do estádio, algo que fizemos em toda a campanha do Brasileiro de 1999. Depois de formado, mudei-me para São Paulo, e após algumas experiências fora da área, iniciei o site FutebolEuropeu.com.br, em 2004, que me deu projeção para trabalhar em veículos importantes. Fui repórter da revista Trivela e editor do site, comentei jogos no BandSports e no FX. Desde 2009 faço parte da equipe dos canais ESPN de rádio, televisão e internet.

L&N – Você é um comentarista que costuma ler a partida de futebol de uma forma bastante realista. Você já atuou dentro das quatro linhas seriamente ou entende que isso não é básico para se construir um bom analista de TV ou rádio?

LB – Um bom comentarista político não precisa ter sido político, assim como um bom crítico de cinema não precisa ser cineasta. Evidentemente a experiência no campo agrega algo, mas não é o essencial. O necessário é estudar, ter conhecimento e se manter sempre atualizado. Um pecado de muitos ex-jogadores que passam a atuar como comentaristas é acreditar que a experiência pura e simples basta.

L&N – Nestes três anos de Alexandre Kalil no Galo, a torcida se frustrou de maneira absurda. O que era para ser a retomada das grandes campanhas de Elias Kalil (pai de Alexandre Kalil) ou mesmo de outras épocas, se transformou em choro e ranger de dentes, flertando com rebaixamentos e tomando goleadas vergonhosas. Na sua visão, quais foram os pecados principais que empurraram o Atlético para este festival de fracassos?

LB – O Atlético tem pecado pelo imediatismo na gestão do futebol. O primeiro ano da gestão Kalil foi positivo, com o time brigando pelo título brasileiro. Daí em diante, e a partir da contratação do Luxemburgo, a coisa foi de mal a pior. O principal equívoco é a contratação de jogadores por atacado, 20, 30 novos por ano. É impossível notar qualquer planejamento quando o time de junho não tem nada a ver com o de janeiro. Se o Atlético não adotar uma linha clara de raciocínio na montagem do elenco, fica difícil esperar alguma coisa.

O Atlético tem se estruturado bem fora das quatro linhas, mas há alguns fatores questionáveis, como abrir mão de um departamento de marketing. Se o marketing dá prejuízo, como alega o Kalil, é porque não é bem feito. O atleticano é apaixonado e pode contribuir muito como consumidor.

Ainda sobre o Alexandre, é necessário separar o torcedor apaixonado do administrador. Apesar de o torcedor se identificar quando ele “solta os cachorros” após um revés ou tira um sarro do rival após uma vitória, nem sempre estes comportamentos são bem recebidos dentro do ambiente.

L&N – A torcida do Atlético sempre foi fidelíssima e extremamente vibrante. Carregar o time nas costas faz parte da nossa história por anos a fio, inclusive em 2011. Mas, devido ao grande crescimento das redes sociais _ e, por consequência, maior comunicação entre os atleticanos _ percebe-se uma reação (crítica) importante de parte da torcida em relação aos anos seguidos de decepções, o que possibilita desembocar numa atitude mais fria (ou equidistante) em relação ao time. Quais as medidas que, na sua opinião, deveriam ser tomadas para restabelecer a sinergia de antigamente?

LB – Um período de vacas magras pode aproximar ainda mais o torcedor do time ou provocar nele uma certa indiferença. A primeira parte foi vista na época do rebaixamento. Talvez seja o momento da segunda parte. Mas acredito que a falta do Mineirão também seja um fator a não ser ignorado. Apesar do fenômeno das redes sociais, é mesmo no estádio onde essa proximidade se verifica.

L&N – Em 2011, contratamos, pelo menos no papel, um timaço. Dudu Cearense, Richarlyson, Mancini, Leonardo Silva, Magno Alves, Guilherme Santos, André, Guilherme… entre outros. No comando, Dorival Júnior. Mesmo assim, foi um filme de horror sem pipoca, com um final digno de enviar a platéia pro hospital com palpitações graves. Como você explica tal disparate em relação ao que poderia ser e ao que aconteceu de fato?

LB – O problema é justamente esse – separar o papel da realidade. Mancini, Guilherme, André, entre outros, eram jogadores encostados em seus clubes. Alguma razão havia. Quando você faz um investimento alto, tem de saber se é apenas no nome ou se a possibilidade de retorno existe de fato. Houve um tempo em que o jogador voltava mal do exterior e conseguia se refazer aqui. Hoje é cada vez mais difícil. Contratar muito nem sempre significa contratar bem.

L&N – Você acredita que no jogo contra o cruzeiro (os 6 a 1), os jogadores do Galo se envolveram em algo desonesto para salvar o rival?

LB – Apesar de não colocar a mão no fogo por nada no universo do futebol, seria leviano da minha parte fazer qualquer insinuação neste sentido. Entendo o desespero do torcedor, que podia viver seu momento de maior alegria em muito tempo, mas o jogador não pensa da mesma maneira. Deveria, mas não pensa. Na cabeça de muitos ali, a missão estava cumprida uma semana antes. Quando você entra em um jogo como este sem grandes motivações, contra um adversário que faz o jogo da vida, é possível que uma tragédia do tipo aconteça.

L&N – Kalil reeleito por mais 3 anos. Em seu primeiro mandato, o presidente alvinegro se notabilizou por atitudes arrogantes, declarações estapafúrdias, excelente trabalho (até onde podemos ver) na administração financeira do clube e uma péssima gestão do futebol. Para que tudo isso fique no passado, o que você acha que Kalil deve fazer para produzir um segundo mandato capaz de resgatar o prestígio do Clube Atlético Mineiro em termos nacionais?

LB – A hora é de arregaçar as mangas, trabalhar sério e acreditar em uma linha de planejamento. Manter técnico, elenco, apostar nos bons jovens e contratar apenas jogadores que cheguem para resolver. Com a volta do time a BH, um programa eficiente de sócio-torcedor também será bem-vindo.

L&N – Você é a favor da repatriação de Diego Tardelli?

LB – Depende das condições. Se for necessário um imenso sacrifício financeiro, não vale a pena, apesar de o jogador ser um ídolo e ser um destes que chegam para resolver. Em condições aceitáveis, vale a pena.

L&N – Caro Leonardo Bertozzi, para encerrar a entrevista, qual a sua mensagem para a nação atleticana, que admira muito o seu trabalho?

LB – Agradeço a todos que acompanham meu trabalho. Sei que muitos esperam que eu seja uma espécie de “embaixador” do Atlético na imprensa nacional. Não é exatamente o caso, mas sei que falo com propriedade do Galo quando me cabe. E foi uma satisfação grande poder cobrir vários jogos do Atlético pela TV e pela rádio desde a mudança para São Paulo. Espero que essas ocasiões se multipliquem e que novos encontros com a Massa aconteçam. Abraço a todos!

A sua presença honrou o L&N e a nação atleticana, Bertozzi. Muito obrigado.

Para seguir o entrevistado no twitter, clique aqui.

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Publicado por em 21/12/2011 em Uncategorized

 

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A ALMA DO GALO

Há alguns meses escrevi um texto para o L&N, no qual comentei que ainda não havíamos concluído um jogo que ocorreu há muitos anos. O tempo parece ter parado ali, naquela fatídica final de campeonato contra o São Paulo (campeonato brasileiro de 1977).

Aos que não se lembram _ ou os que talvez nem eram nascidos naquela época _ saibam que fomos vice-campeões invictos. Fizemos uma campanha memorável. Éramos, de longe, o melhor time do campeonato. E perdemos sem termos perdido. Na verdade, não perdemos: entregamos o que era nosso.

Precisamos urgentemente descobrir o que aconteceu. Por que deixamos o campeonato que estava em nossas mãos ser levado por um time muito inferior, mas que lutou muito mais, mostrou muito mais raça e vontade de vencer? Porque aquele time que nos representava não seguiu nosso ideal? Deixar-se vencer, em nossa própria casa!  Bastava um mísero golzinho, Galo. Os deuses do futebol ainda não nos perdoaram.

Quem estava no Mineirão naquela tarde-noite sabe do que estou falando. Temo,  inclusive, que o Galo tenha morrido naquele dia e o que vaga por este mundo é apenas uma caricatura, um espectro, um zumbi, uma sombra, sei lá. Na verdade, creio que o corpo ainda sobrevive; e, de alguma forma misteriosa para mim, foi a alma do Galo que se viu despojada… e vagueia, sem saber para onde ir.

Então é isso, enfim entendi! O Galo perdeu sua alma. E isto aconteceu lá, naquele jogo, quando então teve início toda esta nossa história, que desde então é marcada por tragédias.

Talvez, Galo, sua alma esteja bem perto, mas você não consegue vê-la. Sua alma o aguarda, mas você não se empenha em encontrá-la. Insiste em viver apartado dela. Mostrou isso muito bem na última partida que jogou neste ano de 2011. Esta última goleada que você sofreu nada mais é do que a continuação daquele jogo de 1977. Você tem sido pusilânime, Galo!

Os jogadores que entraram em campo nesta goleada vergonhosa, simplesmente não sabem o que é a alma do Galo. Jogam por si mesmos, assim como os soldados que lutam numa guerra, não para defender seu povo, sua nação e os ideais da mesma. Lutam por si e para si. A estes se dá o nome de mercenários.

Galo, você ainda nos deve o campeonato de 1977. Você ainda não terminou aquele jogo. Enquanto não voltar lá, ao gramado, e reconquistar aquele campeonato que  permitiu que nos levassem, continuará assim, como um corpo moribundo, caído, chutado, cuspido, escarrado e pisado. E pior: inerte!

Galo: devolva-nos o que é nosso. Queremos a alegria, a autoestima, o amor próprio, os nossos valores e nossos ideais. Galo: devolva-nos a nossa vida. Devolva-nos você!

Assinado: sua alma, a Massa!

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Publicado por em 13/12/2011 em Uncategorized

 

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UM VOLEIO NAS BRAVATAS!

Na sua gestão, nunca na história desse país, contratou-se tão mal. E você acha que ele é o melhor dos três. Continue assim, que vamos longe!

Na sua gestão, o time, em três brasileiros saiu pisado e humilhado pelo rival. E você acha que ele é o melhor dos três. Acorde aí, moça!

Na sua gestão o time quebrou o recorde de permanência na zona de queda. E você acha que ele é o melhor dos três. Levante aí, rapaz!

Na sua gestão o time tomou as duas maiores goleadas da história para o rival. E você acha que ele é o melhor dos três. Acorde aí, vai!

O único projeto dele foi aquele com o Luxemburgo. E QUE PROJETO, hein!? O resto foi só apagar incêndio.

Na boa, acreditar que alguém pode ser pior que o atual mandatário é não acreditar no Atlético.

Como diz o herói brasileiro, capitão Nascimento: “Se for pra reeleger o atual presidente, conselheiro, pede pra sair”. Ou então, pede pra mudar pro lado de lá da lagoa. O mal será menor.

O atual mandatário diz que quer continuar porque quer colher os frutos de um projeto plantado. Qual é o projeto do Kalil mesmo? Que me perdoem os amigos atleticanos que querem a reeleição, sinceramente, eu não consigo enxergar o que de bom foi plantado. Uma árvore envenenada não dá bons frutos.

Péssimo administrador financeiro e péssimo de futebol. Esse é o projeto plantado.

Chutem essa bravata, conselheiros: o atual mandatário não é um milagreiro. Ele se aproveitou de um momento de fartura econômica do futebol brasileiro para dizer que colocou as contas em dia e que, por isso, e somente por isso, merece uma chance. As dívidas estão em dia, isso sim. O Clube Atlético Mineiro continua um time quebrado, atolado em dívidas, em que o principal credor é “o Banco”.

A chance é agora, Conselho, e vocês sabem disso: deem um voleio nessa bravata.

Alienação é uma verdade soturna na mente das gentes que se contentam com o vinho que descaracteriza a realidade. Baco, Dionísio e a felicidade.

Só na casa da mãe Joana acontece isso! Ou seja, no Clube Atlético Mineiro da década de 80 em diante: o administrador da empresa é péssimo em finanças. Não entende nada do objeto social da empresa. E ainda assim será reeleito pelo Conselho.

Se você é incompetente, vote em Alexandre Kalil, conselheiro!!

Estou com um osso de baleia entalado na garganta e vocês? Mudem essa coisa torta.

Agora!!

Saudações de um atleticano incansável. E falo por muitos outros.

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Publicado por em 11/12/2011 em Uncategorized

 

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