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O RETORNO DE DOM DIEGO TARDELLI

Aumentaram as especulações acerca do retorno de Diego Tardelli ao Atlético.

O próprio Tardelli se incumbe de alimentar o boato ao postar no twitter frases que sugerem um breve retorno.

O presidente Kalil e Eduardo Maluf se apressam em desmentir, sob a alegação de  que Anzhi (Rússia) e Tardelli pedem valores absurdos, impossíveis de serem bancados.

O ex-centroavante atleticano não seguirá jogando no Anzhi. Não consegue atuar bem e não é relacionado para as partidas.

Diante do que afirma todos os dias no twitter, a vontade de Dom Diego é retornar ao Galo. E eu acredito nisso, embora saiba que, como profissional que é, o dinheiro é que definirá o seu destino.

A torcida espera por ele, eu sei. Mas, objetivamente, levanto uma hipótese: se o time de 2011 tivesse feito uma excelente campanha, a aspiração da nação seria a mesma?

Em outras palavras, se Kalil, de forma competente _ o que é quase impossível com Maluf do lado _ tivesse substituído Tardelli à altura, teríamos nós a mesma ansiedade em tê-lo de volta?

Embora eu já tenha me decidido a apoiar o retorno do artilheiro, me pergunto se isso está mais escorado nas frustrações da era pós-Tardelli do que propriamente na consistência do “ídolo” que ele foi… ou é.

E Tardelli foi efetivamente ídolo do Galo? Eu não saberia responder a essa questão, pois sou muito exigente em relação ao conceito.

Entretanto, ídolo ou não, eu não posso negar que seria um baita reforço nas atuais circunstâncias. Pelo menos, é um cara identificado com o DNA do Clube Atlético Mineiro, ao contrário da maioria dos contratados neste ano.

Ao mesmo tempo, qual seria a resposta do Kalil à seguinte pergunta: você, que pagou os tubos no Guilherme (que joga um futebol bem chinfrim), está disposto a investir no Tardelli, que custa menos, mas vale muito mais?

Politicamente, no meu ponto de vista, Alexandre Kalil está numa sinuca de bico perante a torcida atleticana. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

E para acirrar a discussão, tem ainda a insegurança da direção do Atlético quanto a permanência na série A.

Você fecharia com Tardelli para garantir o negócio ou aguardaria a definição do nosso destino no campeonato brasileiro? Lembre-se que, na escolha da última hipótese, tem Catar, Turquia, Palmeiras, Vasco e Grêmio interessados.

E aí? Disposto a discutir a melhor solução?

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Publicado por em 03/11/2011 em Uncategorized

 

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EU, O MAURO CÉZAR, O GALO GRANDE E O GALO MÉDIO

Prezado Mauro Cézar,

Quero começar dizendo que recebi boas referencias a seu respeito, de um amigo que é jornalista e trabalha com você. Mas, mesmo que não tivesse escutado isso dele, não ousaria colocar em xeque seu trabalho de tantos anos – mesmo porque não acompanho de perto – apenas por discordar de uma idéia sua. Ao lhe escrever, meu objetivo é o diálogo saudável e o esclarecimento de uma dúvida sincera que me ocorreu e que compartilharei com você ao final.

Não discordo de você quando aponta a ausência de bons resultados e títulos do Clube Atlético Mineiro nas últimas duas décadas. Mais do que ninguém, nós da torcida sabemos como nos é caro esse jejum. Portanto, concordo que este é um elemento importantíssimo que caracteriza um time grande: títulos. Nesse ponto, não podemos discordar. Só não concordo que isso, por si só, constitua um time grande. Ser tão taxativo seria medir o imensurável baseado no mensurável.

Um time não se faz grande apenas porque a torcida é grande e fanática? Verdade. Mas esse é um elemento que não se deve menosprezar. Um CT invejável não faz um clube grande? É verdade. Mas você vai negar que uma estrutura dessa qualidade pode ajudar, e muito, nos resultados futuros? Um time vitorioso não se faz recheado de contratações caras e comissões técnicas badaladas. Também concordo. Mas, peraí, não é importante saber que o clube está se reestruturando financeiramente e consegue se reforçar?

Pagar salários em dia não leva um time ao topo da tabela de classificação? É claro que não. Mas vai falar que isso não importa na hora de montar seu elenco? E ter um trabalho excepcional nas categorias de base, ganhando vários títulos importantes, não faz um clube grande. Mas vai menosprezar esse trabalho? O que estou querendo dizer, Mauro Cézar, é que de longe a realidade pode parecer simples, mas bater martelo baseado em um aspecto (importante, mas é um aspecto entre vários) e dizer de forma tão contundente que um time tornou-se mediano é uma verdade que considero reducionista.

E daí vem a minha dúvida: em que o seu comentário nos ajuda? Você diz que o Atlético precisa se reconhecer médio para voltar a ser grande. O que significa isso em termos práticos? Trabalhar com um elenco mais modesto, sem nenhuma grande contratação? Enfrentar times grandes, em casa, com 3 zagueiros e 4 volantes? O que significa isso para a torcida? Baixar a crista de Galo e desestufar o peito quando vestir a camisa? Olhar o escudo como quem se acha menor? E a diretoria, o que faria no dia em que se visse à frente de um time médio?

De verdade, não entendi seu conselho. Não sei o que ele significa no dia-a-dia. Na minha opinião de torcedora, o Galo precisa fazer o contrário: reconhecer-se grande e trabalhar segundo esses padrões. Qualquer pessoa que visitar seu centro de treinamento e olhar o trabalho das categorias de base saberá que o Clube não pensa pequeno. E qualquer um que tiver boa vontade enxergará que uma estrutura bem montada, contas em dia, torcida enorme e apaixonada também são elementos que caracterizam um time grande. É preciso ter aspirações.

Mas, juro, fiquei com uma pulga atrás da orelha: saber-se médio para tornar-se grande? Poderia explicar isso melhor? Não estou pedindo para você reafirmar que considera o Atlético um time médio. Isso eu já entendi. Eu quero é saber o que você acha que devemos fazer com isso e em que o seu conselho pode nos edificar. Agradeceria muito se você pudesse ser mais claro. E, por favor, se o fizer, gostaria de pedir ainda que evite respostas prontas. Porque, se for o caso, acho que vou desconfiar que sua intenção era menos a de contribuir para o futebol e mais a de polemizar, simplesmente. O que, de verdade, espero que não tenha sido.

Obrigada.

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Publicado por em 28/10/2011 em Uncategorized

 

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MENTE E CORAÇÃO

O que faz um cabeça de bagre se tornar um jogador de seleção brasileira?

O que faz um time desequilibrado, irregular em seus setores, com um ataque fraco e inoperante, se tornar vencedor?

Para as duas perguntas, uma só resposta: MENTE E CORAÇÃO!

Para os dois casos, conhecemos inúmeros exemplos de atletas que se superaram na base da concentração férrea da mente e do suporte vigoroso do coração.

Se a equipe do Atlético, por conta de suas limitações técnicas, não encontrar liga para impor um jogo envolvente em todas as suas linhas, que busque forças na vontade e na raça de vencer adversários mais fortes.

Mais fortes só porque baseados nos números da campanha. Só por isso. Nenhum passado é capaz de atropelar o presente se estivermos empenhados na medida certa para mudar a história, para transformar o lógico em ilógico.

Porque a história é feita jogo a jogo, dia a dia. Porque o que se faz mal hoje, pode-se corrigir amanhã, e, às vezes, até  atingindo a perfeição. Se absorvermos o verdadeiro espírito da reação, podemos vencer o invencível, destruir o indestrutível!

Somos humanos e como humanos temos potencial diferente a cada dia que passa, ao sabor dos acontecimentos que nos afetam.

Você, que se considera um grande executivo, com capacidade mais que provada de fazer crescer a empresa com criatividade e dinamismo, pode me dizer em sã consciência que, se a sua mulher (que você ama muito) quer o divórcio ou tem um amante, terá o mesmo rendimento profissional?

Claro que qualquer um, em determinado momento, fraquejará. Mas se estiver absolutamente focado naquilo que anseia, nada o fará tropeçar. MENTE E CORAÇÃO forjados a ferro e fogo no amargo sofrimento que enriquece o indivíduo e faz dele uma pessoa melhor.

É baseado nessa concepção que peço: caros jogadores do Galo, não se deixem abater pelas derrotas que até aqui colocaram o Clube Atlético Mineiro numa posição de alto risco. Esqueçam as merdas feitas. Já não é tempo de valorizá-las.

Tenham a certeza. Se unirem, como irmãos siameses, o raciocínio calmo e tático com a emoção agressiva de um predador, o nosso Galo sairá incólume dessa situação.

Não desistam!

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Publicado por em 27/10/2011 em Uncategorized

 

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CARTA AOS JOGADORES DO CAM

Senhores jogadores do Clube Atlético Mineiro,

Não pretendo aqui representar a torcida do Galo. Esta carta é minha, leva a minha assinatura. É a minha opinião. Traz o meu pedido.

Nos últimos anos, já escrevi cartas ao presidente do clube, à torcida e até a mim mesma, mas hoje meu assunto é com vocês. E é respeitosamente que escrevo.

Não deve ser novidade que a Massa atleticana está revoltada com o futebol que vem sendo apresentado, já que a torcida tem ficado calada durante os jogos e até vaiado o time.

Não sei se vocês entendem bem o que isso significa quando se trata da torcida do Clube Atlético Mineiro. Tradicionalmente, somos um povo que empurra seu time para a vitória. Mas acho que, para minha tristeza, não tem sido mais assim, não é?

Eu acho que sei o motivo: para esta nação chamada Galo, não basta ter bons jogadores; é preciso vê-los jogar como quem parte para o jogo mais importante de suas vidas.

E, querem saber? Daqui até o fim do ano, cada jogo será realmente o mais importante de suas vidas. Pensem bem: talvez vocês tenham ganhado títulos em outros clubes, talvez alguns de vocês já tenham conquistado tudo o que queriam, mas um rebaixamento à Série B manchará para sempre a honra de vocês.

O Clube Atlético Mineiro é grande e logo se reerguerá, contratará novos jogadores, poderá ganhar grandes títulos na próxima década. Mas, caso se confirme nosso descenso este ano, vocês serão para sempre lembrados como o time milionário que rebaixou o Atlético.

Acho que vocês ainda não entenderam o tamanho do clube que defendem. Vocês vestem hoje a mesma camisa do único time que fez curvar a toda poderosa Seleção Brasileira de 1970!

Lembrem-se agora de todos os seus sonhos de meninos e saibam que eles estão em jogo. Queriam ser grandes jogadores e agora amargam uma melancólica zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro?

Ainda dá tempo, acordem! Lutem com honra, garra e dediquem cada gota do seu suor a quem quer que queiram: família, amigos e até a vocês mesmos, que um dia sonharam vestir uma camisa de time grande. Não sei se vocês entendem isso, mas o Atlético sempre será grande.

Mas, nas próximas semanas, se o mundo inteiro tiver a impressão de que o Galo se apequenou, serão os rostos e os nomes de vocês que serão apontados como os responsáveis pelo fracasso. Não pensem que uma queda à série B será fácil para vocês. É melhor jogar além do limite agora do que tentar remendar os efeitos depois. Isso sem falar, claro, no prejuízo financeiro.

Não há mais tempo para nada além da mudança de atitude de vocês mesmos. O time que vai cair ou que vai ficar é este aí.

E a decisão de lutar e encontrar forças até onde vocês não sabiam que seria possível cabe somente a vocês. Eu só posso pedir que tentem. São dez jogos. Dez verdadeiras guerras. Eu só posso dizer que, se realmente tentarem, eu acredito de todo coração que conseguirão.

Espero muito que queiram. Lutem. Lutem muito. Entreguem-se de um jeito que ainda não fizeram. E verão um país inteiro, em preto e branco, torcendo loucamente a favor de vocês.

Até mesmo contra o vento!

Ana Cristina Gontijo

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Publicado por em 12/10/2011 em Uncategorized

 

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ALERTAS FORAM DADOS, MAS A ARROGÂNCIA É SURDA!

Nas linhas e parágrafos do L&N sempre alertei para a fragilidade do time do Atlético.

E isso não aconteceu agora, com a equipe descendo a serra em passos largos para a segunda divisão. Aí seria simplório demais.

Foi ANTES da metade do primeiro turno, quando este blog já martelava frases como: A diretoria está dormindo, o time é fraco, desse jeito vamos cair, o nosso futuro pode ser jogar às terças e sextas, e bla bla bla bla bla…

As crônicas estão aí para quem quiser comprovar.

Todavia, apesar dos inúmeros avisos partidos de incontáveis atleticanos, praticamente nada foi feito. Kalil e Maluf viram a caravana passar e nem sequer latiram. Nada foi feito no sentido de mudar o rumo de uma embarcação que já dava claros sinais de naufrágio iminente.

Engessado por seu ego inflado (e juro que não sei o motivo disso, pois só se infla o ego quando se constrói algo realmente espetacular), Kalil arrotou arrogância para tudo quanto é lado ao mesmo tempo em que investia milhões em Guilherme e André, dois atacantes que só provocam infartantes ataques de risos… ou de raiva!

Entre outros investimentos equivocados. Entre outras declarações estapafúrdias em cadeia nacional, declarações estas que NUNCA deram certo e jamais se traduziram corretas no campo de jogo.

Melhores de todos os tempos: Em pé: Nelinho, João Leite, Luisinho, Vantuir, Cincunegui e Cerezo; Agachados: Oldair, Paulo Isidoro, Reinaldo, Dario e Éder Aleixo.

Pelo contrário, só nos criaram situações de extremo embaraço e tentativas de explicar o inexplicável.

Foi uma sequência absurda de enganos que nos trouxe até aqui. Com sinceridade, custo a crer que estamos à beira de um precipício e que o nosso mais provável futuro é um tremendo tombo. Um vexamoso tombo!

Pois tínhamos a faca e o queijo (dinheiro e estrutura) na mão para estarmos agora comemorando a ponta da tabela, se fôssemos minimamente competentes.

Os alertas que o Lances & Nuances deu não passaram disso: ALERTAS de um atleticano preocupado com o destino de seu clube, nada mais. Pena que a arrogância é surda… ou burra!

Eu torço fervorosamente para que, amparados por um gigantesco milagre, escapemos do que seria um verdadeiro desastre na nossa história. De novo!

Ao contrário de muitos outros pseudo-atleticanos que, por terem também feito críticas, aguardam ansiosos a queda do Galo para estourarem o champagne e comemorarem as previsões “acertadas”. Deus me livre e guarde de amigos assim. Prefiro inimigos perfeitamente identificados e não escondidos sob falsas capas alvinegras.

Para ser absolutamente realista, a equipe não merece mesmo nenhum milagre. Nem jogadores e muito menos Alexandre Kalil.

Entretanto, com a queda do clube, a torcida também cai junto. A diferença é que a nação atleticana sentirá uma vergonha infinita e dolorida, muito mais do que aqueles que jogaram o Atlético nessa lama. Ou ao contrário deles, sei lá.

Só sei que ninguém joga fora a flor para presentear espinhos!

Mas, é exatamente este o presente que estamos recebendo do Clube Atlético Mineiro!

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Publicado por em 10/10/2011 em Uncategorized

 

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LÁ VAMOS NÓS PARA MAIS UMA BATALHA!

Sabendo que depois do jogo contra o Flamengo, o Galo enfrentará o Internacional em Porto Alegre, fica claro que a partida contra o time dos urubus cariocas é vital para as nossas pretensões.

Se alguma pretensão ainda existe.

Se, por desgraça, perdermos esses próximos 6 pontos, afundaremos de vez na zona do rebaixamento e de lá só sairemos por obra e graça de Nosso Senhor Jesus Cristo… se Ele deixar de lado assuntos muito mais importantes para nos ajudar.

Contudo, se o Galo vencer o Flamengo, parte com a auto-estima renovada para a batalha contra os gaúchos.

Infelizmente, Neto Berola está fora do embate. É o único jogador do elenco com características formatadas para o contra-ataque veloz. Sem ele, perdemos este trunfo.

Réver ainda é dúvida. Caso não jogue, o indefectível e eterno Werley tomará seu lugar.

Magno Alves e André retomaram condições de jogo, enquanto Guilherme e Marquinhos Cambalhota não treinaram hoje por causa de dores musculares.

Guilherme, certamente, por ter corrido uma barbaridade (?) contra o Atlético-GO!?!

Desta forma, o provável Atlético desta quarta-feira será:

Renan Ribeiro, Serginho (Mancini), Réver (Werley), Leonardo Silva e Triguinho; Pierre, Filippe Soutto, Richarlyson (Renan Oliveira) e Daniel Carvalho; Magno Alves e André.

Renan Oliveira está recuperado e como se dá muito bem contra o Flamengo, está relacionado.

Muitas dúvidas em muitos setores. Mas, ultimamente, não temos que nos preocupar com isso. Seja qual for a equipe escalada, o filme não muda: nunca é comédia. Sempre é um dramalhão digno de Ingmar Bergman!

De todo modo, espero que o time se supere e vença nem que seja de meio a zero, para afastar-se cada vez mais do apavorante polígono da humilhação explícita.

Vamos pra cima deles, Galo!

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Publicado por em 20/09/2011 em Uncategorized

 

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URGÊNCIA URGENTÍSSIMA NO GALO!

Quando faltam 14 rodadas para acabar o campeonato e seu clube necessita de 7 vitórias para escapar do rebaixamento…

Você constata que, desde o início do Brasileirão, as ações no departamento de futebol se mostraram tão ridículas e ineficazes, que, mais uma vez, empurraram o clube para a beira do abismo…

Você assiste uma equipe, carente de técnica e raça, ser derrotada por um time mediano em terreno neutro (sim, pois o Serra Dourada estava praticamente vazio) e não encontrar forças para reagir…

E que, mesmo precisando vencer a todo custo, o técnico substitui o atacante Berola por um volante, Richarlyson, limitadíssimo, que não acerta um lançamento, se posiciona mal em campo e não sabe se ataca ou defende, mesmo não sabendo atacar ou defender…

Depois de analisar estas questões e outras mais _ não levantadas neste post _ você, como pessoa realista que é, só pode concluir que:

O GALO NÃO ESCAPA DA SEGUNDA DIVISÃO EM 2012!!

Para que isso não aconteça, algo de novo tem de acontecer urgentemente. Algo que mude as coisas da água para o vinho.

Faltam só 14 rodadas. Se continuarmos empurrando o destino com a barriga, esperando que um milagre surja do nada para nos salvar, estaremos ferrados em dezembro. Ou bem antes.

Nem o Cuca garante que o Galo não será rebaixado. Maluf “acha” que este ano não passaremos pelo sufoco do ano passado. Ele “acha”!

Já vi cara morrer ao ultrapassar em uma curva fechada, onde ele “achou” que não toparia com uma carreta crescendo à sua frente.

Eu tenho a impressão que a diretoria capitulou diante da intransponibilidade dos problemas, mesmo que estes tenham nascido de sua própria incompetência.

A diretoria, estática e burra, entregou pra Jesus. Estão todos, neste momento, em uma igreja qualquer orando fervorosamente para que Deus conserte a merda que fizeram.

Só que as coisas não funcionam assim.

Então, é bom o presidente Alexandre Kalil ir tratando de decretar “estado de sítio” na Cidade do Galo!!

Consciências sacudidas, compromissos reafirmados e o resgate do profissionalismo devem estar na ordem do dia. Em todas as direções, em todos os escalões, como num mutirão, com todos na mesma rota e com um mesmo pensamento.

O regime de urgência urgentíssima tem de imperar imediatamente, sob pena de acordarmos assistindo aos jogos do Galo nas terças e nas sextas-feiras!

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Publicado por em 19/09/2011 em Uncategorized

 

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REFLEXÕES E A PERGUNTA: VOCÊ CONFIA NESTE TIME?

É inegável que o Atlético, no segundo turno, está fazendo uma campanha diferente e mais produtiva.

Mas, pensando cá com os meus botões, comparando com os resultados iniciais do primeiro turno, só a vitória sobre o Bahia foi diferente do início do campeonato, quando ocorreu um empate em Pituaçu.

De diferente mesmo, só a postura do time em campo, com uma atitude mais aguerrida, que sempre foi típica do Clube Atlético Mineiro.

E porque não foi assim desde o começo? É uma pergunta que certamente deixará muitos jogadores gaguejando à procura de uma resposta convincente.

Os próprios jogadores admitem que o time foi apático durante o transcorrer da maior parte da disputa e essa preguiça é que detonou o clube na tabela de classificação.

Ora, cabe apatia em uma equipe de profissionais que ganha uma fábula mensalmente?

Ou é justamente essa montanha de dinheiro que os tornam preguiçosos?

Isso não tem sentido, pois se assim fosse, Messi _ que ganha muito mais _ não correria feito um louco em campo, como faz. E outros exemplos que estão aí na nossa cara.

E fico pasmo quando um jogador _ como um Cristóvão Colombo descobrindo a América _ diz que a postura e a atitude do time mudaram.

Essa declaração é o reconhecimento mais flagrante que, no reino da Dinamarca, havia algo de tão putrefato, que foi capaz de paralisar pernas e brio de atletas.

O que desmotivaria um sujeito que recebe mensalmente, em dia, valores não inferiores a 40 mil e muitos deles próximos de 250 mil reais?

Se trouxermos isso para próximo da nossa vida comum, é grana para um apartamento ou um carro de luxo por mês. POR MÊS!

E mesmo assim, essa equipe que aí está, deixou escapar sob os seus olhos inúmeras oportunidades de fazer história ostentando o manto alvinegro.

Este é o time mais caro de toda a vida centenária do Clube Atlético Mineiro!

E, junto com o de 2010, certamente o que mais decepcionou.

Pois, das equipes ruins que o Atlético montou em outros anos, nós não esperávamos muita coisa mesmo. A nossa expectativa era tão baixa quanto o rendimento do conjunto em campo.

A VERDADE: Foi um altíssimo investimento jogado no ralo. Não há, no grupo do Galo, nenhum jogador diferenciado que justifique essa grana toda.

E o pior, a equipe não deu liga, não se encaixou.

Vai sobrevivendo aos trancos e barrancos e se mantendo às custas de milhões de orações contritas ao Deus Pai Todo Poderoso, que, aliás, tem coisas muito mais importantes a fazer neste mundo do que ficar impedindo que bolas entrem no nosso gol.

Se você, caro atleticano, não pensa como eu, me responda com toda sinceridade de que é capaz:

Você confia neste time?

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Publicado por em 14/09/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 0 BAHIA. E OS PÉS PERMANECEM GRUDADOS NO CHÃO.

Não quero supervalorizar a vitória e muito menos desmerecer a sua importância.

Afinal, por causa disso, saímos da zona de rebaixamento. Pelo menos, momentaneamente. Mas nada nos garante que o time tenha engrenado definitivamente.

Não sabemos o que acontecerá no próximo jogo, contra o Atlético-GO fora de casa. Apostar em uma vitória do Galo em Goiânia é como jogar na sena e se endividar até no talo com a certeza de se tornar milionário.

A não ser pelos 3 pontos guardados zelosamente na sacolinha, não foi uma partida que nos inspire a ovacionar a equipe daqui para a frente.

Alguns jogadores ainda permanecem atuando dentro daquilo que os boleiros (aqueles que jogam ou jogaram de forma séria) definem como “jogando pedrinha”.

No presente caso, Mancini e Serginho.

Mancini, especialmente, teve a chance de se redimir no segundo tempo, quando assumiu a lateral direita. Naquele espaço de campo, não comprometeu, pois decidiu jogar apenas o feijão com arroz. Já não é capaz de produzir mais do que isso.

Só não incluo Renan Ribeiro nesta lista porque o jovem goleiro da base não foi exigido em nenhum momento do jogo.

E se a bola não vai nele, não tem como falhar.

Jogar sem goleiro é uma tragédia digna dos grandes dramas gregos! Dureza, viu!

No mais, o Galo se cuidou muito nos combates no meio de campo e eu não vi a zaga desguarnecida em nenhum momento.

Werley colou no Reinaldo e Triguinho cobriu seu lugar, sem falhas durante todo o jogo.

Daniel Carvalho soube distribuir as jogadas enquanto teve fôlego. O lançamento que fez para o segundo gol de Magno Alves pagou o ingresso.

Daniel Carvalho tem um potencial tão grande que nem ele mesmo sabe. E, por conta disso, não se valoriza.

Pelos dois gols marcados, um deles em um penalti que na hora achei que não existiu _ mas que, depois confirmei sua legalidade por VT _ Magno Alves foi o nome do jogo.

Além de jogadas agudas em direção ao gol. E quando estava crescendo ainda mais, foi retirado da partida pelo treinador. Vai entender.

Pierre também foi destaque. Das bolas que disputou, não perdeu uma sequer.

A realidade é que o Atlético atuou de forma consistente do meio para trás. E de forma improvisada e insegura do meio para o ataque.

A bem da verdade, o primeiro lance efetivo de gol aconteceu aos 45 minutos do primeiro tempo, quando o penalti foi marcado. Nada mais além disso.

Muito pouco para quem jogava em casa, com o apoio da torcida.

As chances se multiplicaram no segundo tempo, quando o Bahia se lançou ao ataque em busca do empate e foi surpreendido pelo primoroso lançamento de Daniel Carvalho, que encontrou Magno Alves livre para fazer o segundo gol.

E, logo depois, Bernard _ que deu muito mais velocidade às tramas de ataque _ perdeu uma chance de ouro, cara a cara com Thiago.

Essa vitória não me tira a certeza de que vamos brigar todo o tempo na parte de baixo da tabela, disputando com os times pequenos as migalhas que sobrarem.

Não temos equipe para mais do que isso, infelizmente.

Futebol é imprevisível, mas quando a incompetência da diretoria é exagerada e beira as raias da irresponsabilidade, é fácil fazer previsões seguras.

O que anseio é apenas escapar da segunda divisão. Não tenho mais nenhuma pretensão, pois não primo pela loucura.

Tomara que eu esteja enganado. E você, amigo leitor do L&N, qual a sua opinião?

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Publicado por em 11/09/2011 em Uncategorized

 

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HOJE O GALO JOGA!

Imagino o sentimento frustrante de um técnico ao analisar o elenco do Galo e procurar os onze menos piores para escalar.

Não que todos os jogadores sejam ruins, de fato.

No papel, é um time de respeito, com nomes consagrados. E o cara só consagra seu nome fazendo por onde, dando retorno em campo.

Então, algo já realizaram de bom.

Em algum momento de suas carreiras, esses mesmos jogadores viveram dias de glória. Algum dia bem distante, é certo. E bota distante nisso, diga-se de passagem.

Mas aqui, no SPA atleticano, o que se vê é um amontoado de atletas fora de forma, matando bola de canela, errando passes de 2 metros e suspirando pelo apito final do juiz para se encontrarem, o mais cedo possível, com o grande amor de suas vidas: uma cerveja trincando de gelada e uma deliciosa cachacinha de Salinas!

E a imensa nação atleticana que se exploda em preto e branco!

Para o jogo contra o Bahia, eu não carrego nenhum sentimento de vitória antecipada.

Já se vão longe os dias em que, quando o Galo jogava, o dia nascia esplendoroso e o sol jorrava uma luz diferente sobre as nossas cabeças.

Já se passou o tempo em que, no dia em que o Atlético entrava em campo, o nosso bom humor não dependia de um bom café da manhã ou de uma noite excitante de sexo criativo com a mulher amada, bonita, cheirosa e carinhosa.

A verdade é que hoje nós torcemos para o Galo não jogar, pois só assim manteremos o coração em seu devido lugar, sem o receio de que ele saia pela boca e desapareça, quicando feito bola, por algum bueiro de uma rua qualquer.

Contudo, hoje o Galo joga!

E entrará em campo com Renan Ribeiro, Mancini, Réver, Werley e Triguinho; Pierre, Soutto, Serginho e Daniel Carvalho; Berola e Magno Alves.

Serginho é o grande erro desta escalação. É um atleta que estaria melhor correndo os 800 metros de alguma olimpíada do que compondo o meio de campo de um clube grande.

Renan Ribeiro é outro que não inspira nenhuma confiança. Para chegar a um nível razoável, tem de comer muito feijão.

Tivesse o Atlético investido em excelentes goleiros _ e não nos Guilhermes e Andrés da vida _ estaríamos hoje longe dessa lama em que nos chafurdamos rodada após rodada.

Não vou analisar esquema, pois seria uma perda de tempo. No Galo, esquema só funciona na preleção do técnico, no conforto e no aconchego do SPA Resort Cidade do Galo. Dentro de campo, que é onde a onça bebe água, às vezes dá certo. Na maioria, não dá!

Com uma simples vitória, o Atlético sai, momentaneamente, da zona do rebaixamento.

O que já seria um alento, dado as nossas sempre humildes aspirações anuais.

Você pode estar perguntando: depois de tantas críticas contundentes, o que nos resta?

Resta-nos persistir no papel de uma das torcidas mais fanáticas do planeta e apoiar o time sem vaias durante o jogo.

Resta-nos criticar através dos blogs, pelo Facebook, pelo twitter, por telefone, em manifestações públicas e até por sinais de fumaça.

Pois a diretoria do clube que move uma nação de milhões de atleticanos tem a obrigação vital de nos trazer de volta a alegria e o prazer de assistir o Galo jogar!

O presidente Kalil _ eleito por aclamação _ tem o dever de nos devolver aquele sol e aquela luz dos quais fomos privados _ como em um eclipse _ e que não nos iluminam mais.

Nunca deixaremos de ser atleticanos, é certo. É mais fácil o mundo acabar em 2012 do que um atleticano renegar o seu clube, a sua história e a cor de seu coração.

Mas nós também somos filhos de Deus. Nós, mais do que qualquer torcida neste país, merecemos acordar na manhã de uma partida, plenos de brilho nos olhos e no sorriso só de saber que “HOJE O MEU GALO JOGA”!

Nós e nossos filhos!

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Publicado por em 11/09/2011 em Uncategorized

 

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