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Arquivo da tag: Alexandre Kalil

A QUE PONTO CHEGAMOS… MAIS UMA VEZ!

Apesar da derrota, o Galo não jogou tão mal assim. Pelo menos, não tomou o mesmo passeio do primeiro turno, em plena Arena do Jacaré, se é que isso significa algo de bom.

O Atlético pecou principalmente na compactação do meio de campo, onde faltou Pierre. Esta foi a ausência mais sentida na equipe.

Sentida principalmente na zaga, que sem proteção, esteve exposta todo o tempo. O combate era dado diretamente pelos zagueiros, ao invés dos volantes.

Por aquele setor de campo, desfilou a omissão e o descaso de Dudu Cearense, que perdia bolas em regiões perigosas e voltava andando, como se estivesse em uma pelada de fim de semana.

Richarlyson é sempre uma peça nula em campo. De seus pés não sai nada de produtivo.

Fillippe Soutto, mesmo sobrecarregado, ainda conseguiu se salvar em meio ao caos.

Daniel Carvalho não foi decisivo, mas se esforçou muito para sê-lo. Porém, nem sempre dá.

Na minha modesta opinião, Bernard se transformou em peça fundamental em um time de experientes e rodados.

Luta por cada bola como se a bola fosse uma mulher bonita. Tecnicamente, está melhorando a cada jogo. Dá gosto ver o garoto jogar.

Enfim, mais uma derrota do time que mais acumulou revezes no campeonato. E muitos destes com a ajuda infalível dos árbitros.

O time não é lá essas coisas, admito. E era ainda pior com Dorival.

Mas, convenhamos, os juízes beneficiam claramente os adversários do Atlético.

Seja em faltas no meio de campo, quando é necessário que o zagueiro do outro time esfaqueie o nosso jogador para que algo seja marcado, seja inventando faltas contra nós por contatos físicos normais no futebol.

Ontem, a infração que originou o gol não existiu. Nei simulou flagrantemente e o árbitro engoliu.

E fazem trocentos anos que não vejo juiz “desanular” gol anulado por bandeirinha. Aliás, este gol foi exatamente igual ao que Guilherme marcou contra o Atlético-GO e que foi invalidado. Invalidação esta que foi prontamente acatada pelo juiz!

Em suma, contra nós pode, né?

O Atlético é o time mais prejudicado por arbitragens neste campeonato brasileiro de 2011!

Ora, não basta o time meia-boca que temos se estrepar por si mesmo? De todo jeito, isso aconteceria por incapacidade técnica, sem interferência de terceiros.

Mas parece que CBF precisa garantir a catástrofe através da manipulação do apito. E quem duvida disso, não imagina, nem de longe, do que é capaz a mente doentia e desonesta de Ricardo Teixeira.

E Alexandre Kalil foi caçar briga justamente contra o demônio do futebol brasileiro! É muita burrice, principalmente quando se sabe que o time montado na Cidade do Galo é a prova mais cabal da enorme incompetência do presidente atleticano.

Pois esta equipe custaria a vencer com apito a favor, imagine contra!!

A retaliação veio a jato! E olha que não sou a favor das tais teorias da conspiração. Mas onde Ricardo Teixeira põe a mão, eu acredito até em roubo por telepatia!!

Temos 3 jogos em casa nas próximas rodadas. Nem preciso dizer que a obtenção de 9 pontos é fundamental para  a nação alvinegra manter as esperanças.

Apenas para manter as esperanças!

A que ponto chegamos… mais uma vez.

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Publicado por em 26/09/2011 em Uncategorized

 

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URGÊNCIA URGENTÍSSIMA NO GALO!

Quando faltam 14 rodadas para acabar o campeonato e seu clube necessita de 7 vitórias para escapar do rebaixamento…

Você constata que, desde o início do Brasileirão, as ações no departamento de futebol se mostraram tão ridículas e ineficazes, que, mais uma vez, empurraram o clube para a beira do abismo…

Você assiste uma equipe, carente de técnica e raça, ser derrotada por um time mediano em terreno neutro (sim, pois o Serra Dourada estava praticamente vazio) e não encontrar forças para reagir…

E que, mesmo precisando vencer a todo custo, o técnico substitui o atacante Berola por um volante, Richarlyson, limitadíssimo, que não acerta um lançamento, se posiciona mal em campo e não sabe se ataca ou defende, mesmo não sabendo atacar ou defender…

Depois de analisar estas questões e outras mais _ não levantadas neste post _ você, como pessoa realista que é, só pode concluir que:

O GALO NÃO ESCAPA DA SEGUNDA DIVISÃO EM 2012!!

Para que isso não aconteça, algo de novo tem de acontecer urgentemente. Algo que mude as coisas da água para o vinho.

Faltam só 14 rodadas. Se continuarmos empurrando o destino com a barriga, esperando que um milagre surja do nada para nos salvar, estaremos ferrados em dezembro. Ou bem antes.

Nem o Cuca garante que o Galo não será rebaixado. Maluf “acha” que este ano não passaremos pelo sufoco do ano passado. Ele “acha”!

Já vi cara morrer ao ultrapassar em uma curva fechada, onde ele “achou” que não toparia com uma carreta crescendo à sua frente.

Eu tenho a impressão que a diretoria capitulou diante da intransponibilidade dos problemas, mesmo que estes tenham nascido de sua própria incompetência.

A diretoria, estática e burra, entregou pra Jesus. Estão todos, neste momento, em uma igreja qualquer orando fervorosamente para que Deus conserte a merda que fizeram.

Só que as coisas não funcionam assim.

Então, é bom o presidente Alexandre Kalil ir tratando de decretar “estado de sítio” na Cidade do Galo!!

Consciências sacudidas, compromissos reafirmados e o resgate do profissionalismo devem estar na ordem do dia. Em todas as direções, em todos os escalões, como num mutirão, com todos na mesma rota e com um mesmo pensamento.

O regime de urgência urgentíssima tem de imperar imediatamente, sob pena de acordarmos assistindo aos jogos do Galo nas terças e nas sextas-feiras!

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Publicado por em 19/09/2011 em Uncategorized

 

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NA CIDADE DO GALO, UM PERIGOSO CICLO VICIOSO.

Sinto que seja necessária uma apresentação formal para que vocês entendam que diabos eu estou caçando aqui no Lances & Nuances.

Bem, primeiramente, é uma honra escrever para um dos melhores e mais acessados blogs sobre o Galo. Blog este que eu já acompanhava com os excelentes textos do Roberto e todo o time de colunistas, e concordava com boa parte das opiniões (é impossível concordar com todas, uma vez que cada um pensa o futebol com sua própria perspectiva, mas no geral as opiniões iam ao encontro) e por isso me sinto a vontade pra tecer comentários sobre o nosso (outrora) glorioso clube – e aqui já vai a primeira alfinetada no time.

Em segundo lugar, alguns já me conhecem do tempo de colunista do Esporte Interativo e do blog Diabos Alvinegros, contando com uma meteórica participação no Diário do Galo do amigo Carlos Brant. Pois bem, não é a toa que venho aqui falar um pouco de mim e muito sobre o Galo, pois com o momento vivido pelo alvinegro do nosso coração, fica quase impossível que dois (ou mais) atleticanos se reúnam em um bar, faculdade, twitter e etc. e não discutam sobre a situação do time, com as sempre ponderadas – ou nem tanto – alfinetadas na gestão Kalil, no trabalho do Eduardo Maluf e nos técnicos que passaram por aqui, até chegar aos jogadores.

É fato que a nossa condição não é das melhores. Estamos, já a algum tempo, muito mal das pernas dentro de campo e com uma inexplicável confortável situação administrativa, com salários em dia, condições de topo de treinamento, jogadores convocados para a seleção, enfim… tudo aquilo que o nosso presidente adora citar nas suas sempre idênticas entrevistas coletivas.

Mas então o que faz com que os resultados em campo, que são o carro-chefe e razão secundária de existir (a primeira é a apaixonada torcida), ainda não tenham sido alcançados, e pior, tenham sido bem aquém das enormes expectativas de torcedores, jornalistas e próprios jogadores/técnicos/diretoria no início do campeonato? Obviamente que eu não tenho a resposta, pois se tivesse já teria ligado para o Kalil e passado a receita, ao invés de continuar sofrendo.

Mas convido vocês a pensarem na sucessão de erros estratégicos cometidos no último período de 12 meses.

Com o Luxemburgo, a equipe vinha mal no campeonato do ano passado e só conseguiu uma reação quando o Dorival Junior assumiu o comando da equipe. Dorival pegou um clube estruturado, mas no meio de um trabalho fracassado, com jogadores que haviam sido indicados por seu antecessor, melhorou os resultados e iniciou o ano com um plantel forte. Decidiu, então, dar a sua cara ao time. Contratou e dispensou quem e quando quis e insistiu com alguns jogadores abaixo da crítica (assim como fez Luxemburgo) e pagou o preço por isso: foi demitido.

Agora entra Cuca, que fará com os jogadores de Dorival o mesmo que este havia feito com os de Luxemburgo! Possivelmente, ao acabar o ano, mandará quem quer embora e contratará quem deseja para moldar seu time. Serão necessárias novas 30 contratações?

Só o tempo dirá, mas o Galo caiu em um ciclo vicioso e não é de agora. Não começou com o Kalil, mas prova que, mesmo com os antecessores do presidente tendo errado da mesma maneira, ele precisava repetir o erro e se valer da própria experiência de fracasso dos demais para aí sim dizer que aprendeu.

Bom, feliz do homem que aprende observando os erros dos outros. Empiricamente, foi possível que muitos torcedores vissem os erros cometidos, será que os dirigentes não conseguiram enxergar?

Bem, a discussão vai muito além disso e entra no âmbito dos empresários, da índole dos profissionais contratados, das brigas de bastidores e etc. É muita coisa para se falar e pensar, mas tenho certeza que vocês já estão cansados de tanto ler sobre isso. Sendo assim, convido-os a comentar e interagir conosco, para que possamos criar uma discussão interessante e analisar os já tão analisados problemas do Galo. Mais uma vez, agradeço ao amigo Roberto pelo espaço e termino com o maior clichê dos blogueiros atleticanos, mas que ainda vale e, infelizmente, ainda será bradado por um longo tempo:

REAGE, GALO!

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Publicado por em 09/09/2011 em Uncategorized

 

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COMENTANDO COMENTÁRIOS

Anteontem, tive insônia. Enquanto o sono não vinha, acessei  alguns blogs, tive a paciência de ler mais de 300 comentários… e me dei ao trabalho de fazer uma estatística, conforme relaciono abaixo.

Excluí os comentários ofensivos, os ininteligíveis e principalmente os que suspeitei tratar-se de marias, pois meu objetivo era tão somente entender o atual momento do Galo, com base nas diversas opiniões de atleticanos autênticos.

Então vejamos o que apurei, de um total de 338 comentários expressos nos blogs:

  • 3% dizem que não vão mais torcer, desistiram do Galo.
  • 5% acreditam que o Galo está no caminho certo, e tudo vai melhorar.
  • 13% pedem a saída do Dorival.
  • 16% suspeitam que há um grupo de jogadores querendo derrubar o técnico.
  • 18% desconfiam que há algo de sobrenatural com os insucessos do Galo.
  • 23% colocam a culpa no Kalil (alguns pedem a sua saída).
  • 28% dizem que este ano o Galo não conseguirá nenhum título, ou pior, que apenas brigaremos para não cair para a série B.
  • 29% colocam a culpa na torcida, que ou é apaixonada, cega e cobra pouco, ou, pelo contrário, exige muito, vaia antes da hora, etc.
  • 46% criticam o treinador, sem pedir claramente a saída dele.
  • 81% acham que os jogadores não se esforçam quanto deveriam, nas partidas, e/ou são de nível técnico insuficiente.
  • 83% pedem reforços.

Evidentemente, as porcentagens  somam mais de 100%, pois grande parte dos comentários colocam a culpa, por exemplo, no presidente, no técnico, nos jogadores, no Maluf, no demônio, numa praga, no destino cruel, etc… Como me disse sabiamente a Elen Campos pelo twitter, “o que acontece com o Galo é um cadin de tudo isso junto e misturado”.

Uma pequena parcela das opiniões faz conjeturas das mais variadas, porém sem apresentar argumentos que as sustentem, o que demonstra que muitas vezes se utiliza o espaço destinado a comentários como forma de desabafo (o que é perfeitamente compreensível e justificável).

A maior parte é pragmática: o Galo ainda possui insuficiência técnica, necessita de reforços e dispensas, há pouco comprometimento dos atuais jogadores, e o treinador não conseguiu até o momento encontrar um padrão técnico-tático para o time.

Portanto, para a maioria desse pequeno universo de 338 atleticanos ainda há jeito. Basta se reforçar (papel da adormecida diretoria), dispensar alguns (idem), e que o treinador saiba aproveitar melhor o plantel que tem nas mãos, exigindo dos seus comandados a contrapartida ao clube que os emprega, cumpre com suas obrigações e vai até além.

Mas também, nós os pragmáticos, não dispensamos uma ajudazinha da ‘sorte’ e do além (pode ser até do aquém mesmo).

Alguém por aí conhece um jeito de contratar esse “reforço sobrenatural”? Avisa lá em Lourdes, faz favor.

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Publicado por em 05/07/2011 em Uncategorized

 

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HERÓI CENTENÁRIO

Não quero ter que defender a grandeza do Clube Atlético Mineiro. Quem quiser pensar que é pequeno, que pense. Isso não mudará a essência do clube centenário, nem apagará as marcas que este escudo imprimiu em minha pele.

Imagino um homem sequestrado por bandidos. Tomam-lhe o ouro, alimentam-no de pão e água. Depois de um tempo, ele se vê emagrecido, tem os olhos tristes, mas ainda é ele. Não podem roubar-lhe as memórias, muito menos a vontade de lutar. Quem o vê não se lembra, não o reconhece, mas ele sabe quem é.

Quando por fim sai do cativeiro, tornar a viver não é fácil. Machucado, não sabe em quem confiar. Reconstruir-se leva tempo. Um tempo que parte de sua família não está disposta a esperar. Cobram dele uma força que lhe roubaram. Querem uma lucidez que precisa ser redescoberta.

Eu sei, é muito difícil para aqueles que o amam vê-lo assim tão tímido, quase outro, e alguns acreditam de verdade que sua essência se perdeu no cativeiro e que de seus músculos atrofiados não se pode esperar reação. Para alguns novos funcionários da casa, ele não passa de um velho fracote. Nada sabem de sua história de glórias, sequer desconfiam da honra que é trabalhar dentro de seus muros.

Mas ele ainda conta com a boa vontade de alguns. Eles sabem que dentro dele habita uma força que não condiz com a falta de firmeza das pernas. E que, passo a passo, ressurgirá forte e saudável.

Entre estes dois grupos, eu escolho fazer parte dos que acreditam. Não preciso citar os motivos.

Apenas creio firmemente que a essência de um herói centenário não se perde para sempre após uma década de maus tratos.

Sim, eu estou disposta a esperar e a me passar por louca e ingênua. Sou assim….

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Publicado por em 03/07/2011 em Uncategorized

 

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VERGONHA!!!

Inauguramos uma nova era no Atlético.

Não nos basta mais perdermos o jogo e os 3 pontos.

Uma derrota digna já não é suficiente. Temos de levar goleadas uma atrás da outra para escancarar de vez a vergonha da massa atleticana.

Uma torcida que respira e vive por este clube, mas este clube não vive nem por si mesmo, quanto mais pela torcida.

Ontem o Galo extrapolou a cota de incompetência e o Internacional passeou em campo.

Foi como tirar pirulito de uma criança desde o primeiro minuto de jogo, tal a diferença técnica e tática entre os dois times.

O placar não diz o que foi o jogo. O Atlético merecia levar uma sapatada de 6 ou 7.

E quando digo que tremo só de pensar nas alterações de Dorival Junior, eu tenho cá as minhas razões.

A entrada de Wendel foi uma brincadeira cruel com aqueles que entendem um mínimo de futebol.

Foi uma invenção de um treinador metido a Professor Pardal que superou a burrice da personagem dos gibis.

Abriu o meio de campo completamente e a partir daí, a coisa desandou. Mesmo tentando corrigir depois,  já era tarde. A Inês já era morta.

A verdade é que o time do Atlético perdeu o padrão que vinha mantendo até no jogo contra o Bahia.

Simplesmente desapareceu no ar. Escafedeu-se. Hoje não existem mais soluções treinadas. O time está entregue às baratas.

E matando todo mundo de vergonha. E forçando a cabeça do atleticano a olhar para o chão… outra vez. E mais uma vez!

É este o time que o presidente Kalil diz ser muito bom?

O presidente disse também que Renan Ribeiro está entre os 5 melhores do país. Cegueira pura de um dirigente que está pecando por omissão e empáfia.

Pois a porteira foi aberta por Ribeiro, naquela bola fácil que espalmou nos pés do atacante. Mas, inexplicavelmente, permanece titular. Até quando vai continuar contribuindo para as derrotas?

Daniel Carvalho, apesar de ter sido um dos menos ruins, não se encaixa em meio de campo marcador. Desequilibra o setor.

Aliás, posso estar sendo injusto com ele, porque ontem eu não vi ninguém se encaixar em esquema algum, pois esquema foi exatamente o que não existiu.

É este o time de 2011? Se for, preparemos o lombo. Nosso futuro será lutar, NOVAMENTE, contra o rebaixamento, não se iludam.

O time foi esfacelado e perdeu todo o conjunto que tinha, devido aos estranhos critérios de Dorival Junior. Cada critério mais aloprado que o outro.

Isso desmotiva e desestabiliza o grupo. Vide Guilherme Santos, que vinha super bem e hoje virou um perna de pau. Mais um para a galeria.

Não espero nada de bom dessa aberração chamada equipe do Atlético.

E não espero nada de reforços de uma diretoria sonolenta e míope, que, apesar dos apelos de milhares de atleticanos em relação ao fortalecimento do time, se faz de surda, como se tudo fosse uma bobagem de gente que não entende nada.

Pois é, são nessas horas que a gente constata quem é que entende alguma coisa. E quem se julga dono da verdade e não é.

Manter um time desses sem reforços, durante tanto tempo, sem ouvir ninguém, só pode vir de UMA CAMBADA DE IRRESPONSÁVEIS!!!

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Publicado por em 01/07/2011 em Uncategorized

 

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E O GALO DORME…

Eu estou muito preocupado com o estilo de administração do futebol que o Atlético adotou.

Um estilo dorminhoco que beira as raias da inércia!

Custo a crer que o presidente Kalil, depositário dos anseios da massa, acredita que o time que temos é forte o suficiente para realizar  uma grande jornada.

No meu ponto de vista, não é! O jogo contra o Flamengo, apesar do desempenho muito igual na maior parte do tempo, deixou claro que na hora da onça beber água, as coisas se complicam.

Aliás, contra o time carioca, além da flagrante limitação técnica, surgiu um fato novo: uma apatia inacreditável de alguns jogadores, principalmente no segundo tempo.

Cansaram ou apenas desistiram de correr em busca de uma vitória? Apenas como exemplo, eu vi Dudu Cearense perder uma bola em zona de perigo e voltar andando para a defesa.

Giovanni Augusto rifava bolas bobas e não recompunha o sistema defensivo. Será que o sucesso repentino subiu à cabeça do garoto? Já calçou saltos altos?

Em determinado momento, o Galo parecia um bando de amadores correndo _ ou evitando correr _ atrás de uma bola.

E esta é a equipe forte que o presidente cita?

Enquanto outros clubes buscam se reforçar, a diretoria do Galo está sentada à beira do caminho pitando um cigarrinho de palha e jogando conversa fora.

Pois a necessidade de reforços é muito grande! Nenhum time do mundo se sustenta sem a armação no meio de campo, uma vez que os atacantes ficam sem função se a bola não chegar neles.

Nós temos Daniel Carvalho, que, infelizmente, não é regular. Joga um jogo bom e no outro desaparece. E a sua presença em campo enfraquece de forma latente a marcação do meio de campo.

Resta saber o que é mais importante: se os lançamentos, em sua maioria errados, ou a compactação equilibrada da equipe.

Na minha opinião, Daniel Carvalho desequilibra o esquema do Galo!

Portanto, precisamos URGENTE de um meia armador que seja rápido tanto com a bola nos pés quanto na recomposição do meio.

E de um matador lá na frente. Os que temos são aprendizes em matéria de meter a bola na casinha. E não me venham dizer que Keirrison é o nome, pois este é muito pior que os que temos aqui.

E fora outros reforços que antes eu achava desnecessários, mas que agora já não penso assim.

Entretanto, a diretoria hiberna. Para eles, está tudo bem.

Pois eu lhes digo que, a persistirmos jogando essa bolinha inofensiva, o drama será grandioso este ano.

E no final, culparão o azar, pois contrataram um monte de gente e nada deu certo.

Contratações sem nenhum critério, mas mesmo assim, contratações, é o que dirão.

Por isso, estou cansado. Cansado de ser figurante, quando a nossa vocação é a de protagonista.

Cansado de correr pra não chegar!

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Publicado por em 29/06/2011 em Uncategorized

 

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MÁRIO MARRA FALA À NAÇÃO ATLETICANA – EM ENTREVISTA.

O L&N tem a imensa honra de entrevistar Mário Marra, um comentarista esportivo da mais alta qualidade, um dos melhores deste país. Mário Marra prontamente atendeu ao meu pedido e se dirigiu  à nação atleticana. E o fez com postura e opiniões corajosas que só os homens corretos possuem. Além disso, foi tão sincero na entrevista, que, ao ler a  última resposta (quando fala de sua mãe atleticana), não pude conter a emoção. E muitos também se emocionarão, tenho certeza.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances: Prezado Mário, você é recém saído de Minas Gerais. Hoje, atua na rádio CBN em nível nacional e também participa do “Arena”, programa esportivo do Sportv. O que mudou na sua vida profissional, além da mudança para São Paulo?

Mário Marra: Mudou muita coisa. Em BH, eu dividia minha vida profissional. Não podia me dedicar integralmente. Em São Paulo, a minha dedicação é integral e a minha preocupação é apenas com o trabalho. Não posso falar por outras pessoas, mas levo uma vida muito mais profissional e concentrada. Fiz minha rotina de trabalho e a Rádio estimula o meu desenvolvimento

L&N: Conte-nos um pouco de sua vida em Minas Gerais, do seu progresso pessoal por aqui e de como você se interessou pelo jornalismo esportivo.

MM: Sou daqueles alucinados por rádio e pelo futebol. Sou um consumidor de futebol e sempre quis trabalhar com esporte. Joguei futsal no juvenil da AABB e aos 19 anos senti que não dava mais para viver de sonho. Fiz duas cirurgias no joelho direito e passei a ter medo das divididas, ou seja, acabou a aventura com a bola.

Como sempre consumi futebol e sempre tive interesse pela parte tática que o futsal ensina muito bem, procurava ver o esporte com um olhar diferente e crítico. Em 2000, o então gerente de jornalismo da CBN, Walter Huamany, falou de mim para o Guiotti e tive a oportunidade de comentar meu primeiro jogo. Era um America x Rio Branco, de Andradas.

O detalhe é que estava com minha mãe no hospital e vivendo seus últimos dias. Encarei o jogo e dei muita sorte nas substituições. Fui chamado outras vezes e outras.

Em 2002, com a chegada da Rádio Globo Minas, assinei meu contrato como comentarista. Fiquei dois anos trabalhando, me divertindo, aprendendo e depois de dois anos é que fui contratado. Dois anos sem receber? Sim! Era uma aposta e deu resultado.

Fazia Publicidade e mudei o curso para Jornalismo. Acho que a base do trabalho foi o respeito. Não xingava ninguém e não é preciso ser jornalista para apenas gritar. Usava a ironia e a educação para falar que o jogador estava mal. Algumas pessoas passaram a perceber que eu procurava não repetir velhas fórmulas. Na verdade, sempre me senti incomodado com gritarias e ofensas. Tenho um filho e fico pensando o que ele sentiria se ouvisse que eu sou ridículo, idiota e por aí vai. Respeito é primordial.

L&N: Qual a sua opinião sobre Ricardo Teixeira, alvo de acusações graves de recebimento de propinas, mas que sempre consegue manter-se são e salvo no cenário brasileiro?

MM: Ricardo Teixeira representa o que existe de mais atrasado no país. É constrangedor perceber a arrogância e politicagem. Se ele tivesse interesse em melhorar o futebol brasileiro, já teria resolvido. São muitos anos de cargo e pouquíssima evolução. A estrutura do futebol brasileiro é errada. A CBF se serve dos clubes e deveria ser o contrário. A Copa do Mundo no Brasil era um sonho de infância e se transformou em uma grande decepção.

As coisas acontecem bem na nossa frente e vão continuar acontecendo. A Copa é dele e para ele. Quem se junta a ele corre o “risco” de se dar muito bem e de se queimar como profissional. Até parece que existe uma conspiração internacional contra ele. Ora! É óbvio que tem muita coisa mal explicada e culpa no cartório.

L&N: Sabemos que você tem um carinho especial pelo futebol mineiro. Sendo assim, você acha que o Daniel Carvalho, do jeito que está, deveria ter mais chances ou o Dorival Júnior está certo de mantê-lo até mesmo fora da lista de relacionados para os jogos?

MM: Não é que eu tenha um carinho pelo futebol mineiro. É que sou mineiro de coração. Nasci em São Paulo e vim pra BH com menos de dois anos. O Mineirão é minha casa profissional. Antes de completar meus 8 anos, no dia 5 de março de 78, estava lá com minha mãe e meu padrinho. Sinto-me mineiro e quero ser sempre mineiro.

Critiquei a contratação do Daniel Carvalho desde o anúncio e o tempo me mostra que eu não estava tão errado. O futebol dele não casa com a idéia de bola do Dorival. O time dele tem cara de time rápido e Daniel Carvalho trava o jogo, desacelera. Alguém poderia até argumentar que ele pensa o jogo e é verdade. Entretanto, é preciso entender que para o grupo, a presença dele no time titular não é boa. Os outros treinam, trabalham, emagrecem e ele nunca entra em forma? O que os outros jogadores falam entre eles? Como fica o treinador que cobra de uns e permite que outros se excedam? Sem falar no dinheiro jogado fora, né…

L&N: Apesar de estar apenas no início, qual seria a perspectiva do Galo para o campeonato brasileiro depois das duas vitórias recentes e do nível de futebol jogado até aqui? O que podemos esperar da equipe?

MM: Costumo ver e rever as coletivas na TV Galo. O discurso do Luxa era totalmente furado e fui muito criticado ano passado por falar isso. Pare para ver e rever o que o Dorival fala. A base, a idéia de time é a mesma desde o início do ano. Ele não se contradiz e não precisa apelar para o discurso do pão, da fome e outras viagens. Não sei se o Galo vai para a Libertadores, mas sei que o trabalho é mais confiável.

L&N: Recentemente, a Folha divulgou que o Atlético era o clube mais endividado do futebol nacional, o que foi prontamente desmentido pelo presidente Kalil, que acusou o jornal de se basear em dados errados. Posteriormente, outros meios de comunicação propagaram que o Atlético é o time mais rico do Brasil se forem considerados patrimônio, faturamento e gastos. Afinal, em quem podemos acreditar? Ou tudo é um jogo político de acordo com as circunstâncias?

MM: Não me pareceu um jogo político. Houve uma mudança da interpretação de uma nova regulamentação. O que percebo é que a imagem do Galo está mudando. Aquela idéia de um time que caminhava para a falência se desfaz. O investimento em estrutura faz bem e trará resultados. É uma pena que em campo as coisas ainda caminhem lentamente, mas é melhor acreditar em seriedade. Acho e repito que o Atlético precisa de uma oposição séria, inteligente e competente. Fatalmente eu votaria no Kalil, mas a oposição é salutar e engrandece, questiona. Alexandre Kalil faz um bom trabalho, mas não gosto de ver o conteúdo (que normalmente é bom) perder espaço para a forma (gritaria).

L&N: A mídia mineira é, aos nossos olhos, flagrantemente parcialista, da mesma forma que enxergamos a mídia nacional com o foco voltado para o eixo Rio/SP. Até quando _ no seu conceito de jornalista íntegro e isento _ vamos conviver com esse tipo de atuação, que abre mão da essência do jornalismo, que é o de bem informar sem subterfúgios e sem preferências?

MM: Não vejo solução. O Rádio é muito regional e o normal é que a tv e os jornais dediquem mais tempo aos clubes locais. Existem boas opções. O Ig Esporte faz uma cobertura legal, o Lance! também. Acompanho o Globo Esporte.com e percebo o espaço até nas coletivas do Atlético transmitidas ao vivo. A CBN procura ter uma visão nacional e a Estadão ESPN também. É devagar, mas aos poucos veremos algo de novo e menos regionalizado.

L&N: A torcida atleticana, meu caro Mário, admira o seu trabalho devido ao posicionamento sempre coerente e com muito conhecimento de futebol. Qual a sua mensagem para a numerosa nação atleticana para este ano?

MM: – O que falar para a torcida do Galo? Falar que nos poucos momentos de lucidez dos últimos dias da minha mãe, ela pedia para que eu cantasse o hino para ela? Falar que meu filho já sabe o que é sofrer com o time? Prefiro falar que o Galo está andando para frente. É impossível separar a paixão e achar que o Atlético vai caminhar apenas com a razão. Se eu pudesse pedir alguma coisa, eu pediria o que sempre procurei fazer: não vaiar nunca. Eu disse NUNCA! Por mais que os jogadores não mostrem esforço ou técnica, eles usam a camisa e participam da história. Contra aquela camisa não deveria haver vaia. Sei que o sofrimento e o descontentamento são grandes, mas são menores que a esperança de um dia ver um time que honre a torcida. Acredito no trabalho do Dorival e acho que com seriedade, as coisas podem caminhar melhor.

Muito obrigado pela entrevista, caro Mário Marra.

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Publicado por em 30/05/2011 em Uncategorized

 

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O CERCO DOS XIITAS FUNDAMENTALISTAS.

Uma crônica escrita para defender o Clube Atlético Mineiro e não para blindar o presidente Kalil.

Mas tampouco planejada para atacá-lo, ao contrário dos xiitas fundamentalistas.

Estes, para defender as suas teses radicais vazias (toda tese que só critica e não apresenta soluções é vazia), atacam, além do presidente, aqueles que não comungam das suas idéias.

Assim como se fossem os detentores de 100% dos direitos federativos e financeiros da verdade.

Criticam tudo aquilo que nós também criticamos. A diferença é que não abrem espaço para nenhuma positividade, nenhuma luz ao final do túnel. Nada presta.

Só enxergam o lado podre da laranja, como se fossem os paladinos alvinegros, montados num cavalo branco e combatendo moinhos “armados” de pás.

E os seus adversários não são os outros times não. Os seus verdadeiros inimigos _ criados por eles mesmos _  são os próprios atleticanos, aqueles que eles denominaram, do alto de sua “sabedoria”, de “ILUDIDOS”.

Ou seja, os que não se alinham às suas idéias são os chamados “iludidos”, os verdadeiros culpados da situação do Atlético, pois “aceitam tudo” e que, por causa deles, o Galo enveredou por essa trilha de fracassos.

Criaram agora uma tese de que o atleticano é megalomaníaco às avessas (como se isso pudesse existir na vida real), pois o clube não é melhor em nada e o atleticano acha que é o bambambam em tudo!

E escrevem isso com ares de inventores da teoria da relatividade, um Albert Einstein tupiniquim mais racional que a razão.

Pois eu lhes digo, arautos da arrogância, no dia em que a megalomania da torcida atleticana desaparecer, o Clube Atlético Mineiro desaparecerá junto! Fecha as portas para nunca mais abrir.

Estamos falando de futebol, de paixão ensandecida por um clube e não de uma empresa comum. Estamos pisando em um terreno onde a emoção é a nobre da corte e a razão é a mais humilde plebéia da aldeia.

Depois de tantos anos de repetidas decepções, talvez o que ainda sustente a auto-estima da nação atleticana seja mesmo essa tal  “megalomania”, embora eu saiba que estou tentando transformar um termo usado de forma pejorativa e irônica em algo de positivo.

Os xiitas fundamentalistas, tão atleticanos quanto os demais, costumam saber mais que todos, como se os outros fossem uns burros de galocha.

Mas se esquecem que aqueles que adotam uma posição mais moderada, menos terrorista _ com menos propensão a simplesmente destruir tudo e não deixar pedra sobre pedra _ têm o mesmo número de neurônios que as suas “sábias” cabeças.

Afinal, quem está satisfeito com o time atual? O time é fraco, sem padrão e sem força. TODOS sabem disso.

Quem se satisfaz com mais de 60 contratações em 3 anos sem resultados práticos?

Quem não sabe que não temos olheiros com competência de peneirar garotos de futuro para a base?

Qual atleticano não percebe que não temos pessoal capacitado para contratar jogadores com critério e perspicácia, além de uma demora irritante em cada contratação? O monte de pernas-de-pau que aportou por aqui nestes 3 anos é uma prova cabal disso.

E milhares de outros fatos equivocados que pululam na mente apaixonada do atleticano.

Só que não abordamos estas questões com uma granada na mão e rasgando o fiofó com a unha, querendo explodir tudo e desancando pessoas pelo caminho.

E sem subserviência, pois o senso crítico está integralmente preservado.

Quem não tem plena consciência de que Kalil errou e está errando mais do que ele mesmo esperava, principalmente no Departamento de Futebol?

O L&N sempre se posicionou a seu favor, mas sem fechar os olhos para os seus erros. Os últimos posts mais do que comprovam isso.

Só que, na minha opinião, não se pode descarregar em uma pessoa 40 anos de frustrações e vergonhas.

Pois o que move a revolta latente destes atleticanos é  o amargor dos fracassos dos anos passados somados aos atuais.

E encontraram um receptáculo perfeito em tempos de internet e twitter. Kalil virou  o saco de pancadas virtual dos tempos modernos.

“Quanto maior a perspectiva, maior o nível de exigência”.

Garanto que os mesmos que cobram hoje padrões europeus de um clube brasileiro (esquecendo o abismo que nos separa), não o fariam se Alexandre Kalil tivesse repetido as ridículas performances de Ziza, Ricardo Guimarães, Nélio Brandt, Paulo Cury, etc.

Estariam todos caladinhos assistindo desfilarem Bilú, Zé Antônio, Rafael Miranda, Edson, Juninho, César Prates, etc … pois estes seriam o universo visível… e possível.

Todas as pessoas têm o sagrado direito de emitir as suas opiniões, é óbvio. O princípio fundamental da democracia é conviver harmoniosamente  em meio às idéias conflitantes entre si.

Eu só peço que essa premissa seja respeitada e que não nos forcem a engolir teses estapafúrdias goela abaixo.

Para destruir, bastam duas palavras e um sopro. Quero ver é erigir, sob destroços, uma boa base para um futuro melhor.

E se pudermos caminhar todos juntos, como atleticanos que somos, sem extremismos, seria a melhor forma de encontrarmos o caminho do sucesso.

Pois certamente, ao contrário do que disse certo repórter da Rádio Itatiaia, TODOS nós, atleticanos da gema, merecemos muita coisa boa, depois de tantos anos!

PAZ, CABEÇA FRIA E CORAÇÃO QUENTE BATENDO NO PEITO!

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Publicado por em 15/04/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 0 X 0 GRÊMIO PRUDENTE: A INCOMPETÊNCIA NOS ELIMINA!

Mais uma Copa do Brasil fica pelo caminho tão somente pela incompetência da diretoria em formar um time incapaz de vencer o lanterna do campeonato paulista.

Um Atlético que fez pré-temporada, que armou o time e desmantelou-o em seguida.

Sobraram restos de uma equipe agonizante.

Fraca demais para enfrentar os piores times da série A do campeonato brasileiro.

Com esta equipe, o Galo não arrumará nada! Pelo contrário, é candidato seríssimo à segunda divisão.

Qualquer time no mundo que depender da armação de Renan Oliveira estará fadado ao fracasso. Ele viaja na maionese e abandona seus companheiros sem o menor pudor.

Sem fibra e sem alma. Este é o Renan Oliveira que conhecemos.

Um ataque que tem em sua formação um centroavante chamado Ricardo Bueno, que trava todas as jogadas, está condenado a choro e ranger de dentes.

Só para citar dois jogadores. Porque o time todo, apesar de ter corrido muito e demonstrado garra, não conseguiu superar as próprias limitações.

Um perna-de-pau tem uma imensa vontade de marcar um gol de letra. Mas ficará o resto da vida só na vontade, pois a sua incapacidade em fazê-lo cria um obstáculo intransponível para a proeza.

O mesmo ocorre com o time do Galo. Os jogadores querem, mas a limitação como equipe é tão grande que impossibilita transformar os desejos em realidade.

Embora em passos de uma tartaruga gigante andando pela praia _ pois é esse o ritmo do nosso clube _ o presidente Kalil deve reforçar o time, talvez assustado com o que viu ontem.

Na sua última coletiva, ele sinalizou um completo desconhecimento em relação ao poderio do time. Para ele, bastava reforçar o meio de campo, pois ataque e defesa estavam ok.

Traiçoeira ilusão que pode nos conduzir ao fogo do inferno!

O time necessita de reforços em todos os setores. Na defesa, no meio e no ataque. Se não for assim, que sepultemos de vez todas as nossas esperanças, presidente.

Não faremos bonito nem em campeonato de porrinha!

Os jogadores que Dorival tem em mãos _ e nem sabemos se estão com ele de verdade _ são frágeis demais para enfrentarem um torneiozinho de verão, quanto mais a maratona desgastante da temporada brasileira.

Está na hora de deixar a empáfia e a arrogância de lado, meu presidente, e entender _ com humildade _ que, se não tomarmos providências urgentes, o nome do Clube Atlético Mineiro estará MAIS UMA VEZ enlameado.

Não no melhor CT do Brasil, não nos pagamentos em dia e nem no caixa fortalecido…

Mas sim em campo, onde se concentra a paixão de milhões de alvinegros.

Afinal, não torcemos por Centros de Treinamentos, não é?

Torcemos sim por um clube que UM DIA, no passado, botava medo nos melhores clubes deste país e que hoje não tem força para provocar um sustinho de nada num Grêmio Prudente da vida.

Pense nisso, presidente Kalil!!

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Publicado por em 07/04/2011 em Uncategorized

 

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