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ENTREVISTANDO LEONARDO BERTOZZI, DA ESPN BRASIL

O L&N volta a entrevistar um dos grandes. Na opinião deste blogueiro, Leonardo Bertozzi, comentarista esportivo da ESPN Brasil, é um dos que possuem maior capacidade de leitura do jogo e suas nuances táticas. Ao analisar a mesma partida que assistimos, Bertozzi  sempre acrescenta (ou informa) algo que não captamos. No meu entender, é uma de suas maiores virtudes.

Ele arrumou um tempo e  gentilmente se prontificou a conversar com a nação atleticana.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances -  Bertozzi, sabemos que a sua origem vem das alterosas, e como todo bom mineiro, vai sobressaindo gradualmente em uma das redes esportivas de maior sucesso no mundo, a ESPN. Hoje, você é parte integrante da grade em programas importantes. Conte para os atleticanos um pouco de sua trajetória profissional e de como você saiu das nossas Minas Gerais para enfrentar o “mundo lá fora”.

Leonardo Bertozzi – Comecei minha carreira ainda durante a faculdade. Trabalhei para o site FutBrasil, inicialmente como repórter, e depois como editor. Simultaneamente, fazia o trabalho voluntário com a NetGalo, que tocava o site oficial do Atlético. Participei de algumas iniciativas pioneiras, como a narração online de jogos do Galo direto do estádio, algo que fizemos em toda a campanha do Brasileiro de 1999. Depois de formado, mudei-me para São Paulo, e após algumas experiências fora da área, iniciei o site FutebolEuropeu.com.br, em 2004, que me deu projeção para trabalhar em veículos importantes. Fui repórter da revista Trivela e editor do site, comentei jogos no BandSports e no FX. Desde 2009 faço parte da equipe dos canais ESPN de rádio, televisão e internet.

L&N – Você é um comentarista que costuma ler a partida de futebol de uma forma bastante realista. Você já atuou dentro das quatro linhas seriamente ou entende que isso não é básico para se construir um bom analista de TV ou rádio?

LB – Um bom comentarista político não precisa ter sido político, assim como um bom crítico de cinema não precisa ser cineasta. Evidentemente a experiência no campo agrega algo, mas não é o essencial. O necessário é estudar, ter conhecimento e se manter sempre atualizado. Um pecado de muitos ex-jogadores que passam a atuar como comentaristas é acreditar que a experiência pura e simples basta.

L&N – Nestes três anos de Alexandre Kalil no Galo, a torcida se frustrou de maneira absurda. O que era para ser a retomada das grandes campanhas de Elias Kalil (pai de Alexandre Kalil) ou mesmo de outras épocas, se transformou em choro e ranger de dentes, flertando com rebaixamentos e tomando goleadas vergonhosas. Na sua visão, quais foram os pecados principais que empurraram o Atlético para este festival de fracassos?

LB – O Atlético tem pecado pelo imediatismo na gestão do futebol. O primeiro ano da gestão Kalil foi positivo, com o time brigando pelo título brasileiro. Daí em diante, e a partir da contratação do Luxemburgo, a coisa foi de mal a pior. O principal equívoco é a contratação de jogadores por atacado, 20, 30 novos por ano. É impossível notar qualquer planejamento quando o time de junho não tem nada a ver com o de janeiro. Se o Atlético não adotar uma linha clara de raciocínio na montagem do elenco, fica difícil esperar alguma coisa.

O Atlético tem se estruturado bem fora das quatro linhas, mas há alguns fatores questionáveis, como abrir mão de um departamento de marketing. Se o marketing dá prejuízo, como alega o Kalil, é porque não é bem feito. O atleticano é apaixonado e pode contribuir muito como consumidor.

Ainda sobre o Alexandre, é necessário separar o torcedor apaixonado do administrador. Apesar de o torcedor se identificar quando ele “solta os cachorros” após um revés ou tira um sarro do rival após uma vitória, nem sempre estes comportamentos são bem recebidos dentro do ambiente.

L&N – A torcida do Atlético sempre foi fidelíssima e extremamente vibrante. Carregar o time nas costas faz parte da nossa história por anos a fio, inclusive em 2011. Mas, devido ao grande crescimento das redes sociais _ e, por consequência, maior comunicação entre os atleticanos _ percebe-se uma reação (crítica) importante de parte da torcida em relação aos anos seguidos de decepções, o que possibilita desembocar numa atitude mais fria (ou equidistante) em relação ao time. Quais as medidas que, na sua opinião, deveriam ser tomadas para restabelecer a sinergia de antigamente?

LB – Um período de vacas magras pode aproximar ainda mais o torcedor do time ou provocar nele uma certa indiferença. A primeira parte foi vista na época do rebaixamento. Talvez seja o momento da segunda parte. Mas acredito que a falta do Mineirão também seja um fator a não ser ignorado. Apesar do fenômeno das redes sociais, é mesmo no estádio onde essa proximidade se verifica.

L&N – Em 2011, contratamos, pelo menos no papel, um timaço. Dudu Cearense, Richarlyson, Mancini, Leonardo Silva, Magno Alves, Guilherme Santos, André, Guilherme… entre outros. No comando, Dorival Júnior. Mesmo assim, foi um filme de horror sem pipoca, com um final digno de enviar a platéia pro hospital com palpitações graves. Como você explica tal disparate em relação ao que poderia ser e ao que aconteceu de fato?

LB – O problema é justamente esse – separar o papel da realidade. Mancini, Guilherme, André, entre outros, eram jogadores encostados em seus clubes. Alguma razão havia. Quando você faz um investimento alto, tem de saber se é apenas no nome ou se a possibilidade de retorno existe de fato. Houve um tempo em que o jogador voltava mal do exterior e conseguia se refazer aqui. Hoje é cada vez mais difícil. Contratar muito nem sempre significa contratar bem.

L&N – Você acredita que no jogo contra o cruzeiro (os 6 a 1), os jogadores do Galo se envolveram em algo desonesto para salvar o rival?

LB – Apesar de não colocar a mão no fogo por nada no universo do futebol, seria leviano da minha parte fazer qualquer insinuação neste sentido. Entendo o desespero do torcedor, que podia viver seu momento de maior alegria em muito tempo, mas o jogador não pensa da mesma maneira. Deveria, mas não pensa. Na cabeça de muitos ali, a missão estava cumprida uma semana antes. Quando você entra em um jogo como este sem grandes motivações, contra um adversário que faz o jogo da vida, é possível que uma tragédia do tipo aconteça.

L&N – Kalil reeleito por mais 3 anos. Em seu primeiro mandato, o presidente alvinegro se notabilizou por atitudes arrogantes, declarações estapafúrdias, excelente trabalho (até onde podemos ver) na administração financeira do clube e uma péssima gestão do futebol. Para que tudo isso fique no passado, o que você acha que Kalil deve fazer para produzir um segundo mandato capaz de resgatar o prestígio do Clube Atlético Mineiro em termos nacionais?

LB – A hora é de arregaçar as mangas, trabalhar sério e acreditar em uma linha de planejamento. Manter técnico, elenco, apostar nos bons jovens e contratar apenas jogadores que cheguem para resolver. Com a volta do time a BH, um programa eficiente de sócio-torcedor também será bem-vindo.

L&N – Você é a favor da repatriação de Diego Tardelli?

LB – Depende das condições. Se for necessário um imenso sacrifício financeiro, não vale a pena, apesar de o jogador ser um ídolo e ser um destes que chegam para resolver. Em condições aceitáveis, vale a pena.

L&N – Caro Leonardo Bertozzi, para encerrar a entrevista, qual a sua mensagem para a nação atleticana, que admira muito o seu trabalho?

LB – Agradeço a todos que acompanham meu trabalho. Sei que muitos esperam que eu seja uma espécie de “embaixador” do Atlético na imprensa nacional. Não é exatamente o caso, mas sei que falo com propriedade do Galo quando me cabe. E foi uma satisfação grande poder cobrir vários jogos do Atlético pela TV e pela rádio desde a mudança para São Paulo. Espero que essas ocasiões se multipliquem e que novos encontros com a Massa aconteçam. Abraço a todos!

A sua presença honrou o L&N e a nação atleticana, Bertozzi. Muito obrigado.

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Publicado por em 21/12/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 4 X 0 BOTAFOGO. FUGA DE 2ª DIVISÃO NÃO É O BASTANTE PARA ESQUECER!

Com uma goleada de 4 X 0 sobre o ex-carrasco Botafogo, o Atlético afastou de vez toda e qualquer possibilidade de rebaixamento.

Mesmo que não tivesse vencido, a vitória do América sobre o Atlético Paranaense já teria feito o serviço.

Contamos com uma pitada de sorte? Sim. Se aquele chute cara a cara do Elkeson, no início do jogo, tivesse entrado, a situação do jogo teria sido outra.

Mas não entrou. E isso é o que importa! Depois do primeiro gol, de penalti, o Galo se tranquilizou em campo e pôde dar mostras da evolução que obteve com Cuca. Uma defesa consistente e um setor de proteção a zaga pegador e raçudo. Com Daniel Carvalho na armação e Bernard como válvula de escape, o time se reeencontrou.

Foi 4 a 0 como poderia ser 8.

Mas a fuga do rebaixamento não pode jogar um tapete sobre o monte de lixo produzido pela diretoria este ano.

Mesmo com os exemplos nada edificantes de 2010, o presidente Kalil e seu staff meteram os pés pelas mãos… de novo!

Quando víamos bons jogadores sendo contratados pelos adversários, Kalil contratava uma barca furada de péssimos atletas. E o pior: custando os olhos da cara!

Um bom olheiro passou longe da Cidade do Galo.

Se em 2012, o trabalho de contratar estiver a cargo de Maluf, preparem-se para sofrer a mesma agonia de 2011.

Escapamos da segunda divisão sim. Mas ainda não escapamos da incompetência insuperável de uma diretoria amorfa, estática e irresponsável.

Uma diretoria que investiu errado, que tomou decisões equivocadas e que quase provocou um desastre.

Neste momento, após driblarmos a queda (sabe-se lá Deus como!), é salutar que o presidente Kalil se muna de humildade para reconhecer erros crassos.

Um bom presidente não se faz com piadinhas de gosto duvidoso em momentos delicados _ quando o silêncio é essencial _  e nem à base de uma arrogância calcada em absolutamente nada de produtivo.

Qual a origem dessa arrogância quando o trabalho no futebol beirou o ridículo?

Durante quase todo o ano fomos chacota nacional, talvez devido a essa compulsão doentia do Alexandre Kalil de arrotar caviar depois de comer couve.

Isso tem de acabar! A vaidade pessoal quase sufocante de Kalil tem de dar lugar a uma postura ponderada, inteligente e com uma análise mais apurada nas contratações.

Que ele se livre urgentemente de Eduardo Maluf e contrate alguém que realmente entenda de futebol e, por consequência, que saiba discernir um bom jogador de um perna de pau.

Que o Cuca, que este ano foi o único que acertou em contratações, possa participar de perto da escolha de reforços, mas que não tenha a mesma autoridade que tiveram Luxemburgo e Dorival Júnior, que arrasaram um plantel de bom nível para enchê-lo de atletas irresponsáveis e inoperantes.

Eu deveria estar comemorando a fuga da segunda divisão, eu sei. Mas, neste momento, lembro-me que sou atleticano e como tal, eu merecia estar vibrando com uma Libertadores ou um título nacional.

Ainda não me acostumei com essa droga de fugir de rebaixamento a todo ano. Alexandre Kalil e Eduardo Maluf podem até estar muito felizes agora.

Eu estou aliviado, mas não estou feliz! Para mim, está na hora certa de cobrar de quem nos envergonhou durante todo o ano de 2011.

E a fuga da 2ª divisão não é o bastante para esquecer!!

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Publicado por em 27/11/2011 em Uncategorized

 

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A QUE PONTO CHEGAMOS… MAIS UMA VEZ!

Apesar da derrota, o Galo não jogou tão mal assim. Pelo menos, não tomou o mesmo passeio do primeiro turno, em plena Arena do Jacaré, se é que isso significa algo de bom.

O Atlético pecou principalmente na compactação do meio de campo, onde faltou Pierre. Esta foi a ausência mais sentida na equipe.

Sentida principalmente na zaga, que sem proteção, esteve exposta todo o tempo. O combate era dado diretamente pelos zagueiros, ao invés dos volantes.

Por aquele setor de campo, desfilou a omissão e o descaso de Dudu Cearense, que perdia bolas em regiões perigosas e voltava andando, como se estivesse em uma pelada de fim de semana.

Richarlyson é sempre uma peça nula em campo. De seus pés não sai nada de produtivo.

Fillippe Soutto, mesmo sobrecarregado, ainda conseguiu se salvar em meio ao caos.

Daniel Carvalho não foi decisivo, mas se esforçou muito para sê-lo. Porém, nem sempre dá.

Na minha modesta opinião, Bernard se transformou em peça fundamental em um time de experientes e rodados.

Luta por cada bola como se a bola fosse uma mulher bonita. Tecnicamente, está melhorando a cada jogo. Dá gosto ver o garoto jogar.

Enfim, mais uma derrota do time que mais acumulou revezes no campeonato. E muitos destes com a ajuda infalível dos árbitros.

O time não é lá essas coisas, admito. E era ainda pior com Dorival.

Mas, convenhamos, os juízes beneficiam claramente os adversários do Atlético.

Seja em faltas no meio de campo, quando é necessário que o zagueiro do outro time esfaqueie o nosso jogador para que algo seja marcado, seja inventando faltas contra nós por contatos físicos normais no futebol.

Ontem, a infração que originou o gol não existiu. Nei simulou flagrantemente e o árbitro engoliu.

E fazem trocentos anos que não vejo juiz “desanular” gol anulado por bandeirinha. Aliás, este gol foi exatamente igual ao que Guilherme marcou contra o Atlético-GO e que foi invalidado. Invalidação esta que foi prontamente acatada pelo juiz!

Em suma, contra nós pode, né?

O Atlético é o time mais prejudicado por arbitragens neste campeonato brasileiro de 2011!

Ora, não basta o time meia-boca que temos se estrepar por si mesmo? De todo jeito, isso aconteceria por incapacidade técnica, sem interferência de terceiros.

Mas parece que CBF precisa garantir a catástrofe através da manipulação do apito. E quem duvida disso, não imagina, nem de longe, do que é capaz a mente doentia e desonesta de Ricardo Teixeira.

E Alexandre Kalil foi caçar briga justamente contra o demônio do futebol brasileiro! É muita burrice, principalmente quando se sabe que o time montado na Cidade do Galo é a prova mais cabal da enorme incompetência do presidente atleticano.

Pois esta equipe custaria a vencer com apito a favor, imagine contra!!

A retaliação veio a jato! E olha que não sou a favor das tais teorias da conspiração. Mas onde Ricardo Teixeira põe a mão, eu acredito até em roubo por telepatia!!

Temos 3 jogos em casa nas próximas rodadas. Nem preciso dizer que a obtenção de 9 pontos é fundamental para  a nação alvinegra manter as esperanças.

Apenas para manter as esperanças!

A que ponto chegamos… mais uma vez.

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Publicado por em 26/09/2011 em Uncategorized

 

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MILAGRES ACONTECEM! REZEMOS POR ELES.

É incrível como um gol a favor pode fazer tanto mal ao Atlético!

A equipe, surpreendemente, vinha jogando bem. Até o momento em que aconteceu o gol de Daniel Carvalho.

Foi como se as luzes se apagassem na Arena do Jacaré.

O toque de bola, que vinha se constituindo na principal virtude, desapareceu. A saída da defesa para o ataque, que antes era feita de forma tranquila, se transformou em chutões desesperados.

E a cada chutão, mais uma posse de bola do Flamengo.

Desse jeito, não há Cristo que resista. E foi o que aconteceu. Ronaldinho Gaúcho, anulado em campo pela boa marcação do Atlético, reapareceu e empatou a partida.

Novamente ressuscitado pelo mesmo time que o presenteara com um balão de oxigênio no primeiro turno.

Só depois que sofreu o empate, é que o Galo conseguiu igualar o jogo, embora, desta vez, correndo riscos que no primeiro tempo não correra.

Tanto que Renan Ribeiro, repetidamente criticado neste espaço, foi forçado a fazer defesas difíceis _ uma delas, dificílima _ e foi o responsável direto por evitar uma derrota catastrófica.

Fazia tempo que defesas deste naipe estavam esquecidas no repertório do jovem goleiro.

Como tramas envolventes e conclusões acertadas estão esquecidas no nosso ataque!

O Atlético hoje tem mais compactação no meio de campo, uma marcação mais acirrada em todos os setores de campo, mas não machuca o adversário em sua área. O nosso ataque é baseado nas poucas improvisações de jogadores extremamente limitados tecnicamente.

E quem irá me dizer que um atleta apenas razoável improvisa _ ou cria _ bem?

Ontem, o Galo poderia ter saído de campo com uma vitória, não fosse o congelante medo de vencer.

A auto estima dos jogadores anda tão em baixa, que eles não se sentem seguros e nem confortáveis com um placar favorável, por mais absurda que essa tese possa parecer.

E acho que, nesta altura do campeonato, nem um psicólogo do nível de Freud poderia alterar tal comportamento.

E olha que estávamos jogando em nossos domínios, com a torcida a favor. A tendência natural seria agredir ainda mais, ir em busca do segundo gol, pois o Flamengo estava mal em campo.

Vendo o que aconteceu, dá para imaginar a agonia de se manter um placar positivo em campos inimigos!

Enfim, a saga continua. O doloroso sofrimento da nação atleticana é fruto de decepções semanais, como uma tortura medieval lenta e sádica.

A verdade é que estamos numa nau sem rumo e sem vela, sem um comando de pulso e ao sabor do vento. Sem perspectivas de curto prazo. Então, só nos resta pensar que…

Milagres acontecem. Rezemos por eles!

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Publicado por em 22/09/2011 em Uncategorized

 

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LÁ VAMOS NÓS PARA MAIS UMA BATALHA!

Sabendo que depois do jogo contra o Flamengo, o Galo enfrentará o Internacional em Porto Alegre, fica claro que a partida contra o time dos urubus cariocas é vital para as nossas pretensões.

Se alguma pretensão ainda existe.

Se, por desgraça, perdermos esses próximos 6 pontos, afundaremos de vez na zona do rebaixamento e de lá só sairemos por obra e graça de Nosso Senhor Jesus Cristo… se Ele deixar de lado assuntos muito mais importantes para nos ajudar.

Contudo, se o Galo vencer o Flamengo, parte com a auto-estima renovada para a batalha contra os gaúchos.

Infelizmente, Neto Berola está fora do embate. É o único jogador do elenco com características formatadas para o contra-ataque veloz. Sem ele, perdemos este trunfo.

Réver ainda é dúvida. Caso não jogue, o indefectível e eterno Werley tomará seu lugar.

Magno Alves e André retomaram condições de jogo, enquanto Guilherme e Marquinhos Cambalhota não treinaram hoje por causa de dores musculares.

Guilherme, certamente, por ter corrido uma barbaridade (?) contra o Atlético-GO!?!

Desta forma, o provável Atlético desta quarta-feira será:

Renan Ribeiro, Serginho (Mancini), Réver (Werley), Leonardo Silva e Triguinho; Pierre, Filippe Soutto, Richarlyson (Renan Oliveira) e Daniel Carvalho; Magno Alves e André.

Renan Oliveira está recuperado e como se dá muito bem contra o Flamengo, está relacionado.

Muitas dúvidas em muitos setores. Mas, ultimamente, não temos que nos preocupar com isso. Seja qual for a equipe escalada, o filme não muda: nunca é comédia. Sempre é um dramalhão digno de Ingmar Bergman!

De todo modo, espero que o time se supere e vença nem que seja de meio a zero, para afastar-se cada vez mais do apavorante polígono da humilhação explícita.

Vamos pra cima deles, Galo!

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Publicado por em 20/09/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 0 BAHIA. E OS PÉS PERMANECEM GRUDADOS NO CHÃO.

Não quero supervalorizar a vitória e muito menos desmerecer a sua importância.

Afinal, por causa disso, saímos da zona de rebaixamento. Pelo menos, momentaneamente. Mas nada nos garante que o time tenha engrenado definitivamente.

Não sabemos o que acontecerá no próximo jogo, contra o Atlético-GO fora de casa. Apostar em uma vitória do Galo em Goiânia é como jogar na sena e se endividar até no talo com a certeza de se tornar milionário.

A não ser pelos 3 pontos guardados zelosamente na sacolinha, não foi uma partida que nos inspire a ovacionar a equipe daqui para a frente.

Alguns jogadores ainda permanecem atuando dentro daquilo que os boleiros (aqueles que jogam ou jogaram de forma séria) definem como “jogando pedrinha”.

No presente caso, Mancini e Serginho.

Mancini, especialmente, teve a chance de se redimir no segundo tempo, quando assumiu a lateral direita. Naquele espaço de campo, não comprometeu, pois decidiu jogar apenas o feijão com arroz. Já não é capaz de produzir mais do que isso.

Só não incluo Renan Ribeiro nesta lista porque o jovem goleiro da base não foi exigido em nenhum momento do jogo.

E se a bola não vai nele, não tem como falhar.

Jogar sem goleiro é uma tragédia digna dos grandes dramas gregos! Dureza, viu!

No mais, o Galo se cuidou muito nos combates no meio de campo e eu não vi a zaga desguarnecida em nenhum momento.

Werley colou no Reinaldo e Triguinho cobriu seu lugar, sem falhas durante todo o jogo.

Daniel Carvalho soube distribuir as jogadas enquanto teve fôlego. O lançamento que fez para o segundo gol de Magno Alves pagou o ingresso.

Daniel Carvalho tem um potencial tão grande que nem ele mesmo sabe. E, por conta disso, não se valoriza.

Pelos dois gols marcados, um deles em um penalti que na hora achei que não existiu _ mas que, depois confirmei sua legalidade por VT _ Magno Alves foi o nome do jogo.

Além de jogadas agudas em direção ao gol. E quando estava crescendo ainda mais, foi retirado da partida pelo treinador. Vai entender.

Pierre também foi destaque. Das bolas que disputou, não perdeu uma sequer.

A realidade é que o Atlético atuou de forma consistente do meio para trás. E de forma improvisada e insegura do meio para o ataque.

A bem da verdade, o primeiro lance efetivo de gol aconteceu aos 45 minutos do primeiro tempo, quando o penalti foi marcado. Nada mais além disso.

Muito pouco para quem jogava em casa, com o apoio da torcida.

As chances se multiplicaram no segundo tempo, quando o Bahia se lançou ao ataque em busca do empate e foi surpreendido pelo primoroso lançamento de Daniel Carvalho, que encontrou Magno Alves livre para fazer o segundo gol.

E, logo depois, Bernard _ que deu muito mais velocidade às tramas de ataque _ perdeu uma chance de ouro, cara a cara com Thiago.

Essa vitória não me tira a certeza de que vamos brigar todo o tempo na parte de baixo da tabela, disputando com os times pequenos as migalhas que sobrarem.

Não temos equipe para mais do que isso, infelizmente.

Futebol é imprevisível, mas quando a incompetência da diretoria é exagerada e beira as raias da irresponsabilidade, é fácil fazer previsões seguras.

O que anseio é apenas escapar da segunda divisão. Não tenho mais nenhuma pretensão, pois não primo pela loucura.

Tomara que eu esteja enganado. E você, amigo leitor do L&N, qual a sua opinião?

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Publicado por em 11/09/2011 em Uncategorized

 

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VERGONHA!!!

Inauguramos uma nova era no Atlético.

Não nos basta mais perdermos o jogo e os 3 pontos.

Uma derrota digna já não é suficiente. Temos de levar goleadas uma atrás da outra para escancarar de vez a vergonha da massa atleticana.

Uma torcida que respira e vive por este clube, mas este clube não vive nem por si mesmo, quanto mais pela torcida.

Ontem o Galo extrapolou a cota de incompetência e o Internacional passeou em campo.

Foi como tirar pirulito de uma criança desde o primeiro minuto de jogo, tal a diferença técnica e tática entre os dois times.

O placar não diz o que foi o jogo. O Atlético merecia levar uma sapatada de 6 ou 7.

E quando digo que tremo só de pensar nas alterações de Dorival Junior, eu tenho cá as minhas razões.

A entrada de Wendel foi uma brincadeira cruel com aqueles que entendem um mínimo de futebol.

Foi uma invenção de um treinador metido a Professor Pardal que superou a burrice da personagem dos gibis.

Abriu o meio de campo completamente e a partir daí, a coisa desandou. Mesmo tentando corrigir depois,  já era tarde. A Inês já era morta.

A verdade é que o time do Atlético perdeu o padrão que vinha mantendo até no jogo contra o Bahia.

Simplesmente desapareceu no ar. Escafedeu-se. Hoje não existem mais soluções treinadas. O time está entregue às baratas.

E matando todo mundo de vergonha. E forçando a cabeça do atleticano a olhar para o chão… outra vez. E mais uma vez!

É este o time que o presidente Kalil diz ser muito bom?

O presidente disse também que Renan Ribeiro está entre os 5 melhores do país. Cegueira pura de um dirigente que está pecando por omissão e empáfia.

Pois a porteira foi aberta por Ribeiro, naquela bola fácil que espalmou nos pés do atacante. Mas, inexplicavelmente, permanece titular. Até quando vai continuar contribuindo para as derrotas?

Daniel Carvalho, apesar de ter sido um dos menos ruins, não se encaixa em meio de campo marcador. Desequilibra o setor.

Aliás, posso estar sendo injusto com ele, porque ontem eu não vi ninguém se encaixar em esquema algum, pois esquema foi exatamente o que não existiu.

É este o time de 2011? Se for, preparemos o lombo. Nosso futuro será lutar, NOVAMENTE, contra o rebaixamento, não se iludam.

O time foi esfacelado e perdeu todo o conjunto que tinha, devido aos estranhos critérios de Dorival Junior. Cada critério mais aloprado que o outro.

Isso desmotiva e desestabiliza o grupo. Vide Guilherme Santos, que vinha super bem e hoje virou um perna de pau. Mais um para a galeria.

Não espero nada de bom dessa aberração chamada equipe do Atlético.

E não espero nada de reforços de uma diretoria sonolenta e míope, que, apesar dos apelos de milhares de atleticanos em relação ao fortalecimento do time, se faz de surda, como se tudo fosse uma bobagem de gente que não entende nada.

Pois é, são nessas horas que a gente constata quem é que entende alguma coisa. E quem se julga dono da verdade e não é.

Manter um time desses sem reforços, durante tanto tempo, sem ouvir ninguém, só pode vir de UMA CAMBADA DE IRRESPONSÁVEIS!!!

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Publicado por em 01/07/2011 em Uncategorized

 

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E O GALO DORME…

Eu estou muito preocupado com o estilo de administração do futebol que o Atlético adotou.

Um estilo dorminhoco que beira as raias da inércia!

Custo a crer que o presidente Kalil, depositário dos anseios da massa, acredita que o time que temos é forte o suficiente para realizar  uma grande jornada.

No meu ponto de vista, não é! O jogo contra o Flamengo, apesar do desempenho muito igual na maior parte do tempo, deixou claro que na hora da onça beber água, as coisas se complicam.

Aliás, contra o time carioca, além da flagrante limitação técnica, surgiu um fato novo: uma apatia inacreditável de alguns jogadores, principalmente no segundo tempo.

Cansaram ou apenas desistiram de correr em busca de uma vitória? Apenas como exemplo, eu vi Dudu Cearense perder uma bola em zona de perigo e voltar andando para a defesa.

Giovanni Augusto rifava bolas bobas e não recompunha o sistema defensivo. Será que o sucesso repentino subiu à cabeça do garoto? Já calçou saltos altos?

Em determinado momento, o Galo parecia um bando de amadores correndo _ ou evitando correr _ atrás de uma bola.

E esta é a equipe forte que o presidente cita?

Enquanto outros clubes buscam se reforçar, a diretoria do Galo está sentada à beira do caminho pitando um cigarrinho de palha e jogando conversa fora.

Pois a necessidade de reforços é muito grande! Nenhum time do mundo se sustenta sem a armação no meio de campo, uma vez que os atacantes ficam sem função se a bola não chegar neles.

Nós temos Daniel Carvalho, que, infelizmente, não é regular. Joga um jogo bom e no outro desaparece. E a sua presença em campo enfraquece de forma latente a marcação do meio de campo.

Resta saber o que é mais importante: se os lançamentos, em sua maioria errados, ou a compactação equilibrada da equipe.

Na minha opinião, Daniel Carvalho desequilibra o esquema do Galo!

Portanto, precisamos URGENTE de um meia armador que seja rápido tanto com a bola nos pés quanto na recomposição do meio.

E de um matador lá na frente. Os que temos são aprendizes em matéria de meter a bola na casinha. E não me venham dizer que Keirrison é o nome, pois este é muito pior que os que temos aqui.

E fora outros reforços que antes eu achava desnecessários, mas que agora já não penso assim.

Entretanto, a diretoria hiberna. Para eles, está tudo bem.

Pois eu lhes digo que, a persistirmos jogando essa bolinha inofensiva, o drama será grandioso este ano.

E no final, culparão o azar, pois contrataram um monte de gente e nada deu certo.

Contratações sem nenhum critério, mas mesmo assim, contratações, é o que dirão.

Por isso, estou cansado. Cansado de ser figurante, quando a nossa vocação é a de protagonista.

Cansado de correr pra não chegar!

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Publicado por em 29/06/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 2 ATLÉTICO-GO. UM PÉSSIMO RESULTADO.

Custo a crer que, depois de partidas vistosas, recheadas de um futebol rápido e fluente, o Galo voltou ao marasmo do jogo improdutivo e com passinhos para os lados.

Pois foi o que aconteceu ontem. E, como diz o “filósofo” Muricy Ramalho, a bola pune!

Eu não sei como foram os treinamentos na semana que antecedeu a partida, mas a impressão que eu tenho é que tudo de bom que o time tinha foi “destreinado” e atirado na lata de lixo.

Os irritantes passinhos para os lados acontecem quando não existe entrosamento ou falta ousadia. E passes errados são uma demonstração de reduzida capacidade técnica ou excesso de virtuosismo.

De todo modo, de um jeito ou de outro, acaba travando todo o time, principalmente quando o meio não consegue ditar o ritmo de jogo.

Tudo bem que Fillippe Souto arredondava a bola naquele setor e Richarlyson dava um plus a mais na marcação.

Entretanto, a falta dos dois não pode justificar tamanha queda de rendimento.

Apesar de maior posse de bola, o Galo foi dominado taticamente pelo xará goiano, que atuou como bem quis em plena Arena do Jacaré, fato inadmissível em um campeonato tão difícil quanto o brasileirão.

Daniel Carvalho não fez a diferença, Gilberto entregou a rapadura no primeiro gol deles e Giovanni Augusto tornou-se, de repente, um jogador comum, sem contribuir como o fazia antes.

Mancini está abaixo da crítica e Magno Alves segue perdendo gols em profusão, embora a criação de chances para conclusões não tenha sido, nem de longe, no nível dos outros jogos.

Enquanto isso, o Atlético-GO, com apenas três finalizações, marcou duas vezes. E num deles, auxiliado por uma falha bisonha de Renan Ribeiro justamente quando o Atlético ensaiava uma reação de verdade.

Foi como um balde de água fria na equipe.

E não foi a primeira vez. Até quando Dorival Júnior manterá um goleiro inseguro com título de propriedade da titularidade registrado em cartório?

Imagino o que se passa na cabeça do goleiro reserva, Giovanni, nesta altura do campeonato, pois, comprovadamente, é mais completo que o titular.

Renan Ribeiro é um razoável goleiro, nada mais do que isso. É uma promessa _ que ainda não deslanchou, como tantos _ e tem de ser preservado sim. Mas essa preservação da prata da casa passa por um bom banco.

Parece que Dorival Júnior entende que uma reserva machucaria demais Renan Ribeiro. Ora, enquanto isso vamos seguir levando gols bobos e perdendo pontos?

Muitos já passaram por isso e depois tornaram-se grandes jogadores. Não há nada demais na atitude. Diego Alves é um bom exemplo.

Foi uma partida sem imaginação do time atleticano, que esqueceu o bom conjunto mostrado em jogos anteriores.

Dorival Júnior merece críticas sim. Mete umas idéias alopradas na cabeça e nenhum ser racional consegue tirá-las de lá.

Leandro no lugar de Guilherme Santos é uma aberração, uma ode à burrice.

O time vinha jogando bem com 3 volantes e ele simplesmente muda tudo, sem motivos aparentes. Mantem Mancini com um Guilherme no banco.

Daniel Carvalho, que, hipoteticamente, não suportaria 90 minutos, é mantido o jogo inteiro. Vá entender!

Afora outros pontos não citados, senão esta crônica será alongada em demasia.

Vale lembrar que não estou pedindo a cabeça do Dorival. Tenho o maior respeito por seu trabalho e a continuidade da filosofia é fundamental nessa hora.

Mas ninguém está acima de críticas feitas construtivamente.

Enfim, não fomos competentes para somar 3 pontos em cima de um adversário de média capacidade e dentro de nossos domínios.

Isso nos obriga a enfrentar o Flamengo do moleque irresponsável com a corda no pescoço e pensando tão somente na vitória.

Um péssimo resultado!!

E mesmo assim, a diretoria segue dormindo em berço esplêndido!

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Publicado por em 20/06/2011 em Uncategorized

 

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BAHIA 1 X 1 ATLÉTICO. PERDEMOS 2 PONTOS.

O Atlético não reeditou as suas melhores partidas, mas fez o suficiente para perder um balaio de gols, jogando fora a possibilidade de, no mínimo, subir para a terceira posição na tabela de classificação.

No primeiro tempo, o Galo jogou razoavelmente até os 30 minutos. Depois, o Bahia reagiu e agrediu de uma forma mais incisiva do que vinha fazendo até então.

Giovanni Augusto não conseguiu realizar a transição da defesa para o ataque e a equipe se ressentiu tremendamente disso. Afinal, um dos pontos fortes do conjunto residia justamente neste quesito.

Toró muito mal em todos os aspectos, perdia a bola lá na frente e não voltava a tempo de recuperar a bola.

O lado positivo que posso registrar é que o time hoje tem uma personalidade mais aguerrida e lutadora. Os atletas buscam suprir as deficiências de momento com muita dedicação e uns se doam pelos outros.

Muito em função do exemplo de Réver e Leonardo Silva, dois jogadores que demonstram uma sede de vitória acima da média.

No segundo tempo, um penalti mandrake marcado por um péssimo juiz, impôs ao Atlético a obrigação de se abrir e partir para cima do Bahia.

Mesmo sem jogar bem, com jogadas confusas no meio de campo e perdas infantis de bola, o Galo buscou pressionar o time baiano.

No intervalo do jogo, eu tuitei que esta partida seria perfeita para Daniel Carvalho mostrar serviço, pois o Bahia concedia espaços na defesa que um jogador habilidoso como ele poderia explorar.

Dito e feito. Dorival Júnior, pensando igual a mim, mandou-o a campo e ele, Daniel Carvalho,  assumiu a responsabilidade de municiar os atacantes e deu a assistência para o gol de empate, de Neto Berola.

Fora a falta que bateu, que resultou no segundo gol, legítimo, mas mal e porcamente anulado.

E lançou magistralmente Magno Alves para este desperdiçar mais uma grande chance frente a frente com o goleiro. E outras jogadas mais.

Para mim, jogando apenas 30 minutos, Daniel Carvalho se constituiu no grande nome do jogo por tudo que produziu hoje.

E não atuou só com a bola no pé. Voltou para marcar, tentou ser rápido nos contra-golpes, e preencheu espaços quando não tinha a posse de bola.

Resta saber se ele está disposto a repetir a dose nas próximas oportunidades.

No mais, reconheço que a equipe atleticana cria muitas chances de gol, o que é extremamente digno de elogios.

Mas, em compensação, desperdiça quase todas. E aí os elogios vão pro ralo e críticas ferozes tomam seu lugar.

Dentro das circunstâncias do jogo, foi um péssimo resultado. Se considerarmos a cascata de empates que aconteceram nas outras partidas, pior ainda. Se tivéssemos vencido, estaríamos em uma posição bastante favorável, na cola do São Paulo.

De todo modo, botamos um pontinho na sacolinha, o que nos mantém no G-4.

Mas temos de seguir melhorando. E temos muito a progredir.

Muito trabalho e muita fé. E outro tanto de apoio!

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Publicado por em 12/06/2011 em Uncategorized

 

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