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Arquivo da tag: Alexandre Kalil

NÃO VAI MUDAR!

O atleticano sofre quando o time faz uma campanha ridícula ou leva uma cacetada de 6 a 1 do maior rival. E, morrendo de vergonha, não pode nem enfiar a cabeça num buraco e desaparecer, porque, afinal,  a vida continua.

Como se não bastasse, ele, o atleticano, sofre também com a série interminável de desacertos que brotam como vermes na sede de Lourdes.

Um diretor de futebol que tem a desatinada coragem _ ou total falta de senso crítico _ de dizer que o time está pronto, que não precisa de mais reforços (indo contra a própria argumentação do treinador que os pede) é, no mínimo, um fanfarrão irresponsável.

Desde que essa draga aportou na Cidade do Galo, só fizemos fugir da segunda divisão. Não acertou nada, absolutamente nada!

A cereja (ou seja lá o que for que o leitor imagine que seja) do bolo, foi a contratação do “fenômeno” do Japão, Marquinhos Cambalhota.

E de lá para cá, dormiu no ponto nas contratações que exigiam disputa com outros clubes e só contratou quem estava pedindo pelo amor de Deus para vir ao Galo.

Escudero, que não está incluído nesse grupo, só veio porque não tinha um mísero clube lutando por seu passe. Se tivesse, meu amigo, adeus Escudero.

Então, um cara que há dois anos só faz m… no Atlético, tem moral para dizer que não precisamos de reforços, além dos que já chegaram? Em que ele se apoia para dizer isso? Na base que permaneceu no CT?

Caro senhor Maluf, essa base é a mesma que foi 15ª colocada no campeonato nacional e é o mesmo plantel que levou uma goleada histórica do nosso rival. Já esqueceu, seu incompetente? Foi você que os contratou!

Eu, do mesmo jeito que 99% da torcida atleticana, sempre me lembrarei daquele vexame. Maluf, ao contrário, porque não é alvinegro, não sofre na pele as consequências de seus erros na condução do futebol. O mais difícil para ele é contar o gordo salário que recebe todo santo mês.

Salário este oneroso demais se comparado à sua produtividade. O seu custo X benefício já bateu no vermelho! Em qualquer empresa, já teria sido demitido desde o final de 2010!

Culpa absoluta de Alexandre Kalil. A manutenção de Eduardo Maluf é de sua inteira responsabilidade e tenho a mais absoluta certeza que o apoia incondicionalmente, por mais absurdo que isso possa parecer. Por isso, já não espero nada de bom dessa dupla.

Chega de ficar calado esperando alguma coisa mudar. NÃO VAI MUDAR!

Mas se não mudam o rumo por lá, nós botamos a boca no trombone por aqui. INCANSAVELMENTE!

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Publicado por em 19/01/2012 em Uncategorized

 

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ENTREVISTANDO LEONARDO BERTOZZI, DA ESPN BRASIL

O L&N volta a entrevistar um dos grandes. Na opinião deste blogueiro, Leonardo Bertozzi, comentarista esportivo da ESPN Brasil, é um dos que possuem maior capacidade de leitura do jogo e suas nuances táticas. Ao analisar a mesma partida que assistimos, Bertozzi  sempre acrescenta (ou informa) algo que não captamos. No meu entender, é uma de suas maiores virtudes.

Ele arrumou um tempo e  gentilmente se prontificou a conversar com a nação atleticana.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances -  Bertozzi, sabemos que a sua origem vem das alterosas, e como todo bom mineiro, vai sobressaindo gradualmente em uma das redes esportivas de maior sucesso no mundo, a ESPN. Hoje, você é parte integrante da grade em programas importantes. Conte para os atleticanos um pouco de sua trajetória profissional e de como você saiu das nossas Minas Gerais para enfrentar o “mundo lá fora”.

Leonardo Bertozzi – Comecei minha carreira ainda durante a faculdade. Trabalhei para o site FutBrasil, inicialmente como repórter, e depois como editor. Simultaneamente, fazia o trabalho voluntário com a NetGalo, que tocava o site oficial do Atlético. Participei de algumas iniciativas pioneiras, como a narração online de jogos do Galo direto do estádio, algo que fizemos em toda a campanha do Brasileiro de 1999. Depois de formado, mudei-me para São Paulo, e após algumas experiências fora da área, iniciei o site FutebolEuropeu.com.br, em 2004, que me deu projeção para trabalhar em veículos importantes. Fui repórter da revista Trivela e editor do site, comentei jogos no BandSports e no FX. Desde 2009 faço parte da equipe dos canais ESPN de rádio, televisão e internet.

L&N – Você é um comentarista que costuma ler a partida de futebol de uma forma bastante realista. Você já atuou dentro das quatro linhas seriamente ou entende que isso não é básico para se construir um bom analista de TV ou rádio?

LB – Um bom comentarista político não precisa ter sido político, assim como um bom crítico de cinema não precisa ser cineasta. Evidentemente a experiência no campo agrega algo, mas não é o essencial. O necessário é estudar, ter conhecimento e se manter sempre atualizado. Um pecado de muitos ex-jogadores que passam a atuar como comentaristas é acreditar que a experiência pura e simples basta.

L&N – Nestes três anos de Alexandre Kalil no Galo, a torcida se frustrou de maneira absurda. O que era para ser a retomada das grandes campanhas de Elias Kalil (pai de Alexandre Kalil) ou mesmo de outras épocas, se transformou em choro e ranger de dentes, flertando com rebaixamentos e tomando goleadas vergonhosas. Na sua visão, quais foram os pecados principais que empurraram o Atlético para este festival de fracassos?

LB – O Atlético tem pecado pelo imediatismo na gestão do futebol. O primeiro ano da gestão Kalil foi positivo, com o time brigando pelo título brasileiro. Daí em diante, e a partir da contratação do Luxemburgo, a coisa foi de mal a pior. O principal equívoco é a contratação de jogadores por atacado, 20, 30 novos por ano. É impossível notar qualquer planejamento quando o time de junho não tem nada a ver com o de janeiro. Se o Atlético não adotar uma linha clara de raciocínio na montagem do elenco, fica difícil esperar alguma coisa.

O Atlético tem se estruturado bem fora das quatro linhas, mas há alguns fatores questionáveis, como abrir mão de um departamento de marketing. Se o marketing dá prejuízo, como alega o Kalil, é porque não é bem feito. O atleticano é apaixonado e pode contribuir muito como consumidor.

Ainda sobre o Alexandre, é necessário separar o torcedor apaixonado do administrador. Apesar de o torcedor se identificar quando ele “solta os cachorros” após um revés ou tira um sarro do rival após uma vitória, nem sempre estes comportamentos são bem recebidos dentro do ambiente.

L&N – A torcida do Atlético sempre foi fidelíssima e extremamente vibrante. Carregar o time nas costas faz parte da nossa história por anos a fio, inclusive em 2011. Mas, devido ao grande crescimento das redes sociais _ e, por consequência, maior comunicação entre os atleticanos _ percebe-se uma reação (crítica) importante de parte da torcida em relação aos anos seguidos de decepções, o que possibilita desembocar numa atitude mais fria (ou equidistante) em relação ao time. Quais as medidas que, na sua opinião, deveriam ser tomadas para restabelecer a sinergia de antigamente?

LB – Um período de vacas magras pode aproximar ainda mais o torcedor do time ou provocar nele uma certa indiferença. A primeira parte foi vista na época do rebaixamento. Talvez seja o momento da segunda parte. Mas acredito que a falta do Mineirão também seja um fator a não ser ignorado. Apesar do fenômeno das redes sociais, é mesmo no estádio onde essa proximidade se verifica.

L&N – Em 2011, contratamos, pelo menos no papel, um timaço. Dudu Cearense, Richarlyson, Mancini, Leonardo Silva, Magno Alves, Guilherme Santos, André, Guilherme… entre outros. No comando, Dorival Júnior. Mesmo assim, foi um filme de horror sem pipoca, com um final digno de enviar a platéia pro hospital com palpitações graves. Como você explica tal disparate em relação ao que poderia ser e ao que aconteceu de fato?

LB – O problema é justamente esse – separar o papel da realidade. Mancini, Guilherme, André, entre outros, eram jogadores encostados em seus clubes. Alguma razão havia. Quando você faz um investimento alto, tem de saber se é apenas no nome ou se a possibilidade de retorno existe de fato. Houve um tempo em que o jogador voltava mal do exterior e conseguia se refazer aqui. Hoje é cada vez mais difícil. Contratar muito nem sempre significa contratar bem.

L&N – Você acredita que no jogo contra o cruzeiro (os 6 a 1), os jogadores do Galo se envolveram em algo desonesto para salvar o rival?

LB – Apesar de não colocar a mão no fogo por nada no universo do futebol, seria leviano da minha parte fazer qualquer insinuação neste sentido. Entendo o desespero do torcedor, que podia viver seu momento de maior alegria em muito tempo, mas o jogador não pensa da mesma maneira. Deveria, mas não pensa. Na cabeça de muitos ali, a missão estava cumprida uma semana antes. Quando você entra em um jogo como este sem grandes motivações, contra um adversário que faz o jogo da vida, é possível que uma tragédia do tipo aconteça.

L&N – Kalil reeleito por mais 3 anos. Em seu primeiro mandato, o presidente alvinegro se notabilizou por atitudes arrogantes, declarações estapafúrdias, excelente trabalho (até onde podemos ver) na administração financeira do clube e uma péssima gestão do futebol. Para que tudo isso fique no passado, o que você acha que Kalil deve fazer para produzir um segundo mandato capaz de resgatar o prestígio do Clube Atlético Mineiro em termos nacionais?

LB – A hora é de arregaçar as mangas, trabalhar sério e acreditar em uma linha de planejamento. Manter técnico, elenco, apostar nos bons jovens e contratar apenas jogadores que cheguem para resolver. Com a volta do time a BH, um programa eficiente de sócio-torcedor também será bem-vindo.

L&N – Você é a favor da repatriação de Diego Tardelli?

LB – Depende das condições. Se for necessário um imenso sacrifício financeiro, não vale a pena, apesar de o jogador ser um ídolo e ser um destes que chegam para resolver. Em condições aceitáveis, vale a pena.

L&N – Caro Leonardo Bertozzi, para encerrar a entrevista, qual a sua mensagem para a nação atleticana, que admira muito o seu trabalho?

LB – Agradeço a todos que acompanham meu trabalho. Sei que muitos esperam que eu seja uma espécie de “embaixador” do Atlético na imprensa nacional. Não é exatamente o caso, mas sei que falo com propriedade do Galo quando me cabe. E foi uma satisfação grande poder cobrir vários jogos do Atlético pela TV e pela rádio desde a mudança para São Paulo. Espero que essas ocasiões se multipliquem e que novos encontros com a Massa aconteçam. Abraço a todos!

A sua presença honrou o L&N e a nação atleticana, Bertozzi. Muito obrigado.

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Publicado por em 21/12/2011 em Uncategorized

 

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UM VOLEIO NAS BRAVATAS!

Na sua gestão, nunca na história desse país, contratou-se tão mal. E você acha que ele é o melhor dos três. Continue assim, que vamos longe!

Na sua gestão, o time, em três brasileiros saiu pisado e humilhado pelo rival. E você acha que ele é o melhor dos três. Acorde aí, moça!

Na sua gestão o time quebrou o recorde de permanência na zona de queda. E você acha que ele é o melhor dos três. Levante aí, rapaz!

Na sua gestão o time tomou as duas maiores goleadas da história para o rival. E você acha que ele é o melhor dos três. Acorde aí, vai!

O único projeto dele foi aquele com o Luxemburgo. E QUE PROJETO, hein!? O resto foi só apagar incêndio.

Na boa, acreditar que alguém pode ser pior que o atual mandatário é não acreditar no Atlético.

Como diz o herói brasileiro, capitão Nascimento: “Se for pra reeleger o atual presidente, conselheiro, pede pra sair”. Ou então, pede pra mudar pro lado de lá da lagoa. O mal será menor.

O atual mandatário diz que quer continuar porque quer colher os frutos de um projeto plantado. Qual é o projeto do Kalil mesmo? Que me perdoem os amigos atleticanos que querem a reeleição, sinceramente, eu não consigo enxergar o que de bom foi plantado. Uma árvore envenenada não dá bons frutos.

Péssimo administrador financeiro e péssimo de futebol. Esse é o projeto plantado.

Chutem essa bravata, conselheiros: o atual mandatário não é um milagreiro. Ele se aproveitou de um momento de fartura econômica do futebol brasileiro para dizer que colocou as contas em dia e que, por isso, e somente por isso, merece uma chance. As dívidas estão em dia, isso sim. O Clube Atlético Mineiro continua um time quebrado, atolado em dívidas, em que o principal credor é “o Banco”.

A chance é agora, Conselho, e vocês sabem disso: deem um voleio nessa bravata.

Alienação é uma verdade soturna na mente das gentes que se contentam com o vinho que descaracteriza a realidade. Baco, Dionísio e a felicidade.

Só na casa da mãe Joana acontece isso! Ou seja, no Clube Atlético Mineiro da década de 80 em diante: o administrador da empresa é péssimo em finanças. Não entende nada do objeto social da empresa. E ainda assim será reeleito pelo Conselho.

Se você é incompetente, vote em Alexandre Kalil, conselheiro!!

Estou com um osso de baleia entalado na garganta e vocês? Mudem essa coisa torta.

Agora!!

Saudações de um atleticano incansável. E falo por muitos outros.

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Publicado por em 11/12/2011 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 4 X 0 BOTAFOGO. FUGA DE 2ª DIVISÃO NÃO É O BASTANTE PARA ESQUECER!

Com uma goleada de 4 X 0 sobre o ex-carrasco Botafogo, o Atlético afastou de vez toda e qualquer possibilidade de rebaixamento.

Mesmo que não tivesse vencido, a vitória do América sobre o Atlético Paranaense já teria feito o serviço.

Contamos com uma pitada de sorte? Sim. Se aquele chute cara a cara do Elkeson, no início do jogo, tivesse entrado, a situação do jogo teria sido outra.

Mas não entrou. E isso é o que importa! Depois do primeiro gol, de penalti, o Galo se tranquilizou em campo e pôde dar mostras da evolução que obteve com Cuca. Uma defesa consistente e um setor de proteção a zaga pegador e raçudo. Com Daniel Carvalho na armação e Bernard como válvula de escape, o time se reeencontrou.

Foi 4 a 0 como poderia ser 8.

Mas a fuga do rebaixamento não pode jogar um tapete sobre o monte de lixo produzido pela diretoria este ano.

Mesmo com os exemplos nada edificantes de 2010, o presidente Kalil e seu staff meteram os pés pelas mãos… de novo!

Quando víamos bons jogadores sendo contratados pelos adversários, Kalil contratava uma barca furada de péssimos atletas. E o pior: custando os olhos da cara!

Um bom olheiro passou longe da Cidade do Galo.

Se em 2012, o trabalho de contratar estiver a cargo de Maluf, preparem-se para sofrer a mesma agonia de 2011.

Escapamos da segunda divisão sim. Mas ainda não escapamos da incompetência insuperável de uma diretoria amorfa, estática e irresponsável.

Uma diretoria que investiu errado, que tomou decisões equivocadas e que quase provocou um desastre.

Neste momento, após driblarmos a queda (sabe-se lá Deus como!), é salutar que o presidente Kalil se muna de humildade para reconhecer erros crassos.

Um bom presidente não se faz com piadinhas de gosto duvidoso em momentos delicados _ quando o silêncio é essencial _  e nem à base de uma arrogância calcada em absolutamente nada de produtivo.

Qual a origem dessa arrogância quando o trabalho no futebol beirou o ridículo?

Durante quase todo o ano fomos chacota nacional, talvez devido a essa compulsão doentia do Alexandre Kalil de arrotar caviar depois de comer couve.

Isso tem de acabar! A vaidade pessoal quase sufocante de Kalil tem de dar lugar a uma postura ponderada, inteligente e com uma análise mais apurada nas contratações.

Que ele se livre urgentemente de Eduardo Maluf e contrate alguém que realmente entenda de futebol e, por consequência, que saiba discernir um bom jogador de um perna de pau.

Que o Cuca, que este ano foi o único que acertou em contratações, possa participar de perto da escolha de reforços, mas que não tenha a mesma autoridade que tiveram Luxemburgo e Dorival Júnior, que arrasaram um plantel de bom nível para enchê-lo de atletas irresponsáveis e inoperantes.

Eu deveria estar comemorando a fuga da segunda divisão, eu sei. Mas, neste momento, lembro-me que sou atleticano e como tal, eu merecia estar vibrando com uma Libertadores ou um título nacional.

Ainda não me acostumei com essa droga de fugir de rebaixamento a todo ano. Alexandre Kalil e Eduardo Maluf podem até estar muito felizes agora.

Eu estou aliviado, mas não estou feliz! Para mim, está na hora certa de cobrar de quem nos envergonhou durante todo o ano de 2011.

E a fuga da 2ª divisão não é o bastante para esquecer!!

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Publicado por em 27/11/2011 em Uncategorized

 

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CUCA DEVE SAIR?

Quase todos os blogs estão fazendo a seguinte pergunta: Cuca deve permanecer à frente do Atlético em 2012? Independente dos resultados destas pesquisas, temos de usar a razão para analisar se o Cuca é realmente o treinador ideal para o Galo em 2012.

Falo em usar a razão porque a nossa torcida nunca lança mão dela. Todas as manifestações vindas da torcida do Galo são originadas da paixão, que sempre prevalece sobre a razão. Então passemos à análise.

O Cuca conseguiu o mais difícil, considerando-se o atual elenco do Galo: convenceu os jogadores de que eles podiam render mais do que estavam rendendo até o momento. Isso é fato. E neste quesito ele é um vencedor, porque o Atlético é o terceiro time que ele salva da queda para a segundona. Goiás e Fluminense também já foram salvos por ele.

Ele ainda consegue explicar aos jogadores, de uma maneira clara, o que ele quer que seja feito em campo. Vejam como determinados jogadores do Atlético subiram de produção, caso do Daniel Carvalho. Não estou dizendo que ele é craque ou que é o jogador ideal para a posição, apenas que o rendimento dele melhorou muito.

Mas por outro lado o Cuca é um técnico comprovadamente azarado. Vejam os campeonatos que ele deixou escapar no último jogo. Olhem o tanto de “vices” que ele tem. Botafogo, Fluminense, Cruzeiro e daí por diante. Sempre acontece alguma coisa que falha na hora “H” e o título vai para o outro lado.

O trabalho dele no Atlético deve ser reconhecido. Até o momento, o conceito dele seria MUITO BOM, dadas as circunstâncias. Mas entendo que para o ano que vem teremos de buscar outro treinador, pois não quero ver o Cuca em 2012 e ter de lembrar que foi ele quem salvou o Galo em 2011.

O novo treinador deve ser uma pessoa identificada com o Atlético, com suas tradições e com sua torcida. Deve ser um técnico que não tenha medo de sacar jogadores do time quando não estão atuando a contento. Que tenha coragem de dizer ao diretor de Futebol que este ou aquele jogador não deve ser contratado, porque em nada acrescentará ao time. E principalmente, que consiga recolocar o Galo na sua devida posição em 2012 – na ponta de cima da tabela.

Não quero sugerir nomes, porque isso cabe àqueles que são remunerados para gerir o futebol do Galo. A única coisa que sugiro é que o futebol do Galo seja entregue a alguém com as mesmas características do técnico acima descrito. Para mim, o sr. Eduardo Maluf já demonstrou que não possui um pingo de competência – porque amor ao clube jamais teve ou terá – para gerir o nosso futebol. Pode ter dado certo nas “marias”, mas aqui no Galo o “papo tem de ser reto”. Que ele junte-se aos seus no “reduto do lado homoafetivo da lagoa”.

Mas estas definições só teremos após as eleições de dezembro de 2012. Somente após a eleição do presidente é que o elenco de 2012 começará a ser montado. E espero que com outros critérios, diferentes dos usados até agora. Até lá, é torcer para o Galo e para que as “marias” caiam! #ChupaMaria.

E que ano que vem chupem na Série B!

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Publicado por em 22/11/2011 em Uncategorized

 

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VERGONHA NA CARA EM 2012

Este ano durante todo o período em que o Atlético foi treinado pelo Dorival Júnior vimos o time perder um jogo atrás do outro. Perdia porque ninguém sabia se era titular, se era reserva, porque o esquema tático mudava a cada jogo, etc. E principalmente, porque o que era treinado na Cidade do Galo não chegava aos gramados, pois era mudado minutos antes da partida. Faltava “vergonha na cara” dos jogadores.

Realmente não sei o que se passava na cabeça dele, e pra ser sincero, não quero mais saber. Mas a culpa daquela fase é única e exclusiva da diretoria do Clube Atlético Mineiro, mais especificamente dos srs. Alexandre Kalil e Eduardo Maluf, que pela inércia deixaram as coisas chegarem a um ponto crítico. Isso sem comentar as contratações equivocadas e feitas sem critério. Faltava “vergonha na cara” da diretoria.

A chegada do Cuca, de início, não mudou muita coisa, porque o Galo continuou perdendo. Ora, não se consegue encaixar um estilo de trabalho da noite para o dia. Mas uma atitude do Cuca foi fundamental para a mudança da atitude do time: o afastamento do Patric. A atitude dele, ao ser substituído, de sair de campo “caminhando calmamente” demonstrou o comprometimento dele com o clube que pagava seus salários, e em dia, coisa rara nos dias de hoje. Falar que o Patric era um “sem-vergonha” é pleonasmo.

Do afastamento do Patric em diante, o resto do time “acordou” e passou realmente a lutar em campo. Até as entrevistas pós-jogo ficaram melhores, sem as desculpas esfarrapadas de sempre.

O Cuca está fazendo o melhor possível com os jogadores que tem à sua disposição. Sou a favor de sua permanência para o próximo ano, pois ele conseguiu “ressuscitar” o Atlético, e principalmente, recuperar a “vergonha na cara”, que estava sumida fazia tempo. Chega de técnicos “de grife”. Nenhum deles nunca deu certo no Galo, desde os tempos do Rubens Minelli.

Mas para o trabalho do Cuca em 2012 ser bem sucedido, a diretoria do Atlético tem de deixar o “estado de coma” em que se encontra e começar a agir. Jogadores que não interessam devem ser comunicados o mais rapidamente de que não ficarão, e o trabalho para a contratação de reforços já deveria estar em andamento. Que o Departamento de Futebol seja comandado por um profissional identificado com o Galo, sua história e suas tradições. E um bom início é a dispensa do sr. Eduardo Maluf.

Do meu ponto de vista, 2012 já está comprometido, porque os desmandos de 2010 e 2011 ainda serão sentidos. O quanto antes a ação continuar, menos os resquícios anteriores serão sentidos. Contratações certamente serão feitas, mas que antes sejam definidos os critérios que as orientarão. Chega de Jóbsons, Torós, Patrics e outros tantos. Pedir aos jogadores que tenham “vergonha na cara” é fácil – o difícil é mostrar aos jogadores que se tem “vergonha na cara”.

E que o Presidente do Atlético em 2012, seja ele quem for – preferencialmente que não seja o Alexandre Kalil – transfira a sua mesa para a beira do campo de treinamento, na Cidade do Galo, e acompanhe de perto o time.

Ir de vez em quando à Cidade do Galo não é o bastante!

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Publicado por em 19/11/2011 em Uncategorized

 

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O RETORNO DE DOM DIEGO TARDELLI

Aumentaram as especulações acerca do retorno de Diego Tardelli ao Atlético.

O próprio Tardelli se incumbe de alimentar o boato ao postar no twitter frases que sugerem um breve retorno.

O presidente Kalil e Eduardo Maluf se apressam em desmentir, sob a alegação de  que Anzhi (Rússia) e Tardelli pedem valores absurdos, impossíveis de serem bancados.

O ex-centroavante atleticano não seguirá jogando no Anzhi. Não consegue atuar bem e não é relacionado para as partidas.

Diante do que afirma todos os dias no twitter, a vontade de Dom Diego é retornar ao Galo. E eu acredito nisso, embora saiba que, como profissional que é, o dinheiro é que definirá o seu destino.

A torcida espera por ele, eu sei. Mas, objetivamente, levanto uma hipótese: se o time de 2011 tivesse feito uma excelente campanha, a aspiração da nação seria a mesma?

Em outras palavras, se Kalil, de forma competente _ o que é quase impossível com Maluf do lado _ tivesse substituído Tardelli à altura, teríamos nós a mesma ansiedade em tê-lo de volta?

Embora eu já tenha me decidido a apoiar o retorno do artilheiro, me pergunto se isso está mais escorado nas frustrações da era pós-Tardelli do que propriamente na consistência do “ídolo” que ele foi… ou é.

E Tardelli foi efetivamente ídolo do Galo? Eu não saberia responder a essa questão, pois sou muito exigente em relação ao conceito.

Entretanto, ídolo ou não, eu não posso negar que seria um baita reforço nas atuais circunstâncias. Pelo menos, é um cara identificado com o DNA do Clube Atlético Mineiro, ao contrário da maioria dos contratados neste ano.

Ao mesmo tempo, qual seria a resposta do Kalil à seguinte pergunta: você, que pagou os tubos no Guilherme (que joga um futebol bem chinfrim), está disposto a investir no Tardelli, que custa menos, mas vale muito mais?

Politicamente, no meu ponto de vista, Alexandre Kalil está numa sinuca de bico perante a torcida atleticana. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

E para acirrar a discussão, tem ainda a insegurança da direção do Atlético quanto a permanência na série A.

Você fecharia com Tardelli para garantir o negócio ou aguardaria a definição do nosso destino no campeonato brasileiro? Lembre-se que, na escolha da última hipótese, tem Catar, Turquia, Palmeiras, Vasco e Grêmio interessados.

E aí? Disposto a discutir a melhor solução?

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Publicado por em 03/11/2011 em Uncategorized

 

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CARTA AOS JOGADORES DO CAM

Senhores jogadores do Clube Atlético Mineiro,

Não pretendo aqui representar a torcida do Galo. Esta carta é minha, leva a minha assinatura. É a minha opinião. Traz o meu pedido.

Nos últimos anos, já escrevi cartas ao presidente do clube, à torcida e até a mim mesma, mas hoje meu assunto é com vocês. E é respeitosamente que escrevo.

Não deve ser novidade que a Massa atleticana está revoltada com o futebol que vem sendo apresentado, já que a torcida tem ficado calada durante os jogos e até vaiado o time.

Não sei se vocês entendem bem o que isso significa quando se trata da torcida do Clube Atlético Mineiro. Tradicionalmente, somos um povo que empurra seu time para a vitória. Mas acho que, para minha tristeza, não tem sido mais assim, não é?

Eu acho que sei o motivo: para esta nação chamada Galo, não basta ter bons jogadores; é preciso vê-los jogar como quem parte para o jogo mais importante de suas vidas.

E, querem saber? Daqui até o fim do ano, cada jogo será realmente o mais importante de suas vidas. Pensem bem: talvez vocês tenham ganhado títulos em outros clubes, talvez alguns de vocês já tenham conquistado tudo o que queriam, mas um rebaixamento à Série B manchará para sempre a honra de vocês.

O Clube Atlético Mineiro é grande e logo se reerguerá, contratará novos jogadores, poderá ganhar grandes títulos na próxima década. Mas, caso se confirme nosso descenso este ano, vocês serão para sempre lembrados como o time milionário que rebaixou o Atlético.

Acho que vocês ainda não entenderam o tamanho do clube que defendem. Vocês vestem hoje a mesma camisa do único time que fez curvar a toda poderosa Seleção Brasileira de 1970!

Lembrem-se agora de todos os seus sonhos de meninos e saibam que eles estão em jogo. Queriam ser grandes jogadores e agora amargam uma melancólica zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro?

Ainda dá tempo, acordem! Lutem com honra, garra e dediquem cada gota do seu suor a quem quer que queiram: família, amigos e até a vocês mesmos, que um dia sonharam vestir uma camisa de time grande. Não sei se vocês entendem isso, mas o Atlético sempre será grande.

Mas, nas próximas semanas, se o mundo inteiro tiver a impressão de que o Galo se apequenou, serão os rostos e os nomes de vocês que serão apontados como os responsáveis pelo fracasso. Não pensem que uma queda à série B será fácil para vocês. É melhor jogar além do limite agora do que tentar remendar os efeitos depois. Isso sem falar, claro, no prejuízo financeiro.

Não há mais tempo para nada além da mudança de atitude de vocês mesmos. O time que vai cair ou que vai ficar é este aí.

E a decisão de lutar e encontrar forças até onde vocês não sabiam que seria possível cabe somente a vocês. Eu só posso pedir que tentem. São dez jogos. Dez verdadeiras guerras. Eu só posso dizer que, se realmente tentarem, eu acredito de todo coração que conseguirão.

Espero muito que queiram. Lutem. Lutem muito. Entreguem-se de um jeito que ainda não fizeram. E verão um país inteiro, em preto e branco, torcendo loucamente a favor de vocês.

Até mesmo contra o vento!

Ana Cristina Gontijo

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Publicado por em 12/10/2011 em Uncategorized

 

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ALERTAS FORAM DADOS, MAS A ARROGÂNCIA É SURDA!

Nas linhas e parágrafos do L&N sempre alertei para a fragilidade do time do Atlético.

E isso não aconteceu agora, com a equipe descendo a serra em passos largos para a segunda divisão. Aí seria simplório demais.

Foi ANTES da metade do primeiro turno, quando este blog já martelava frases como: A diretoria está dormindo, o time é fraco, desse jeito vamos cair, o nosso futuro pode ser jogar às terças e sextas, e bla bla bla bla bla…

As crônicas estão aí para quem quiser comprovar.

Todavia, apesar dos inúmeros avisos partidos de incontáveis atleticanos, praticamente nada foi feito. Kalil e Maluf viram a caravana passar e nem sequer latiram. Nada foi feito no sentido de mudar o rumo de uma embarcação que já dava claros sinais de naufrágio iminente.

Engessado por seu ego inflado (e juro que não sei o motivo disso, pois só se infla o ego quando se constrói algo realmente espetacular), Kalil arrotou arrogância para tudo quanto é lado ao mesmo tempo em que investia milhões em Guilherme e André, dois atacantes que só provocam infartantes ataques de risos… ou de raiva!

Entre outros investimentos equivocados. Entre outras declarações estapafúrdias em cadeia nacional, declarações estas que NUNCA deram certo e jamais se traduziram corretas no campo de jogo.

Melhores de todos os tempos: Em pé: Nelinho, João Leite, Luisinho, Vantuir, Cincunegui e Cerezo; Agachados: Oldair, Paulo Isidoro, Reinaldo, Dario e Éder Aleixo.

Pelo contrário, só nos criaram situações de extremo embaraço e tentativas de explicar o inexplicável.

Foi uma sequência absurda de enganos que nos trouxe até aqui. Com sinceridade, custo a crer que estamos à beira de um precipício e que o nosso mais provável futuro é um tremendo tombo. Um vexamoso tombo!

Pois tínhamos a faca e o queijo (dinheiro e estrutura) na mão para estarmos agora comemorando a ponta da tabela, se fôssemos minimamente competentes.

Os alertas que o Lances & Nuances deu não passaram disso: ALERTAS de um atleticano preocupado com o destino de seu clube, nada mais. Pena que a arrogância é surda… ou burra!

Eu torço fervorosamente para que, amparados por um gigantesco milagre, escapemos do que seria um verdadeiro desastre na nossa história. De novo!

Ao contrário de muitos outros pseudo-atleticanos que, por terem também feito críticas, aguardam ansiosos a queda do Galo para estourarem o champagne e comemorarem as previsões “acertadas”. Deus me livre e guarde de amigos assim. Prefiro inimigos perfeitamente identificados e não escondidos sob falsas capas alvinegras.

Para ser absolutamente realista, a equipe não merece mesmo nenhum milagre. Nem jogadores e muito menos Alexandre Kalil.

Entretanto, com a queda do clube, a torcida também cai junto. A diferença é que a nação atleticana sentirá uma vergonha infinita e dolorida, muito mais do que aqueles que jogaram o Atlético nessa lama. Ou ao contrário deles, sei lá.

Só sei que ninguém joga fora a flor para presentear espinhos!

Mas, é exatamente este o presente que estamos recebendo do Clube Atlético Mineiro!

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Publicado por em 10/10/2011 em Uncategorized

 

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A QUE PONTO CHEGAMOS… MAIS UMA VEZ!

Apesar da derrota, o Galo não jogou tão mal assim. Pelo menos, não tomou o mesmo passeio do primeiro turno, em plena Arena do Jacaré, se é que isso significa algo de bom.

O Atlético pecou principalmente na compactação do meio de campo, onde faltou Pierre. Esta foi a ausência mais sentida na equipe.

Sentida principalmente na zaga, que sem proteção, esteve exposta todo o tempo. O combate era dado diretamente pelos zagueiros, ao invés dos volantes.

Por aquele setor de campo, desfilou a omissão e o descaso de Dudu Cearense, que perdia bolas em regiões perigosas e voltava andando, como se estivesse em uma pelada de fim de semana.

Richarlyson é sempre uma peça nula em campo. De seus pés não sai nada de produtivo.

Fillippe Soutto, mesmo sobrecarregado, ainda conseguiu se salvar em meio ao caos.

Daniel Carvalho não foi decisivo, mas se esforçou muito para sê-lo. Porém, nem sempre dá.

Na minha modesta opinião, Bernard se transformou em peça fundamental em um time de experientes e rodados.

Luta por cada bola como se a bola fosse uma mulher bonita. Tecnicamente, está melhorando a cada jogo. Dá gosto ver o garoto jogar.

Enfim, mais uma derrota do time que mais acumulou revezes no campeonato. E muitos destes com a ajuda infalível dos árbitros.

O time não é lá essas coisas, admito. E era ainda pior com Dorival.

Mas, convenhamos, os juízes beneficiam claramente os adversários do Atlético.

Seja em faltas no meio de campo, quando é necessário que o zagueiro do outro time esfaqueie o nosso jogador para que algo seja marcado, seja inventando faltas contra nós por contatos físicos normais no futebol.

Ontem, a infração que originou o gol não existiu. Nei simulou flagrantemente e o árbitro engoliu.

E fazem trocentos anos que não vejo juiz “desanular” gol anulado por bandeirinha. Aliás, este gol foi exatamente igual ao que Guilherme marcou contra o Atlético-GO e que foi invalidado. Invalidação esta que foi prontamente acatada pelo juiz!

Em suma, contra nós pode, né?

O Atlético é o time mais prejudicado por arbitragens neste campeonato brasileiro de 2011!

Ora, não basta o time meia-boca que temos se estrepar por si mesmo? De todo jeito, isso aconteceria por incapacidade técnica, sem interferência de terceiros.

Mas parece que CBF precisa garantir a catástrofe através da manipulação do apito. E quem duvida disso, não imagina, nem de longe, do que é capaz a mente doentia e desonesta de Ricardo Teixeira.

E Alexandre Kalil foi caçar briga justamente contra o demônio do futebol brasileiro! É muita burrice, principalmente quando se sabe que o time montado na Cidade do Galo é a prova mais cabal da enorme incompetência do presidente atleticano.

Pois esta equipe custaria a vencer com apito a favor, imagine contra!!

A retaliação veio a jato! E olha que não sou a favor das tais teorias da conspiração. Mas onde Ricardo Teixeira põe a mão, eu acredito até em roubo por telepatia!!

Temos 3 jogos em casa nas próximas rodadas. Nem preciso dizer que a obtenção de 9 pontos é fundamental para  a nação alvinegra manter as esperanças.

Apenas para manter as esperanças!

A que ponto chegamos… mais uma vez.

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Publicado por em 26/09/2011 em Uncategorized

 

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