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Arquivo da tag: Atletico Mineiro

ATLÉTICO 1 X 0 CORINTHIANS – A RAÇA QUE NOS ENOBRECE!

Permitam-me não ser tão realista e esquecer, por momentos, que não temos a equipe ideal. Permitam-me não pisar o chão. Deixemos isso para o decorrer da semana, não hoje.

Hoje eu quero tão somente comemorar a minha mais honrosa condição de ser humano: ser atleticano em todos os ambientes por onde passei, em todos os momentos em que chorei ou vibrei, ou até nas figuras das mulheres que eu amei! Pode-se amar, pode-se chorar, pode-se sorrir, sempre carregando dentro do coração, tatuada, a frase que sacramenta o infinito: EU SOU ATLETICANO!

Permitam-me  extravasar a alegria que eu sinto ao ver o time alvinegro lutar por uma vitória como se estivesse defendendo a própria vida. Por enxergar novamente o brio nos olhos das feras e ver que, finalmente, cada um entendeu que a camisa que a torcida veste com devoção nas arquibancadas é a mesma que ele tem de vestir com sangue e suor em campo.

Hoje não quero saber de técnica ou qualidade. Hoje eu celebro a raça, a entrega e o amor contido em cada dividida.

A mesma gana de Doriva, de Éder Lopes, de Cincunegui, de Jorge Valença, de Éder Aleixo e tantos outros. De MUITOS outros!

E de Pierre, na cancha, o símbolo mais perfeito da paixão que carregamos aqui fora!

Pierre deixa o coração em campo, molha o gramado com o seu sangue. Ele não é nenhum craque, não é o melhor do time, mas um atleticano se emociona ao vê-lo jogar.

Porque o atleticano é assim, nasceu e vai morrer assim. Que venham craques habilidosos, mas que dentro deles more a alma feita de aço do alvinegro das alterosas. Sem isso, nada fará sentido para nós.

Pierre não joga. ELE LUTA UMA BATALHA DE VIDA OU MORTE!

E é um exemplo para seus companheiros, que hoje encarnaram o espírito do volante para vencer o Corinthians. Um jogo em que fomos superiores sobretudo no segundo tempo e merecemos a vitória maiúscula.

O sentimento de superação que enobrece os vencedores. O ardoroso sentimento que queima o coração e enche os olhos de lágrimas.

Nos próximos posts, falarei do que foi o jogo tática e tecnicamente. Mas hoje não.

Hoje celebro apenas a volta da garra do Galo, que sempre encarnou o atleticanismo mais puro! E que continue sempre assim!

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Assista ao gol de Danilinho:

 
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Publicado por em 27/05/2012 em Uncategorized

 

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MAIS UM TELEFONEMA, MENOS UM PEPINO…

Numa manhã fria de inverno em Porto Alegre, o presidente Giovanni Luigi do Internacional tem um baita pepino pra resolver: empurrar o atacante Jô para algum time que o aceite. Seu treinador já não vai mais utilizá-lo, devido aos atos de indisciplina e baixo rendimento em campo. Afinal, em 36 jogos, o distinto matador anotara apenas 6 gols.

Faz rascunhos e anotações, preocupado. Pensa em algum time de Portugal: “Não, eles não são mais tão ingênuos. Tá certo que contratam qualquer barca brasileira, mas o Jô já deve estar falado por lá…”

Verifica o noticiário, dá uma lida no Zero Hora e olha o movimento da manhã da capital gaúcha.

Para e pensa: “Quem são hoje os dirigentes mais idi… digo, mais ingênuos do futebol brasileiro tchê?”

Três nomes vêm à cabeça. O primeiro, Arnaldo Tirone, presidente do Palmeiras. “O cara contratou Ricardo Bueno e pediu vaquinha pra torcida dele pagar o tal do Wesley, que nem é lá grandes coisas… vou ligar pra ele”

- Alô Tirone? Aqui é Luigi, companheiro, como está?

- Ah, muito problema por aqui Luigi, Felipão é osso duro de roer.

- É, sei bem como é, tchê. Amigo, tenho um atacante aqui muito bom, mas nosso treinador não quer mais. Mas tem muita qualidade, é ótimo, já jogou no Corinthians, vc deve lembrar, o Jô.

- Ah sim… bom garoto ele né?

- Err… claro, claro, ótimo garoto. Qualidade fantástica, imagina ele numa dupla com o Barcos! Vai tirar nossa vaga pra Libertadores!

- Mas não andou tendo umas indisciplinas por aí?

- Nãao, nada demais, coisa de menino. Conversei com ele, ótimo garoto, o problema foram algumas influências, você sabe… a noite de Porto Alegre, mulheres lindas…

- Sabe o que é Luigi, o orçamento aqui não está lá grandes coisas, você deve acompanhar pelos noticiários e o Felipão é meio linha dura…

- Sei , sei…

- E tem a coisa do Wesley, estamos gastando muito com ele machucado. Quem sabe de uma próxima fazemos negócio?

- Com certeza. É uma pena amigo, pois o Jô resolveria todos os seus problemas!

- Não tenho dúvidas. Um abraço Luigi!

- Outro.

Luigi desliga o telefone, coça a cabeça preocupado, contempla a vista do Guaíba de sua janela e pensa: “Tenho mais dois nomes. Não custa tentar”.

O telefone toca em BH.

- “Alô Kalil. Aqui é Luigi, tudo bem?”

- Luigi? Não conheço.

- Presidente do Internacional, Alexandre, meu querido.

- Ah sim. Internacional. Aquele time vermelho né? Como vai?

- Por aqui tudo bem. Olha Kalil, sei que você está formando um bom time aí né, campeão invicto, vai dar trabalho no Brasileirão hein… cof cof … desculpa, é o ar frio aqui, o inverno, sabe como é né amigo? Mas enfim…

- Fala logo que estou com pressa. Muito trabalho aqui no Atrético, a turciduAtrético é muito chata e tá me cobrando e…

- Sim, sim… Bem, como eu ia dizendo, seu time é fortíssimo e tenho um atacante aqui que nosso treinador não vai utilizar e pensei ser um ótimo reforço pra vocês. O Jô, aquele do Corinthians, ótimo garoto, qualidade inquestionável…

- Jô? É aquele gordinho?

- Não, não… está em ótima forma! Vai te ajudar muito aí, pode confiar!

- Espera aí um pouco.

Kalil tenta tapar o telefone, mas se ouve ele perguntar a alguém que está próximo.

- O presidente do Grêmio ta me oferecendo um jogador aqui, tal de Jô. Só conheço aquele gordinho. Esse Jô jogou no Cruzeiro?

Alguém sussura que não, mas que pode trazer que é um ótimo jogador e o Atlético tem tradição em recuperar jogadores.

- Recuperar? Ótimo, manda trazer. Mesmo não tendo jogado no Cruzeiro, se é pra recuperar é aqui mesmo, porque temos CT e…

Kalil retorna ao telefone

- Ô Mario…

- Luigi, Kal…

- Sim, sim, Luigi… é tudo italiano mesmo. Você é presidente do Palmeiras né?

- Inter…

- Aqui no Atrético a gente recupera muito jogador. Sabe como é, temos o melhor CT do Brasil. Temos estrutura. Temos hotel. Temos médico. E se é bom pode mandar vir pra cá!

- Kalil, meu amigo, você não sabe o ótimo negócio que fez! Esse ano você será campeão hein! Quem dera eu ter aqui no Inter um time com Dudu Cearense, Richarlyson… aliás, como joga esse sujeito hein?! André, Guilherme… meu Deus!

- Poisé, aqui no Atrético é assim, a gente contrata e vamo ser campeão.

- Eu sei, eu sei… bom Kalil, foi ótimo negociar com você! Conte sempre com o Internacional, somos parceiros! Grande abraço.

Luigi desliga o telefone, dá uma boa risada e aliviado diz a seus assessores:

“- E dizem que não há mais bobo no futebol hein…”

Olha pro seu rascunho e vê que nem precisou ligar pro terceiro nome da lista, que era uma presidenta que usa vermelho e preto…

(Obs: O texto acima não tem compromisso nenhum com a informação. É pura obra de ficção e não dispõe de informação alguma. É um diálogo totalmente INVENTADO e se houver alguma semelhança com a realidade é mera coincidência.)

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Publicado por em 23/05/2012 em Uncategorized

 

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VOCÊ CONCORDA OU “DISCONCORDA” DE TUDO?

Começou mais um brasileirão de futebol.

Começou mais um torneio Rio/São Paulo de futebol dentro de um campeonato do “faz de conta ser” do Brasil inteiro.

Sou torcedor consumidor, não sou otário, e você?

Começou mais um ataque frontal aos nossos sentidos de homem normal, ou seja, de torcedor apaixonado.

Seja no estádio, pagando ingresso ou na sala de nossa casa, pagando para ver mais um festival de manipulação das regras do jogo de causar inveja ao Carlinhos Cachoeira.

Como pode, na cabeça da “pule”, dar os mesmos “números” durante vários sorteios seguidos? No campeonato deles dá sempre os mesmos. Não tem CPI para investigar este jogo de azar, disfarçado de campeonato de futebol?

Vejamos:

No jogo entre Sport x Flamer, um ataque do Sport, com grande chance de gol, o bandeirinha marcou impedimento, na maior das convicções “wrightianas” e prontamente legitimado pelos wrigthtinianos loucutores. O atacante do Sport não estava impedido.

Mas, subjetivamente, estava impedido.

Uai, as regras não são claras, Arnaldo?

No jogo do CAM X Ponte Preta, aos trinta minutos do primeiro tempo, em um ataque com claras chances de gol, o bandeirinha marcou impedimento, na maior das convicções wrightianas e prontamente legitimado pelos wrigthtinianos loucutores. O atacante do Galo não estava impedido.

Mas, subjetivamente, estava impedido.

Uai, as regras não são claras, Arnaldo?

Percebam que é a mesma jogada, a mesma ordem, o mesmo “herro umano” de jogo em jogo.

Nas resenhas esportivas, dão conotação para as jogadas acidentais, jogadas ocasionais, fazendo delas o boi de piranha.

No caso do CAM X Ponte Preta, um lance acidental ganhou destaque para esconder o  impedimento que quase surtiu efeito, seria ordem para o Galo não pontuar? Não fosse o gol do Escudero, aos 45 do segundo tempo, o “herro” no impedimento de uma jogada legítima faria o resultado desejado por eles.

Serão 38 rodadas que, sutilmente, os “herros umanos” manipularão os resultados dos jogos para beneficiar os de sempre.

Seria como dar as seis dezenas na Mega Sena desde 2003 até 2012.

O jogo é sim, de cartas marcadas, é jogo roubado sim, senhor!

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Publicado por em 22/05/2012 em Uncategorized

 

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QUE LIMA NÃO SAIA!

Se querem saber, eu sou absolutamente contra a saída do Lima para a Portuguesa.

Primeiro, porque o provável fato não terá sustentação em lógica alguma que privilegie a capacidade profissional. E se o problema é pessoal, cairemos na mesma besteira que Dorival fez ao criar um ambiente hostil para Diego Souza. E deu no que deu.

Segundo, Lima não é inferior a Leonardo Silva e Rafael Marques. E é muito melhor do que Luis Eduardo, com o qual o Atlético renovou contrato. Estranho, muito estranho, que o tratamento dado a este seja melhor do que o concedido ao Lima.

Terceiro, embora a sua estatura não seja a ideal para um zagueiro, Lima compensa com excelente colocação e senso de tempo de bola. Ele não é uma sumidade, mas o Atlético, ao permitir a sua saída, terá de ir ao mercado em busca de outro jogador, pois não se disputa um campeonato longo só com 3 zagueiros. E certamente, o mercado não tem um do mesmo quilate para oferecer.

Quarto, apesar de remanescente daquele time que rebaixou o Galo, não considero este argumento como depurador de qualidade do elenco. Marcos, um dos melhores goleiros que o país já teve, também caiu com o Palmeiras. O plantel do Corinthians, atual campeão brasileiro, está cheio de atletas que o levaram à segunda divisão. Então, se deduz que…

E por último, identificação com o Atlético, no meu conceito, permanece sendo quesito importante de avaliação. Poucos o adquirem e Lima o possui. Não preciso citar o monte de gente que aqui chegou só para se divertir no SPA de Vespasiano. Os atleticanos os conhecem de cor e salteado.

Quero esclarecer que não faço parte daqueles que passam a mão na cabeça de jogador advindo da base. Para mim, jogador criado no Galo e aquele que vem de fora devem ter o mesmo tratamento justo. Tchô, Renan Oliveira, Cairo, e inúmeros outros que despertaram a esperança de termos um craque feito aqui, revelaram-se fracos demais na hora da onça beber água.

Portanto, defendo a permanência do Lima não por sua pessoa, ou por ter vindo da base, ou por qualquer outro argumento que não esteja focado no bem do Clube Atlético Mineiro, que está acima de nomes isolados.

Já metemos os pés pelas mãos vezes demais nesta administração. E procurar sarna pra coçar nestas alturas, com o campeonato nacional iniciando sem ter um elenco formado, é dar um atestado de desconhecimento total do que é o futebol. Aliás, mais um atestado!

Que a diretoria não caia nessa esparrela!

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Publicado por em 09/05/2012 em Uncategorized

 

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AMÉRICA 1 X 1 ATLÉTICO – FINALMENTE, GUILHERME CHEGOU.

Com 3 zagueiros e Guilherme armando no meio, até que o Atlético não jogou tão mal assim.

Quando a coisa apertava, entregava-se a bola para Guilherme, que arredondava-a e mostrava ao público que no gramado ainda pulsava vida inteligente.

O camisa 10 do Galo foi, disparado, o melhor em campo. Combateu, distribuiu, foi incisivo em lançamentos agudos e se não chutou a gol foi porque não teve chance.

Com André suspenso para o próximo jogo, o meu temor é que Cuca adiante Guilherme para jogar isolado dentro da área. Fazendo isso, perderá a cabeça pensante no meio e, ao mesmo tempo, não terá quem construa jogadas para que ele arremate.

O Atlético não possui poder de fogo no ataque, essa é que é a verdade. Bernard voltou mal da contusão, André não dá prosseguimento às jogadas e os laterais/alas, que deveriam apoiar e criar opções, não o fazem.

Apesar de seus defeitos visíveis, o Galo foi superior ao América na partida de hoje. No primeiro tempo, o time alviverde quase não jogou. No segundo tempo, o Galo tanto  martelou que acabou achando um gol em jogada de escanteio.

E aí, como sempre acontece, a equipe se encolhe e leva pressão, por pior que seja o adversário. E, num córner que não existiu, já nos descontos, o América empatou através de um atacante em clara posição de impedimento.

Azar? No meu entendimento, pura incompetência de um time que se encontra com a auto-estima baixa e não confia em si mesmo.

Estivesse em condição psicológica elevada, teria partido para cima do Coelho para fazer o segundo. E mataria as finais no primeiro jogo. Lembro-me que aconteceu o mesmo quando vencia o cruzeiro por 2 a 0 e permitiu o empate.

O Atlético é um time que não sabe jogar com o placar favorável. Deixa-se pressionar muito facilmente, como se temesse sair para o jogo e tomar a virada. O pior é que isso acaba acontecendo como se fosse uma punição dos céus.

As suas limitações técnicas são tão flagrantes que os próprios jogadores sabem disso. É um fator que deveria ser corrigido pela comissão técnica, porém, nada é feito nesse sentido.

Eu já vi times extremamente limitados se manterem, na base da força mental, no alto da tabela do campeonato brasileiro. Já aconteceu com o Atlético em outras ocasiões e o último exemplo foi o Coritiba em 2011.

Enfim, foi um empate que, a bem da verdade, é mais favorável ao Galo do que ao América.

Vamos aguardar o segundo jogo e, muito provavelmente, levantaremos a taça de um campeonato que não vale absolutamente nada.

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Publicado por em 06/05/2012 em Uncategorized

 

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CEGUEIRA E INOPERÂNCIA!

Caímos ontem da mesma forma que cairíamos na fase seguinte, caso nos classificássemos contra o Goiás.

Nada de novo no reino da fanfarronice e da inoperância… e mais uma Copa do Brasil se vai por pura incompetência.

O Atlético é um time fraco, com jogadores desmotivados e uma base de 2011 que já tinha provado seu valor… ou a falta dele.

O comportamento da equipe, no segundo tempo, mostra bem que nem um estádio de primeiro mundo, quase lotado de atleticanos, consegue resgatar a fibra dos que recebem grana alta para vestir (e desonrar) esta camisa. Brio não se arranca a fórceps!

Tudo com a anuência passiva de Kalil e Maluf, que permanecem imobilizados em suas poltronas confortáveis. A mesma passividade repetidamente demonstrada pelos jogadores. Eles se miram no exemplo vindo do comando do clube?

Kalil, inclusive, voltou a afirmar, em entrevista ao Leo Gomide após o jogo, que a base de 2011 é boa! Pasmem os senhores!

Declarações como essa escancaram a imensa distância entre o que a diretoria vê e o que efetivamente acontece nos gramados. É como se vivessem em outro planeta.

Desde a primeira crônica de 2012, eu venho alertando: não temos time para fazer bonito este ano!

E após cada vitória sobre equipes pequenas e fracas, eu reafirmava: não temos time para fazer bonito este ano!

E, assim como eu, atleticanos racionais de todas as vertentes entoavam o mesmo mantra: não temos time para fazer bonito este ano!

Estamos todos cegos. Só Kalil e Maluf, do alto de sua arrogância e fanfarronice, conseguem enxergar algo de bom nesse entulho.

Pois eu digo que os enganos cometidos até agora nos levarão à disputa da segunda divisão em 2013, não tenham dúvidas.

E nós é que somos os cegos…

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Publicado por em 04/05/2012 em Uncategorized

 

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TUPI 1 X 1 ATLÉTICO – E A DIRETORIA SEGUE EM COMA…

Começando por palavras que eu diria no final do texto: não importa se o Atlético for campeão mineiro. A verdade é que o time, da forma como está montado, é muito frágil e brigará para não cair no campeonato brasileiro.

Isso ficou claramente demonstrado na partida contra o Tupi.

O Galo é uma equipe com imensas dificuldades de concatenar jogadas de ataque e incapaz de sufocar o adversário em seu campo.

O gramado não dava mostras, à distância, de ser assim tão ruim e no entanto, a bola parecia quadrada.

Jogadores errando passes de 3 metros em jogadas elementares foi algo comum durante o embate.

E o técnico Cuca, ao invés de simplificar, complica ainda mais ao escalar Wesley no meio. Foi um tiro no próprio pé.

Wesley jogou mal, como mal jogou todas as partidas em que foi escalado.

Foi um dos piores em campo, mas não foi o único. Difícil é destacar alguém que tenha jogado o mínimo suportável para um boleiro profissional.

Contudo, Cuca precisa parar de inventar. Com um plantel limitado em termos de qualidade, fazer o feijão com arroz é a sacada mais inteligente.

Enquanto a equipe desfila seu raquítico futebolzinho pelos gramados, a diretoria segue em coma induzido na sede de Lourdes.

As duas contratações prometidas por Eduardo Maluf persistem sendo o que já são há muito tempo: apenas promessas furadas para esconder uma monumental imobilidade!

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Assista aos melhores momentos do jogo:

 
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Publicado por em 23/04/2012 em Uncategorized

 

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TUPI 0 X 0 ATLÉTICO – PASMACEIRA TOTAL!

Um joguinho de dar calo nas vistas!

Em compensação, classificou o Galo em primeiro lugar com as vantagens que leva para a semifinal e final, pois resultados iguais o favorecerão. Além disso, pega o Tupi novamente, cedendo para cruzeiro e América uma boa briga de foice em quarto escuro.

Mas, para chegar a essa situação, o Atlético enfiou o regulamento debaixo do braço e se deixou guiar por suas cláusulas e alíneas.

Mesmo assim, o Tupi teve oportunidades claras de gol em duas oportunidades. A partir daí, a partida transcorreu numa pasmaceira monumental.

O Tupi se resguardou na defesa e o Galo também. O resultado era tudo o que as equipes queriam. Toques de bola em exagero para manter o comando do jogo, tabelas infrutíferas, atrasadas de bola, etc, constituíram a tônica do embate.

Devido àquela goleada sofrida em 04 de dezembro de 2011, em que a suspeita de combinação de resultado grassou nas mentes de todos, alguns atleticanos criticaram a forma como o time se portou e o acusaram de fazer, novamente, um jogo de compadres.

Mas, eu pergunto: E se o Galo, ao desguarnecer a defesa para atacar com constância, levasse um gol e perdesse o jogo e as vantagens?

Talvez os mesmos que criticaram a ridícula apresentação de ontem estivessem agora descendo o malho no time por se arriscar desnecessariamente e não jogar de acordo com o regulamento!

Alguns podem argumentar: tínhamos pela frente o modesto Tupi, não o Fluminense.

E eu diria: com o time que temos, até o Tupi é adversário de respeito.

Não se pode contentar a todos. É difícil dizer qual seria o comportamento correto numa partida em que o empate favorecia as duas equipes.

Eu, como ex-jogador, sairia de campo insatisfeito com a pífia atuação, mas, por outro lado, estaria contente com o cumprimento da meta.

Afinal, quer concordemos ou não, o empate foi bom para as pretensões do Atlético e isso é o que importa no momento.

Em relação à análise das nuances do confronto e seus destaques individuais, não há o que comentar. Não vale a pena.

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Publicado por em 16/04/2012 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 2 X 2 CRUZEIRO – PELO AMOR DE DEUS, NÃO DEIXEM CHUTAR!

Tivesse o Galo repetido no segundo tempo o que tinha feito no primeiro, e hoje estaríamos comemorando uma goleada, sem nenhuma dúvida.

Na primeira etapa, o Atlético sufocou o cruzeiro, que só conseguiu dar um chute a gol, assim mesmo do meio da rua. O Galo, por sua vez, jogando com raça, combatendo em todos os quadrantes do campo e agredindo incansavelmente, sufocou o time das garças. Além dos dois gols, poderia ter convertido outros.

No segundo tempo, o Atlético diminuiu o ritmo e mesmo assim não foi pior que o cruzeiro. Foi um jogo parelho, essa que é a verdade. E o cruzeiro contou com a complacência do árbitro, que viu a agressão covarde de Roger Surfistinha em Danilinho e aplicou somente o cartão amarelo. A cor do cartão foi a mesma de sua coragem. Naquelas alturas, a expulsão de uma garça seria a decretação da vitória do Galo.

O Atlético deveria ter mantido o embalo alucinante do primeiro tempo, mas não o fez. E foi aí que o caldo entornou. Um time que tem Renan Ribeiro como goleiro, não deve se dar ao luxo de administrar o resultado. Ter Renan sob as traves é como ter uma espada sobre as cabeças dos defensores, pois não podem deixar chutar, nem cabecear, nem cruzar… enfim, são obrigados a terem 100% de acertos durante os 90 minutos, coisa impossível de acontecer no futebol. Se errar uma, a bola entra, pois lá atrás o goleiro é uma peneira.

Desta vez, nem precisou de falha da zaga. Renan Ribeiro se incumbiu de fabricar a lambança toda sozinho, se confundindo no tempo de bola e permitindo que o atacante cabeceasse com o gol vazio. A ÚNICA bola na direção do gol entrara!! Aliás, como em muitas outras ocasiões nestes últimos dois anos.

Nós temos o pior goleiro da série A. Se bobear, temos o pior goleiro das séries A e B. Não tem no futebol brasileiro um arqueiro tão inseguro. Entrar na disputa do campeonato nacional com Renan Ribeiro é um verdadeiro SUICÍDIO!

Renan Ribeiro tem o raro dom de ressuscitar adversários mortos em campo. Não fosse aquela falha ridícula e o cruzeiro estaria tentando empatar até agora. Mas pelo contrário, com o gol se encheu de esperança e acordou em campo na mesma proporção que o Galo sentiu o golpe e se retraiu.

Mesmo assim ainda tivemos, nos pés de Guilherme, a chance de fazer 3 a 1. E por perder 2 gols, Guilherme foi vaiado. Foi um dos melhores em campo, mas foi vaiado, na minha opinião, injustamente.

Quero ressaltar o retorno de Bernard, que jogando bem ou mal, imprime uma dinâmica de jogo veloz ao conjunto alvinegro. O garoto é atrevido e não tem medo de cara feia.

Fillipe Soutto jogou bem, mas quando o cruzeiro reforçou o meio e igualou as ações por ali, o garoto se perdeu na marcação. É muito bom com a bola nos pés, mas peca na pegada. Leandro Donizeti fez muita falta, principalmente na segunda etapa, quando houve a necessidade de um espanador na frente da zaga.

Porém, se eu fosse Cuca, estudaria a possibilidade de lançar Soutto à frente de Pierre e Donizeti.

Continuo pensando o mesmo: O Atlético precisa se reforçar para o Brasileirão. Pelo menos, 4 contratações. Independentemente de grandes nomes, mas de titulares produtivos.

Sobretudo de um bom goleiro. Não para operar milagres, mas, pelo menos, fazer as defesas difíceis que Renan Ribeiro não faz. Acontecendo isso, não entregaremos jogos fáceis como os de ontem e nem correremos o risco de infartar a cada bola alçada sobre a área… ou de chutes do meio de campo.

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Assista aos melhores momentos da partida.

 
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Publicado por em 09/04/2012 em Uncategorized

 

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UBERABA 0 X 3 ATLETICO. SINCERIDADE?

É grande a vontade de elogiar a equipe do Galo e dizer que daqui pra frente tudo será diferente.

Que vontade eu tenho! Não me lembro da última vez que a elogiei e a crítica contumaz é amarga e sempre desagradável. É gostoso elogiar o Galo. É triste criticá-lo.

Se eu fosse alheio ao destino do Clube Atlético Mineiro, ficaria mais simples despejar um monte de palavras bonitas por aqui, enaltecer a grandiosidade da torcida em tom contrito, emocionado e emocionante e aumentar ainda mais os acessos do L&N. Que bacana!

Como um atleticano eterno _ pois não acredito que a morte seja capaz de mudar essa condição  _ eu me importo visceralmente com o destino do Atlético. E é exatamente por isso que prefiro criticar agora do que ver o Galo nos mesmos constrangedores patamares de 2010 e 2011.

E o L&N, de novo (depois daquela parada de agosto/2011), é um dos mais visitados nesse mundo virtual. Já foi, por muitas vezes _ neste 2012, inclusive _ o mais acessado blog esportivo do WordPress no Brasil em dias específicos (ou posts pontuais). Sempre que acontece, eu demonstro com links e tudo mais no twitter. E estes números são resultado de pura credibilidade, pois nem bonito o L&N é.

Ele se escora inteiramente no conteúdo e não na aparência. Portanto, abro mão de obter mais acessos às custas de demagogia e enganações em relação à real situação da equipe atleticana. O L&N não precisa disso.

Todo esse rodeio para REPETIR _ com as explicações que os leitores merecem _ aquilo que venho dizendo há tempos: O Clube Atlético Mineiro, a persistir nessa toada, tem o script pronto para UTILIZAR O ANO DE 2012 FUGINDO DA SEGUNDA DIVISÃO! E ler estas palavras não é nada agradável, sei disso.

É uma equipe que, a cada dia que passa, piora mais. Por isso, os 100% de aproveitamento não me iludem nem um pouco. Jogando desse jeito, nem se eu quisesse ser enganado, eu conseguiria.

Quando vejo um Uberaba pela frente, analiso como se estivesse medindo forças com Fluminense, São Paulo, Internacional, etc. e aí, meu amigo, não há como esconder a fragilidade do nosso time, ainda mais quando ele é alterado em todos os jogos. E em alguns casos, sem motivo aparente.

O campeonato mineiro não altera em nada o dia de amanhã, esta que é a verdade. Aqui sempre seremos bambambam, mas no Brasileirão, a coisa muda de figura. Lá, o buraco é mais embaixo.

Ver o primeiro tempo hoje foi de dar arrepios na espinha. No segundo, melhorou razoavelmente, sobretudo com as entradas de Mancini e Filippe Soutto. A bola ficou mais redonda e conseguiu deslizar no gramado horroroso do Uberabão. Tanto que o domínio exercido a partir de então foi acachapante.

Apesar de todos os erros de posionamento, de passes e visível falta de conjunto (até hoje?), uma evolução foi flagrante: Guilherme vem subindo de produção. Marcou um gol e ainda deu uma assistência milimétrica para Mancini. Bom que seja assim.

Mas a falta de reforços naquelas posições que sempre clamamos por aqui ainda será causa de grande tristeza entre a nação atleticana.

Alexandre Kalil e Eduardo Maluf estão brincando com fogo, ao se omitirem nesse aspecto. A torcida do Galo mudou o perfil e não é mais aquela figura inerte que entrava muda e saía calada. Hoje adquiriu voz e personalidade para questionar e protestar contra a ineficácia.

Há urgência urgentíssima para se contratar! Até um cego “vê”, pois está escancarado em som e imagem.

Só não sei se a diretoria terá a sensibilidade de entender, agir e gravar seus nomes para sempre na história alvinegra!

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Publicado por em 01/04/2012 em Uncategorized

 

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