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6.000 CEGOS NO INDEPENDÊNCIA E ALGUNS BURROS NOS GABINETES

Não bastou o governo mineiro efetuar reformas nos dois estádios AO MESMO TEMPO e, com essa atitude imbecil, ter empurrado os clubes da capital para o desconforto da Arena do Jacaré, Ipatingão e Parque do Sabiá, provocando graves prejuízos financeiros.

Agora o Independência, depois de um monumental atraso da obra, será entregue em péssimas condições de visibilidade.

E parece que os políticos, que se importam com aumentos abusivos de 62% em seus próprios salários, estão pouco ligando para o consumidor que frequenta estádios.

Senão, vejamos o que o sr. Sérgio Barroso, secretário extraordinário da Copa do Mundo em Belo Horizonte, disse a respeito do Independência:

“Talvez, em algum ponto, dentro daqueles seis mil assentos, tenha a visibilidade um pouco prejudicada, mas esse é um ponto que estamos discutindo há um tempo e estamos buscando alternativas. No momento, vamos manter a situação como está, porque é uma arquibancada totalmente segura e SÃO SOMENTE SEIS MIL ASSENTOS QUE TÊM ESSA CONDIÇÃO (de pouca ou nenhuma visibilidade). Vamos inaugurar o estádio com as grades, porque estamos privilegiando a segurança dos torcedores”.

Quer dizer então que os engenheiros portugueses… ops… brasileiros, ou pior, mineiros, não foram capazes de privilegiar simultâneamente segurança, visibilidade e conforto? Seria uma nova doença denominada “Déficit de Coordenação Motora nos Neurônios”?

Como eu posso chamar isso, sr. secretário? De total incompetência profissional ou simples desprezo às necessidades do consumidor?

Essa atitude irresponsável não poderia receber o nome “honroso” de falcatrua? Um estelionato aplicado em cima da massa apaixonada por futebol, que comprará um produto dito perfeito e receberá outro deteriorado?

Na visão de nossos políticos, não. Está tudo certo. O sr. Sérgio Barroso mesmo disse que a pouca visibilidade do estádio atingirá “somente 6 mil pessoas”! SOMENTE? ENDOIDOU?

O senhor não sabe fazer contas não, senhor secretário? Seis mil pessoas equivalem a nada mais, nada menos do que 24% do total da capacidade do Independência, seu mané!!

1/4 do público só verá grades e barras de ferro à sua frente!!

ISSO É UMA VERGONHA!

Sugiro desde já ao Ministério Público, que existe para defender o povo, que proíba a abertura do Independência sem a correção desse erro crasso de engenharia ou seja lá o que for!

Cadê os vereadores e deputados estaduais que não aparecem para botar a boca no trombone e mobilizar a opinião pública em favor de uma causa que tem de ser de todos?

CADÊ VOCÊS? Sumiram?

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Publicado por em 25/01/2012 em Uncategorized

 

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ENTREVISTANDO LEONARDO BERTOZZI, DA ESPN BRASIL

O L&N volta a entrevistar um dos grandes. Na opinião deste blogueiro, Leonardo Bertozzi, comentarista esportivo da ESPN Brasil, é um dos que possuem maior capacidade de leitura do jogo e suas nuances táticas. Ao analisar a mesma partida que assistimos, Bertozzi  sempre acrescenta (ou informa) algo que não captamos. No meu entender, é uma de suas maiores virtudes.

Ele arrumou um tempo e  gentilmente se prontificou a conversar com a nação atleticana.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances -  Bertozzi, sabemos que a sua origem vem das alterosas, e como todo bom mineiro, vai sobressaindo gradualmente em uma das redes esportivas de maior sucesso no mundo, a ESPN. Hoje, você é parte integrante da grade em programas importantes. Conte para os atleticanos um pouco de sua trajetória profissional e de como você saiu das nossas Minas Gerais para enfrentar o “mundo lá fora”.

Leonardo Bertozzi – Comecei minha carreira ainda durante a faculdade. Trabalhei para o site FutBrasil, inicialmente como repórter, e depois como editor. Simultaneamente, fazia o trabalho voluntário com a NetGalo, que tocava o site oficial do Atlético. Participei de algumas iniciativas pioneiras, como a narração online de jogos do Galo direto do estádio, algo que fizemos em toda a campanha do Brasileiro de 1999. Depois de formado, mudei-me para São Paulo, e após algumas experiências fora da área, iniciei o site FutebolEuropeu.com.br, em 2004, que me deu projeção para trabalhar em veículos importantes. Fui repórter da revista Trivela e editor do site, comentei jogos no BandSports e no FX. Desde 2009 faço parte da equipe dos canais ESPN de rádio, televisão e internet.

L&N – Você é um comentarista que costuma ler a partida de futebol de uma forma bastante realista. Você já atuou dentro das quatro linhas seriamente ou entende que isso não é básico para se construir um bom analista de TV ou rádio?

LB – Um bom comentarista político não precisa ter sido político, assim como um bom crítico de cinema não precisa ser cineasta. Evidentemente a experiência no campo agrega algo, mas não é o essencial. O necessário é estudar, ter conhecimento e se manter sempre atualizado. Um pecado de muitos ex-jogadores que passam a atuar como comentaristas é acreditar que a experiência pura e simples basta.

L&N – Nestes três anos de Alexandre Kalil no Galo, a torcida se frustrou de maneira absurda. O que era para ser a retomada das grandes campanhas de Elias Kalil (pai de Alexandre Kalil) ou mesmo de outras épocas, se transformou em choro e ranger de dentes, flertando com rebaixamentos e tomando goleadas vergonhosas. Na sua visão, quais foram os pecados principais que empurraram o Atlético para este festival de fracassos?

LB – O Atlético tem pecado pelo imediatismo na gestão do futebol. O primeiro ano da gestão Kalil foi positivo, com o time brigando pelo título brasileiro. Daí em diante, e a partir da contratação do Luxemburgo, a coisa foi de mal a pior. O principal equívoco é a contratação de jogadores por atacado, 20, 30 novos por ano. É impossível notar qualquer planejamento quando o time de junho não tem nada a ver com o de janeiro. Se o Atlético não adotar uma linha clara de raciocínio na montagem do elenco, fica difícil esperar alguma coisa.

O Atlético tem se estruturado bem fora das quatro linhas, mas há alguns fatores questionáveis, como abrir mão de um departamento de marketing. Se o marketing dá prejuízo, como alega o Kalil, é porque não é bem feito. O atleticano é apaixonado e pode contribuir muito como consumidor.

Ainda sobre o Alexandre, é necessário separar o torcedor apaixonado do administrador. Apesar de o torcedor se identificar quando ele “solta os cachorros” após um revés ou tira um sarro do rival após uma vitória, nem sempre estes comportamentos são bem recebidos dentro do ambiente.

L&N – A torcida do Atlético sempre foi fidelíssima e extremamente vibrante. Carregar o time nas costas faz parte da nossa história por anos a fio, inclusive em 2011. Mas, devido ao grande crescimento das redes sociais _ e, por consequência, maior comunicação entre os atleticanos _ percebe-se uma reação (crítica) importante de parte da torcida em relação aos anos seguidos de decepções, o que possibilita desembocar numa atitude mais fria (ou equidistante) em relação ao time. Quais as medidas que, na sua opinião, deveriam ser tomadas para restabelecer a sinergia de antigamente?

LB – Um período de vacas magras pode aproximar ainda mais o torcedor do time ou provocar nele uma certa indiferença. A primeira parte foi vista na época do rebaixamento. Talvez seja o momento da segunda parte. Mas acredito que a falta do Mineirão também seja um fator a não ser ignorado. Apesar do fenômeno das redes sociais, é mesmo no estádio onde essa proximidade se verifica.

L&N – Em 2011, contratamos, pelo menos no papel, um timaço. Dudu Cearense, Richarlyson, Mancini, Leonardo Silva, Magno Alves, Guilherme Santos, André, Guilherme… entre outros. No comando, Dorival Júnior. Mesmo assim, foi um filme de horror sem pipoca, com um final digno de enviar a platéia pro hospital com palpitações graves. Como você explica tal disparate em relação ao que poderia ser e ao que aconteceu de fato?

LB – O problema é justamente esse – separar o papel da realidade. Mancini, Guilherme, André, entre outros, eram jogadores encostados em seus clubes. Alguma razão havia. Quando você faz um investimento alto, tem de saber se é apenas no nome ou se a possibilidade de retorno existe de fato. Houve um tempo em que o jogador voltava mal do exterior e conseguia se refazer aqui. Hoje é cada vez mais difícil. Contratar muito nem sempre significa contratar bem.

L&N – Você acredita que no jogo contra o cruzeiro (os 6 a 1), os jogadores do Galo se envolveram em algo desonesto para salvar o rival?

LB – Apesar de não colocar a mão no fogo por nada no universo do futebol, seria leviano da minha parte fazer qualquer insinuação neste sentido. Entendo o desespero do torcedor, que podia viver seu momento de maior alegria em muito tempo, mas o jogador não pensa da mesma maneira. Deveria, mas não pensa. Na cabeça de muitos ali, a missão estava cumprida uma semana antes. Quando você entra em um jogo como este sem grandes motivações, contra um adversário que faz o jogo da vida, é possível que uma tragédia do tipo aconteça.

L&N – Kalil reeleito por mais 3 anos. Em seu primeiro mandato, o presidente alvinegro se notabilizou por atitudes arrogantes, declarações estapafúrdias, excelente trabalho (até onde podemos ver) na administração financeira do clube e uma péssima gestão do futebol. Para que tudo isso fique no passado, o que você acha que Kalil deve fazer para produzir um segundo mandato capaz de resgatar o prestígio do Clube Atlético Mineiro em termos nacionais?

LB – A hora é de arregaçar as mangas, trabalhar sério e acreditar em uma linha de planejamento. Manter técnico, elenco, apostar nos bons jovens e contratar apenas jogadores que cheguem para resolver. Com a volta do time a BH, um programa eficiente de sócio-torcedor também será bem-vindo.

L&N – Você é a favor da repatriação de Diego Tardelli?

LB – Depende das condições. Se for necessário um imenso sacrifício financeiro, não vale a pena, apesar de o jogador ser um ídolo e ser um destes que chegam para resolver. Em condições aceitáveis, vale a pena.

L&N – Caro Leonardo Bertozzi, para encerrar a entrevista, qual a sua mensagem para a nação atleticana, que admira muito o seu trabalho?

LB – Agradeço a todos que acompanham meu trabalho. Sei que muitos esperam que eu seja uma espécie de “embaixador” do Atlético na imprensa nacional. Não é exatamente o caso, mas sei que falo com propriedade do Galo quando me cabe. E foi uma satisfação grande poder cobrir vários jogos do Atlético pela TV e pela rádio desde a mudança para São Paulo. Espero que essas ocasiões se multipliquem e que novos encontros com a Massa aconteçam. Abraço a todos!

A sua presença honrou o L&N e a nação atleticana, Bertozzi. Muito obrigado.

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Publicado por em 21/12/2011 em Uncategorized

 

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O ATLETICANO HOJE É UM ZUMBI SEM RUMO!

Levar de 6 faz parte do futebol. O que não faz parte do jogo é a apatia e a IRRESPONSABILIDADE com que foi jogado.

Poucas vezes na vida me senti tão envergonhado como ontem. Que sejamos goleados por outros adversários, mas por cruzeiro e Flamengo não dá pra engolir. Para a nação atleticana, isso é inadmissível!

Afora o fato de que, ali em campo, tínhamos a melhor defesa do returno contra o pior ataque. O ataque do cruzeiro, até então, era de riso ou de raiva. Não fazia nem cosquinhas.

Tínhamos todas as ferramentas para alcançar uma vitória ansiada pela torcida e despachar o cruzeiro para a segunda divisão, porém, a garra, a raça e a vergonha na cara foram esquecidas em casa.

É extremamente simples encontrar o motivo da mais vexamosa derrota do Atlético na história desse clássico:

O CRUZEIRO ENTROU E JOGOU, ENQUANTO O GALO JÁ ESTAVA DE FÉRIAS!

Os jogadores do Atlético não deram a menor bola para a torcida, que esperava deles algo parecido com hombridade e amor à camisa.

Para eles, que formam o plantel mais caro da história alvinegra, a meta já tinha sido alcançada na vitória contra o Botafogo. E só isso já bastava!

Tento compreender esse posicionamento, pois o jogador não é torcedor. Mas, por outro lado, não entendo porque, como profissional, não tenha defendido com honra a camisa que é PAGO PARA DEFENDER em todas as circunstâncias, valendo pontos ou não.

E muito bem pago, por sinal.

A de ontem não valia nada, mas mesmo assim, deveria ter sido encarada, no mínimo, com ética e profissionalismo.

O que não ocorreu. Uma decepção gigantesca que nos envergonha a todos.

E que nos faz encarar o Atlético de uma forma mais amarga daqui para a frente.

Nós somos o amor que oxigena o clube, mas talvez sejamos os únicos. Talvez sejamos um Dom Quixote da vida, lutando uma batalha sem glória e sem honra.

Temo que, tal e qual Dom Quixote, tenhamos fechado os olhos para a realidade porque a realidade é dolorosa demais para nós!

O atleticano, nesta segunda-feira, é um zumbi sem rumo!

E o pior: HUMILHADO!

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A seguir, a entrevista do Kalil concedida hoje, na sede do Atlético.

 
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Publicado por em 05/12/2011 em Uncategorized

 

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TIMEZINHO RIDÍCULO!

Vários adjetivos me vêm à cabeça para definir o desempenho do Atlético ontem: pífio, ridículo, apático, vergonhoso, covarde, constrangedor…

Na dúvida, fico com todos eles.

Se o Alexandre Kalil considera a torcida bipolar, quero dizer que bipolar é este time contratado a peso de ouro e que, depois de uma partida cheia de raça contra o Santos, apresenta esse futebolzinho que ridiculariza a nação atleticana.

Bastava um empate mixuruca para igualar o número de pontos do cruzeiro. Se ganhasse, deixaria a zona de rebaixamente para trás. Apesar de saber disso, a postura foi de uma apatia inigualável.

Ontem, eu senti vergonha de torcer por essa turma de covardes!

O Vasco, formado por muitos reservas, atropelou o Atlético. O Vasco não jogou, o Vasco treinou!

Foi um rachão pré-jogo. Não aplicou uma sonora goleada sabe-se lá por quais motivos.

No segundo tempo, quando o Atlético esboçava uma tímida reação, Serginho foi novamente expulso. OUTRA VEZ!

E aí qualquer esperança de mudança no placar foi por água abaixo.

O time é de uma fragilidade impressionante. Qualquer pessoa que entenda um mínimo de futebol, teria contratado melhor que Kalil e Maluf.

E não teria torrado a metade do dinheiro que os dois torraram!

E não me venham dizer que o time estava desfalcado. O Vasco estava muito mais! Além disso, deveria haver atletas com capacidade para entrar e resolver a parada.

Tem hora que dá vontade de se afastar do futebol e deixar esse amontoado de vagabundos pra lá!

Se tomar como base o jogo de ontem, preparem o lombo e o coração!

Vamos comer o pão que o diabo amassou neste restante de campeonato!

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Publicado por em 17/10/2011 em Uncategorized

 

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OS PANTERAS NEGRAS – AMANHÃ VAI SER OUTRO DIA.

Braço erguido, punho cerrado, forte. Luvas negras. Assim os atletas norte-americanos, medalhistas nas Olimpíadas da Cidade do México, Tommie Smith e John Carlos desafiaram a ordem mundial no pódio olímpico. Eram os Panteras Negras do movimento Black Power do final dos anos 60 e início dos 70. A luta era contra a América Branca e a discriminação racial. E tudo de fétido que ela representa.

Mas o que isso tem a ver com esse blog atleticano?

Tudo.

A começar porque o Clube Atlético Mineiro é o clube da Massa. De um povo sofrido, injustiçado, mas inigualável em amor e abnegação.

Um dos seus maiores ídolos, assim comemorava seus gols (Black Power): Reinaldo, ou simplesmente, Rei.

Atrás de cada desenho mágico que era um toque de bola, um drible de corpo, um cerebral movimento diáfano que fazia deitar seus marcadores ou um sonho mágico que era um gol de Reinaldo; e que, simplesmente por ser um gol de Reinaldo, era simples, mas complexo.

Vivíamos, àquele tempo, uma ditadura, autorização imposta pelas armas. Violência legalizada mas não legitimada.

O futebol era o Campo dos Sonhos do povo brasileiro. Em cada obra prima de Reinaldo, servido gentil e coletivamente por Cerezo, Luisinho, Marcelo, Paulo Isidoro, Éder, João Leite e Cia, havia a revolta, o enfrentamento de uma situação posta e anti-libertária.

Punho cerrado, o artista era carregado pelos companheiros de luta, a Massa aliviada, de alma lavada da vida. Havia esperança. O Rei iria nos libertar. Não haveria mais militares. O mundo seria nosso, seria do povo. Em cada jogo, como na música de outro gênio, o Galo insistiria em cantar. Amanhã seria outro dia.

Onde está este Clube Atlético Mineiro?

O Galo perdeu a sua alma?

Não amo menos. Mas não encontro mais.

Onde está o Rei libertário e seu povo feliz e esperançoso?

Porque tanta catarse e sublimação?

Porque tamanho desencontro entre os atletas e a Massa?

Porque tanta enganação e fanfarrice?

Hoje tem jogo contra o Santos de Neymar. Este que, na opinião do colunista é o maior jogador do mundo na atualidade.

Hoje estarei lá na Arena do Jacaré, porque sei que “Amanhã Vai ser Outro Dia”. Braço erguido e punho cerrado. Forte e Vingador.

Galo! 

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Publicado por em 13/10/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 0 AMÉRICA – SEM ILUSÕES.

Aqui dentro da Arena, a poucos metros de uma torcida enfurecida, é fácil correr atrás de uma bola.

Quero ver se na Vila Belmiro, em terreno adversário, a disposição será a mesma.

De todo modo, tanto em postura, quanto em formação tática, o Atlético se apresentou bem ontem contra o co-irmão mineiro.

O 3-5-2, temerariamente lançado por Dorival Júnior _ pois foi treinado apenas uma vez _ propiciou fluidez ao time.

Os laterais tiveram liberdade para atacar e Patric, principalmente, aproveitou para jogar quase como um atacante. E foi muito bem desta forma.

Guilherme Santos também melhorou a sua performance, embora ainda não tenha atingido aquele esplendor das primeiras partidas.

Este esquema caiu como uma luva para Daniel Carvalho, que, de repente, não precisou locomover todo o seu peso para compor o meio defensivo. Ficou liberado para organizar os ataques e jogar com a bola nos pés.

Enfim, vi um meio de campo mais compacto, mais pegador. Tanto que o América incomodou Giovanni apenas uma vez em todo o jogo.

Richarlyson atuou dando suporte à zaga e à lateral esquerda. O mesmo fez Réver pela direita, assessorado por Serginho.

O 3-5-2 não é um esquema defensivo. Muitas vezes, torna-se muito mais ofensivo, ao mesmo tempo em que blinda a defesa. Eu sou totalmente a favor, sobretudo quando se constata que, no posicionamento anterior, bolas estufavam em profusão as nossas redes. Tinha virado festa.

Afinal, levar 11 gols em apenas 3 jogos não é para qualquer time não. Tem de ser muito, mas muito ruim para sofrê-los!

A vitória foi boa, claro. As vitórias sempre serão bem vindas. Mas não me iludo nem um pouco.

Falta à equipe aquela consistência dos grandes esquadrões. Aquela auto-confiança que traz o cheiro da vitória antes mesmo de subir as escadas do túnel para entrar em campo.

O conjunto alterna exageradamente bons e maus momentos dentro de uma mesma partida. E isso martela o emocional dos jogadores como se fosse um irritante bico de pica-pau.

Não é um time confiável, por enquanto. E quando será? Não dá para saber.

Se Dorival Júnior não descartar o 3-5-2, o que eu não duvido _ pois o nosso treinador tem a mania de trocar tudo de uma hora para outra como se fosse um gênio  ou um Graham Bell _ teremos sempre a necessidade de um homem de área.

E nesse aspecto, Jonatas Obina foi uma grata surpresa para mim. Meio desengonçado, um tanto desarticulado, corre parecido com Dadá Maravilha.

E tem uma pedrada na perna esquerda. Acabou marcando um gol e dando assistência para o segundo. O cara trouxe o que nos falta. É sortudo demais!

Excelente produção para quem chegou totalmente desacreditado e alvo de piadinhas na Internet.

Jonatas Obina foi o destaque inquestionável da equipe nesse jogo. Entretanto,  ainda tem muita lenha para queimar e não quero ser precipitado.

Em suma, foi mais uma vitória sobre um dos times considerados mais fracos neste campeonato. Dos fortes nós só levamos bordoada, até o momento.

Mas não deixa de ser saudável colocar 3 pontos na sacolinha… e esperar que a omissão imperdoável da diretoria em reforçar a equipe, não nos faça lotar capelas e igrejas em busca de ajuda divina!

Pois reafirmo novamente: Se este time não for fortalecido, nós vamos lutar para não cair!

E para a torcida, será mais uma dolorosa via-crucis,  jogo após jogo! Merecemos?

Com a palavra, o leitor e amigo do L&N.

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Publicado por em 11/07/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 0 X 1 SÃO PAULO.

O jogo teve uma característica que saltou aos olhos: o São Paulo povoou meio de campo e defesa e esperou o Atlético em seu campo. E utilizou os contra-golpes rápidos para levar perigo à meta de Renan Ribeiro.

Isso funcionou no primeiro tempo, quando o Atlético, mesmo com maior volume de jogo, foi inferior ao São Paulo em organização tática.

Toró, mal posicionado em campo, foi anulado por ele mesmo. Giovanni não conseguiu se livrar da forte marcação paulista e junto com Mancini, perdia bolas que ofereciam os contra-ataques ao São Paulo.

Justamente o que o tricolor havia se proposto: jogar no erro do Galo.

Nessa etapa da partida, o meio de campo exerceu marcação frouxa. Soutto e Richarlyson não acertavam o passo e nem alternâncias.  Leandro, na lateral, muito menos. Até agora não entendo porque Guilherme Santos, infinitamente superior, não joga.

Patric foi muito bem, essa é que é a verdade, apesar de a maioria não gostar dele. Na jogada do penalti (claro, por sinal), não deveria ter se jogado. Se persistisse, seria gol certo.

Mas, no conjunto, o Atlético não estava mal, embora tenha começado a correr somente após o gol adversário, aos 22 minutos. Esboçou uma reação, mas não conseguiu guardar a criança na casinha.

Com Dudu Cearense estreando no lugar de Soutto (lesionado), Berola no de Mancini e Serginho no de Toró, o Galo voltou para o segundo tempo disposto a mudar a história do jogo.

E aí, sim, encaixou a marcação e dominou com autoridade, empurrando a equipe tricolor para o seu próprio campo. Muito mais organizado nas quatro linhas, o Atlético sufocou do princípio ao fim.

Mas falta ao Galo um repertório de jogadas rasteiras de ataque e isso  limita enormemente o seu poderio ofensivo.

Não se pode depender só de jogadas aéreas. E parece que o time ficou meio que viciado nestes lances por causa do sucesso alcançado nas duas primeiras partidas.

Embora importantes, são apenas um complemento e não a essência.

A essência de ataque são tramas, trocas de passes, ultrapassagens, bolas enfiadas, cruzamentos à meia altura ou rasteiros, etc, etc. Tudo aquilo que desnorteia os zagueiros. E isso o Galo não apresentou ontem, mesmo com o monumental domínio do jogo.

Leonardo Silva jogou de zagueiro e centroavante. Aliás, mais de centroavante do que de zagueiro. Eu gostei dessa ousadia do Dorival, pois pode se converter em mais uma alternativa tática.

Pois um time que quer ser campeão tem de possuir, obrigatoriamente, um extenso rol de possibilidades treinadas à exaustão. Do contrário, ao ser marcado naquilo que tem de mais forte, deixa de oferecer perigo.

Assim como Sansão, que tinha os cabelos como única fonte de força. E ao vê-los cortados, se ferrou em verde-amarelo.

Tenho repetido aqui e no twitter que o Atlético necessita de reforços. Não pela derrota de ontem, mas pela alta performance que um campeonato tão árduo exige.

E, vendo uma partida como esta, contra um grande time do país, é muito mais fácil identificar as carências.

Na minha opinião, não há mais tempo para a diretoria ficar cochilando em berço esplêndido. É premente a contratação de um camisa 10 que distribua e organize o jogo de forma ágil e fluente. E que Giovanni jogue um pouco mais atrás, na sua posição de origem.

E é preciso contratar um jogador com faro de gol, que ame a grande área e que tenha um estilo agudo em direção à meta adversária.  Um daqueles fominhas que causam insônia nos beques.

Estamos marcando presença de forma muito tímida na grande área. Ontem, a bola pererecou várias vezes na zona do agrião e não tinha uma bendita alma ali, para empurrar para dentro ou construir uma boa jogada.

Enfim, apesar da derrota, nada está perdido, assim como não tem nada ganho. Muitos vão perder e ganhar, inclusive o São Paulo.

Portanto, há muito que se fazer para o nosso destino ser esplendoroso. E para que isso aconteça, a diretoria tem a obrigação de se mexer com mais agilidade e não apenas ficar assistindo contratações de reforços dos adversários todos os dias.

Afinal, entramos nessa para ganhar ou para fazer figuração?

Qual a sua opinião, caro amigo do L&N?

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Publicado por em 09/06/2011 em Uncategorized

 

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PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES

Parece que a gestão do Presidente Alexandre Kalil colocou em dia os salários sem contrair novas dívidas? Sim, parece.

Parece que é melhor administrador que os antecessores recentes? Sim, parece.

Parece que as dívidas estão acabando? Não vi e não ouvi ninguém da diretoria responder sim a essa pergunta, na lata, sem evasivas.

Mas, aparentemente, sim, o Clube Atlético Mineiro tem uma casa estruturada.

Na esteira democrática que permeia o blog Lances&Nuances, vou expor aqui uma vertente do pensamento de parte da Massa de Minas Gerais.

Considerando que ter um presidente de clube como ídolo maior é extremamente prejudicial para a essência do futebol de um clube; que as entrevistas da cartolagem são, sem exceções, puras bravatas; e que nessas entrevistas o mandatário maior do clube já vem demonstrando sinais de fraqueza ao esbravejar expressões tipo “estou de saco cheio”, “não sei se estarei aqui depois”; e, principalmente, que a gestão de Alexandre Kalil vai chegando ao final sem sequer apresentar um time digno, sugiro a DESCANONIZAÇÃO DO PRESIDENTE ALEXANDRE KALIL, nos seguintes termos:

Artigo 1º – O torcedor número 1 do Atlético volta a ser o meu amigo Tião Passarim, que, com seu manto sagrado, pega o busão meio-dia em direção a Sete Lagoas, no domingo, e chega à sua casa na periferia de BH à meia-noite, após uma exibição de gala do alvinegro. Acorda às 3h30m da madruga, pega novamente o balaio das 4 da matina para estar no batente às 6h.

Parágrafo Único – O torcedor número 1 do Galo não é a presidenta da república, o governador, o prefeito, o presidente do clube, o banqueiro, o bispo, o juiz, o filho do conselheiro que se tornará conselheiro, etc etc etc.

Artigo 2º – Nunca mais haverá um atleticano consciente. Em cada jogo fica restaurada a hora do ópio. Reina a ilusão, a utopia e o sonho. O torcedor número 1, durante os 105 minutos, esquecerá da sua jornada de trabalho exaustiva, do salário mínimo e do seu salário de merda, da doença na família, do abuso do poder econômico, da corrupção e da violência.

Artigo 3º – Para jogar no Galo é pressuposto inarredável, além da raça, o talento. Basta de estrelas decadentes, twittadas redentoras e promessas evasivas. Queremos um time. Mas um esquadrão digno e ambicioso. Queremos ídolos!

Parágrafo primeiro – Como dizia o mestre João Saldanha, mais vale um ídolo do que um título.

Parágrafo segundo – A categoria de base do Clube Atlético Mineiro é o esteio dessa nova era.

Artigo 4º – Está proibido proibir a crítica aos cartolas. O ideal mesmo seria proibir a cartolagem, mas, infelizmente, é um mal necessário do futebol.

Artigo 5º – Será cassada a palavra nas entrevistas quando o assunto for contrato com a televisão ou CBF. É um assunto muito mala e nojento.

Parágrafo Único – Se moralizar for a real intenção, torna-se um dever da instituição Clube Atlético Mineiro defender os seus direitos na justiça, com pretensões fundamentadas.

Artigo 6º – Se o presidente está de “saco cheio” ou “não sabe se vai continuar”, PEDE PRA SAIR. Não precisamos de fracos.

Disposições finais

Não fraqueje, presidente, ainda estamos com você. Esperamos um time digno, sem o que, não mais o apoiaremos.

[O manifesto acima tem o espírito panfletário de rua, inocente, sem nenhuma pretensão de se tornar uma verdade absoluta e foi inspirado na música de Geraldo Vandré que lhe dá nome e pela poesia de Tiago de Mello, Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente) e Carlos Heitor Cony, que fazem parte integrante do presente manifesto.]

Saudações alvinegras, com o espírito democrático e de paz nos estádios!

Nota do blogueiro: Claro que eu discordo dos pontos de vista do Coruja em vários aspectos, não em todos. Mas o L&N, dentro de sua política de dar voz às diversas correntes de opinião, coloca o tema em discussão democraticamente. Afinal, o autor da crônica defende aquilo em que acredita sem menosprezar visões contrárias.

E você, caro amigo, qual a sua opinião?

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Publicado por em 27/04/2011 em Uncategorized

 

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BANQUETE DOS MENDIGOS – NO EXPECTATION

O filme chama-se Viridiana. A obra é de Luis Buñuel, cineasta espanhol, radicado no México, mestre do surrealismo, parceiro de Salvador Dalí. A cena enfocada se passa em uma fazenda. A personagem principal, que dá nome ao filme e que cuida da casa, abriga mendigos por um sentimento universal.

Em um determinado momento da estadia no albergue, na ausência episódica de Viridiana, os mendigos invadem a casa luxuosa e se fartam de todas as formas em um banquete impiedoso.

De repente, o cineasta paralisa a película numa alusão à Santa Ceia. A cena é genial. Logo após se fartarem, um a um, aqueles seres deixam espontaneamente o local e retornam às ruas para suas condições de farrapos humanos.

O futebol é, tal qual Viridiana, um vendedor de sonhos. Numa palavra, os que o fazem, são deuses, na maioria, e Deuses, outros poucos. Nós, torcedores, meros mortais, idolatramos o sonho, mas comemos carne. Nas quedas das divindades, cortamos e devoramos, com faca e baba, o deus caído.

Hoje, propaga-se aos quatro ventos que o Atlético é um time “zicado”, azarado, sem glórias, propenso, inevitavelmente, a tornar seus torcedores sublimados através da catarse; que o individualismo que corta a força coletiva em pedaços vive no Galo o seu momento máximo. O atleticano, ao mesmo tempo, acredita e duvida disso.

De fato, no passado recente, nós outros, que amamos essa Esfinge Alvinegra, nos contentamos com a réstia de sol de um inverno britânico e chuvoso. No popular, lâmpada de geladeira.

Até quando esse frio? Até quando essa dor?

Banquete dos Mendigos, também é um clássico álbum dos Rolling Stones da década de 60. A lendária canção “No Expectations” retrata o típico estado de espírito atleticano a cada sonho roubado. Atado a uma Cidade Aberta, de mazelas mil, ferida e maternal . ”Take me to the station, and put me on a train, i’ve got no expectations, to pass through here again (…)”.

Perdão, ó razão, por amar incondicionalmente este  “monstro desgovernado”. Mas não é justamente a razão que nos obriga a sonhar, dia após dia, noite após noite? Não é o tempo a razão de todas as coisas?

Sonho todos os dias com tua volta, ó Gigante de Esporas. É essa a minha razão de todos os dias e por toda a eternidade. Mesmo que tenha que amar e devorar, como um mendigo, até o último dos deuses. Estou e estarei aqui, sempre, como sempre.

Não se esqueça que uma nação inteira está aqui a te esperar!

NOTA DO BLOGUEIRO: A COLUNA DO CORUJA é escrita pelo mais novo colunista do Lances&Nuances, Frederico Alves Bizzoto, o Coruja. Por aqui ele nos concederá a honra e o prazer de ler seus escritos de puro talento.

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Publicado por em 08/04/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 1 X 1 UBERABA.

Apesar do empate amargo contra um Uberaba na rabeira da tabela de classificação, eu enxerguei progressos _ do meio para trás _ na performance da equipe alvinegra, se a compararmos ao domingo passado.

Neste setor, o time atuou mais compactado e não cedeu ao adversário aquela tradicional avenida pelo meio de campo. A zaga _ com o crescimento técnico de Leonardo Silva _ se mostrou mais estável, embora Réver, mais uma vez, tenha pecado por excesso de auto-confiança.

A escalação de Richarlyson na lateral esquerda, no momento, é a melhor opção que temos, mesmo que haja necessidade de muitos treinamentos para aprimorar os cruzamentos.

Na lateral direita, Bernard pode não ter feito um primor de partida, mas tem personalidade. E jogou improvisado. O garoto tem futuro, na minha opinião.

Renan Ribeiro está se posicionando melhor e evitou um gol certo só com a boa colocação.

Os quatro do meio de campo atuaram mais perto um do outro. Serginho fez uma boa partida e Toró, embora ainda fora de forma, não se acomoda em nenhum instante.

Os nossos problemas no jogo contra o Uberaba residiram na transição de bola da defesa para o ataque.

Ricardinho não foi o mesmo de outros jogos. Sem inspiração, não conseguiu enfiar aquelas bolas que o transformaram no maestro da equipe.

Renan Oliveira também não acertou sequer uma jogada ofensiva e acabou não municiando os homens de frente como deveria.

Ricardo Bueno tem uma dificuldade imensa de dar prosseguimento a uma tabela ou mesmo a uma simples condução de bola. O gol que marcou foi novamente pelo alto. Se Bueno tem uma virtude, a técnica de cabeceio é a que domina melhor.

Sobe com muita impulsão e sabe gerar velocidade na testada. Mas peca repetidamente em outros fundamentos, engessando a equipe naquele setor.

Jobson correu, se doou em campo, mas sem um companheiro que o auxilie, fica difícil demais.

Enfim, o Galo, do meio para a frente, não conseguiu ser contundente. E por isso mesmo, pouquíssimas oportunidades efetivas de gol surgiram.

Porque perder gols é uma coisa, mas não criar situações para marcar é muito mais grave. E é exatamente aí onde mora o perigo!

O congestionamento de defensores uberabenses na área impediu, até com certa facilidade, as tramas ofensivas do Atlético.

Trocas de passes inúteis, passes errados aos montes, cruzamentos ridículos e alçadas de bolas no vazio constituiram-se na principal característica da armação e do ataque alvinegros.

Depois daquele primeiro tempo primoroso contra o Guarani de Divinópolis, a impressão que se tem é que o time esqueceu a receita em casa.

E não consegue mais achá-la!

A valorização do conjunto _ com o reforço das jogadas individuais e não o contrário  _ é a impressão digital do técnico Dorival Júnior nas equipes que comanda.

Porém, não se sabe porque, ele não está conseguindo implantar no Galo o que já fez, durante anos, em outros clubes.

Vai entender!

Seria aquela cabeça de burro enterrada na Cidade do Galo?

E você, caro leitor e amigo, tem a resposta para isso?

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Publicado por em 24/03/2011 em Uncategorized

 

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