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MÁRIO MARRA FALA À NAÇÃO ATLETICANA – EM ENTREVISTA.

O L&N tem a imensa honra de entrevistar Mário Marra, um comentarista esportivo da mais alta qualidade, um dos melhores deste país. Mário Marra prontamente atendeu ao meu pedido e se dirigiu  à nação atleticana. E o fez com postura e opiniões corajosas que só os homens corretos possuem. Além disso, foi tão sincero na entrevista, que, ao ler a  última resposta (quando fala de sua mãe atleticana), não pude conter a emoção. E muitos também se emocionarão, tenho certeza.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances: Prezado Mário, você é recém saído de Minas Gerais. Hoje, atua na rádio CBN em nível nacional e também participa do “Arena”, programa esportivo do Sportv. O que mudou na sua vida profissional, além da mudança para São Paulo?

Mário Marra: Mudou muita coisa. Em BH, eu dividia minha vida profissional. Não podia me dedicar integralmente. Em São Paulo, a minha dedicação é integral e a minha preocupação é apenas com o trabalho. Não posso falar por outras pessoas, mas levo uma vida muito mais profissional e concentrada. Fiz minha rotina de trabalho e a Rádio estimula o meu desenvolvimento

L&N: Conte-nos um pouco de sua vida em Minas Gerais, do seu progresso pessoal por aqui e de como você se interessou pelo jornalismo esportivo.

MM: Sou daqueles alucinados por rádio e pelo futebol. Sou um consumidor de futebol e sempre quis trabalhar com esporte. Joguei futsal no juvenil da AABB e aos 19 anos senti que não dava mais para viver de sonho. Fiz duas cirurgias no joelho direito e passei a ter medo das divididas, ou seja, acabou a aventura com a bola.

Como sempre consumi futebol e sempre tive interesse pela parte tática que o futsal ensina muito bem, procurava ver o esporte com um olhar diferente e crítico. Em 2000, o então gerente de jornalismo da CBN, Walter Huamany, falou de mim para o Guiotti e tive a oportunidade de comentar meu primeiro jogo. Era um America x Rio Branco, de Andradas.

O detalhe é que estava com minha mãe no hospital e vivendo seus últimos dias. Encarei o jogo e dei muita sorte nas substituições. Fui chamado outras vezes e outras.

Em 2002, com a chegada da Rádio Globo Minas, assinei meu contrato como comentarista. Fiquei dois anos trabalhando, me divertindo, aprendendo e depois de dois anos é que fui contratado. Dois anos sem receber? Sim! Era uma aposta e deu resultado.

Fazia Publicidade e mudei o curso para Jornalismo. Acho que a base do trabalho foi o respeito. Não xingava ninguém e não é preciso ser jornalista para apenas gritar. Usava a ironia e a educação para falar que o jogador estava mal. Algumas pessoas passaram a perceber que eu procurava não repetir velhas fórmulas. Na verdade, sempre me senti incomodado com gritarias e ofensas. Tenho um filho e fico pensando o que ele sentiria se ouvisse que eu sou ridículo, idiota e por aí vai. Respeito é primordial.

L&N: Qual a sua opinião sobre Ricardo Teixeira, alvo de acusações graves de recebimento de propinas, mas que sempre consegue manter-se são e salvo no cenário brasileiro?

MM: Ricardo Teixeira representa o que existe de mais atrasado no país. É constrangedor perceber a arrogância e politicagem. Se ele tivesse interesse em melhorar o futebol brasileiro, já teria resolvido. São muitos anos de cargo e pouquíssima evolução. A estrutura do futebol brasileiro é errada. A CBF se serve dos clubes e deveria ser o contrário. A Copa do Mundo no Brasil era um sonho de infância e se transformou em uma grande decepção.

As coisas acontecem bem na nossa frente e vão continuar acontecendo. A Copa é dele e para ele. Quem se junta a ele corre o “risco” de se dar muito bem e de se queimar como profissional. Até parece que existe uma conspiração internacional contra ele. Ora! É óbvio que tem muita coisa mal explicada e culpa no cartório.

L&N: Sabemos que você tem um carinho especial pelo futebol mineiro. Sendo assim, você acha que o Daniel Carvalho, do jeito que está, deveria ter mais chances ou o Dorival Júnior está certo de mantê-lo até mesmo fora da lista de relacionados para os jogos?

MM: Não é que eu tenha um carinho pelo futebol mineiro. É que sou mineiro de coração. Nasci em São Paulo e vim pra BH com menos de dois anos. O Mineirão é minha casa profissional. Antes de completar meus 8 anos, no dia 5 de março de 78, estava lá com minha mãe e meu padrinho. Sinto-me mineiro e quero ser sempre mineiro.

Critiquei a contratação do Daniel Carvalho desde o anúncio e o tempo me mostra que eu não estava tão errado. O futebol dele não casa com a idéia de bola do Dorival. O time dele tem cara de time rápido e Daniel Carvalho trava o jogo, desacelera. Alguém poderia até argumentar que ele pensa o jogo e é verdade. Entretanto, é preciso entender que para o grupo, a presença dele no time titular não é boa. Os outros treinam, trabalham, emagrecem e ele nunca entra em forma? O que os outros jogadores falam entre eles? Como fica o treinador que cobra de uns e permite que outros se excedam? Sem falar no dinheiro jogado fora, né…

L&N: Apesar de estar apenas no início, qual seria a perspectiva do Galo para o campeonato brasileiro depois das duas vitórias recentes e do nível de futebol jogado até aqui? O que podemos esperar da equipe?

MM: Costumo ver e rever as coletivas na TV Galo. O discurso do Luxa era totalmente furado e fui muito criticado ano passado por falar isso. Pare para ver e rever o que o Dorival fala. A base, a idéia de time é a mesma desde o início do ano. Ele não se contradiz e não precisa apelar para o discurso do pão, da fome e outras viagens. Não sei se o Galo vai para a Libertadores, mas sei que o trabalho é mais confiável.

L&N: Recentemente, a Folha divulgou que o Atlético era o clube mais endividado do futebol nacional, o que foi prontamente desmentido pelo presidente Kalil, que acusou o jornal de se basear em dados errados. Posteriormente, outros meios de comunicação propagaram que o Atlético é o time mais rico do Brasil se forem considerados patrimônio, faturamento e gastos. Afinal, em quem podemos acreditar? Ou tudo é um jogo político de acordo com as circunstâncias?

MM: Não me pareceu um jogo político. Houve uma mudança da interpretação de uma nova regulamentação. O que percebo é que a imagem do Galo está mudando. Aquela idéia de um time que caminhava para a falência se desfaz. O investimento em estrutura faz bem e trará resultados. É uma pena que em campo as coisas ainda caminhem lentamente, mas é melhor acreditar em seriedade. Acho e repito que o Atlético precisa de uma oposição séria, inteligente e competente. Fatalmente eu votaria no Kalil, mas a oposição é salutar e engrandece, questiona. Alexandre Kalil faz um bom trabalho, mas não gosto de ver o conteúdo (que normalmente é bom) perder espaço para a forma (gritaria).

L&N: A mídia mineira é, aos nossos olhos, flagrantemente parcialista, da mesma forma que enxergamos a mídia nacional com o foco voltado para o eixo Rio/SP. Até quando _ no seu conceito de jornalista íntegro e isento _ vamos conviver com esse tipo de atuação, que abre mão da essência do jornalismo, que é o de bem informar sem subterfúgios e sem preferências?

MM: Não vejo solução. O Rádio é muito regional e o normal é que a tv e os jornais dediquem mais tempo aos clubes locais. Existem boas opções. O Ig Esporte faz uma cobertura legal, o Lance! também. Acompanho o Globo Esporte.com e percebo o espaço até nas coletivas do Atlético transmitidas ao vivo. A CBN procura ter uma visão nacional e a Estadão ESPN também. É devagar, mas aos poucos veremos algo de novo e menos regionalizado.

L&N: A torcida atleticana, meu caro Mário, admira o seu trabalho devido ao posicionamento sempre coerente e com muito conhecimento de futebol. Qual a sua mensagem para a numerosa nação atleticana para este ano?

MM: – O que falar para a torcida do Galo? Falar que nos poucos momentos de lucidez dos últimos dias da minha mãe, ela pedia para que eu cantasse o hino para ela? Falar que meu filho já sabe o que é sofrer com o time? Prefiro falar que o Galo está andando para frente. É impossível separar a paixão e achar que o Atlético vai caminhar apenas com a razão. Se eu pudesse pedir alguma coisa, eu pediria o que sempre procurei fazer: não vaiar nunca. Eu disse NUNCA! Por mais que os jogadores não mostrem esforço ou técnica, eles usam a camisa e participam da história. Contra aquela camisa não deveria haver vaia. Sei que o sofrimento e o descontentamento são grandes, mas são menores que a esperança de um dia ver um time que honre a torcida. Acredito no trabalho do Dorival e acho que com seriedade, as coisas podem caminhar melhor.

Muito obrigado pela entrevista, caro Mário Marra.

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Publicado por em 30/05/2011 em Uncategorized

 

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VOCÊ PENSA QUE É SÓ HOMEM QUE ENTENDE DE FUTEBOL?

O Galo que vimos em campo domingo é bem diferente de algumas partidas atrás. Confesso que não gostei da dispensas de Ricardinho e Zé Luiz. O armador do Galo era meu queridinho, pela qualidade técnica e pelos lindíssimos passes com que servia seus companheiros.

O volante Zé Luiz, pelos clássicos que fez, praticamente anulando Montillo, e também por ter sido muito profissional na semana da morte de seu pai, honrando a camisa que vestia.

Mas preciso fazer justiça ao meio de campo do novo Galo. Esta turma da base entrou em campo sabendo exatamente quem era seu adversário. Criados no CT do Galo, os meninos sabem o que é enfrentar o Cruzeiro. E entraram com fome de bola.

Giovanni parece ter chegado para assumir de vez a camisa 10. Vem fazendo ótimas apresentações e foi peça importantíssima para o time. Mancine que o diga, pois foi justamente a segurança de Giovanni na armação que desobrigou-o de fazer aquele papel de voltar lá no meio de campo para buscar a bola. Com isso, foi mais produtivo.

Bernard, por sua vez, se ainda pode melhorar a parte técnica, não se pode reclamar da força de vontade, que fez muita diferença, sim senhores.

O lateral Patric, mesmo tendo feito o gol da vitória, não fez boa partida. Perdeu a grandissíssima maioria das bolas que lhe chegaram aos pés, procurou sempre os caminhos mais difíceis, e, além disso, foi péssimo marcador. O gol azul surgiu de uma bola que ele perdeu bisonhamente, propiciando contra-ataque fatal.

Na minha humilde opinião, Dorival deveria inverter as coisas: domingo, o lateral esquerdo Guilherme jogou mais preso e Patric jogou mais solto. Como parece ter mais fôlego para subir e voltar, talvez Guilherme devesse ser mais acionado na subida ao ataque e Patric devesse ficar mais fixo. Patric teve a sorte de ter Réver jogando muito bem, consertando várias lambanças que ele fez.

E Réver, por sua vez, teve a felicidade de contar com um Léo Silva muito bem na partida. Boa dupla de zaga, grazadeus! Vale também destacar a ótima fase de Felipe Soutto. Com ele no elenco, não vejo lugar para outro primeiro volante.

Serginho também jogou bem, marcou bem e saiu para o jogo apenas nos momentos mais seguros. No gol do cruzeiro, curiosamente estava fora de posição. Montillo driblou Soutto e abriu para Wallysson marcar para o timeco de estrelinhas.

Termino minha análise falando sobre a paupérrima participação de Daniel Carvalho. Ele, jogando como jogou, é o novo Diego Sousa: sonolento, barrigudo, foge do jogo, deixa buracos, não apóia o ataque, muito menos ajuda na marcação. A diferença de garra é abissal!

Enfim, foi uma boa apresentação, mas ainda não há nada definido. A não ser o que as evidências indicam: o freguês voltou e parece que agora é para ficar.

Vai pra cima deles, Galo!

NOTA DO BLOGUEIRO: O título desta crônica foi criado por mim porque fiquei fascinado pelo entendimento que a Ana tem de futebol. Portanto, não a considerem “metida”! O culpado é o blogueiro!! :) :)

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Publicado por em 11/05/2011 em Uncategorized

 

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AMÉRICA 1 X 3 ATLÉTICO. PODERIA TER SIDO DE MAIS!

O Atlético assistiu ao mediano time do América jogar até os 33 minutos do primeiro tempo, quando, coincidentemente, Ricardo Bueno foi substituído.

Isso quer dizer que Ricardo Bueno é culpado pelo deprimente desempenho da equipe nesta fase do jogo?

Não se pode culpar um atacante quando o zagueiro fura uma bola ou o lateral erra passes em cima de passes. Seria muita injustiça, pois futebol é um esporte coletivo.

Mas o fato é que Ricardo Bueno, por não se posicionar como referência na área e não conseguir sequer dominar uma bola fora dela, implode completamente o desenho tático que o técnico tenta implantar.

E quando ele mata de canela ou tropeça na bola lá na frente, o quadrado do meio de campo e a defesa ficam totalmente expostos ao perigo, sem reação, tal e qual uma marca de batom na cueca enterra de vez qualquer chance de defesa.

Foi isso o que ocorreu enquanto Ricardo Bueno esteve em campo.

A partir do momento em que Dorival Júnior o substituiu por Berola, as coisas se ajustaram principalmente nos contra-ataques, que tornaram-se muito mais incisivos, muito mais mortais em trocas rápidas de passes de primeira.

Dorival percebeu o que ocorreu e gostou do que viu. Por isso, no segundo tempo, situou a equipe mais atrás para explorar justamente os velozes contra-ataques comandados, às vezes por Renan Oliveira, em outras por Giovanni.

Além de propiciar espaços para as arrancadas de Berola e Mancini.

E jogando assim, o Galo poderia ter aplicado uma sonora goleada no América hoje. Porém, com a entrada de Daniel Carvalho, a equipe tornou-se lenta e inoperante. Ele cadenciou demais o que antes era veloz.

Que o América considere como presente de páscoa uma diferença de apenas 2 gols, pois tinha caixa para mais uns 3, no mínimo.

Não que o conjunto atleticano seja uma maravilha. Está há anos-luz dessa condição.

A equipe tem deficiências monumentais. Para ser sincero, reconheço que este time, da forma como está, não briga por nada este ano!

Pode ser forte perante um América Mineiro, mas será fraco diante dos grandes deste país.

Repito o que venho dizendo: Sem reforços de qualidade, vamos sofrer que nem cachorro sem dono.

Os destaques de hoje, sob o ponto de vista deste modesto blogueiro, são:

Berola, que apesar de não ter enchido os olhos da Massa (como já fez outras vezes), mudou a história da partida. Marcou um, deu a assistência para o outro e ainda infernizou a defesa americana com as suas estrepolias. Pode ter os seus defeitos, mas é tão atrevido que beira a insanidade.

Serginho permanece errando passes de 2 metros, mas desta vez desandou uma correria em campo que contagiou os companheiros. Se multiplicou e deu a impressão de ter sido clonado e se tornado onipresente. E foi, merecidamente, premiado com um gol importantíssimo.

Não vou citar destaques negativos. Todos sabem quem foi. O cara já está sendo tão achincalhado pelos alvinegros que eu me recuso a apedrejá-lo publicamente. Não há mais razões para isso.

Dorival Júnior, a partir de agora, tem de preservar o rapaz de mais humilhações.

Em suma, foi um jogo que começou de uma maneira que sinalizava um desastre e acabou com um belo resultado.

Antes assim!

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Publicado por em 24/04/2011 em Uncategorized

 

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CALDENSE 0 X 2 ATLÉTICO.

A entrada de Daniel Carvalho encerrou o que, até então, vinha se constituindo num ciclo interminável de matadas de bola de canela no meio de campo do Atlético.

Quando o gaúcho pisou no gramado em Poços de Caldas, pôs ordem na casa e reduziu a verdadeira tortura imposta _ com requintes de crueldade _ à coitada da bola.

Ainda sem ritmo, devido ao longo tempo de inatividade, Daniel Carvalho arredondou a pelota e cumpriu aquilo que ninguém _ desde a saída de Ricardinho _ tem cumprido: a transição de bola da defesa para o ataque.

Mesmo fora de forma e acima do peso (mas não muito), ele provou que está há anos-luz de seu mais próximo concorrente à posição.

Depois de um primeiro tempo horroroso, Dorival ajustou as peças no vestiário e abriu a equipe em jogadas pelos cantos do campo.

Com isso, Guilherme Santos subiu de produção e Bernard pôde mostrar que joga mais bola na lateral do que os laterais de ofício que temos.

Fora a vibração que imprime àquele setor. Errando ou acertando, ele vai para dentro. E essa coragem, advinda de uma forte personalidade, é o que faz a diferença.

Para chegar a este bom resultado, o Galo contou com a merecida expulsão do jogador da Caldense, não podemos negar.

Aos trancos e barrancos, a equipe foi melhorando e se estabilizou definitivamente com o recuo de Mancini e a atuação inspirada _ UFA! finalmente! _ de Ricardo Bueno.

Nesta partida, Ricardo Bueno errou apenas um passe, marcou o primeiro gol por puro senso oportunista, deu uma assistência com mamão e com açúcar no segundo e quase ia marcando um gol antológico, ao encobrir o goleiro lá do meio da rua.

A redenção deste criticado centroavante alvinegro está próxima? Tomara!

Só nos resta orar para que o seu estoque de boas jogadas não tenha se esgotado hoje!

Enfim, ao povoar o meio de campo com jogadores mais técnicos e obter uma compactação maior das peças, o técnico Dorival Júnior venceu o jogo.

Só faço ressalva à entrada de Leleu. Mas mesmo jogando mal, o garoto encostou no ataque, coisa que no primeiro tempo ninguém fez.

Enfim, eu sei que temos, provisoriamente, um time recheado de falhas e fragilidades.

Tivesse encarado um conjunto mais forte e a vaca teria ido pro brejo e se afundado por lá.

Mas a diretoria vai reforçá-lo o mais urgente possível… MAIS UMA VEZ!

E vamos começar tudo de novo. Ê vida!

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Publicado por em 10/04/2011 em Uncategorized

 

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DAQUI A POUCO, O ATLÉTICO ENFRENTA O ATLÉTICO-PR NA ARENA DA BAIXADA, EM CURITIBA.

Fábio Costa, Werley, Jairo CAMpos e Cáceres; Diego Macedo, Alê, Mendez, Ricardinho e Leandro; Daniel Carvalho e Obina.

Esta é a formação (no 3-5-2)  que entrará em campo logo mais.

Réver, o mais importante jogador do Galo atual, não jogará. Um estiramento na coxa o afasta por 15 dias.

E uma contratura na panturrilha também transporta Fabiano ao estaleiro.

Incrível como os atletas do Atlético se lesionam.

Algo nessa preparação física está muito parecido com o reino da Dinamarca!

Coincidência ou não, depois que a maldita caixa de areia foi instalada na Cidade do Galo, não há semana que passe sem uma contusão muscular.

E olha que, antes que fosse adotada, eu berrei aos 4 ventos os problemas que poderiam advir de seu uso, principalmente em relação à excessiva carga sobre os músculos da panturrilha e da coxa.

Mas ninguém ligou para isso, pois o sr. Antônio Mello é o bambambam do pedaço e não é questionado.

Serginho também não joga, pois está suspenso pelo 3º cartão amarelo.

Diego Souza, devido às suas atuações abaixo da crítica, assistirá ao jogo acomodado confortavelmente no banco de reservas.

Alê (foto)  fará a sua estréia dois dias depois de contratado. Mas a necessidade, nesta hora de urgência, não lhe concedeu o tempo que precisava para se adaptar à equipe.

Mas soldado que está no quartel quer serviço. Então, que Alê vá à luta e nos surpreenda agradavelmente.

Interessante seria vê-lo correr mais que os outros, uma vez que o seu preparo físico vem do Santo André e não de Antônio Mello.

Não deixaria de ser curioso, realmente. Pelo menos, estabeleceria uma linha de comparação.

Como notícias positivas, Jairo CAMpos, Cáceres e Mendez iniciam jogando.

Enfim, todo mundo sabe da situação em que estamos, lutando para manter o nariz fora d’água e aspirando qualquer resquício de ar que apareça.

Por isso, temos de jogar na Arena da Baixada como se fosse no Mineirão, sem ligar para pressão de torcida.

Nós não podemos nos dar ao luxo de lutar  por empate, infelizmente. A reação não pode esperar mais.

O ideal seria jogar fechado na defesa, com o meio de campo compactado e sem dar espaços, mas, para isso, os nossos contra-ataques têm de funcionar, caso contrário, não suportaremos a pressão.

Nesse aspecto, Berola seria importante demais para este estilo de jogo, porém, ficará para o 2º tempo. Mas antes tarde do que nunca.

Eu acordei hoje com a intuição de uma vitória.

Então, sendo assim, vamos pra cima deles, meu Galo querido!

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Publicado por em 15/09/2010 em Uncategorized

 

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E O DM VAI FICANDO VAZIO…

Pouco a pouco, o Departamento Médico do Galo vai esvaziando.

Daniel Carvalho já foi liberado para recondicionamento físico, embora ainda não esteja à disposição do técnico. Se estiver entre os relacionados contra o São Paulo, será uma agradável surpresa.

Não sei qual a opinião de vocês a respeito, mas eu entendo que o gaúcho foi um dos que mais fizeram falta à equipe.

É extremamente técnico e inteligente. Seus lançamentos são milimétricos.

Tomara que não se lesione mais e possa encarar o restante o Brasileiro sem percalços.

Zé Luis também já está treinando, porém, à parte do grupo. O primeiro volante faz falta principalmente por causa das más atuações de Serginho e da pouca combatividade do meio de campo.

Leandro foi liberado e treina junto ao grupo. Talvez seja hoje o 2º reserva. À sua frente, na minha modesta opinião, encontram-se Fernandinho (que ainda está em tratamento) e Eron.

Jairo Campos treinou hoje. Mas ainda está sob observação.

Mendez teve uma semana só pra recuperação física, embora ainda não seja o Mendez bem preparado da LDU. Mas, se não jogar, não se recuperará técnicamente. Por ser um jogador diferenciado, vale a pena investir e Vanderlei Luxemburgo sabe disso.

Fernandinho: Permanece firme e forte no DM.

Torço para que os jogadores citados recuperem, o mais urgente possível, a plenitude de suas condições físicas.

Porque com eles, as nossas metas ficarão muito mais factíveis.

Obs: Agradecimentos ao Bira Marinho, jornalista atleticano, e ao Aender, autor do blog Galo é Meu Amor, ambos amigos diletos, por me munirem de informações a respeito da turma recém-saída do DM.

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Publicado por em 03/09/2010 em Uncategorized

 

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AS NOVAS CARAS DO GALO…

E o Galo vai tentando se reforçar.

Sem a urgência frenética do torcedor, a diretoria segue se esforçando para dar ao técnico Luxemburgo o material humano que ele necessita para a disputa de duas competições: o campeonato brasileiro e a sul-americana.

Nos últimos dias, a notícia de que o Galo poderia fechar com Diego Souza, ex-Palmeiras, entusiasmou a grande maioria dos alvinegros.

Dada como praticamente certa, a contratação foi pro ralo nas derradeiras horas.

A Traffic, detentora dos direitos do jogador, prefere vendê-lo para o exterior. Dificilmente o negócio se concretizará, embora eu tenha a certeza que Kalil fez das tripas coração para sacramentá-lo em bons termos.

Mas, paciência, se não deu, não deu. Eu, pessoalmente, acho que Diego Souza seria um tremendo reforço para o Galo. É mestre exatamente onde mais temos carência, que é a transição de bola da defesa para o ataque.

Além de ser exímio chutador e excelente cabeceador, até mesmo por causa de sua altura, que supera os 1,85 m.

Um pouco antes dessa novelesca negociação com a Traffic, a Cidade do Galo recebeu um centroavante e um lateral.

O centroavante é Ricardo Bueno, que veio do Oeste de Itápolis e foi artilheiro do último campeonato paulista.

É um atacante que, além de jogar agudo na grande área, também busca bolas pelos lados do campo, se assim o esquema exigir. É habilidoso, tem faro de gol e parece inteligente.

O lateral direito é Diego Macedo, cuja contratação foi outra novela das oito. Até o cruzeiro estava na jogada e tudo fez para que ele seguisse para o lado assoreado da lagoa, embora o próprio jogador tenha declarado que escolheu o Galo “porque o Galo é a minha cara”.

O novo lateral do Atlético é bom no desarme e melhor ainda no ataque. Eu o vi jogando duas vezes pelo Bragantino este ano, e nas duas partidas, ele foi bastante abusado ofensivamente.

O que me chamou a atenção é que, quando se solta para o apoio, se sente totalmente à vontade, como se fosse efetivamente um atacante de ofício.

A outra contratação, desta feita ainda no terreno das hipóteses (pois ainda não assinou), é Daniel Carvalho, aquele mesmo meia-atacante do Internacional e que jogou 4 temporadas pelo CSKA da Rússia.

Desde 2005/2006 não joga um bom futebol. Voltou ao Internacional em 2008 e foi reserva o ano inteiro. Tem um problema sério em relação à manutenção do peso e desceu no Aeroporto de Confins dando a impressão de estar bem gordo. Vide a foto.

Daniel Carvalho é claramente uma aposta de Luxemburgo. Uma aposta arriscada, diga-se de passagem, pois tem anos que o moço não joga absolutamente nada e vive mais no DM do que em campo.

Não marca, não arma e não tem explosão nem arrancada. Deixa o time lento. Não sei o que se passa na cabeça de Luxemburgo.

Tomara que ele tenha a varinha mágica que faça Daniel Carvalho se transformar novamente naquele belo jogador que era antes.

Vamos torcer para que todos, sem exceção, produzam o que se espera deles.

Porque estamos precisando muito. Neste ano, em 4 jogos contra times de primeira divisão, fizemos só um jogo excelente (contra o Santos, no Mineirão).

Nos outros 3, não fomos bem. Nem contra o Vasco, quando ganhamos. Neste jogo, tivemos só um primeiro tempo que pode-se classificar como bom. Na segunda etapa, levamos um vareio tão grande que não vimos nem a cor da bola!!

E contra o Grêmio Prudente, nem há necessidade de comentar. Foi uma vergonha!!

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Publicado por em 18/05/2010 em Uncategorized

 

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