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ATLÉTICO 1 X 0 TUPI – TUDO IGUAL, TUDO INSOSSO!

Repetir o exaustivamente repetido há mais de 2 anos é tedioso!

É desagradável para quem critica, para o criticado e para o leitor, que não vê nada de novo.

Descrever o jogo contra o Tupi é como tentar narrar VT’s dos vários jogos acontecidos este ano.

Depois daquelas 3 ou 4 boas partidas de início de temporada, a coisa desandou. E, pelo jeito, não tem volta.

Um amontoado de jogadores correndo atrás da bola, sem lenço e sem documento. E o pior, essa desorganização está minando o futebol dos poucos que têm qualidade. Afinal, ruindade é contagiosa!

Não existiram destaques positivos na vitória magra e insossa sobre o Tupi. Tampouco aqueles que enterraram a equipe contra o Goiás se redimiram. Só para constar, Richarlyson deveria ser inscrito no Guinness Book como o jogador mais ridículo dos últimos anos na Cidade do Galo.

O que pensávamos antes, continuamos pensando hoje: o Atlético não tem time para fazer bonito no campeonato brasileiro. Com o atual perfil, tem condições de vencer apenas umas 4 equipes da série A. E olhe lá!

Isso significa que brigaremos para não cair. DE NOVO!!

A única novidade deste sábado ocorreu fora de campo, porque dentro não acontece nada de produtivo. O dono da verdade e dos destinos nada promissores do Galo, Sua Majestade Alexandre Kalil, decidiu culpar a imprensa pelas críticas ao time, como se a equipe estivesse jogando o fino da bola e, mesmo assim, sendo massacrada.

Pois eu afirmo que a imprensa mineira é, em grande parte, constituída por bundões sem compromisso com a verdade e com os votos de sua profissão. Mas de maneira alguma podem ser responsabilizados pela mediocridade visceral de um time que não sabe defender, não sabe armar e não sabe atacar.

E não são, sobretudo, culpados por contratações estapafúrdias que, ao invés de reforçarem o conjunto, enfraqueceram-no ainda mais.

Sentar em cima do rabo para falar do rabo alheio é fácil. Não assumir as próprias responsabilidades é constrangedor!

Mas Kalil prefere se escorar em palavras nesse momento. Palavras totalmente dissociadas de ações efetivas.

Porém, quando esse mesmo time já estiver desclassificado na Copa do Brasil e com cadeira cativa na zona do rebaixamento do campeonato nacional, todos verão que foi um jogo de cena para defender o indefensável. Nós já vimos esse filme antes!

Quando palavras não são precedidas de ações concretas, tornam-se o que sempre foram: PALAVRAS OCAS, VÃS DESCULPAS DE QUEM NÃO ESTÁ CAPACITADO PARA ASSEGURAR SUCESSO AO CLUBE!

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Assista aos melhores momentos:

 
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Publicado por em 29/04/2012 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 2 CRUZEIRO – PELO AMOR DE DEUS, NÃO DEIXEM CHUTAR!

Tivesse o Galo repetido no segundo tempo o que tinha feito no primeiro, e hoje estaríamos comemorando uma goleada, sem nenhuma dúvida.

Na primeira etapa, o Atlético sufocou o cruzeiro, que só conseguiu dar um chute a gol, assim mesmo do meio da rua. O Galo, por sua vez, jogando com raça, combatendo em todos os quadrantes do campo e agredindo incansavelmente, sufocou o time das garças. Além dos dois gols, poderia ter convertido outros.

No segundo tempo, o Atlético diminuiu o ritmo e mesmo assim não foi pior que o cruzeiro. Foi um jogo parelho, essa que é a verdade. E o cruzeiro contou com a complacência do árbitro, que viu a agressão covarde de Roger Surfistinha em Danilinho e aplicou somente o cartão amarelo. A cor do cartão foi a mesma de sua coragem. Naquelas alturas, a expulsão de uma garça seria a decretação da vitória do Galo.

O Atlético deveria ter mantido o embalo alucinante do primeiro tempo, mas não o fez. E foi aí que o caldo entornou. Um time que tem Renan Ribeiro como goleiro, não deve se dar ao luxo de administrar o resultado. Ter Renan sob as traves é como ter uma espada sobre as cabeças dos defensores, pois não podem deixar chutar, nem cabecear, nem cruzar… enfim, são obrigados a terem 100% de acertos durante os 90 minutos, coisa impossível de acontecer no futebol. Se errar uma, a bola entra, pois lá atrás o goleiro é uma peneira.

Desta vez, nem precisou de falha da zaga. Renan Ribeiro se incumbiu de fabricar a lambança toda sozinho, se confundindo no tempo de bola e permitindo que o atacante cabeceasse com o gol vazio. A ÚNICA bola na direção do gol entrara!! Aliás, como em muitas outras ocasiões nestes últimos dois anos.

Nós temos o pior goleiro da série A. Se bobear, temos o pior goleiro das séries A e B. Não tem no futebol brasileiro um arqueiro tão inseguro. Entrar na disputa do campeonato nacional com Renan Ribeiro é um verdadeiro SUICÍDIO!

Renan Ribeiro tem o raro dom de ressuscitar adversários mortos em campo. Não fosse aquela falha ridícula e o cruzeiro estaria tentando empatar até agora. Mas pelo contrário, com o gol se encheu de esperança e acordou em campo na mesma proporção que o Galo sentiu o golpe e se retraiu.

Mesmo assim ainda tivemos, nos pés de Guilherme, a chance de fazer 3 a 1. E por perder 2 gols, Guilherme foi vaiado. Foi um dos melhores em campo, mas foi vaiado, na minha opinião, injustamente.

Quero ressaltar o retorno de Bernard, que jogando bem ou mal, imprime uma dinâmica de jogo veloz ao conjunto alvinegro. O garoto é atrevido e não tem medo de cara feia.

Fillipe Soutto jogou bem, mas quando o cruzeiro reforçou o meio e igualou as ações por ali, o garoto se perdeu na marcação. É muito bom com a bola nos pés, mas peca na pegada. Leandro Donizeti fez muita falta, principalmente na segunda etapa, quando houve a necessidade de um espanador na frente da zaga.

Porém, se eu fosse Cuca, estudaria a possibilidade de lançar Soutto à frente de Pierre e Donizeti.

Continuo pensando o mesmo: O Atlético precisa se reforçar para o Brasileirão. Pelo menos, 4 contratações. Independentemente de grandes nomes, mas de titulares produtivos.

Sobretudo de um bom goleiro. Não para operar milagres, mas, pelo menos, fazer as defesas difíceis que Renan Ribeiro não faz. Acontecendo isso, não entregaremos jogos fáceis como os de ontem e nem correremos o risco de infartar a cada bola alçada sobre a área… ou de chutes do meio de campo.

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Assista aos melhores momentos da partida.

 
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Publicado por em 09/04/2012 em Uncategorized

 

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MALUF, UMA MONUMENTAL INTERROGAÇÃO

A presença de Eduardo Maluf na diretoria do Atlético continua gerando uma série infindável de pontos de interrogação.

Como um diretor de futebol que ganha mais de 100 mil mensais _ e não produz absolutamente nada _  permanece no cargo?

O custo x benefício do Maluf nunca foi calculado seriamente no Galo?

Em qualquer empresa privada, um profissional que em dois anos não apresenta resultados consistentes, é sumariamente demitido. Porque o Maluf não é?

Os dois anos de Eduardo Maluf no Galo se traduzem em eliminações prematuras na Copa do Brasil e dois campeonatos brasileiros fugindo que nem loucos da segunda divisão.

Contratações equivocadas (entre elas, a de Marquinhos Cambalhota, que ele chamou de fenômeno), disputas frustradas de bons jogadores (quando estes são desejados por outros clubes), promessas não cumpridas, análise estapafúrdia das reais necessidades da equipe, lerdeza nas ações, entre outras, só fazem reforçar mais uma questão:

Até quando vamos aturar um diretor de futebol perdedor?

Mas, para não ser injusto, partamos para uma conjectura sob novo ângulo, o que também acrescenta mais pontos de interrogação: e se Maluf não for o mordomo desta história?

E se ele não tiver nenhuma culpa no cartório e o verdadeiro culpado é o seu chefe, Alexandre Kalil, que não dá suporte às suas negociações?

Afinal, foi Kalil quem disse que o time que aí está seguirá sem reforços para o campeonato mineiro. Por consequência, disputará toda a Copa do Brasil e uma parte do Brasileirão com uma equipe que, para ser insanamente otimista, é apenas razoável.

A tendência mais lógica é repetir, para desgraça da Massa, as mesmas campanhas horrendas de 2010 e 2011.

Mesmo porque, o estilo de atuação da diretoria neste ano é muito parecido com o dos anos citados. E se insistem nos mesmos erros, querem que mude o que? Por obra e graça de Nosso Senhor Jesus Cristo?

Será o Kalil tão centralizador que não delega ao seu diretor as decisões relativas ao departamento de futebol?

Se Kalil é quem barra a boa performance de Maluf, porque então o mantém como um peso morto na diretoria do Atlético?

O mais correto seria demití-lo, assumir suas atribuições e mandar bala!

O que não dá pra aguentar é ver que, a todo ano, cometem-se os mesmos erros em relação ao futebol do clube. Parece que correções de rumo em busca de sucesso e conquistas são proibidas na Cidade do Galo!

Repete-se o mesmo lenga lenga de sempre. É como um carro atolado no barro, tão atolado que já não patina mais. Para que gastar pneus se não vai desatolar?

E aí surge mais uma interrogação, a mais séria, a mais dolorosa: FALTA AMBIÇÃO AO CLUBE ATLÉTICO MINEIRO?

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Publicado por em 28/03/2012 em Uncategorized

 

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TWEETS DE AMOR AO GALO 104 ANOS!

A crônica em homenagem ao aniversário do Galo foi escrita por muitas mãos atleticanas.

Logo depois da zero hora de hoje, os atleticanos invadiram o twitter. A tag #Galo104anos chegou a ficar em 4º lugar nos TT’s Brasil. Mensagens de todos os cantos do país encheram a minha timeline e foram como um canto de louvor ao clube mais amado da terra em seu aniversário de 104 anos.

Mensagens que continham o mais extremado amor. TODAS ELAS. A minha vontade era publicá-las 100%, de tanto que gostei e me emocionei com a pureza do sentimento alvinegro. Mas, como isso é impossível, decidi escolher aqueles tweet’s que mais me chamaram a atenção, independentemente de palavras bonitas ou pensamentos profundos. Ótimos tweets certamente ficaram fora dessa lista. Se ocorreu, desculpem-me, eu não os li.

Vamos às mensagens:

@MarcioBrito10

- Diante do Atlético, todos são iguais. O bancário pode tanto quanto o banqueiro e o operário vale tanto quanto o industrial.

- Ser atleticano é um querer bem. É uma ideologia. Não me perguntem se eu sou de esquerda ou de direita. Acima de tudo, sou atleticano e, nesse amor, pertenço ao maior partido político que existe. O Partido do Clube Atlético Mineiro, o PCAM, onde cabem homens, mulheres, jovens e crianças. (mensagens em 3 tweets)

- Já vi o atleticano agir diante do clube amado com o desespero e a fúria dos apaixonados. Já vi atleticano rasgar a carteira de sócio do clube e jurar: nunca mais torço pelo Galo. Já vi atleticano falar assim, mas, logo em seguida, o vi catar os pedaços da carteira rasgada e colar, como os amantes fazem com o retrato da mulher amada. (mensagens em 3 tweets)

@janaoliveira13

- O atleticano sabe o que é amar um clube independente de títulos. Atleticano não vira, NASCE! Meu maior orgulho.

@petroniomendes

- As pessoas passam a vida buscando sua razão, sua missão, seu grande amor. Sorte minha tê-los encontrado em apenas 3 letras: CAM.

- Pobre da palavra “amor”, que em sua grandiosidade, se apequena diante daquilo que sentimos pelo Clube Atlético Mineiro.

@luciannee

- É tão raro um caso de amor assim: incondicional, infinito e cheio de fidelidade.

@biihresende

- Na boa, fico emocionada demais quando chega o niver do Galo! Já tô até vendo que vou chorar amanhã, quando a galera começar a cantar o hino.

 @DaltonEstrela

- O que importa é que sou atleticano. Quero títulos? Sim! Mas não serei mais ou menos atleticano por isso! Galo é amor, não é simpatia!

@VinnyCAM13

- E que se dane se a tag não dominar o mundo! O Galo  domina os nossos corações!

@anacrisgontijo

- Ó #Galo104anos, você não merece nosso amor. Mas amor é isso, né, tudo suporta, tudo crê, tudo espera. Ah, vai, não tem como esconder: te amo!

@cassioarreguy

- Esse é o dia. Esta é a data. Dá-lhe Galo. Razão de vida para muitos, inclusive para os que o temem. Parabéns Galo! Vamos festejar.

@Lud_Chaves

- Juro que me emociono a cada tweet que leio! Amar o Galo e saber que junto comigo há milhões e milhões não tem preço! GAAAAAAAAAALO ! s2′

@thiagopet

- A vida fez de mim um atleticano e eu fiz do Atlético a minha vida. Muito mais que futebol, uma vida.

@hugocordeiro13

- QUE COISA, NIVER DO GALO EU COMEMORO MAIS QUE O MEU! HAHAHAHA

@GuyAfonsoCAM

- Na definição do próprio criador, o Galo  representa a raça do time, que só perde uma briga quando morre!

@CamilaBH

- Galo, eu te amo! Pai e vô, obrigada por me fazer nascer atleticana! Galo é amor, não é simpatia!

@Gabi_Lorenza

- Tamanha paixão…essa é desmedida. Essa é a essência atleticana. Essa é centenária. Essa é eterna!

@bbotinha

- Até no dia mais importante da minha vida, você esteve comigo… Galo, eu te amo!

@contagiandoblog

- Obrigado pai, por colocar o preto e o branco no meu coração! E serei assim até o fim dos meus dias! GALOOOOOOOOOOOOO!

@RafaelOrsini_

- É meu, é seu, é de todo mundo! O Galo é do povo, o Galo é minha vida inteira. O GALO SOMOS NÓS! E não vão tirá-lo de nós.

@AdelsonMetal

- Matar aula também pode trazer boas consequências, prova disso foi em 1908 quando estudantes fundaram o CLUBE ATLÉTICO MINEIRO.

@alinnebrant

- AtléticoMG, uma mística apaixonada em anedotário heróico, em poesia acumulada ao longo de 104 anos.Parabéns!

@isadorapedroso

- EU TE AMO DEMAAAIS, GALO! PARABÉNS PELOS SEUS 104 ANOS!! GAAAAAALOOOOOOOOO!!

Para seguir os autores das mensagens, basta clicar sobre os seus nomes.

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Publicado por em 25/03/2012 em Uncategorized

 

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INDEPENDÊNCIA: POÇO INESGOTÁVEL DE VEXAMES!

Não bastassem os pontos cegos no Independência, que transformarão, como num passe de mágica, 6.000 pessoas em cegos de bengalinha (no chamado espaço Ray Charles) e os constantes atrasos nas obras _ com a clara omissão do Estado _ que protelam a liberação do estádio pela quarta vez consecutiva, agora veio a público a cereja do bolo da incompetência:

NÃO CONSTRUÍRAM BILHETERIAS CAPAZES DE ATENDER O TORCEDOR DE FORMA ORGANIZADA E FLUENTE!

Você, caro leitor, que, como eu, duvidava que algo pudesse superar os erros cometidos anteriormente, não duvide mais. Em se tratando de incapacidade explícita, nada nem ninguém suplantará os “artífices” que reformaram o Independência! Se existisse um prêmio Nobel da incompetência, eles o ganhariam com louvor.

Fiquei pasmo ao ler a notícia do jornal O Tempo, que transcrevo a seguir:

“Em fase final de construção, o Independência apresenta um problema relacionado à venda de ingressos. Ao contrário do que acontece na maioria dos palcos de qualquer tipo de evento do mundo, os guichês das bilheterias não estão voltados para a parte externa do estádio.

“O espaço em que se encontram as janelas para a compra dos bilhetes está dentro da arena, e é o mesmo ambiente em que as pessoas estarão passando pelas catracas. A proximidade vai gerar um grande acúmulo de público no local, comprometendo a segurança.

O TEMPO apurou que moradores da região têm sido consultados por representantes da BWA sobre a possibilidade de utilização das suas moradias como pontos de venda de tickets. A intenção é alugar casas próximas ao estádio – de preferência, nas ruas Pitangui e Ismênia Tunes, onde estão os portões do estádio – para que sejam usadas como bilheteria.

Minas Gerais está se transformando em chacota nacional por causa de um punhado de amadores. E alugar casas próximas ao estádio para vender ingressos é sacramentar atestado de ignorância e constranger o mineiro.

E, no curto prazo, alugar casas é a única alternativa da BWA, que não construiu o estádio, diga-se de passagem. Está somente apagando incêndio provocado por gente de capacidade questionável.

Até uma criança sabe que bilheteria tem de ser, em qualquer casa de eventos, o local de acesso mais fácil e fluente. Não é nenhum segredo de logística.

Mas os engenheiros que reformaram o Independência não sabiam, pasmem os senhores! E por causa disso, tome mais atrasos na entrega, pois esse negócio de vender ingressos em casas vizinhas não vai vingar e vão ter de corrigir o problema com mais obras, de forma a facilitar o acesso às bilheterias. E, pelo que temos assistido, quanto tempo mais será empregado nisso?

Não se esqueçam que, só para PENSAR a solução dos gradis do Espaço Ray Charles, foram concedidos 120 DIAS! Só para avaliar! É o fim do mundo um trem desses!

Penso com meus botões: será que vem por aí alguma coisa pior que essa?

Porque do jeito que as coisas caminham, não duvido de que, daqui a pouco, alguém descobre que os vestiários foram construídos em cima da linha do trem que passa ali perto!!!

Quem quer apostar que algo de vexamoso ainda irá surgir? As suas previsões, por favor!

CRÉDITO: O furo de reportagem veiculado pelo jornal O Tempo é de autoria do jornalista Felipe Ribeiro. Para seguí-lo no twitter clique aqui.

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Publicado por em 22/03/2012 em Uncategorized

 

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CENE 1 X 3 ATLÉTICO – CONTRATA MEIA, MALUF!

A cada dia me convenço mais de que ainda não temos time para disputar, de igual para igual, com os grandes deste país.

Contra o CENE, de Mato Grosso, as deficiências ficaram escancaradas.

Não pelo resultado, que foi excelente por eliminar o segundo jogo. Mas pela dinâmica de jogo, que não existiu.

No primeiro tempo, não houve esquema nem nada parecido. Havia dentro de campo um bando de jogadores correndo atrás da mesma bola.

Para um observador atento, em um time organizado, é fácil determinar se se joga no 3-5-2, ou 4-4-2, ou até mesmo no 4-2-3-1, que é o esquema mais mutável durante o transcorrer de uma partida. E outros desenhos táticos mais.

Mas está difícil cravar com certeza em qual esquema o Galo atua. O que se imagina no papel ao analisar-se a escalação é uma coisa. Quando a bola rola, é outra completamente diferente.

Claro que a baixa  produtividade de alguns atletas compromete o resultado final. Não há técnico neste mundo capaz de implantar um sistema com jogadores que não rendem aquilo que são capazes de render. No nosso caso, atuando abaixo da crítica temos Danilinho, Serginho, Richarlyson, Guilherme, Marcos Rocha (inexplicavelmente tímido com a camisa do Atlético), entre outros…

É gente demais produzindo pouco!

Por não ter um meia armador de ofício, daqueles que arredondam a bola e fazem-na correr em lançamentos ou enfiadas, Cuca tem montado o time de forma a povoar o meio de campo, aproximando os meias entre si e dos atacantes, com o intuito de agredir o adversário com passes rápidos e curtos.

É uma saída bem bolada essa. Seria excelente, não fosse a péssima qualidade do passe. E aí a rapidez vai pro saco! E tome contra-ataque. E de tantos erros sucessivos, os jogadores vão perdendo a confiança e acontece o que aconteceu ontem. O time vira um amontoado despersonalizado e sem estratégia.

Nunca o Galo necessitou tanto de um meia de ligação! Em outras formações, em tempos passados, ainda dava para jogar sem ele, devido ao perfil dos diversos grupos de atletas. Quando houve necessidade e não o tivemos, nos ferramos em preto e branco.

Desta vez, está claro demais. Sem um meia de ligação _ que Mancini não é _ o Atlético vai dar murro em ponta de faca durante todo o ano de 2012.

Há que organizar-se a equipe em campo. Há de se buscar um lateral esquerdo _ que Richarlyson não é… e confesso que não sei o que ele é! _ mais um goleiro gabaritado pagando-se o preço que for, o tal do meia armador e agora acrescento mais um: um atacante daqueles enfiados na área, que fungam no cangote do zagueiro o tempo inteiro, seja por baixo ou pelo alto.

Nesta Copa do Brasil, a nossa sorte é que os outros grandes também estão uma baba. Mas precisamos, por uma questão de oportunidade, largar na frente o mais urgente possível.

Seremos capazes disso com Eduardo Maluf, a lesma de Vespasiano, comandando as contratações? Responda você, caro leitor e amigo do L&N.

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Publicado por em 15/03/2012 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 4 X 2 NACIONAL/NS – CUCA E SUAS IDÉIAS DE JERICO…

Do mesmo jeito que constrói uma equipe, Cuca a desconstrói em questão de minutos.

Para ser exato, em questão de 45 minutos.

Pois no primeiro tempo, todo aquele entrosamento que o time vinha adquirindo no decorrer dos jogos foi pro ralo. A entrada do lateral direito Carlos César no meio provocou uma catastrófica mudança de ritmo, de tal monta que travou o time por completo.

Ora, Carlos César mal consegue render bem em sua posição de origem, vai deslanchar na meia? Desculpe-me o termo, mas isso foi idéia de jerico do treinador. Invenção de um professor Pardal masoquista doido para sabotar o próprio trabalho.

Resultado: Foi a pior partida do Galo neste ano. Pelo menos, enquanto Carlos César esteve em campo.

Mancini, que entrou em seu lugar, retirou o gesso que envolvia o meio e recolocou as coisas em seus lugares. Embora persistisse jogando mal, a equipe se distribuiu melhor em campo e o domínio do jogo surgiu naturalmente, mesmo levando o segundo gol.

Nessas alturas, a virada era mera questão de tempo, apesar de jogarmos com a zaga mais exposta do que em jogos anteriores. Não porque Filippe Soutto não esteja à altura da titularidade _ ele, por estar sem jogar, perdeu ritmo _ mas porque Pierre é praticamente insubstituível neste time.

E Pierre jogando com Leandro Donizeti _ que, inquestionavelmente, marca milhões de vezes melhor que Soutto _ forma uma parede de proteção muito difícil de ser superada, ao mesmo tempo que libera os meias para atacar sem medo.

Guilherme deu uma assistência e fez um gol consciente. Mas errou demais durante toda a partida. Errar tanto contra um Nacional da vida é uma coisa. Mas fazer o mesmo contra equipes fortes pode ser fator determinante de uma derrota.

Uma curiosidade: mal reconheço Danilinho em campo. Lento física e mentalmente, pisando na bola, sem mobilidade e sobretudo, sem aquela velocidade que sempre foi o seu ponto forte. Cadê o Danilinho, campeão e maior ídolo do Tigres do México?

Destaques do jogo: Pela regularidade nos 90 minutos, Leandro Donizeti. Pelos gols, André.

Uma novidade bem vinda: Neto Berola, apesar de ser puxado, agarrado e quase esgoelado, NÃO CAIU, pasmem os senhores. E, por não cair, armou um cruzamento primoroso para o quarto gol. Houve uma conversinha ao pé do ouvido lá na Cidade do Galo?

Enfim, uma partida teoricamente fácil quase jogada no lixo pelo treinador, responsável absoluto pela pífia atuação do time, sobretudo no primeiro tempo. Se depois corrigiu _ e tinha mesmo a obrigação de corrigir as besteiras que fez _ eu reputo como queima gratuita de, pelo menos, uma substituição.

Vai entender o que se passa na cabeça de um técnico. Céu de brigadeiro pela frente e o cara, insanamente, muda a rota para o meio de uma tempestade de granizo, com raios e trovoadas. Durma-se com um barulho desses…

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Publicado por em 10/03/2012 em Uncategorized

 

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CASO INDEPENDÊNCIA: UMA VERDADEIRA PALHAÇADA!

As obras simultâneas de Mineirão e Independência já viraram piada nacional.

Os adiamentos da entrega do Independência já se transformaram em chacota na boca de todo e qualquer desportista.

Se o namorado chega atrasado ao encontro, a namorada, p… da vida, explode: _ Virou Independencia agora, é?

Esta obra, que se iniciou em janeiro de 2010, deveria ter sido entregue em setembro do mesmo ano, pasmem os senhores! Repito: SETEMBRO DE 2010!

Como os R$ 30 milhões do governo federal _ prometidos e não cumpridos _ não chegaram, a reforma paralisou e foi postergada até abril de 2011 (de DOIS MIL E ONZE!).

Nesse mês, o titular da Secopa, Sérgio Barroso _ o mesmo que não vê problema nenhum em manter 6.000 cegos PAGANTES no Independência _ anunciou uma segunda etapa de obras, que seria entregue em dezembro de 2011 (DE DOIS MIL E ONZE!!).

Só que a nova licitação não colou. O TCE identificou uma série de itens licitados em duplicidade (o tradicional golpe do João sem braço, tão comum entre políticos deste roubado país) e só veio a autorizar _ depois de retiradas as tentativas de furto _ em julho de 2011.

Foi dado prazo de 210 dias para a conclusão, ou seja, o Independência teria de ser entregue até 11 de fevereiro de 2012, sob pena de a construtora, a Andrade Valadares, ter de pagar uma multa de R$ 150 mil diários.

Quando a entrega não se concretizou e a empreiteira correu o risco de enfiar a mão no bolso; e como nenhuma lei ou regra neste país se sustenta contra poderosos; ALGO TINHA DE SER FEITO URGENTE pela cambada de miolos podres que comandam esse Estado, o 3º maior da federação, mas que consegue deixar o povo da capital sem estádio durante MAIS DE 2 ANOS por pura ineficiência.

A SOLUÇÃO DOS FRACOS: Simplesmente, com a maior cara-de-pau deste mundo, a Deop prorrogou o prazo por mais 4 meses, eximindo a empreiteira de qualquer multa. Assim como, provavelmente, continuaria eximindo-a de multa nos próximos 10 anos, se a empreiteira assim o exigisse, caso atrasasse todo esse tempo. O que eu, em sã consciência, não duvido.

Justificativa? As chuvas que caíram recentemente. Mas se as chuvas não tivessem caído, qualquer outro fato serviria de desculpa. Alguns políticos são de uma criatividade abissal quando se trata de dissimular, disfarçar ou adequar as coisas de acordo com os seus próprios interesses.

EM RESUMO: Mais 4 meses é o mesmo que dizer que o Independência pode ser entregue até 30 DE JUNHO DE 2012, sem multa e sem ônus!!

Notem que o primeiro prazo era SETEMBRO DE 2010! É mais de um ano e meio de atraso, senhoras e senhores.

É o maior desrespeito que o desportista mineiro sofre nas mãos desses indivíduos que ele próprio elegeu. E não tivemos sequer a ajuda da maioria da imprensa regional, comprometida até no talo com várias correntes políticas e clubísticas e, por isso mesmo, de boca amordaçada para pressionar quem quer que seja.

A mesma grande parcela da imprensa mineira que tem em seus quadros alguns repórteres fajutos e sensacionalistas, muito mais envolvidos _ e usando seus programas _ na missão “sublime” de se elegerem para deputados e vereadores do que comprometidos profissionalmente com a verdade e a defesa dos interesses públicos.

ESTAMOS FERRADOS E MAL PAGOS!

(Conheço vários jornalistas sérios que não compactuam, nem de longe, com a omissão explícita de grande parte da mídia de Belo Horizonte, digna muito mais de desprezo do que de admiração. E, por incrível que pareça, existem políticos sérios também!).

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Publicado por em 08/03/2012 em Uncategorized

 

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ENTREVISTANDO DIMARA OLIVEIRA.

O blog Lances & Nuances novamente entrevista um profissional formador de opinião. Desta vez, Dimara Oliveira, jornalista esportiva da TV Alterosa, emissora mineira que cobre o futebol da nossa terra. Ela, como sempre muito educada e atenciosa, dispôs-se a falar com os alvinegros.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances – Prezada Dimara, pode-se dizer que você é um dos destaques televisivos da imprensa esportiva mineira. Permita à imensa torcida atleticana conhecê-la melhor, contando o desenrolar de sua carreira.

Dimara Oliveira – Obrigada pelo carinho. Minha primeira opção era a medicina, fiz “patologia clínica”, depois a opção foi pelo “direito” pela tradição da família e só depois optei pelo jornalismo. Era muito nova, tinha 17 anos quando iniciei o curso de comunicação.
Fui direto para a Band ainda como estagiária e depois acabei ganhando a vaga de repórter. Rapidamente passei a fazer também a rede nacional, além do Minas Esporte.
Tudo começou cedo na minha vida. Fiquei na Band até 99, quando fui para a assessoria de imprensa do Cruzeiro, onde fiquei até 2004. Retornei à Band em 2004, já como editora chefe de esportes da emissora.

L&N – Cada pessoa, seja ela jornalista ou não, tem o seu time de coração. O L&N não tem nada contra isso, uma vez que é um direito do cidadão de qualquer profissão. O que pedimos é imparcialidade no tratamento dado aos clubes. Você crê que a imprensa mineira é imparcial?

Dimara – Quem me conhece sabe que acho que qualquer tipo de análise, pré- julgamento não é justo. Posso falar apenas por eu mesma. Não tive criação em BH, toda a minha relação é com São Paulo, por ter sido criada no sul de Minas. Aprendi, mas não sou muito ligada a essa rivalidade absoluta de Atlético e Cruzeiro. Procuro em tudo que faço, ser jornalista que é o meu orgulho.

L&N – Para qual time você torce?

Dimara – Aprendi ao longo da carreira a torcer por bons trabalhos, pelos amigos que fiz ao longo da carreira. Graças a Deus tenho amigos espalhados pelo futebol mundial. Gosto sempre do bom trabalho e do bom futebol.

L&N – Todos sabemos que a campanha realizada pelo Atlético em 2011 foi ridícula e cobriu de vergonha os atleticanos espalhados por esse Brasil afora. Por isso mesmo, só podemos deduzir que temos um time fraco e inoperante, principalmente nos jogos fora de casa. Para que esta situação seja mudada de uma vez por todas, quais os setores (dentro e fora de campo) que precisam de reforços, na sua opinião?

Dimara – Acho que o Atlético tem em sua retaguarda bons profissionais! Já disse em outras oportunidades que Dorival Júnior “não fez bem” ao Atlético, na questão física (grupo de profissionais seus), técnica e em algumas decisões tomadas até pela questão do Diego Souza. Não sou “corneta” nunca fui, gosto do trabalho do Cuca e acredito que ele vai encontrar o caminho.

L&N – Caso você fosse treinadora do Atlético, pediria à diretoria a contratação de um goleiro?

Dimara – No caso específico do goleiro e sem “cornetar” [risos] acho que o Renan tem um potencial muito bom, mas não tem conseguido mostrar, e não é possível esperar tanto assim. Eu pediria sim, um goleiro mais experiente

L&N – Guilherme saiu do Cruzeiro, onde você trabalhou por algum tempo. Certamente o conhece mais do que nós, atleticanos. O que houve com o rapaz, que não conseguiu repetir no Galo as atuações que o consagraram no time do outro lado da lagoa?

Dimara – Se soubesse a resposta já teria dito e tentado ajudar [risos]. Olha só, pela própria situação que o Atlético viveu  no ano passado, todos que chegavam, carregavam uma responsabilidade muito grande de ter que mudar toda uma história. Acho que existe a questão da avaliação do perfil do jogador, onde ele pode render mais e tudo isso teve o seu “peso”.

L&N – Quais as suas expectativas em relação ao desempenho do Galo em 2012, sabendo que algumas contratações já foram feitas e que não se repetiu o festival de barcas de 2011? Ainda falta gente para chegar?

Dimara – O Atlético acabou este ano mantendo uma base. Tenho expectativas muito boas com garotos como o Fillipe Soutto, o Bernard e o próprio André. Essa retomada de jogadores feitos em casa pode dar uma outra conotação ao time. O que vai acontecer, qualquer exercício nesse momento é “futurologia”.

L&N – A ponta do iceberg da corrupção na arbitragem brasileira acaba de emergir no caso do juiz Gutemberg de Paula contra o Sérgio Correa, da CBF. O L&N acredita que tem muita sujeira debaixo desse tapete. Qual a sua opinião a respeito?

Dimara – Acho que entra ano, sai ano. Entra campeonato e sai campeonato. Todos reclamam da mesma forma. As situações devem ser apuradas e acho que falta vontade nisso.

L&N – A torcida atleticana admira muito o seu trabalho, Dimara. Sendo assim, qual a sua mensagem para a nação alvinegra?

Dimara – Agradecer sempre o carinho e o respeito pelo meu trabalho de todos os atleticanos e dizer que a cada matéria, a cada divulgação de notícia que faço do Galo, procuro ser o mais “clara” possível para que todos possam ter sempre a boa informação.

A sua entrevista honrou este espaço e a nação atleticana, Dimara. Muito obrigado.

Para seguir a entrevistada, clique aqui.

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Publicado por em 17/01/2012 em Uncategorized

 

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O PALHAÇO DA HORA É O CRUZEIRO.

Em seus dois anos de existência, o L&N nunca teve como tema principal o clube do lado afrescalhado da lagoa.

Talvez porque, para nós, ele é tão insignificante que não vale a pena citá-lo.

Ou porque aqueles que vestem azul sejam tão arrogantes dentro de sua pequenez, que causa uma certa náusea falar deles.

Mas qual o motivo que me leva a transformá-los, de repente, no assunto central de uma crônica escrita em um dos latifúndios mais atleticanos da globosfera ?

A resposta é: nesta semana, não somos nós o alvo na berlinda. Não somos mais a bola da vez.

O palhaço da hora é o cruzeiro (peço perdão se já mudaram de nome e eu não fui comunicado!).

O mesmo clube que só cresceu às custas de Tostão, Dirceu Lopes, Natal, Wilson Piazza, Evaldo, etc, lá nos idos longínquos dos anos 1960.

Uma geração vencedora (é verdade) fez crescer uma torcida que até então, era menor que a do América.

Mas cresceu errado. Cresceu tão somente escorada em títulos. Quanto mais títulos, maior a torcida.

A grande maioria formada por simpatizantes oportunistas, que escolhem o clube que está vencendo, ou que gostam mais do azul do que do preto e branco ou do verde e preto. Na verdade, uma escolha mais estética do que de sangue, de amor, de paixão.

Enfim, uma torcida que migrou da turma de indecisos. E indecisos permanecem na sua essência até hoje.

Estou dizendo tudo isso porque se aproxima a hora de o cruzeiro experimentar o inferno da segunda divisão.

E quero ver se, tal qual o glorioso Galo das Alterosas, a sua torcida permanecerá presente, irmanada até na medula espinhal em prol da equipe. Será? Será mesmo que conseguirão?

De 2005 a 2010, o Atlético, mesmo passando cagaços em cima de cagaços, foi o terceiro clube que mais cresceu em número de torcedores no Brasil (mais de 1 milhão e 200 mil torcedores). Acima dele, só Corinthians e São Paulo.

O cruzeiro cresceu, apesar de todas as suas propaladas conquistas, inclusive o “título” de Barcelona das Américas, pouco mais do que cem mil torcedores. Repito: POUCO MAIS DE CEM MIL TORCEDORES!

Isso diz alguma coisa? Na minha modesta opinião, significa que a torcida do Galo é autêntica, de RAIZ, composta por torcedores que, independente das merdas que o time faz, é atleticana até na hora da chamada inevitável de Deus.

Se o atleticano tiver uma bandeira do Galo sobre o seu caixão, ele irá em paz e morrendo de rir dos que ficam! E, ao lado de Deus, ele dará um jeito de, sutilmente, influir naquelas bolas tortas que pegam na perna do zagueiro e acabam entrando. Vocês não viram o gol do Leonardo Silva contra o Coritiba?

Superamos a segunda divisão com mais torcedores do que antes porque os pais são tão atleticanos, mas tão atleticanos, que incutem nos filhos o amor ao Galo desde os primeiros dentes, desde os primeiros passinhos que mais parecem uma pipa dando buscadas. Alguns forçam a natureza e querem ANTES! O grito de Galoooooooo é sagrado, é imortal!

Um pai atleticano se emocionará às lágrimas, se o seu bebê gritar GALO antes de falar PAPAI. Loucura? Pode até ser, mas corre no sangue e não tem cura.

Se o cruzeiro _ o time que em seu hino valoriza mais a vaidade do que o amor verdadeiro _ cair para a segunda divisão, e se permanecer nela, não duvido que, daqui há poucos anos, o América supere novamente a torcida de ocasião.

Não tendo títulos, não tem torcida! É esta a filosofia azul.

Não há nela riqueza de espírito suficiente para segurar a onda!

Não há RAIZ! Não há BERÇO!

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Publicado por em 01/12/2011 em Uncategorized

 

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