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NESTE DOMINGO, O GALO ESTRÉIA CONTRA O BOA ESPORTE.

Com 3 novidades no time, o Atlético fará a sua estréia no Mineiro contra o Boa Esporte, neste domingo, com a seguinte formação:

Renan Ribeiro, Carlos César, Réver (Werley), Rafael Marques e Richarlyson; Pierre, Leandro Donizeti, Escudero e Bernard; Guilherme e André.

Embora não seja a escalação dos sonhos alvinegros, não resta dúvida de que, para o campeonato mineiro, é um conjunto superior aos demais. Inclusive, superior ao elenco do cruzeiro.

Mas isso não significa nada, a bem da verdade. As principais metas deverão ser Copa do Brasil e campeonato brasileiro e para disputar as duas competições, o time ainda é mediano, se analisarmos com um olhar otimista.

A disputa regional deverá servir apenas como preparação. E nesta preparação, já deveriam ser parte integrante do plantel as contratações de um goleiro, um lateral esquerdo, um meia pensador e um atacante.

Mas fazer o que, se Eduardo “Turtle” Maluf, picado pela mosca Tze Tze, não consegue acordar de seu estado de eterna letargia?

A característica da escalação e as contratações feitas sinalizam a priorização de um jogo fluído, rápido. E principalmente rasteiro, dado a altura dos jogadores. Na minha opinião, isso é bom.

Apenas como argumento _ pois os tempos eram outros e não tinham a exigência física que se tem hoje _ o melhor time de todos os tempos do Galo foi o de 1977. Jogava que nem uma poderosa máquina azeitada. E era uma equipe de baixinhos. Luisinho, monumental zagueiro, não chegava a 1,80 m. Talvez o maior fosse Cerezo, que não era tão alto assim.

No jogo deste domingo, Danilinho, suspenso, será substituído por Guilherme, que até hoje não disse a que veio. Eu estou curioso para ver Danilinho jogar e considero uma pena a sua ausência. Com ele em campo, além da velocidade tão valorizada nesse momento, o time seria mais agudo em direção ao gol.

De todo modo, vamos torcer para que o Galo faça uma boa partida e colete os primeiros 3 pontos para a sacolinha.

Vamos pra cima deles, Galo!

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Publicado por em 28/01/2012 em Uncategorized

 

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6.000 CEGOS NO INDEPENDÊNCIA E ALGUNS BURROS NOS GABINETES

Não bastou o governo mineiro efetuar reformas nos dois estádios AO MESMO TEMPO e, com essa atitude imbecil, ter empurrado os clubes da capital para o desconforto da Arena do Jacaré, Ipatingão e Parque do Sabiá, provocando graves prejuízos financeiros.

Agora o Independência, depois de um monumental atraso da obra, será entregue em péssimas condições de visibilidade.

E parece que os políticos, que se importam com aumentos abusivos de 62% em seus próprios salários, estão pouco ligando para o consumidor que frequenta estádios.

Senão, vejamos o que o sr. Sérgio Barroso, secretário extraordinário da Copa do Mundo em Belo Horizonte, disse a respeito do Independência:

“Talvez, em algum ponto, dentro daqueles seis mil assentos, tenha a visibilidade um pouco prejudicada, mas esse é um ponto que estamos discutindo há um tempo e estamos buscando alternativas. No momento, vamos manter a situação como está, porque é uma arquibancada totalmente segura e SÃO SOMENTE SEIS MIL ASSENTOS QUE TÊM ESSA CONDIÇÃO (de pouca ou nenhuma visibilidade). Vamos inaugurar o estádio com as grades, porque estamos privilegiando a segurança dos torcedores”.

Quer dizer então que os engenheiros portugueses… ops… brasileiros, ou pior, mineiros, não foram capazes de privilegiar simultâneamente segurança, visibilidade e conforto? Seria uma nova doença denominada “Déficit de Coordenação Motora nos Neurônios”?

Como eu posso chamar isso, sr. secretário? De total incompetência profissional ou simples desprezo às necessidades do consumidor?

Essa atitude irresponsável não poderia receber o nome “honroso” de falcatrua? Um estelionato aplicado em cima da massa apaixonada por futebol, que comprará um produto dito perfeito e receberá outro deteriorado?

Na visão de nossos políticos, não. Está tudo certo. O sr. Sérgio Barroso mesmo disse que a pouca visibilidade do estádio atingirá “somente 6 mil pessoas”! SOMENTE? ENDOIDOU?

O senhor não sabe fazer contas não, senhor secretário? Seis mil pessoas equivalem a nada mais, nada menos do que 24% do total da capacidade do Independência, seu mané!!

1/4 do público só verá grades e barras de ferro à sua frente!!

ISSO É UMA VERGONHA!

Sugiro desde já ao Ministério Público, que existe para defender o povo, que proíba a abertura do Independência sem a correção desse erro crasso de engenharia ou seja lá o que for!

Cadê os vereadores e deputados estaduais que não aparecem para botar a boca no trombone e mobilizar a opinião pública em favor de uma causa que tem de ser de todos?

CADÊ VOCÊS? Sumiram?

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Publicado por em 25/01/2012 em Uncategorized

 

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NÃO VAI MUDAR!

O atleticano sofre quando o time faz uma campanha ridícula ou leva uma cacetada de 6 a 1 do maior rival. E, morrendo de vergonha, não pode nem enfiar a cabeça num buraco e desaparecer, porque, afinal,  a vida continua.

Como se não bastasse, ele, o atleticano, sofre também com a série interminável de desacertos que brotam como vermes na sede de Lourdes.

Um diretor de futebol que tem a desatinada coragem _ ou total falta de senso crítico _ de dizer que o time está pronto, que não precisa de mais reforços (indo contra a própria argumentação do treinador que os pede) é, no mínimo, um fanfarrão irresponsável.

Desde que essa draga aportou na Cidade do Galo, só fizemos fugir da segunda divisão. Não acertou nada, absolutamente nada!

A cereja (ou seja lá o que for que o leitor imagine que seja) do bolo, foi a contratação do “fenômeno” do Japão, Marquinhos Cambalhota.

E de lá para cá, dormiu no ponto nas contratações que exigiam disputa com outros clubes e só contratou quem estava pedindo pelo amor de Deus para vir ao Galo.

Escudero, que não está incluído nesse grupo, só veio porque não tinha um mísero clube lutando por seu passe. Se tivesse, meu amigo, adeus Escudero.

Então, um cara que há dois anos só faz m… no Atlético, tem moral para dizer que não precisamos de reforços, além dos que já chegaram? Em que ele se apoia para dizer isso? Na base que permaneceu no CT?

Caro senhor Maluf, essa base é a mesma que foi 15ª colocada no campeonato nacional e é o mesmo plantel que levou uma goleada histórica do nosso rival. Já esqueceu, seu incompetente? Foi você que os contratou!

Eu, do mesmo jeito que 99% da torcida atleticana, sempre me lembrarei daquele vexame. Maluf, ao contrário, porque não é alvinegro, não sofre na pele as consequências de seus erros na condução do futebol. O mais difícil para ele é contar o gordo salário que recebe todo santo mês.

Salário este oneroso demais se comparado à sua produtividade. O seu custo X benefício já bateu no vermelho! Em qualquer empresa, já teria sido demitido desde o final de 2010!

Culpa absoluta de Alexandre Kalil. A manutenção de Eduardo Maluf é de sua inteira responsabilidade e tenho a mais absoluta certeza que o apoia incondicionalmente, por mais absurdo que isso possa parecer. Por isso, já não espero nada de bom dessa dupla.

Chega de ficar calado esperando alguma coisa mudar. NÃO VAI MUDAR!

Mas se não mudam o rumo por lá, nós botamos a boca no trombone por aqui. INCANSAVELMENTE!

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Publicado por em 19/01/2012 em Uncategorized

 

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ENTREVISTANDO DIMARA OLIVEIRA.

O blog Lances & Nuances novamente entrevista um profissional formador de opinião. Desta vez, Dimara Oliveira, jornalista esportiva da TV Alterosa, emissora mineira que cobre o futebol da nossa terra. Ela, como sempre muito educada e atenciosa, dispôs-se a falar com os alvinegros.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances – Prezada Dimara, pode-se dizer que você é um dos destaques televisivos da imprensa esportiva mineira. Permita à imensa torcida atleticana conhecê-la melhor, contando o desenrolar de sua carreira.

Dimara Oliveira – Obrigada pelo carinho. Minha primeira opção era a medicina, fiz “patologia clínica”, depois a opção foi pelo “direito” pela tradição da família e só depois optei pelo jornalismo. Era muito nova, tinha 17 anos quando iniciei o curso de comunicação.
Fui direto para a Band ainda como estagiária e depois acabei ganhando a vaga de repórter. Rapidamente passei a fazer também a rede nacional, além do Minas Esporte.
Tudo começou cedo na minha vida. Fiquei na Band até 99, quando fui para a assessoria de imprensa do Cruzeiro, onde fiquei até 2004. Retornei à Band em 2004, já como editora chefe de esportes da emissora.

L&N – Cada pessoa, seja ela jornalista ou não, tem o seu time de coração. O L&N não tem nada contra isso, uma vez que é um direito do cidadão de qualquer profissão. O que pedimos é imparcialidade no tratamento dado aos clubes. Você crê que a imprensa mineira é imparcial?

Dimara – Quem me conhece sabe que acho que qualquer tipo de análise, pré- julgamento não é justo. Posso falar apenas por eu mesma. Não tive criação em BH, toda a minha relação é com São Paulo, por ter sido criada no sul de Minas. Aprendi, mas não sou muito ligada a essa rivalidade absoluta de Atlético e Cruzeiro. Procuro em tudo que faço, ser jornalista que é o meu orgulho.

L&N – Para qual time você torce?

Dimara – Aprendi ao longo da carreira a torcer por bons trabalhos, pelos amigos que fiz ao longo da carreira. Graças a Deus tenho amigos espalhados pelo futebol mundial. Gosto sempre do bom trabalho e do bom futebol.

L&N – Todos sabemos que a campanha realizada pelo Atlético em 2011 foi ridícula e cobriu de vergonha os atleticanos espalhados por esse Brasil afora. Por isso mesmo, só podemos deduzir que temos um time fraco e inoperante, principalmente nos jogos fora de casa. Para que esta situação seja mudada de uma vez por todas, quais os setores (dentro e fora de campo) que precisam de reforços, na sua opinião?

Dimara – Acho que o Atlético tem em sua retaguarda bons profissionais! Já disse em outras oportunidades que Dorival Júnior “não fez bem” ao Atlético, na questão física (grupo de profissionais seus), técnica e em algumas decisões tomadas até pela questão do Diego Souza. Não sou “corneta” nunca fui, gosto do trabalho do Cuca e acredito que ele vai encontrar o caminho.

L&N – Caso você fosse treinadora do Atlético, pediria à diretoria a contratação de um goleiro?

Dimara – No caso específico do goleiro e sem “cornetar” [risos] acho que o Renan tem um potencial muito bom, mas não tem conseguido mostrar, e não é possível esperar tanto assim. Eu pediria sim, um goleiro mais experiente

L&N – Guilherme saiu do Cruzeiro, onde você trabalhou por algum tempo. Certamente o conhece mais do que nós, atleticanos. O que houve com o rapaz, que não conseguiu repetir no Galo as atuações que o consagraram no time do outro lado da lagoa?

Dimara – Se soubesse a resposta já teria dito e tentado ajudar [risos]. Olha só, pela própria situação que o Atlético viveu  no ano passado, todos que chegavam, carregavam uma responsabilidade muito grande de ter que mudar toda uma história. Acho que existe a questão da avaliação do perfil do jogador, onde ele pode render mais e tudo isso teve o seu “peso”.

L&N – Quais as suas expectativas em relação ao desempenho do Galo em 2012, sabendo que algumas contratações já foram feitas e que não se repetiu o festival de barcas de 2011? Ainda falta gente para chegar?

Dimara – O Atlético acabou este ano mantendo uma base. Tenho expectativas muito boas com garotos como o Fillipe Soutto, o Bernard e o próprio André. Essa retomada de jogadores feitos em casa pode dar uma outra conotação ao time. O que vai acontecer, qualquer exercício nesse momento é “futurologia”.

L&N – A ponta do iceberg da corrupção na arbitragem brasileira acaba de emergir no caso do juiz Gutemberg de Paula contra o Sérgio Correa, da CBF. O L&N acredita que tem muita sujeira debaixo desse tapete. Qual a sua opinião a respeito?

Dimara – Acho que entra ano, sai ano. Entra campeonato e sai campeonato. Todos reclamam da mesma forma. As situações devem ser apuradas e acho que falta vontade nisso.

L&N – A torcida atleticana admira muito o seu trabalho, Dimara. Sendo assim, qual a sua mensagem para a nação alvinegra?

Dimara – Agradecer sempre o carinho e o respeito pelo meu trabalho de todos os atleticanos e dizer que a cada matéria, a cada divulgação de notícia que faço do Galo, procuro ser o mais “clara” possível para que todos possam ter sempre a boa informação.

A sua entrevista honrou este espaço e a nação atleticana, Dimara. Muito obrigado.

Para seguir a entrevistada, clique aqui.

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Publicado por em 17/01/2012 em Uncategorized

 

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PRESENT ARMS

No Atlético está proibido corte moicano nas categorias de base. Pronto! Encontrada a solução para a péssima base do Galo! Brilhante!

Parabéns diretores das categorias de base do Atlético. Agora vai.

Atletas de cabelos rebeldes não combinam com a mocidade.

Reinaldo com seu cabelo “black power”. Éder com seus cabelos grandes. E outros. Aah esses meninos foram muitos desobedientes!

Afinal de contas um menino de 15, 16, 20 anos tem que se adequar, poxa. Se quiser ter cabelo diferente, que seja depois dos 30, 40 anos. Idade ideal para entrar na “vibe”.

Aliás, esse negócio de cabelo grande ou diferente é muito perigoso. Não pode, não! Já está comprovado que desvirtua o futebol do atleta. Maradona, se quando jovem tivesse cabelos aparados e curtos, seria muito melhor.

A liberdade de expressão deve ser limitada desde cedo, pois, a disciplina e hierarquia são fundamentais dentro do quartel. Quartel? Do que estamos falando mesmo?

Aaah! É sobre futebooooool e sobre adolescentes…

Reinaldo, Éder, Maradona, George Best, Platini, até o hoje aclamado lugar comum Messi tiveram cabelos longos.

Estar na moda, na “vibe”, na onda é natural para o adolescente que assim queira interagir com a sociedade. E é até um incentivo para a garotada entrar na adrenalina e “aparecer” no meio de tantos.

É certo que o futebol é um esporte socializante em que todos pertencem ao corpo coletivo. Agora, existem os Maradonas, Reinaldos, Pelés, Garrinchas. Estes não podem ser tolhidos em nada.

Tudo a favor da psicologia. Uma ciência primordial da mente e conduta humanas. Mas eu desconfiaria de um profissional que pregasse a realidade de um quartel dentro de um circo, de uma escola de teatro, de um clube de futebol. São hipóteses artísticas antes de tudo. É um mercado, mas mesmo o capital não pode se desvincular da essência cultural de um povo. O futebol é do povo. A arte é da plebe. A juventude passa com uma rapidez supersônica. E é neste período da vida humana que campeia as melhores recordações.

Escola, socialização, aprendizado, professores, dignidade. É isso que os garotos das categorias de base de qualquer esporte precisam. E não de vestimentas de soldados ou engravatados, o que seria uma escolha e não imposição.

O corte de moicano é massa demais! Condizente com a sociedade plural e a opção de cada um. Mas a escolha do Clube Atlético Mineiro é a linha republicana norte-americana dos anos 50. Uma democracia às avessas.

Enquanto isso, na opinião deste colunista do blog Lances & Nuances, o Galo tem a pior categoria de base dos 3 clubes de Belo Horizonte. Mas vai melhorar, pois é proibido o corte moicano de um certo Neymar.

Para seguir este colunista, clique aqui.

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Publicado por em 10/01/2012 em Uncategorized

 

O QUE COMEÇA ERRADO…

Pode ser que seja apenas pessimismo de início de ano, mas não consigo ver um 2012 melhor que 2011 no que se trata de Atlético. Seguindo o ditado: “O que começa errado, termina errado” e já temos inúmeros motivos pra ver que esse ano não será nada demais.

A primeira questão é: o que os jogadores do Atlético fizeram de tão especial para receberem o prêmio de 5 dias a mais de férias?

Todos os times já se reapresentaram, já estão trabalhando, inclusive os principais rivais do Atlético no primeiro campeonato do ano. E o “padrasto” Kalil começa dando aos seus queridos filhinhos prolongadas férias. E aí quando começar a ir mal, a velha desculpa virá: “mas o time ainda está se acertando. Não dá pra cobrar nada nesse início pois começamos a nos preparar agora”. Quando for maio, na final do Mineiro, se perder, será: “temos uma base que vai engrenar no Brasileiro. O início é assim mesmo”.

Quanto a montagem – ou manutenção – do time, contratações e renovações mais do que questionáveis. Acho que a rescisão de contrato de Jairo Campos e a renovação de Luiz Eduardo vem como a principal delas. Nada contra Luiz Eduardo, até porque NINGUÉM pode avaliar a capacidade técnica dele, já que não o viu jogar. Mas a questão é exatamente essa: por que renovar o contrato de um atleta que ninguém viu jogar em detrimento de outro que todo mundo sabe o que pode oferecer, mesmo que seja em composição de grupo?

E o “meia argentino”? Escudero é só mais uma enganação argentina. O tal jogador que só é contratado porque é argentino. Porque o rival acertou em um argentino que virou craque, então o Atlético também tem essa obrigação. Assim como foi em 2008 com Marcelo Moreno e Castillo. Os números do tal argentino são impressionantes: 31 jogos pelo Grêmio e incríveis 4 GOLS.

A volta (forçada) de Danilinho, em condições que a torcida ainda desconhece – se foi realmente um empréstimo gratuito, ou o Atlético teve que desembolsar algo pra trazê-lo – são só mais algumas das incoerências incompetentes de Kalil e sua trupe.

E Renan Ribeiro e suas atuações pífias? E Richarlyson? E o “deus da raça” Serginho e suas atuações dignas de comédia pastelão? Triguinho com seu feijão com arroz será suficiente pra um ano inteiro? Dudu Cearense, Mancini e o craque Jonatas Obina? E Guilherme e sua vontade incrível de jogar no Atlético? Dá pra esperar algo dessa “base”?

Não acredito em clarividência, tarô, búzios e essas coisas de ver o futuro, mas o Atlético 2012 será: Ganhar umas 4 seguidas no Mineiro, torcida empolga, começa a tropeçar, fala que é porque ainda está em pré temporada, vai pra final, perde o título e falam que o foco é o Brasileiro. Pausa.

Na Copa do Brasil, passa da 1ª fase, pode ser que até passe da segunda, mas será eliminado por algum Avaí ou algum Vitória-BA ou Santa Cruz da vida.

No Brasileiro, ganha umas três no início e depois começa a perder, perder, vai pro Z4, falam que é porque o time ainda está se entrosando, termina o turno no Z4 e começa tudo de novo até se livrar do rebaixamento na última rodada. E estou sendo otimista.

PS: Só pra não passar batido: Onde estão as provas do “jogo vendido” e as fontes quentíssimas que o Atlético tinha entregado o jogo em troca de Tardelli? Desapareceram?

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Publicado por em 06/01/2012 em Uncategorized

 

FELIZ ANO NOVO, GALO!

2012 está batendo na porta.

Assim como um desconhecido amigável e receptivo.

Assim como um inimigo nas sombras.

A escolha entre um e outro depende de nós. Depende da diretoria. Depende de Alexandre Kalil.

O ano novo se oferece inteiro, mas não escancara os seus segredos.

Segredos estes que só serão positivos se formos competentes.

Só serão profícuos se merecermos.

O contrário vem na mesma intensidade.

Choro e ranger de dentes nos aguardam se repetirmos os mesmo erros dos últimos anos.

Erros crassos de amadores. Lapsos de envergonhar seguidores.

O ano de 2012 nos espera, como se fosse o anjo magnânimo de nossos acertos e o algoz cruel de nossos enganos.

Não existe sorte. Não se pode confiar em magia.

Sorte e magia são feitas no dia a dia, na realidade de quem luta e sua a camisa competentemente, sem fantasias.

Tomando as mais certas decisões, de pé no chão, abdicando de estrelismos.

Que 2012 seja o ano mais rico da história do Clube Atlético Mineiro.

Que nos abra um novo caminho, cheio de conquistas e glórias.

Que sepulte as frustrações de uma nação apaixonada pelas cores alvinegras.

E que resgate, de uma vez por todas, a auto-estima do atleticano.

Está na hora! Não dá mais para esperar!

FELIZ ANO NOVO, GALO!

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Publicado por em 31/12/2011 em Uncategorized

 

ENTREVISTANDO LEONARDO BERTOZZI, DA ESPN BRASIL

O L&N volta a entrevistar um dos grandes. Na opinião deste blogueiro, Leonardo Bertozzi, comentarista esportivo da ESPN Brasil, é um dos que possuem maior capacidade de leitura do jogo e suas nuances táticas. Ao analisar a mesma partida que assistimos, Bertozzi  sempre acrescenta (ou informa) algo que não captamos. No meu entender, é uma de suas maiores virtudes.

Ele arrumou um tempo e  gentilmente se prontificou a conversar com a nação atleticana.

Vamos à entrevista:

Lances & Nuances -  Bertozzi, sabemos que a sua origem vem das alterosas, e como todo bom mineiro, vai sobressaindo gradualmente em uma das redes esportivas de maior sucesso no mundo, a ESPN. Hoje, você é parte integrante da grade em programas importantes. Conte para os atleticanos um pouco de sua trajetória profissional e de como você saiu das nossas Minas Gerais para enfrentar o “mundo lá fora”.

Leonardo Bertozzi – Comecei minha carreira ainda durante a faculdade. Trabalhei para o site FutBrasil, inicialmente como repórter, e depois como editor. Simultaneamente, fazia o trabalho voluntário com a NetGalo, que tocava o site oficial do Atlético. Participei de algumas iniciativas pioneiras, como a narração online de jogos do Galo direto do estádio, algo que fizemos em toda a campanha do Brasileiro de 1999. Depois de formado, mudei-me para São Paulo, e após algumas experiências fora da área, iniciei o site FutebolEuropeu.com.br, em 2004, que me deu projeção para trabalhar em veículos importantes. Fui repórter da revista Trivela e editor do site, comentei jogos no BandSports e no FX. Desde 2009 faço parte da equipe dos canais ESPN de rádio, televisão e internet.

L&N – Você é um comentarista que costuma ler a partida de futebol de uma forma bastante realista. Você já atuou dentro das quatro linhas seriamente ou entende que isso não é básico para se construir um bom analista de TV ou rádio?

LB – Um bom comentarista político não precisa ter sido político, assim como um bom crítico de cinema não precisa ser cineasta. Evidentemente a experiência no campo agrega algo, mas não é o essencial. O necessário é estudar, ter conhecimento e se manter sempre atualizado. Um pecado de muitos ex-jogadores que passam a atuar como comentaristas é acreditar que a experiência pura e simples basta.

L&N – Nestes três anos de Alexandre Kalil no Galo, a torcida se frustrou de maneira absurda. O que era para ser a retomada das grandes campanhas de Elias Kalil (pai de Alexandre Kalil) ou mesmo de outras épocas, se transformou em choro e ranger de dentes, flertando com rebaixamentos e tomando goleadas vergonhosas. Na sua visão, quais foram os pecados principais que empurraram o Atlético para este festival de fracassos?

LB – O Atlético tem pecado pelo imediatismo na gestão do futebol. O primeiro ano da gestão Kalil foi positivo, com o time brigando pelo título brasileiro. Daí em diante, e a partir da contratação do Luxemburgo, a coisa foi de mal a pior. O principal equívoco é a contratação de jogadores por atacado, 20, 30 novos por ano. É impossível notar qualquer planejamento quando o time de junho não tem nada a ver com o de janeiro. Se o Atlético não adotar uma linha clara de raciocínio na montagem do elenco, fica difícil esperar alguma coisa.

O Atlético tem se estruturado bem fora das quatro linhas, mas há alguns fatores questionáveis, como abrir mão de um departamento de marketing. Se o marketing dá prejuízo, como alega o Kalil, é porque não é bem feito. O atleticano é apaixonado e pode contribuir muito como consumidor.

Ainda sobre o Alexandre, é necessário separar o torcedor apaixonado do administrador. Apesar de o torcedor se identificar quando ele “solta os cachorros” após um revés ou tira um sarro do rival após uma vitória, nem sempre estes comportamentos são bem recebidos dentro do ambiente.

L&N – A torcida do Atlético sempre foi fidelíssima e extremamente vibrante. Carregar o time nas costas faz parte da nossa história por anos a fio, inclusive em 2011. Mas, devido ao grande crescimento das redes sociais _ e, por consequência, maior comunicação entre os atleticanos _ percebe-se uma reação (crítica) importante de parte da torcida em relação aos anos seguidos de decepções, o que possibilita desembocar numa atitude mais fria (ou equidistante) em relação ao time. Quais as medidas que, na sua opinião, deveriam ser tomadas para restabelecer a sinergia de antigamente?

LB – Um período de vacas magras pode aproximar ainda mais o torcedor do time ou provocar nele uma certa indiferença. A primeira parte foi vista na época do rebaixamento. Talvez seja o momento da segunda parte. Mas acredito que a falta do Mineirão também seja um fator a não ser ignorado. Apesar do fenômeno das redes sociais, é mesmo no estádio onde essa proximidade se verifica.

L&N – Em 2011, contratamos, pelo menos no papel, um timaço. Dudu Cearense, Richarlyson, Mancini, Leonardo Silva, Magno Alves, Guilherme Santos, André, Guilherme… entre outros. No comando, Dorival Júnior. Mesmo assim, foi um filme de horror sem pipoca, com um final digno de enviar a platéia pro hospital com palpitações graves. Como você explica tal disparate em relação ao que poderia ser e ao que aconteceu de fato?

LB – O problema é justamente esse – separar o papel da realidade. Mancini, Guilherme, André, entre outros, eram jogadores encostados em seus clubes. Alguma razão havia. Quando você faz um investimento alto, tem de saber se é apenas no nome ou se a possibilidade de retorno existe de fato. Houve um tempo em que o jogador voltava mal do exterior e conseguia se refazer aqui. Hoje é cada vez mais difícil. Contratar muito nem sempre significa contratar bem.

L&N – Você acredita que no jogo contra o cruzeiro (os 6 a 1), os jogadores do Galo se envolveram em algo desonesto para salvar o rival?

LB – Apesar de não colocar a mão no fogo por nada no universo do futebol, seria leviano da minha parte fazer qualquer insinuação neste sentido. Entendo o desespero do torcedor, que podia viver seu momento de maior alegria em muito tempo, mas o jogador não pensa da mesma maneira. Deveria, mas não pensa. Na cabeça de muitos ali, a missão estava cumprida uma semana antes. Quando você entra em um jogo como este sem grandes motivações, contra um adversário que faz o jogo da vida, é possível que uma tragédia do tipo aconteça.

L&N – Kalil reeleito por mais 3 anos. Em seu primeiro mandato, o presidente alvinegro se notabilizou por atitudes arrogantes, declarações estapafúrdias, excelente trabalho (até onde podemos ver) na administração financeira do clube e uma péssima gestão do futebol. Para que tudo isso fique no passado, o que você acha que Kalil deve fazer para produzir um segundo mandato capaz de resgatar o prestígio do Clube Atlético Mineiro em termos nacionais?

LB – A hora é de arregaçar as mangas, trabalhar sério e acreditar em uma linha de planejamento. Manter técnico, elenco, apostar nos bons jovens e contratar apenas jogadores que cheguem para resolver. Com a volta do time a BH, um programa eficiente de sócio-torcedor também será bem-vindo.

L&N – Você é a favor da repatriação de Diego Tardelli?

LB – Depende das condições. Se for necessário um imenso sacrifício financeiro, não vale a pena, apesar de o jogador ser um ídolo e ser um destes que chegam para resolver. Em condições aceitáveis, vale a pena.

L&N – Caro Leonardo Bertozzi, para encerrar a entrevista, qual a sua mensagem para a nação atleticana, que admira muito o seu trabalho?

LB – Agradeço a todos que acompanham meu trabalho. Sei que muitos esperam que eu seja uma espécie de “embaixador” do Atlético na imprensa nacional. Não é exatamente o caso, mas sei que falo com propriedade do Galo quando me cabe. E foi uma satisfação grande poder cobrir vários jogos do Atlético pela TV e pela rádio desde a mudança para São Paulo. Espero que essas ocasiões se multipliquem e que novos encontros com a Massa aconteçam. Abraço a todos!

A sua presença honrou o L&N e a nação atleticana, Bertozzi. Muito obrigado.

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Publicado por em 21/12/2011 em Uncategorized

 

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REVIVENDO O DIA EM QUE O GALO FOI CAMPEÃO BRASILEIRO!

Em homenagem aos 40 anos da conquista nacional, eu vou lhes contar uma história. Relatarei aqui as imensas dificuldades que vivi para acompanhar as notícias do Galo no Rio de Janeiro, onde enfrentaria o Botafogo de Jairzinho, Djalma Dias, Zequinha e companhia, naquele longínquo final de tarde de 19 de dezembro, domingo chuvoso e frio, 1971 anos depois do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Se a Internet existisse naquela época _ o que é apenas um sonho de escritor que costuma viajar pelos caminhos férteis da imaginação _ eu não experimentaria toda aquela agonia. Eu saberia on-line no exato instante em que o urro gutural de campeão explodisse nas ruas e nos corações da nossa nação. Eu saberia… mas na época eu não soube.

Feito este introdutório necessário, vamos à narrativa:

Garoto ainda, em fins de outubro de 71, fui para São Paulo trabalhar. Dias depois, consegui me colocar em uma empresa chamada Cotonifício Guilherme George, no vigésimo quinto andar de um edifício em plena Av. Paulista.

Em dezembro, em virtude da proximidade do Natal, o Cotonifício iniciou um período de plantões de atendimento aos clientes nos finais de semana. Ao saber disso, eu tremi nas bases e tentei todas as artimanhas para livrar minha cara do tal plantão, inclusive elevando preces aos santos que conhecia.

Mas não me dei bem. Deus não gosta de intermediários, foi o que deduzi. Aprendi que, de vez em quando, é bom falar com Chefe diretamente. Por isso, me ferrei bonito na estratégia adotada e fui escalado para trabalhar exatamente no domingo do jogo.

Para quem não se lembra ou não sabe dos detalhes daquela final, eu posso refrescar-lhes a memória: Para o triangular final, se classificaram Atlético (com 12 vitórias, 10 empates e 5 derrotas), Botafogo e São Paulo.

No primeiro jogo, no domingo anterior, 12 de dezembro, o Galo tinha ganhado do São Paulo por 1X0 no Mineirão, gol de Oldair. Esse jogo eu consegui assistir pela televisão. Em meio a 10 ou 12 são-paulinos indignados, eu era a única personificação da alegria ao final do jogo. Não, não era só alegria. Era loucura pura. Gritava Galo milhões de vezes, pulava, esmurrava o ar, me jogava na lama da rua, enfim, eu era um atleticano terminal. Estava na UTI de tão doente, de tão feliz. Fiz a festa sozinho na casa do adversário.

Confesso que hoje eu não sou um atleticano mais fervoroso do que era naquela época. Não é porque eu não queira. É PORQUE NÃO CONSIGO! Isso é simplesmente impossível para qualquer atleticano, não só para mim. Desde crianças nós somos tão apaixonados que não dá para aumentar o amor no decorrer da vida. Ainda estou na UTI, vivendo à custa de aparelhos.

Na quarta-feira, 15 de dezembro, o São Paulo jogou e ganhou do Botafogo de 4X1. Portanto, partíamos para o jogo no Rio precisando apenas de um empate. Se perdêssemos, o São Paulo seria o campeão. O Botafogo necessitava marcar 6 gols na gente para compensar o seu déficit e superar o saldo do São Paulo.

Então, no domingo, lá estava eu pregado com um telefone na orelha atendendo aos clientes do interior de São Paulo e com o meu próprio interior em pandarecos.

Domingo modorrento, irritantemente lerdo, mas meio que a fórceps, a hora do jogo chegou. Fingi a cara mais concentrada no trabalho que eu pude achar, mas na verdade o meu espírito estava correndo no gramado do Maracanã envergando uma camiseta preta e branca emoldurada por um escudo com letras sagradas: CAM.

Do alto do vigésimo quinto andar, sem rádio, sem computador, sem celular, sem lenço e sem documento, fiquei de orelha em pé pra ouvir a explosão de foguetes pela cidade. Gol do Botafogo significava foguetes tricolores. Mas estes não explodiram. Silêncio total, a menina dormiu. Comecei a desconfiar que talvez… quem sabe…será se dá?

Achei _ entre um atendimento e outro _ tempo para uma última negociação: _ Meu bom Deus, dê essa colher de chá pra gente (nessa hora de desespero, resolvi me dirigir diretamente ao Chefe)… Eu sei que Senhor também é Pai dos botafoguenses. Mas combinemos assim, o Senhor os deixa ganharem noutro ano e nós ganhamos agora, ok? Feito assim?

No fundo, eu sabia que era uma negociação capciosa, mas fazer o quê? Eu estava tenso demais para crer apenas nos jogadores!

No silêncio pesado dos arranha-céus cinzentos, meio que dormindo sob a garoa, eu só ouvia o pulsar do meu coração, que batia como a charanga do Galo.

O jogo já deve estar no segundo tempo. Deve estar terminando e nenhum foguete!

Aleluia! O expediente acabou. Desci, esbaforido, os vinte e cinco andares _ não consegui esperar o elevador _ e fui direto para o bar da esquina da Paulista com a Rua Brigadeiro Luiz Antônio. Eu sabia que ali tinha uma televisão e que talvez alguém pudesse me informar o resultado do jogo.

Eu só posso dizer que ao entrar no bar de poucas pessoas, ninguém precisou me informar nada. A tela da televisão preta e branca no alto da parede me disse tudo que eu precisava saber. Estava lá em letras de fogo com o hino imortal do Galo tocando ao fundo: ATLÉTICO MINEIRO, CAMPEÃO BRASILEIRO DE 1971. E no canto superior da tela: BOTAFOGO 0 X 1 ATLÉTICO-MG.

Enquanto via os jogadores se abraçarem no campo, eu sentei na primeira cadeira que encontrei _ pois as minhas pernas já não me sustentavam _ e chorei que nem um menino, tão menino que eu era. Convulsivamente.

Simplesmente não consegui sair pulando e vibrando como tinha feito no jogo contra o São Paulo. Quedei-me impávido colosso, presa fácil de uma emoção inimaginável, inalcançável, que anseio sentir de novo um dia. Eu desabei inteiro, tremendo como gelatina. Por entre lágrimas, ainda pude ver, no canto do campo, Dario e Humberto Ramos se abraçando. Telê Santana já concedia entrevistas, mas eu não consegui ouvi-lo, apesar de toda quietude do bar.

A dona do lugar, assustada com aquele moleque chorão, correu com um copo d’água para me socorrer. Com um forte sotaque nordestino, perguntou-me o que acontecera. A única coisa que pude balbuciar, a prestações: _ Nada não, moça. Está tudo bem. O meu Galo é campeão brasileiro! Ainda não consigo acreditar!

A nordestina disparou uma imensidão de risada _ tão quente quanto as águas de seus mares _ e abraçou carinhosamente o garoto atleticano, solitário campeão perdido em São Paulo.

E durante todo ano que fiquei em São Paulo, ela nunca me cobrou o iogurte natural de todas as manhãs. Todo o resto ela cobrava, mas curiosamente o iogurte não. Talvez porque fosse o item mais caro _ e meu dinheiro só dava para os mais baratos ­_ ou talvez porque quisesse homenagear o nosso Galo todo santo dia!

(Esta história é absolutamente verdadeira em todos os seus detalhes)

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Publicado por em 19/12/2011 em Uncategorized

 

A ENTREVISTA DO PRESIDENTE REELEITO.

 

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Publicado por em 15/12/2011 em Uncategorized

 
 
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