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ATLÉTICO 1 X 0 CORINTHIANS – A RAÇA QUE NOS ENOBRECE!

Permitam-me não ser tão realista e esquecer, por momentos, que não temos a equipe ideal. Permitam-me não pisar o chão. Deixemos isso para o decorrer da semana, não hoje.

Hoje eu quero tão somente comemorar a minha mais honrosa condição de ser humano: ser atleticano em todos os ambientes por onde passei, em todos os momentos em que chorei ou vibrei, ou até nas figuras das mulheres que eu amei! Pode-se amar, pode-se chorar, pode-se sorrir, sempre carregando dentro do coração, tatuada, a frase que sacramenta o infinito: EU SOU ATLETICANO!

Permitam-me  extravasar a alegria que eu sinto ao ver o time alvinegro lutar por uma vitória como se estivesse defendendo a própria vida. Por enxergar novamente o brio nos olhos das feras e ver que, finalmente, cada um entendeu que a camisa que a torcida veste com devoção nas arquibancadas é a mesma que ele tem de vestir com sangue e suor em campo.

Hoje não quero saber de técnica ou qualidade. Hoje eu celebro a raça, a entrega e o amor contido em cada dividida.

A mesma gana de Doriva, de Éder Lopes, de Cincunegui, de Jorge Valença, de Éder Aleixo e tantos outros. De MUITOS outros!

E de Pierre, na cancha, o símbolo mais perfeito da paixão que carregamos aqui fora!

Pierre deixa o coração em campo, molha o gramado com o seu sangue. Ele não é nenhum craque, não é o melhor do time, mas um atleticano se emociona ao vê-lo jogar.

Porque o atleticano é assim, nasceu e vai morrer assim. Que venham craques habilidosos, mas que dentro deles more a alma feita de aço do alvinegro das alterosas. Sem isso, nada fará sentido para nós.

Pierre não joga. ELE LUTA UMA BATALHA DE VIDA OU MORTE!

E é um exemplo para seus companheiros, que hoje encarnaram o espírito do volante para vencer o Corinthians. Um jogo em que fomos superiores sobretudo no segundo tempo e merecemos a vitória maiúscula.

O sentimento de superação que enobrece os vencedores. O ardoroso sentimento que queima o coração e enche os olhos de lágrimas.

Nos próximos posts, falarei do que foi o jogo tática e tecnicamente. Mas hoje não.

Hoje celebro apenas a volta da garra do Galo, que sempre encarnou o atleticanismo mais puro! E que continue sempre assim!

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Assista ao gol de Danilinho:

 
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Publicado por em 27/05/2012 em Uncategorized

 

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MAIS UM TELEFONEMA, MENOS UM PEPINO…

Numa manhã fria de inverno em Porto Alegre, o presidente Giovanni Luigi do Internacional tem um baita pepino pra resolver: empurrar o atacante Jô para algum time que o aceite. Seu treinador já não vai mais utilizá-lo, devido aos atos de indisciplina e baixo rendimento em campo. Afinal, em 36 jogos, o distinto matador anotara apenas 6 gols.

Faz rascunhos e anotações, preocupado. Pensa em algum time de Portugal: “Não, eles não são mais tão ingênuos. Tá certo que contratam qualquer barca brasileira, mas o Jô já deve estar falado por lá…”

Verifica o noticiário, dá uma lida no Zero Hora e olha o movimento da manhã da capital gaúcha.

Para e pensa: “Quem são hoje os dirigentes mais idi… digo, mais ingênuos do futebol brasileiro tchê?”

Três nomes vêm à cabeça. O primeiro, Arnaldo Tirone, presidente do Palmeiras. “O cara contratou Ricardo Bueno e pediu vaquinha pra torcida dele pagar o tal do Wesley, que nem é lá grandes coisas… vou ligar pra ele”

- Alô Tirone? Aqui é Luigi, companheiro, como está?

- Ah, muito problema por aqui Luigi, Felipão é osso duro de roer.

- É, sei bem como é, tchê. Amigo, tenho um atacante aqui muito bom, mas nosso treinador não quer mais. Mas tem muita qualidade, é ótimo, já jogou no Corinthians, vc deve lembrar, o Jô.

- Ah sim… bom garoto ele né?

- Err… claro, claro, ótimo garoto. Qualidade fantástica, imagina ele numa dupla com o Barcos! Vai tirar nossa vaga pra Libertadores!

- Mas não andou tendo umas indisciplinas por aí?

- Nãao, nada demais, coisa de menino. Conversei com ele, ótimo garoto, o problema foram algumas influências, você sabe… a noite de Porto Alegre, mulheres lindas…

- Sabe o que é Luigi, o orçamento aqui não está lá grandes coisas, você deve acompanhar pelos noticiários e o Felipão é meio linha dura…

- Sei , sei…

- E tem a coisa do Wesley, estamos gastando muito com ele machucado. Quem sabe de uma próxima fazemos negócio?

- Com certeza. É uma pena amigo, pois o Jô resolveria todos os seus problemas!

- Não tenho dúvidas. Um abraço Luigi!

- Outro.

Luigi desliga o telefone, coça a cabeça preocupado, contempla a vista do Guaíba de sua janela e pensa: “Tenho mais dois nomes. Não custa tentar”.

O telefone toca em BH.

- “Alô Kalil. Aqui é Luigi, tudo bem?”

- Luigi? Não conheço.

- Presidente do Internacional, Alexandre, meu querido.

- Ah sim. Internacional. Aquele time vermelho né? Como vai?

- Por aqui tudo bem. Olha Kalil, sei que você está formando um bom time aí né, campeão invicto, vai dar trabalho no Brasileirão hein… cof cof … desculpa, é o ar frio aqui, o inverno, sabe como é né amigo? Mas enfim…

- Fala logo que estou com pressa. Muito trabalho aqui no Atrético, a turciduAtrético é muito chata e tá me cobrando e…

- Sim, sim… Bem, como eu ia dizendo, seu time é fortíssimo e tenho um atacante aqui que nosso treinador não vai utilizar e pensei ser um ótimo reforço pra vocês. O Jô, aquele do Corinthians, ótimo garoto, qualidade inquestionável…

- Jô? É aquele gordinho?

- Não, não… está em ótima forma! Vai te ajudar muito aí, pode confiar!

- Espera aí um pouco.

Kalil tenta tapar o telefone, mas se ouve ele perguntar a alguém que está próximo.

- O presidente do Grêmio ta me oferecendo um jogador aqui, tal de Jô. Só conheço aquele gordinho. Esse Jô jogou no Cruzeiro?

Alguém sussura que não, mas que pode trazer que é um ótimo jogador e o Atlético tem tradição em recuperar jogadores.

- Recuperar? Ótimo, manda trazer. Mesmo não tendo jogado no Cruzeiro, se é pra recuperar é aqui mesmo, porque temos CT e…

Kalil retorna ao telefone

- Ô Mario…

- Luigi, Kal…

- Sim, sim, Luigi… é tudo italiano mesmo. Você é presidente do Palmeiras né?

- Inter…

- Aqui no Atrético a gente recupera muito jogador. Sabe como é, temos o melhor CT do Brasil. Temos estrutura. Temos hotel. Temos médico. E se é bom pode mandar vir pra cá!

- Kalil, meu amigo, você não sabe o ótimo negócio que fez! Esse ano você será campeão hein! Quem dera eu ter aqui no Inter um time com Dudu Cearense, Richarlyson… aliás, como joga esse sujeito hein?! André, Guilherme… meu Deus!

- Poisé, aqui no Atrético é assim, a gente contrata e vamo ser campeão.

- Eu sei, eu sei… bom Kalil, foi ótimo negociar com você! Conte sempre com o Internacional, somos parceiros! Grande abraço.

Luigi desliga o telefone, dá uma boa risada e aliviado diz a seus assessores:

“- E dizem que não há mais bobo no futebol hein…”

Olha pro seu rascunho e vê que nem precisou ligar pro terceiro nome da lista, que era uma presidenta que usa vermelho e preto…

(Obs: O texto acima não tem compromisso nenhum com a informação. É pura obra de ficção e não dispõe de informação alguma. É um diálogo totalmente INVENTADO e se houver alguma semelhança com a realidade é mera coincidência.)

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Publicado por em 23/05/2012 em Uncategorized

 

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VOCÊ CONCORDA OU “DISCONCORDA” DE TUDO?

Começou mais um brasileirão de futebol.

Começou mais um torneio Rio/São Paulo de futebol dentro de um campeonato do “faz de conta ser” do Brasil inteiro.

Sou torcedor consumidor, não sou otário, e você?

Começou mais um ataque frontal aos nossos sentidos de homem normal, ou seja, de torcedor apaixonado.

Seja no estádio, pagando ingresso ou na sala de nossa casa, pagando para ver mais um festival de manipulação das regras do jogo de causar inveja ao Carlinhos Cachoeira.

Como pode, na cabeça da “pule”, dar os mesmos “números” durante vários sorteios seguidos? No campeonato deles dá sempre os mesmos. Não tem CPI para investigar este jogo de azar, disfarçado de campeonato de futebol?

Vejamos:

No jogo entre Sport x Flamer, um ataque do Sport, com grande chance de gol, o bandeirinha marcou impedimento, na maior das convicções “wrightianas” e prontamente legitimado pelos wrigthtinianos loucutores. O atacante do Sport não estava impedido.

Mas, subjetivamente, estava impedido.

Uai, as regras não são claras, Arnaldo?

No jogo do CAM X Ponte Preta, aos trinta minutos do primeiro tempo, em um ataque com claras chances de gol, o bandeirinha marcou impedimento, na maior das convicções wrightianas e prontamente legitimado pelos wrigthtinianos loucutores. O atacante do Galo não estava impedido.

Mas, subjetivamente, estava impedido.

Uai, as regras não são claras, Arnaldo?

Percebam que é a mesma jogada, a mesma ordem, o mesmo “herro umano” de jogo em jogo.

Nas resenhas esportivas, dão conotação para as jogadas acidentais, jogadas ocasionais, fazendo delas o boi de piranha.

No caso do CAM X Ponte Preta, um lance acidental ganhou destaque para esconder o  impedimento que quase surtiu efeito, seria ordem para o Galo não pontuar? Não fosse o gol do Escudero, aos 45 do segundo tempo, o “herro” no impedimento de uma jogada legítima faria o resultado desejado por eles.

Serão 38 rodadas que, sutilmente, os “herros umanos” manipularão os resultados dos jogos para beneficiar os de sempre.

Seria como dar as seis dezenas na Mega Sena desde 2003 até 2012.

O jogo é sim, de cartas marcadas, é jogo roubado sim, senhor!

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Publicado por em 22/05/2012 em Uncategorized

 

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PONTE 0 X 1 ATLÉTICO – A RAÇA VOLTOU?

Estréia com vitória é sempre estréia boa!

Independentemente do quanto produziu nos 90 minutos da partida, o que importa de verdade são os 3 pontos devidamente guardados na sacolinha.

Embora o gol só tenha acontecido no apagar das luzes, não existe momento melhor para a sua marcação numa partida que vinha empatada. Não havia mais tempo sequer para a habitual _ e perigosa _ retração da equipe quando está vencendo.

Foi um jogo muito parelho nas duas etapas. O Atlético compactou bem o meio de campo e impediu que a Ponte Preta desfilasse por ali. Em compensação, teve dificuldades no ataque, onde André não fazia mais do que se jogar cavando faltas.

Algumas peças da equipe alvinegra foram anuladas pelos pontepretanos ou se anularam por seus próprios erros. Danilinho pouco fez e Dudu Cearense parecia pisar em ovos. Tivesse permanecido para o 2º tempo (já com um cartão amarelo na conta) e teria sido expulso, tal a falta de senso de tempo de bola nas divididas. Mas, por causa do longo período de inatividade, entende-se perfeitamente.

Mancini também não foi bem e pouco produziu nas quatro linhas.

Por outro lado, Richarlyson fez a sua melhor apresentação no time atleticano. Um ano e tanto depois de contratado, atuou em nível parecido com aquele que mantinha no São Paulo. É tempo demais para mostrar um futebol melhorzinho? É, mas antes tarde do que nunca. Temos ainda 37 rodadas pela frente!

Também destaco as atuações seguras e sérias de Réver e Giovanni. Em tempo de plantel recheado de goleiros fracos, há de se reconhecer quando um deles joga bem. Quanto à Réver, jogou como zagueiro e não se meteu a enfeitar jogadas.

Continuamos firmes na jornada em prol de reforços para encorpar a equipe. Ainda não temos força suficiente para encarar os melhores conjuntos do país, principalmente quando estes já não estiverem disputando torneios simultâneos, o que contribui para desviar o foco.

Não me iludo com a vitória de domingo e tampouco me furto de valorizá-la. Foi excelente sim!

Ressalte-se aqui a aplicação tática e a garra de todo o time, mesmo aqueles que não estavam em tarde inspirada. Não fosse isso e não teríamos saído de Campinas com a vitória.

O Galo sempre foi exaltado e temido muito mais por sua entrega em campo do que por uma técnica excepcional.

Parece que depois de uma longa e tenebrosa ausência, a raça volta a ser parte integrante de nosso cotidiano. Que seja sempre assim daqui para a frente!

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Publicado por em 21/05/2012 em Uncategorized

 

CAMPEÕES EM QUALQUER LUGAR DESSE MUNDO DE MEU DEUS!

Neste momento, não é hora de questionar se o título mineiro é importante ou não.

Vale mais valorizar a alegria da torcida atleticana e não vir com questionamentos pessoais. Grande parte da torcida alvinegra não tem twitter, facebook ou qualquer outra coisa que integre a malha chamada “rede social”.

E comemora nas ruas o título invicto sem se importar com os pitacos que proliferam por aqui! É hora de respeitar, é hora de entender a genuína vibração da nação atleticana que não quer nem saber se temos time para encarar com chances um campeonato brasileiro.

Que comemorem. Que soltem o grito de CAMPEÃO com a mesma alma de 1908, quando o Atético foi criado. Que abracem e acariciem a conquista sem pensar no dia de amanhã.

Pois o amanhã é desconhecido. Nem mesmo nós, que tentamos ser mais realistas e manter a realidade sob o alcance dos pés, temos a certeza de que o futuro é ruim.

Não, não temos. Ninguém tem. Ninguém sabe o que virá. Embora sob severa desconfiança, não podemos afirmar com segurança absoluta que daremos vexame no campeonato brasileiro com o time que temos hoje.

E se é assim, não custa ser imediatista e gritar pelas ruas o nosso mantra eterno: GALOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

Somos campeões mineiros invictos sem constestações!

Hoje pela manhã, vestindo a camisa alvinegra e fazendo compras no supermercado, fui abordado por um atleticano chamado Gabriel, que lê o Terreirão do Galo e me reconheceu pela foto que caracteriza as colunas que são apresentadas ali.

Ele: ô cara, você escreve uma coluna no Terreirão que eu sei.

Eu: não mais, meu amigo, hoje só escrevo no Lances & Nuances.

Ele: hoje seremos campeões, não é não? Minha mãe está nervosa demais e diz que se o Galo for campeão, será o maior presente que ela receberá no dia das mães. E olha que eu comprei uma geladeira pra ela, cara!

Eu, meio sem graça: você acha mesmo que esse título é tão importante assim?

E ele, com um olhar de reprovação, aumentou o tom de voz na resposta: uai, tá doido, sô? E vamos deixar a taça pro cruzeiro? Nós somos de Minas e temos a obrigação de sermos reis aqui. O campeonato brasileiro é uma outra conversa e fica pra depois! E se você fizer essa pergunta perto da minha mãe, não sei se ela será tão educada assim.

Trocamos mais algumas opiniões, concordamos e divergimos, mas o fato é que saí do supermercado pensativo.

E, dentro do carro, um quarteirão depois, cheguei à seguinte conclusão: título é título em qualquer lugar, não importa se regional ou não. E se temos de ser territoriais como os gatos, que mijemos em pontos estratégicos para sacramentar o que é nosso.

E desculpem-me os puristas por me expressar assim: com a mijada de hoje (3 a 0), concretizamos a posse da bandeira “Libertas quae sera tamen”!

Obrigado, Gabriel, pela lição. Obrigado, mãe do Gabriel, por ser tão atleticana a ponto de incutir em seu filho o amor desmedido pelo Galo seja aqui, seja acolá.

Em qualquer situação, em qualquer grau de importância, em qualquer lugar desse mundo de meu Deus.

Que sejamos atleticanos eternamente, amém.

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Publicado por em 13/05/2012 em Uncategorized

 

QUE LIMA NÃO SAIA!

Se querem saber, eu sou absolutamente contra a saída do Lima para a Portuguesa.

Primeiro, porque o provável fato não terá sustentação em lógica alguma que privilegie a capacidade profissional. E se o problema é pessoal, cairemos na mesma besteira que Dorival fez ao criar um ambiente hostil para Diego Souza. E deu no que deu.

Segundo, Lima não é inferior a Leonardo Silva e Rafael Marques. E é muito melhor do que Luis Eduardo, com o qual o Atlético renovou contrato. Estranho, muito estranho, que o tratamento dado a este seja melhor do que o concedido ao Lima.

Terceiro, embora a sua estatura não seja a ideal para um zagueiro, Lima compensa com excelente colocação e senso de tempo de bola. Ele não é uma sumidade, mas o Atlético, ao permitir a sua saída, terá de ir ao mercado em busca de outro jogador, pois não se disputa um campeonato longo só com 3 zagueiros. E certamente, o mercado não tem um do mesmo quilate para oferecer.

Quarto, apesar de remanescente daquele time que rebaixou o Galo, não considero este argumento como depurador de qualidade do elenco. Marcos, um dos melhores goleiros que o país já teve, também caiu com o Palmeiras. O plantel do Corinthians, atual campeão brasileiro, está cheio de atletas que o levaram à segunda divisão. Então, se deduz que…

E por último, identificação com o Atlético, no meu conceito, permanece sendo quesito importante de avaliação. Poucos o adquirem e Lima o possui. Não preciso citar o monte de gente que aqui chegou só para se divertir no SPA de Vespasiano. Os atleticanos os conhecem de cor e salteado.

Quero esclarecer que não faço parte daqueles que passam a mão na cabeça de jogador advindo da base. Para mim, jogador criado no Galo e aquele que vem de fora devem ter o mesmo tratamento justo. Tchô, Renan Oliveira, Cairo, e inúmeros outros que despertaram a esperança de termos um craque feito aqui, revelaram-se fracos demais na hora da onça beber água.

Portanto, defendo a permanência do Lima não por sua pessoa, ou por ter vindo da base, ou por qualquer outro argumento que não esteja focado no bem do Clube Atlético Mineiro, que está acima de nomes isolados.

Já metemos os pés pelas mãos vezes demais nesta administração. E procurar sarna pra coçar nestas alturas, com o campeonato nacional iniciando sem ter um elenco formado, é dar um atestado de desconhecimento total do que é o futebol. Aliás, mais um atestado!

Que a diretoria não caia nessa esparrela!

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Publicado por em 09/05/2012 em Uncategorized

 

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AMÉRICA 1 X 1 ATLÉTICO – FINALMENTE, GUILHERME CHEGOU.

Com 3 zagueiros e Guilherme armando no meio, até que o Atlético não jogou tão mal assim.

Quando a coisa apertava, entregava-se a bola para Guilherme, que arredondava-a e mostrava ao público que no gramado ainda pulsava vida inteligente.

O camisa 10 do Galo foi, disparado, o melhor em campo. Combateu, distribuiu, foi incisivo em lançamentos agudos e se não chutou a gol foi porque não teve chance.

Com André suspenso para o próximo jogo, o meu temor é que Cuca adiante Guilherme para jogar isolado dentro da área. Fazendo isso, perderá a cabeça pensante no meio e, ao mesmo tempo, não terá quem construa jogadas para que ele arremate.

O Atlético não possui poder de fogo no ataque, essa é que é a verdade. Bernard voltou mal da contusão, André não dá prosseguimento às jogadas e os laterais/alas, que deveriam apoiar e criar opções, não o fazem.

Apesar de seus defeitos visíveis, o Galo foi superior ao América na partida de hoje. No primeiro tempo, o time alviverde quase não jogou. No segundo tempo, o Galo tanto  martelou que acabou achando um gol em jogada de escanteio.

E aí, como sempre acontece, a equipe se encolhe e leva pressão, por pior que seja o adversário. E, num córner que não existiu, já nos descontos, o América empatou através de um atacante em clara posição de impedimento.

Azar? No meu entendimento, pura incompetência de um time que se encontra com a auto-estima baixa e não confia em si mesmo.

Estivesse em condição psicológica elevada, teria partido para cima do Coelho para fazer o segundo. E mataria as finais no primeiro jogo. Lembro-me que aconteceu o mesmo quando vencia o cruzeiro por 2 a 0 e permitiu o empate.

O Atlético é um time que não sabe jogar com o placar favorável. Deixa-se pressionar muito facilmente, como se temesse sair para o jogo e tomar a virada. O pior é que isso acaba acontecendo como se fosse uma punição dos céus.

As suas limitações técnicas são tão flagrantes que os próprios jogadores sabem disso. É um fator que deveria ser corrigido pela comissão técnica, porém, nada é feito nesse sentido.

Eu já vi times extremamente limitados se manterem, na base da força mental, no alto da tabela do campeonato brasileiro. Já aconteceu com o Atlético em outras ocasiões e o último exemplo foi o Coritiba em 2011.

Enfim, foi um empate que, a bem da verdade, é mais favorável ao Galo do que ao América.

Vamos aguardar o segundo jogo e, muito provavelmente, levantaremos a taça de um campeonato que não vale absolutamente nada.

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Publicado por em 06/05/2012 em Uncategorized

 

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CEGUEIRA E INOPERÂNCIA!

Caímos ontem da mesma forma que cairíamos na fase seguinte, caso nos classificássemos contra o Goiás.

Nada de novo no reino da fanfarronice e da inoperância… e mais uma Copa do Brasil se vai por pura incompetência.

O Atlético é um time fraco, com jogadores desmotivados e uma base de 2011 que já tinha provado seu valor… ou a falta dele.

O comportamento da equipe, no segundo tempo, mostra bem que nem um estádio de primeiro mundo, quase lotado de atleticanos, consegue resgatar a fibra dos que recebem grana alta para vestir (e desonrar) esta camisa. Brio não se arranca a fórceps!

Tudo com a anuência passiva de Kalil e Maluf, que permanecem imobilizados em suas poltronas confortáveis. A mesma passividade repetidamente demonstrada pelos jogadores. Eles se miram no exemplo vindo do comando do clube?

Kalil, inclusive, voltou a afirmar, em entrevista ao Leo Gomide após o jogo, que a base de 2011 é boa! Pasmem os senhores!

Declarações como essa escancaram a imensa distância entre o que a diretoria vê e o que efetivamente acontece nos gramados. É como se vivessem em outro planeta.

Desde a primeira crônica de 2012, eu venho alertando: não temos time para fazer bonito este ano!

E após cada vitória sobre equipes pequenas e fracas, eu reafirmava: não temos time para fazer bonito este ano!

E, assim como eu, atleticanos racionais de todas as vertentes entoavam o mesmo mantra: não temos time para fazer bonito este ano!

Estamos todos cegos. Só Kalil e Maluf, do alto de sua arrogância e fanfarronice, conseguem enxergar algo de bom nesse entulho.

Pois eu digo que os enganos cometidos até agora nos levarão à disputa da segunda divisão em 2013, não tenham dúvidas.

E nós é que somos os cegos…

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Publicado por em 04/05/2012 em Uncategorized

 

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ATLÉTICO 1 X 0 TUPI – TUDO IGUAL, TUDO INSOSSO!

Repetir o exaustivamente repetido há mais de 2 anos é tedioso!

É desagradável para quem critica, para o criticado e para o leitor, que não vê nada de novo.

Descrever o jogo contra o Tupi é como tentar narrar VT’s dos vários jogos acontecidos este ano.

Depois daquelas 3 ou 4 boas partidas de início de temporada, a coisa desandou. E, pelo jeito, não tem volta.

Um amontoado de jogadores correndo atrás da bola, sem lenço e sem documento. E o pior, essa desorganização está minando o futebol dos poucos que têm qualidade. Afinal, ruindade é contagiosa!

Não existiram destaques positivos na vitória magra e insossa sobre o Tupi. Tampouco aqueles que enterraram a equipe contra o Goiás se redimiram. Só para constar, Richarlyson deveria ser inscrito no Guinness Book como o jogador mais ridículo dos últimos anos na Cidade do Galo.

O que pensávamos antes, continuamos pensando hoje: o Atlético não tem time para fazer bonito no campeonato brasileiro. Com o atual perfil, tem condições de vencer apenas umas 4 equipes da série A. E olhe lá!

Isso significa que brigaremos para não cair. DE NOVO!!

A única novidade deste sábado ocorreu fora de campo, porque dentro não acontece nada de produtivo. O dono da verdade e dos destinos nada promissores do Galo, Sua Majestade Alexandre Kalil, decidiu culpar a imprensa pelas críticas ao time, como se a equipe estivesse jogando o fino da bola e, mesmo assim, sendo massacrada.

Pois eu afirmo que a imprensa mineira é, em grande parte, constituída por bundões sem compromisso com a verdade e com os votos de sua profissão. Mas de maneira alguma podem ser responsabilizados pela mediocridade visceral de um time que não sabe defender, não sabe armar e não sabe atacar.

E não são, sobretudo, culpados por contratações estapafúrdias que, ao invés de reforçarem o conjunto, enfraqueceram-no ainda mais.

Sentar em cima do rabo para falar do rabo alheio é fácil. Não assumir as próprias responsabilidades é constrangedor!

Mas Kalil prefere se escorar em palavras nesse momento. Palavras totalmente dissociadas de ações efetivas.

Porém, quando esse mesmo time já estiver desclassificado na Copa do Brasil e com cadeira cativa na zona do rebaixamento do campeonato nacional, todos verão que foi um jogo de cena para defender o indefensável. Nós já vimos esse filme antes!

Quando palavras não são precedidas de ações concretas, tornam-se o que sempre foram: PALAVRAS OCAS, VÃS DESCULPAS DE QUEM NÃO ESTÁ CAPACITADO PARA ASSEGURAR SUCESSO AO CLUBE!

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Assista aos melhores momentos:

 
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Publicado por em 29/04/2012 em Uncategorized

 

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GOIÁS 2 X 0 ATLÉTICO – MAIS UM ANO NO RALO?

Quando falta técnica, sobra raça!

Quando falta raça, sobra técnica!

Expressões usadas para definir times competitivos. No nosso caso, passamos longe disso!

Contra o Goiás, faltaram fibra, técnica, tesão, vontade, comprometimento, vergonha na cara e muito mais, inclusive um mínimo de categoria.

Eu vi uma equipe anestesiada em campo medindo forças contra um Goiás doido para vencer. E pior, sabendo que ia vencer.

E devemos agradecer aos céus por não ter saído do Serra Dourada com uma senhora goleada no lombo.

Enquanto alguns poucos tentavam correr, como Réver, Pierre, Donizeti e Danilinho _ que embora atuando mal, pelo menos se esforçavam _ outros entregavam a Jesus a resolução de seus problemas. Perdiam a bola no ataque e por lá ficavam.

Sinceramente, tive a nítida impressão de que existe algo de podre no reino da Dinamarca. Fosse outro adversário e teríamos levado de 6 novamente. Você duvida?

No primeiro gol, apenas 3 homens na barreira. Dá pra entender um negócio desse quando se sabe que o Egídio é um bom batedor de falta?

No segundo, uma entregada explícita de Richarlyson, que passou lotado e depois assistiu o gol acontecer. Fora os chapéus que o irresponsável resolveu aplicar justamente quando o Galo mais precisava de correr contra o tempo.

Para mim, neste jogo, Richarlyson demonstrou todo o respeito que tem pela camisa atleticana: nenhum!!

Foi um festival de horrores com cheiro de pequi. A Copa do Brasil começa a fazer água mais cedo do que prevíamos. Escorre por entre os dedos o sonho do ano, sob as vistas omissas dos babões chamados Kalil e Maluf, que estão errando nos mesmos pontos onde erraram ano passado e em 2010.

Não adianta nada, neste espaço ou em outros, clamar incessantemente por providências e muito menos apontar deficiências no time. Estas são tão flagrantes que não precisa ser gênio para identificá-las. Qualquer ser racional as vê.

Mas as duas lesmas de Vespasiano, estupidamente arrogantes, se acham a bala que matou o Kennedy e ignoram solenemente todas as sugestões.

E com isso, só fazem enterrar ainda mais o Clube Atlético Mineiro, imobilizados em sua incompetência. Irresponsavelmente imobilizados!!

Com esse time, é mais um ano jogado no ralo. É mais um ano para envergonhar e manter o atleticano de cabeça baixa.

Até quando?

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Assista aos gols do jogo.

 
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Publicado por em 26/04/2012 em Uncategorized

 
 
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